sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

XIX Encontro Nacional de Vigilantes da Natureza – 2 Fevereiro Dia Nacional


União é a palavra-chave deste Encontro Nacional de Vigilantes da Natureza.
A grande amizade que existe entre os Vigilantes da Natureza ficou mais uma vez demonstrada nestes três dias de debate e alegre convívio.
O amor pela profissão é a razão da nossa forte união.
Apesar do escasso número de Vigilantes da Natureza existentes no país, o trabalho que desenvolvemos é de extrema qualidade.
A importância destes profissionais para a conservação da natureza tem sido demonstrada ao longo dos anos.
O trabalho em equipa tem sido muito importante para o reconhecimento das capacidades demonstradas por estes valorosos profissionais.
Os Vigilantes da Natureza são profissionais capacitados para exercer a missão de defesa do ambiente e cumprem de acordo com os seus conhecimentos as exigências solicitadas.
Têm e assumem um compromisso com as tarefas a cumprir.
A melhoria da qualidade do ambiente deve-se muito à dedicação e profissionalismo dos Vigilantes da Natureza que através do seu trabalho têm auxiliado na procura de melhor as condições ambientais do país.
A presença de 75 Vigilantes da Natureza e 6 companheiros de Espanha é demonstrativo da importância que estes eventos têm para a profissão.


APGVN

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

ENCONTRO NACIONAL DE VIGILANTES DA NATUREZA


APGVN organiza o XIX Encontro Nacional de Vigilantes da Natureza

A Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza (APGVN) esta a organizar o XIX Encontro Nacional de Vigilantes da Natureza e XIII Jornadas Técnicas subordinadas ao tema “Conservação da Natureza e Sociedade Civil”, a ter lugar nos dias 31 de janeiro, 1 e 2 de fevereiro de 2016, no Parque Natural do Douro Internacional (Mogadouro e Miranda do Douro). O evento em questão insere-se na iniciativa realizada anualmente pela APGVN e que pretende levar à discussão e à reflexão da sociedade civil assuntos relacionados com o ambiente e a conservação da natureza.
O programa do evento consiste na apresentação de várias palestras efetuadas por associações e organizações dedicadas à conservação da natureza. No seguimento das intervenções seguir-se-á um debate com perguntas e respostas.
Gostaríamos de poder contar com a participação de todas as pessoas interessadas na defesa e conservação da natureza.
A assistência às palestras é de entrada livre, no entanto, solicitamos aos interessados em participar no evento que enviem uma mensagem por correio electrónico para o endereço: vigilantesnatureza@gmail.com

Com os melhores cumprimentos,


Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza

XIX ENCONTRO NACIONAL DE VIGILANTES DA NATUREZA

XIII JORNADAS TÉCNICAS

“CONSERVAÇÃO DA NATUREZA E SOCIEDADE CIVIL”

Domingo, 31 de Janeiro
Receção dos participantes
Ponto de encontro - Sede do PNDI Coordenadas GPS: 41.341931°;
-6.714545°
19h30 Jantar (Mogadouro)
Segunda-feira, 01 de Fevereiro
09h00 Receção
Auditório de Mogadouro: Casa da Cultura, Rua das Eiras,5200 Mogadouro
Coordenadas GPS: 41.3425416º/
 -6.7136996º
09h30 Passeio a sítios de
interesse (Concelho de Mogadouro)
12h30 Almoço
14h00 às 17h00
“Conservação da Natureza e
Sociedade Civil”
- Agrupamento de Escolas de Mogadouro
- Associação Transumância e Natureza (ATN)
- Associação ALDEIA                
- Palombar
-  Oriolus Ambiente e Eco-turismo, Lda
- EUROPARQUES
- ASE - Associação Cultural Amigos da Serra da Estrela
- Cooperativa Terra Chã
19h30 Jantar (Mogadouro)
Terça-feira, 02 de Fevereiro
09h00 às 12h00
Miniauditório, Pavilhão Multiusos, 5120 Miranda do Douro
Coordenadas GPS: 41,4903º/ -6,27055º
Comemoração do Dia Nacional do Vigilante da Natureza
- APGVN
- SPEA – Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves
- DCNFN/DGOV
- Vigilantes da Natureza - Parque Natural da Madeira
- Vigilantes da Natureza - RNET
12h30 Almoço (Miranda do Douro)
14h00 Passeio a sítios de interesse (Concelho de Miranda do Douro)

