sábado, 21 de Novembro de 2009

O lobo e os ecologistas ganham batalha!


O Tribunal Superior de Justiça de Castilla y León aceitou a tese dos ecologistas e admite proibir a caça ao lobo a sul do rio Douro, contrariando o Plano de Conservação e Gestão do Lobo da Consejería de Medio Ambiente de la Junta. Os grupos ecologistas ganharam um novo alento graças à sentença que considera que a caça ao lobo contraria a normativa estatal e europeia, o teor da resolução da secção de Contencioso Administrativo do Tribunal Superior de Justiça de Castilla y León, deu provimento ao recurso que a Federación de Ecologistas en Acción de Castilla y León interpôs contra o Plano de Conservação e Gestão do Lobo.


Fonte: Guardabosques     Foto: Luis Cavero
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A Natureza perde um amigo!

É com grande tristeza que participamos o falecimento do nosso companheiro Héctor Adolfo Ortíz Moscoso, Guardarecurso do Parque Nacional Tikal na Guatemala.


O seu falecimento inundou de tristeza todos os companheiros que com ele privaram, viram assim partir um homem dedicado à protecção da Natureza.

Travava uma longa batalha contra a doença que o afectava há alguns anos, ontem terminou o seu sofrimento.

Que descanse em Paz!


Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza
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Grupo Parlamentar do PCP questiona governo sobre a situação dos Vigilantes da Natureza

Companheiros!


A Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza, tem desde sempre lutado pela dignificação da nossa profissão. Constantemente procura sensibilizar a classe politica para a realidade em que vivemos. Constantemente denuncia as graves situações em que a profissão vive, junto de todos os Grupos Parlamentares.

Para vosso conhecimento enviamos, em anexo, as questões que o Grupo Parlamentar do PCP colocou ao Governo, esperamos que outros se seguiam!

A nota de imprensa que enviamos no Dia Mundial do Vigilante da Natureza despertou o interesse de alguns partidos políticos, o texto difundido em 31 de Julho segue juntamente na mensagem para que não seja esquecido!

Com os melhores cumprimentos,

A Direcção da APGVN

Francisco Correia

Ver Questões do Grupo Parlamentar do PCP (pdf)

Ver nota de imprensa de 31 de Julho (pdf)
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sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Asociación de Guardaparques del Perú filia-se na IRF



A Asociación de Guardaparques del Perú filiou-se na International Ranger Federation (IRF) no passado dia 6 de Novembro durante o VI Congresso Mundial de Guardaparques / Park Rangers.

Benvindos à grande família mundial de Rangers!!


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quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

Algarve já tem 14 linces ibéricos no Centro de Silves


Quatro linces ibéricos chegaram terça-feira à noite a Silves para se juntarem aos 10 que já habitam no centro nacional de reprodução do Algarve, faltando dois exemplares para completar as 16 transferências da primeira fase.

"Fauno", "Foco", "Eucalipto" e "Drago" são os nomes dos quatro felinos machos que chegaram ao Algarve oriundos do Centro de Cria La Olivilla, um dos três centros da Andaluzia que participam no programa de conservação de lince-ibérico fora do habitat natural.

O Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) adiantou em comunicado que "Fauno" e "Foco" fazem parte da ninhada de cativeiro de 2009, "Eucalipto" nasceu em 2008 e "Drago" em 2007, todos no Centro La Olivilla.

A equipa técnica, responsável agora por 14 linces-ibéricos, está incumbida de estimular os instintos naturais destes animais, como a caça, territorialidade e interacções sociais, assim como a manutenção de um ambiente livre de agitação artificial.

O primeiro lince ibérico - a fêmea "Azahar" - chegou ao centro nacional de reprodução em Silves dia 26 de Outubro, proveniente de Jerez de la Frontera.

Até 01 de Dezembro, deverá ficar concluída a primeira fase de transferência dos felinos mais ameaçados do mundo para Silves, com o centro português a ficar responsável por um total de 16 linces, segundo o ICNB.

O centro de Silves está equipado com um sistema de vídeovigilância que permite aos técnicos acompanhar o dia-a-dia dos linces 24 horas por dia.

Fonte: Diário de Notícias
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quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

Raia europeia ameaçada de extinção por erro

Duas espécies diferentes foram classificadas como sendo uma mesma. Pesca excessiva deixou a maior em risco.

Por ter sido confundida com outra, uma espécie de raia europeia está actualmente ameaçada de extinção, depois de anos de pesca excessiva, segundo um estudo francês. Duas espécies distintas de raias foram confundidas e agrupadas sob o único nome de Dipturus batis há 80 anos, revelaram os investigadores da estação de biologia marinha de Concarneau.