domingo, 10 de janeiro de 2016

PROGRAMA XIX ENCONTRO NACIONAL DE VIGILANTES DA NATUREZA



XIX Encontro Nacional de Vigilantes da Natureza
XIII Jornadas Técnicas “Conservação da Natureza e Sociedade Civil”

Domingo, 31 de Janeiro
Receção dos participantes (Mogadouro)
19h30    Jantar (Mogadouro)

Segunda-feira, 01 de Fevereiro
09h00    Receção (Mogadouro)
09h30    Passeio a sítios de interesse (concelho de Mogadouro)
12h30    Almoço
14h00 às 17h00
Seminário “Conservação da Natureza e Sociedade Civil” (Mogadouro)
Presenças confirmadas:
Agrupamento de Escolas de Mogadouro
APGVN
Associação ALDEIA
Palombar
Oriolus Ambiente e Ecoturismo Lda.
ASE
Cooperativa Terra Chã
19h30    Jantar (Mogadouro)

Terça-feira, 02 de Fevereiro
09h00 às 12h00
Comemoração do Dia Nacional do Vigilante da Natureza (Miranda do Douro)
Presenças confirmadas:
                APGVN
Vigilantes da Natureza da Região Autónoma da Madeira
DCNF-N
12h30    Almoço (Miranda do Douro)
14h00    Passeio a sítios de interesse (Miranda do Douro)


FICHA DE INSCRIÇÃO


Nome

Contactos
Telemóvel

E-mail

Entidade

Alojamento/noites (assinale com X o pretendido)
31 de janeiro

1 de fevereiro

Pretende apresentar comunicação

Título da comunicação

Sócios da APGVN e/ou Acompanhantes

25 Euros
Não Sócios
40 Euros (Pagamento no local do Encontro)

A APGVN, assegura o alojamento dos participantes na Residência de Estudantes de Mogadouro. A APGVN, assegura ainda o jantar do dia 31 de Janeiro, almoço e jantar de dia 1 e o almoço do dia 2 de fevereiro, a todos os participantes inscritos. 
Sendo por isso a inscrição obrigatória.
Enviar esta ficha de inscrição, para: vigilantesnatureza@gmail.com


Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza


EL PRESIDENTE DE LOS AGENTES FORESTALES DE CANTABRIA



Fuente: El Diario Montañes
"Tenemos radios de los años ochenta y vehículos de más de 300.000 kilómetros"
Jose Antonio García es el presidente de la asociación que agrupa a los 115 guardas forestales de Cantabria y, en una entrevista concedida a la Cadena Ser, ha solicitado "un apoyo institucional claro y contundente" para hacer su trabajo con calidad.
García explica que los guardas forestales de la región están muy escasos tanto de material como de personal. "Tenemos transmisiones de los años ochenta, con unas ópticas que, para aficionados están bien, pero no para profesiones. Tenemos vehículos que tienen más de 300.000 kilómetros y que no son prioritarios. Cuando recibimos un aviso de seguridad pública, al margen de ecológica, nuestros vehículos no son prioritarios como los de los bomberos, la policía o la guardia civil. Eso quiere decir que tenemos que esperar semáforos, colas y atascos de tráfico para llegar a los avisos", explica García. Pero su petición va más allá: "También necesitamos apoyo institucional para poder ejercer las funciones de Policía Medioambiental y Judicial. Tenemos que poder hacer una vigilancia y ver al incendiario.
Tenemos que poder identificarle, detenerle y entregarle a las dependencias policiales oportunas y a la vez, hacer el atestado y remitirlo a Fiscalía. Ese sería el protocolo normal, tal y como nosotros entendemos nuestro trabajo. Paralelamente, la Administración debería hacer un acotamiento del monte y retirar la subvención de ese monte". Toda esta batería de medidas son las que a juicio del presidente de los guardas forestales de Cantabria serían las apropiadas y que están muy lejos de las que tienen ahora.
Además comenta que "sacrificamos mucho tiempo personal y de estar con nuestras familias. Y llegamos a utilizar medios nuestros, como los móviles personales para trabajar. Estamos haciendo lo que podemos pero necesitamos un apoyo institucional claro y contundente.
Para García cree que el 99.9% de los incendios que se han registrado estos días en Cantabria "son provocados, está detrás la mano del hombre. Hay algunos que pueden producirse por un rayo, que es la única cusa natural, pero es muy extraño que ocurra en Cantabria". Con rotundidad, García señala a los ganaderos como los causantes del fuego, pero aclara: "No quiero decir que todos los ganaderos sean delincuentes ecológicos, porque hay gente muy honrada y legal. Pero sí que todos los incendios están provocados por ganaderos. Si nos fijamos en las zonas más costeras donde las explotaciones son intensivas de granjas de leche casi no hay incendios. Pero sí donde las explotaciones son extensivas y el ganado pasta por los montes".
Lo que apunta es que "quizá el incendiario pretende quemar una superficie pero el fuego se extiende a un lugar donde el ganado no entra", por ello cree que es muy importante "incrementar la seguridad en zonas susceptibles de quemarse". Respecto a si cree que se detendrá a quienes han provocado el fuego explica que "la investigación puede dar algún resultado como conseguir llegar al área de inicio, pero es difícil saber quién ha sido. Por eso hacemos mucho hincapié en la vigilancia. Solo así podremos minimizar los incendios".

Y en cuanto a las consecuencias de los incendios, García explica con pesar que hay varias y que ninguna más importante que otra. "Hay consecuencias ecológicas altas como la pérdida del monte, pero además queda afectada el agua de los ríos y la calidad del aire".


quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

APGVN organiza o XIX Encontro Nacional de Vigilantes da Natureza


A Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza (APGVN) esta a organizar o XIX Encontro Nacional de Vigilantes da Natureza e XIII Jornadas Técnicas subordinadas ao tema “Conservação da Natureza e Sociedade Civil”, a ter lugar nos dias 31 de janeiro, 1 e 2 de fevereiro de 2016, no Parque Natural do Douro Internacional (Mogadouro e Miranda do Douro). O evento em questão insere-se na iniciativa realizada anualmente pela APGVN e que pretende levar à discussão e à reflexão da sociedade civil assuntos relacionados com o ambiente e a conservação da natureza.

O programa do evento consiste na apresentação de várias palestras efetuadas por associações e organizações dedicadas à conservação da natureza. No seguimento das intervenções seguir-se-á um debate com perguntas e respostas.

Gostaríamos de poder contar com a participação de todas as pessoas interessadas na defesa e conservação da natureza.

A assistência às palestras é de entrada livre, no entanto, solicitamos aos interessados em participar no evento que enviem uma mensagem por correio electrónico para o endereço: vigilantesnatureza@gmail.com

Com os melhores cumprimentos,


Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Países africanos estão a construir muralha verde


Onze países africanos estão a desenvolver um plano ambicioso para proteger as terras aráveis do deserto do Sahara. O projecto, idealizado pelo Djibuti, Eritreia, Sudão, Chade, Níger, Nigéria, Mali, Burkina Faso, Mauritânia e Senegal, vai plantar várias árvores na região do Sahel e Sahara, criando uma Grande Muralha Verde.
Orçado em €1,8 mil milhões, o projecto começou a ser pensado em 2007 e terá 15 quilómetros de largura e 7.775 de comprimento ao longo do continente, do Senegal, na parte oeste de África, ao Djibuti, no leste.
A desertificação é um dos maiores problemas da África subsariana, podendo afectar até 40% dos terrenos desta região e expondo 500 milhões de pessoas às suas consequências nefastas.
Segundo o Quartz, a erosão da terra e decréscimo da chuva têm danificado os projectos agrícolas, exposto comunidades a riscos de saúde ligados às tempestades de areia e escassez de alimentos.
“A agricultura é mais fácil para nós. O gado pode morrer a qualquer momento e, se tal acontecer, estamos condenados a viver como nómadas”, explicou ao Quartz um habitante do norte do Senegal. “Com a agricultura não precisamos de nos mudar”.
A ideia original para esta parede verde partiu do antigo presidente nigeriano Olusegun Obasanjo, em 2005, e foi levada à União Africana em 2007. No entanto, é o Senegal que mais tem lutado para que o projecto vá para a frente.
O Banco Mundial garantiu o co-financiamento, assim como as Nações Unidas. Na recente Cimeira do Clima de Paris, o presidente francês François Hollande prometeu a doação de €1000 milhões por ano até 2020 para os esforços de anti-desertificação, incluindo este projecto.

Fonte: Green Savers

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

958 nuevos guardaparques preservarán parques nacionales


Con el ingreso de 515 nuevos guardaparques que este lunes se sumaron a las brigadas ecosocialistas, Venezuela ya cuenta con 958 cuidadores ambientales distribuidos por todo el territorio nacional, informó la vicepresidenta para el Desarrollo del Socialismo Territorial, Isis Ochoa.

"Son 515 nuevos ingresos de guardaparques en el territorio nacional. Sumado a un contingente de 443, da un total de 958, los cuales estarán en todos los parques nacionales, (para cubrir) un total en extensión del 16% de la población", indicó Ochoa en transmisión de VTV desde el Parque Nacional Waraira Repano, en Caracas.

Además, Ochoa apuntó que este lunes se graduaron 96 bomberos forestales, con lo cual son más de 200 los equipos de este tipo, abocados a la prevención de incendios. "Se están graduando 96 bomberos que, sumados a un contingente de 87, suman 207 equipos calificados, especializados, que estuvieron durante un año desarrollando su formación".

Sumado a esto, destacó la valía de la fuerza joven que también se abocará en acciones para el cuidado para el medio ambiente. "Son 2400 niños, niñas y adolescentes que están en todo el territorio nacional, junto con otras organizaciones de jóvenes ecologistas que vienen desarrollando un trabajo de brigadistas".

Es un contingente "de gente joven que ha venido a nutrir, a dinamizar a todo este batallón, que tiene como objetivo fundamental la pedagogía, la educación sobre el modelo ecosocialista y el resguardo de nuestra soberanía y nuestros territorios", resaltó la vicepresidenta.

Además de la formación de jóvenes para la protección del ambiente, el Ejecutivo Nacional ha invertido 700 millones de bolívares en los últimos años para la formación, dotación, infraestructura, herramientas tecnológicas y demás transferencias de recursos a los consejos comunales, para que promuevan el cuidado de las 144 áreas protegidas en todo el territorio./AVN


FONTE: Boletín Areas Naturales Protegidas y Guardaparques 165

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Colombia: El doloroso asesinato del líder del Casanare Daniel Abril


Defensor del medio ambiente, del agua, del territorio, de los derechos humanos en Casanare