As análises efectuadas pelos investigadores mostraram que havia afinal duas espécies que estavam a ser tratadas como apenas uma, que foram agora provisoriamente apelidadas de Dipturus flossada e Dipturus intermedia.

Esta última está mais vulnerável à pesca excessiva devido ao seu tamanho (mais de 2,5 metros) e a sua maturidade sexual tardia (perto dos 20 anos). A probabilidade de que seja capturada antes de poder se reproduzir é por isso muito elevada. Por falta de reconhecimento do seu estatuto de espécie em perigo, esta raia deverá extinguir-se num futuro próximo. Das 75 espécies de raias avaliadas pela União Internacional para a Conservação da Natureza, 17 estão em perigo de extinção.

Fonte: Diário de Notícias
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Cousteau tem ilha com o seu nome no Pacífico



O México decidiu dar a uma das suas pequenas ilhas do golfo da Califórnia, no oceano Pacífico, o nome do célebre oceanográfico francês Jacques Cousteau.

Desta forma, a ilha, até agora designada Cerralvo, foi rebaptizada no registo nacional de informação geográfica. O México já tinha anunciado, em Junho, a intenção de rebaptizar uma ilha com o nome de Jacques-Yves Costeau, o oceanográfico que faleceu em 1997 e que fez várias expedições a bordo do Calypso nas águas das costas mexicanas e, em particular, naquela região que apelidou de "o aquário do mundo" graças à riqueza da fauna e flora ali existente.

Reserva ecológica, a península californiana do México onde fica localizada a ilha agora rebaptizada com o nome de Costeau é também uma área que acolhe numerosas estâncias dedicadas ao turismo.

Fonte: Diário de Notícias
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ONU diz que conter a população ajudaria no combate às alterações climáticas

Conter a população mundial pode ser tão eficaz no combate às alterações climáticas como construir milhões de aerogeradores para a produção de electricidade a partir do vento, defende o Fundo das Nações Unidas para a População.

“Reduzir o aumento da população ajudaria a aumentar a resiliência da sociedade às alterações climáticas e a reduzir as emissões de gases com efeito de estufa no futuro”, diz a organização, num comunicado sobre o relatório Estado da População Mundial 2009, hoje divulgado.

O relatório aborda especificamente as relações entre a população e as alterações climáticas, com ênfase particular sobre as mulheres. “É verdadeiramente a primeira vez que uma agência das Nações Unidas se debruça sobre os laços entre população e mudança climática”, disse à agência noticiosa AFP Bob Engelman, um dos autores do estudo e vice-presidente do Worldwatch Institute, organização não governamental com sede em Washington.

O documento sustenta que se a população crescer até oito mil milhões de pessoas até 2050 – e não nove mil milhões, que é a projecção média das Nações Unidas – seriam evitadas emissões de gases com efeito de esfufa equivalentes a um a dois mil milhões de toneladas de dióxido de carbono. O mesmo efeito poderia ser conseguido, por exemplo, se fossem instalados dois milhões de aergeradores com um megawatt de potência – o que equivale a multiplicar por 17 a capacidade mundial actualmente instalada em energia eólica.

O relatório chama a atenção para os movimentos migratórios que as alterações climáticas podem provocar, à medida que populações vulneráveis deixem zonas inundáveis, áridas ou inóspitas. Cerca de 200 milhões de pessoas poderão passar à condição de refugiados climáticos até 2050.

As mulheres estão também no centro da análise do Fundo das Nações Unidas para a População. “As mulheres, em particular nos países mais pobres, serão afectadas de forma diferente dos homens”, diz a organização. O relatório considera que as mulheres asseguram 60 a 80 por cento da produção de alimentos nos países em desenvolvimento. Ao mesmo tempo, tendem a ter a família e a habitação ao seu cargo, o que limita a sua mobilidade, tornando-as mais vulneráveis a extremos climáticos.

“A conexão próxima entre género, produção alimentar e alterações climáticas merece muito mais atenção do que a que actualmente recebe”, diz o fundo da ONU.

Os acordos internacionais sobre o clima teriam melhor hipótese de resultar se tivessem em conta “a dinâmica da população, as relações entre os sexos e o bem-estar das mulheres", diz o trabalho, publicado 20 dias antes da cimeira sobre o clima que as Nações Unidas realizam em Copenhaga.

O relatório recorda que a transição para uma curva demográfica mais branda depende da promoção da igualdade de géneros e de maior acesso das mulheres à educação e saúde reprodutiva.

Fonte: Publico.pt     Foto: Rafiquir Rahman/Reuters
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