Por: Movimiento Nacional de Víctimas de Crímenes de Estado |noviembre 16, 2015

Los hechos ocurrieron a las 6:40 p.m. del 13 de noviembre, a la altura del sitio conocido como La Virgen en su natal municipio de Trinidad (Casanare), exactamente en la silla de una panadería a donde llegaron y le dispararon, al parecer, fueron tres impactos de bala que cegaron su vida.
Un líder campesino, un llanero valiente y noble fue quitado del camino de los intereses de las multinacionales del petróleo, de los despojadores de tierra a quienes denunció, como a los corruptos del Estado a quienes señaló sin reservas.
Daniel Abril sufrió persecución constante: un intento de desaparición forzada por la policía y gracias a la intervención del Comité Cívico por los Derechos Humanos del Meta sobrevivió. Fue enjuiciado injustamente.
Participó en todas las protestas contra las petroleras, develando y denunciando los graves impactos de estas en la región.
En el año 2014 participó activamente en las audiencias públicas de Derechos Humanos y Medio Ambiente en Trinidad convocadas por el entonces Representante a la Cámara Iván Cepeda Castro.
Adelantaba con instituciones de Derechos Humanos denuncias contra Corporinoquía por su inoperancia y complacencia con las multinacionales petroleras que arrasan con el agua del Casanare, su directora Martha Plazas a quien le mostró pruebas; denunció a las autoridades por violaciones a los Derechos Humanos y era un referente de las víctimas en el municipio y en el departamento.
Hacía dos meses tuvo un incidente  con la ya temible  Brigada XVI del Ejército Nacional con sede en la Ciudad de Yopal.
Hacia parte de plataformas como la Voz de la Tierra, Movimiento Nacional de Víctimas de Crímenes de Estado, el Congreso de los Pueblos, del Comité Cívico por los Derechos Humanos del Meta y trabajaba mancomunadamente con la Corporación COSPACC y con la Corporación Claretiana NPB en defensa de la Ecología y los Derechos Humanos.
En este momento de dolor, nuestro acompañamiento sincero a su señora madre y señor padre, a sus hermanas y hermanos y a su hijo de 12 añitos.
SOLICITAMOS

Que la Fiscalía General de la Nación Investigue inmediatamente los móviles y responsables de este asesinato.
Al Ministerio del Interior cumplir con su deber de proteger a los ambientalistas, dirigentes y defensores de derechos humanos en el departamento del Casanare, de  la Cumbre Agraria y Campesina, Étnica y Popular.
Al gobernador del departamento realizar un consejo de Seguridad con presencia de delegados de organizaciones sociales para establecer el contexto en que se dieron los hechos.
A los organismos multilaterales ONU, OEA, UEU hacer seguimiento a las distintas denuncias realizadas por o en las que participó Daniel Abril con organizaciones sociales, a fin de que el Gobierno Nacional garantías para los ambientalistas y defensores de derechos humanos.
A la Defesaría Nacional del Pueblo realizar una alerta temprana y exigir al gobierno nacional la protección a los ambientalistas y defensores de derechos humanos.
A las organizaciones sociales ambientalistas y de derechos humanos del mundo, exigir al gobierno nacional la protección de la comunidad de los derechos humanos y ambientalistas en Colombia.


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

El medio ambiente queda relegado a un rincón

Entre delitos medioambientales, leyes y reivindicaciones de todos los cuerpos regionales del país, empieza la labor del 'líder' de los agentes medioambientales, Rubén Cabrero
"La gente necesita seguridad, son los primeros que la necesitan.  La seguridad medioambiental es también muy importante en la seguridad ciudadanía"
Rubén Cabrero es ahora el nuevo presidente nacional de la Asociación Profesional de los Agentes Medioambientales. Tiene que suplir a otro castellano-manchego, Luis Díaz, quien se enfrentó a una de las situaciones más difíciles por las que ha pasado el colectivo, la instauración de la reforma de la Ley de Montes. Las cosas no son más fáciles para Cabrero, porque el medio natural no es todavía una prioridad para el Gobierno y las reivindicaciones propias del cuerpo no han perdido ninguna de sus complejidades. Natural de Segovia y treintañero, Cabrero asume la labor que sus compañeros le han dado con todas las ganas.
¿A qué te enfrentas al asumir este nuevo cargo?
Es complicado. Se abren negociaciones en Madrid en el Congreso de los Diputados antes de las elecciones, así que con el tiempo justo. Nuestro objetivo principal es conseguir homogeneizar nuestra imagen, porque dependiendo de cada comunidad tenemos diferente forma y diferente nombre. Sí, las competencias son autonómicas, pero la Policía Local, por ejemplo, depende de los Ayuntamientos y se llama igual en todas partes y el uniforme es muy parecido. Queremos una legislación básica de Estado que regule las competencias básicas de los agentes medioambientales.
¿Por qué es tan importante esta reivindicación para vosotros?
Hay demasiadas diferencias entre Comunidades Autónomas. Hay regiones muy fuertes, como Madrid y Cataluña, pero también hay otras en situación muy precaria, como Extremadura donde algunos compañeros están incluso sin vehículos.  Por eso pedimos el apoyo de las administraciones para que no haya diferencias.
¿Tan grave llega a ser la situación?
La situación no es la ideal en muchos casos, y para eso no hace falta irse más lejos que de Castilla-La Mancha, donde hemos perdido muchas cosas en los últimos cuatro años, y no sólo hablamos de pérdidas materiales, que es más grave en Extremadura. Nos han quitado competencias, en Castilla y León están reivindicando en los juzgados que se les retirara el arma corta. Es una batalla abierta para el colectivo.  Ante esto, nos tenemos que plantear soluciones que sirvan a todos los cuerpos, no  a uno en específico.
¿Cuáles son vuestras necesidades más graves?
Ahora mismo, la falta de convocatoria de oposiciones. Hay falta de personal en todas las Comunidades Autónomas, Madrid lleva doce años sin oposiciones, en Castilla-La Mancha, unos cinco años. El número cada vez desciende más, y entonces cada vez hay menos vigilancia, y está todo menos protegido. Y cada vez hay más gente que sale a disfrutar del medio rural, a hacer senderismo, a montar en bicicleta, a recoger setas... Esa gente necesita seguridad, son los primeros que la necesitan. La seguridad medioambiental es también muy importante en la seguridad ciudadanía.
¿Crees que se le dedica suficiente esfuerzo a la protección del medio ambiente?
Pienso que medioambiente se ve siempre relegado al rinconcito. Sí, primero debe ir la educación y la sanidad, el trabajo, pero el medio ambiente siempre se le deja en segundo lugar y lo hemos visto de forma histórica. Nuestro cuerpo no tiene dinero, presupuesto propio ni nada, siempre estamos con lo que las administraciones quieren darnos.
¿Qué consecuencias implica esto?
Más desprotegido está el medio ambiente y más descontrol hay en el entorno natural. Nosotros no podemos cubrir, ahora mismo ni la mitad de los servicios que deberíamos cubrir de vigilancia. Nos llegan denuncias de furtivismo durante la noche, pero no podemos tener turnos nocturnos, porque no nos alcanza el dinero. Es un ejemplo concreto de aquí de Castilla-La Mancha, pero que afecta a todos los agentes.
¿Aumentan los delitos medioambientales?
No, se han ido como estancando en general, pero sí han crecido en Castilla-La Mancha. El Fiscal señaló recientemente que entre 2010 y 2014 se había doblado el número de delitos de este tipo. La falta de vigilancia no significa que aumenten los delitos, sino que muchos de ellos quedan impunes, porque no llegamos a verlos.
¿Si la disposición del Gobierno cambiase, sería más sencillo prevenir catástrofes naturales?
Volvemos a lo mismo, sí. Si se abre la previsión de incendios, como acaba de anunciar el Gobierno de Castilla-La Mancha, evidentemente sería más fácil intervenir antes de tiempo. Y lo mismo ocurre en el resto de las Comunidades Autónomas, porque se puede limpiar montes, tener más efectivos.
¿Cómo juzgáis la actitud del nuevo Gobierno en Castilla-La Mancha?
Han sido muy dialogantes, y hemos presentado muchas propuestas de la Asociación que, no se han llegado a plasmar, pero la predisposición es mejor. Nos piden tiempo para solucionar sus problemas, pero lo vemos bien. En el caso de la Ley de Caza, ya se ha abierto un grupo de trabajo en el que se da cabida a todos los colectivos, no sólo a los cazadores, sino también a ecologistas o grupos que hacen uso recreativo del medio natural. Debe ser algo consensuado, no obedeciendo sólo a un criterio.
¿Cuáles son los puntos débiles del medio ambiente en la región?
Puedo enumerar tres: la Ley de Caza, el ATC y el fracking. Vemos que son polémicos y creemos que se debe atender a lo que digan los expertos. Nosotros reivindicamos, eso sí, lo que sea mejor para el medio ambiente.


Fuente: Eldiario.es

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Brasil: Guarda Parques Serra da Concórdia mais pobre!

Receita para o fracasso!

Hoje o Corpo de Guarda parques perde mais um de seus valorosos combatentes.

A total incapacidade do Estado em aprovar uma lei que cria o cargo de guarda parques somadas a falta de valorização dos profissionais leva ao esvaziamento intencional de um grupo vencedor onde todos os índices provam a efetividade do serviço visando num futuro próximo a terceirização do serviço que não será bom pra ninguém além das "empresas" de sempre!

Perdemos mais um profissional mas quem perde mesmo é a natureza e todos nós por culpa novamente da "VONTADE POLÍTICA" ou a falta dela!

Leonardo Guedes, que a nova jornada lhe traga novas conquistas!

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

The Prince of Wales applauds Declaration on PACC


The Prince of Wales applauds Declaration on Protected Areas and Climate Change

In August, 17 Latin American countries signed a Declaration to be presented at UNFCCC COP21 calling for the recognition of protected areas as natural solutions to climate change and committing to up-scale national and regional efforts to integrate protected areas in climate change strategies and include climate change criteria in protected area design and management.

This Thursday, October 29, HRH The Prince of Wales endorsed the Declaration at a high-level meeting on deforestation and climate change that took place at Lancaster House, London, hosted by the Prince's International Sustainability Unit (I.S.U.) and the UK’s Department of Energy & Climate Change. Amongst the participants at Lancaster House were the UK Secretary of State for Energy and Climate Change, the Rt. Hon. Amber Rudd MP; Ségolène Royal, French Minister of Ecology, Sustainable Development and Energy; Izabella Teixeira, Minister of Environment, Brazil; Mirei Endara de Heras, Minister of Environment, Panama; Tine Sundtoft, Minister of Environment, Norway and Robert Bopolo Bogeza, Minister of Environment, Democratic Republic of Congo.

“May I also take this opportunity to congratulate the Ministers from Latin America present for their recent 'Protected Areas and Climate Change Declaration', endorsed by seventeen Latin American countries, which calls for the recognition of protected areas, working hand in hand with indigenous peoples, as natural solutions to climate change”, said the Prince at the meeting earlier today. 

HRH’s support comes at a critical point in the run-up to COP21 in one month’s time, where the  Declaration on Protected Areas and Climate Change will be presented. The Declaration is an initiative led by the Latin American governments’ Protected Areas Network -REDPARQUES- with support of WWF’s Living Amazon Initiative (LAI).

“The RedParques’ Declaration is an excellent example of constructive collaboration across boundaries to tackle climate change. Signed by 17 Latin American countries, including 8 of the 9 Amazon countries, the Declaration offers the region and the world a natural and cost-effective solution to address climate change. The Prince of Wales’s praise today for the initiative taken by these countries will strengthen the declaration and hopefully encourage others to join”, says Sandra Charity, WWF Living Amazon Initiative leader.

The Declaration is one of several contributions the Amazon region is making to the ‘Amazon Conservation Vision’ developed by the Amazon countries under the Protected Areas Programme of the Convention on Biological Diversity (CBD – PoWPA).

For more information on the ‘Amazon Conservation Vision’ and the Protected Areas, Natural Solutions to Climate Change (NASCC) project, funded by the Federal Ministry for the Environment, Nature Conservation, Building and Nuclear Safety of Germany (BMUB), click here.
 
For more information on the COP21 events related to the Declaration click here and to read more on the Declaration itself click here.

The Prince of Wales Speech: