domingo, 13 de Abril de 2014

England: Rangers mark 60 years service to the Peaks

Rangers are celebrating 60 years of service to the national park this weekend where it all started.
The Ranger Service will be celebrating its 60th anniversary over the Easter weekend with walks, veteran rangers in 1950s gear and a display of memorabilia.
A family walk will take place on Good Friday in Edale, where the service was born in 1954.
The walk will start at Edale Visitor Centre at 11am, guided by retired Edale ranger Gordon Miller, volunteer ranger for more than 50 years Ian Milne, and area ranger Sheila McHale.
They will follow the original path of the first rangers, who were then called wardens, up to Grindsbrook Meadows.
Area ranger Sheila McHale, who has worked at Edale for 22 years and has co-ordinated the celebrations, said: “We’re proud of what we’ve achieved since April 1954, but we also want to look forward – we hope some of the youngsters may be inspired to become rangers of the future.”
People can also follow their own self–guided walks using leaflets from the visitor centre delineating the wardens’ original patrols.
A display at the visitor centre will include badges, photographs and awards won by the rangers over the years.
It will be taken round to other visitor centres in coming months.
Some of the rangers will be kitted out in uniforms of the past.
Sheila added: “The first rangers wore tweed suits, stout boots and thick woolly socks, which looked very different from the modern red fleeces and light grey trousers we wear today.”
The Peak District’s was the first ranger service in the UK and it has grown from a few wardens to the team of 300 rangers who man the countryside today, most of whom are fully–trained and work on a volunteer basis.
As well as patrolling moorland, rangers lead guided walks, carry out footpath repairs and conservation work and help increase people’s understanding of the national park.
Pictured above are Ian Milne, Sheila McHale and Gordon Miller showing off some of the rangers’ uniforms from over the last 60 years.
Also pictured above is Tom Tomlinson, the first head warden for the Peak District National Park, with his team in 1954.
The creation of the Ranger Service came three years after the Peak District became the country’s first ever national park in 1951.
For further information on the Ranger Service, including how to get involved, visit www.peakdistrict.gov.uk/looking-after/rangers
To comment on this story online, visit www.matlockmercury.co.uk

segunda-feira, 31 de Março de 2014

Nova espécie de gato bravo descoberta no Nepal

Investigadores que estudavam as populações de leopardo das neves, nos Himalaias, no Nepal, anunciaram a descoberta acidental de uma nova espécie de gato, até então desconhecida.
O pequeno felino tem aproximadamente o tamanho de um gato doméstico e foi apanhado em várias armadilhas fotográficas, entre 3.900 e 4.500 metros acima do nível do mar, durante 11 ocasiões entre 2012 e 2013. O gato foi descoberto à noite, quando rondava a montanha em busca de alimento.
“As câmaras automáticas instaladas para a monitorização de leopardos de neve rastrearam uma nova espécie de gato”, referiu Shrestha Bikram, coordenador do programa Snow Leopard Conservancy.
“Ainda não tem nome em nepalês, mas é um animal complemente novo para o país. Comparado com fotos de espécies similares encontradas noutras partes do mundo, em princípio trata-se de um gato-de-Pallas”, referiu o coordenador do projecto ao The Dodo.
Outras subespécies do gato de Pallas podem ser encontradas na Ásia central e encontram-se todas listadas da Lista Vermelha da IUCN como espécies ameaçadas.
Os conservacionistas, encorajados por estas descobertas, referem que “esta pode ser apenas a ponta do iceberg”. “Outras áreas do Nepal podem ter gatos-de-Pallas”, disse Shrestha Bikram, acrescentando que é necessário um estudo aprofundado sobre esta nova espécie.
Fonte: Green Savers

segunda-feira, 24 de Março de 2014

Baião: Rios Ovil e Teixeira repovoados com trutas

Os rios Ovil e Teixeira ganharam mais de 6000 novos habitantes no dia 19 de Março. São trutas "truta fário" (Salmo trutta L.) e foram trazidas para os cursos de água baionenses por um técnico do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas após um contacto estabelecido pela Câmara Municipal de Baião.

Esta acção de repovoamento dos rios insere-se na estratégia de preservação da fauna e da flora concelhias que tem sido seguida pela autarquia baionense.

O vice-presidente da Câmara Municipal de Baião, Paulo Pereira explicou que esta é mais uma das medidas da autarquia para promover o equilíbrio ambiental do concelho que se orgulha do seu lema "Baião Vida Natural". "Somos o concelho do distrito do Porto com maior percentagem de áreas verdes no seu território e temos vindo a desenvolver medidas no âmbito da sensibilização ambiental, da reflorestação e da eficiência energética, mas também da qualificação do território no âmbito da recolha e tratamento de resíduos sólidos e do saneamento", observou Paulo Pereira, acompanhado pelo vereador do Urbanismo e Ambiente, Henrique Gaspar. Para o autarca é importante que Baião seja um concelho com mais qualidade de vida para os baionenses e mais atractivo para os visitantes.

No rio Ovil os repovoamentos foram feitos nos lugares de Outoreça e na zona de Lazer da Fraga do Rio, ambos situados na freguesia de Campelo e Ovil. No rio Teixeira a ação decorreu em Várzea (Teixeira e Teixeiró) e em Arufe (Loivos da Ribeira e Tresouras).

Nas acções participaram o Agrupamento de Escolas de Vale de Ovil, a associação Ecosimbioses, as freguesias de Campelo e Ovil e de Loivos da Ribeira e Tresouras e a Associação de Caçadores e Pescadores de Ovil e Loivos do Monte.
TRAZER VIDA AOS RIOS DE BAIÃO

Esta actividade surge no seguimento de dois outros repovoamentos com trutas realizados no concelho de Baião em 2010 e em 2011. Na primeira destas ocasiões foram colocados nos rios Ovil e Teixeira cerca de 3000 ovos de truta fário. Já em 2011, por iniciativa do Agrupamento de Escolas de Vale de Ovil, efectuou-se outro repovoamento, desta vez apenas no Ovil, tendo sido ali colocados 3500 espécimes.

Fonte: Notícias de Resende

Europa reconhece Desertas como área protegida

Diploma Europeu para Áreas Protegidas foi atribuído, esta manhã, por peritos do Conselho da Europa.
Peritos do Conselho da Europa aprovaram hoje a candidatura das Ilhas Desertas, território conhecido por ser o habitat da reserva de lobos-marinhos, no arquipélago da Madeira, ao Diploma Europeu para Áreas Protegidas.
Os peritos reconheceram a importância do trabalho desenvolvido na Reserva Natural das Ilhas Desertas há quase 26 anos. Na reunião de peritos do Diploma Europeu para as Áreas Protegidas, que decorre em Estrasburgo, foi anunciada a atribuição daquele galardão às Ilhas Desertas.
Em Portugal, a única reserva com esta distinção é a das ilhas Selvagens, também na Região Autónoma da Madeira.
A candidatura desta reserva natural foi apresentada em Novembro de 2011, pelo Parque Natural da Madeira (PNM), sendo um galardão atribuído por um prazo de cinco anos.
Presentemente existem 70 áreas protegidas na Europa, em território de 26 países diferentes.
Portugal passa a ter duas Áreas Protegidas reconhecidas pelo Conselho da Europa, ambas na Madeira. À Reserva Natural das Ilhas Selvagens, junta-se agora a Reserva Natural das Ilhas Desertas.
As Ilhas Desertas constituem um subarquipélago do arquipélago da Madeira, de origem vulcânica, situadas a sudeste da Ilha da Madeira. Constituem Reserva Natural classificada também como reserva biogenética pelo Conselho da Europa.
Fazem parte das Ilhas Desertas o Ilhéu Chão, a Deserta Grande e o Bugio.
Desde o século XIV, que estas ilhas já eram conhecidas por Desertas. Contudo só foram exploradas após as primeiras viagens de reconhecimento de João Gonçalves Zarco em 1420/1421.
Tentou-se ali estabelecer uma colónia portuguesa por diversas vezes, sempre sem qualquer sucesso, dadas as condições agrestes e a secura daquelas ilhas.
As ilhas foram propriedade privada de duas famílias inglesas da Madeira entre 1894 e 1971 (tal como foram as Ilhas Selvagens), tendo sido compradas então pelo Estado português e convertidas em reserva natural.
A Reserva Natural das Ilhas Desertas regista, em média, mais de três mil visitas por ano, e tem conseguido reunir várias distinções, entre as quais a classificação de ‘Reserva Biogenética’, galardão que foi também atribuído pelo Conselho da Europa.
O património natural da Madeira tem sido reconhecido no plano nacional e internacional e a mais recente distinção foi o ‘Prémio LIDE Preservar Mar 2013’ que distinguiu as “Áreas Marinhas Protegidas da Madeira”. Mas a Floresta Laurissilva é o expoente máximo protegido.
Nas ilhas Desertas, o mais conhecido projecto é o de protecção da colónia dos lobos-marinhos que permitiu, nos últimos anos, aumentar a população daquela espécie, considerada a foca mais rara do mundo e classificada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) como em “Perigo Crítico”, não existindo mais do que 500 animais em todo o mundo.
Nas Ilhas Desertas, em 1988, existiam apenas entre seis a oito espécimes, tendo presentemente o PNM identificados entre 30 a 40 focas distribuídas pelas Ilhas Desertas e Ilha da Madeira.
Paulo Oliveira, director do Serviço do PNM está presente na reunião de hoje em Bruxelas.
O galardão agora reconhecido consolida a importância das Desertas enquanto pólo de atracção turística. O turismo de natureza é, na Madeira, cada vez mais um produto altamente diferenciador.
A Reserva Natural das Ilhas Desertas está já na rota dos principais operadores marítimo-turísticos da Madeira.
Fonte: Sol

sexta-feira, 21 de Março de 2014

Aos Vigilantes da Natureza das AP´s, CCDR’s e APA

AOS VIGILANTES DA NATUREZA
DAS ÁREAS PROTEGIDAS E DAS CCDR’s
É PRECISO DEFENDER A CARREIRA!
A carreira de Vigilante da Natureza de há muito que vem a sofrer um processo de degradação por força de diversas circunstâncias de que destacamos o manifesto desinteresse, dos sucessivos ministérios que a têm tutelado, pelas funções exercidas pelos trabalhadores que as integram. A isto, somam-se as políticas de cortes orçamentais na Administração Pública que levaram a uma situação de pauperização dos serviços, mormente, das áreas protegidas, das áreas de bacia hidrográfica e das CCDR’s.
Depois de o MAOTDR ter abandonado a carreira de Vigilante da Natureza, chegando ao ponto de um dos seus secretários de estado, em 2010, admitir à nossa Federação, que a carreira era para extinguir, passou-se à fase da integração no MAMAOT, onde foi criado, por fusão, o ICNF e foram integradas as CCDR’s, onde nada de novo houve relativamente aos Vigilantes da Natureza.
Agora, estamos numa nova fase, com a recriação de um Ministério do Ambiente (MAOTE) que tutela em conjunto com o MAM, o ICNF e as áreas protegidas. Por seu lado, as CCDR’s, passaram a estar organicamente integradas na Presidência do Conselho de Ministros, com uma tutela dupla dos Ministros, Adjunto e do Desenvolvimento Regional e do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia embora as questões relacionadas com o ambiente,protecção conservação da natureza e ordenamento do território, dependam só do segundo.
É, neste quadro complexo, que os Vigilantes da Natureza, actualmente em funções nas áreas protegidas e nas CCDR’s, exigem a manutenção da sua carreira, a que, naturalmente, deverá estar associada a sua dignificação.
Por isso, a nossa Federação solicitou já por mais de uma vez, ao Ministro do Ambiente, e do Ordenamento do Território e Energia (MAOTE) uma reunião, com vista à discussão deste problema.
Face à ausência de resposta, foi enviado um ofício ao MAOTE, em 12/03, em que foi dado o prazo até ao próximo dia 21, para marcar a reunião que pretendemos, sem o que a Federação convocará uma Vigília de Vigilantes da Natureza para a porta do MAOTE, a realizar no dia 28 de Março.
Já esperámos tempo que baste sem que houvesse qualquer solução para os diversos problemas com que têm sido confrontados os Vigilantes da Natureza:
A degradação da carreira, a falta de regulamentação dos horários de trabalho e das escalas de serviço, a falta de pessoal na mesma carreira, a degradação das condições de trabalho, entre as quais, os uniformes, os meios de transporte, as instalações, a ausência de formação profissional, a ausência de equipamentos e envelhecimento do pouco existente.
Agora é preciso passar à acção, pelo que chegou a hora de lutar
NO PRÓXIMO DIA 28, A PARTIR DAS 11.00 HORAS, TODOS À VIGÍLIA!
(JUNTO AO MAOTE, NA RUA DE O SÉCULO)
Coimbra, Março de 2014
A Direção Nacional da FNSTFPS

domingo, 16 de Março de 2014

U.S.A.: Forest Service officer killed in the line of duty

MORGANTON — Authorities said a U.S. Forest Service officer and his service dog were shot and killed as they attempted to apprehend a man suspected of killing his parents.
Burke County Sheriff Steve Whisenant said the assailant, Troy David Whisnant, 38, was shot and killed Wednesday after a manhunt north of Morganton.
Forest Service officer Jason Crisp, 39, of Marion, was shot around 2:30 p.m. during the manhunt that involved more than 100 local, state and federal officers. Whisenant said Crisp had been ambushed, his police dog killed and his .45-caliber pistol and magazine were stolen.
About two hours later, officers found Whisnant in some woods and he was shot by officers after he had fired at them, the sheriff said.
Gov. Pat McCrory said Thursday he was traveling to Burke County to spend time with Crisp’s wife and the first responders involved in the incident.
“Our thoughts and prayers go out to the family and friends of the victims of yesterday’s tragic events in Burke County, especially U.S. Forest Service Officer Jason Crisp and his service dog,” McCrory said in a statement.
“I also want to thank our first responders and law enforcement officers for their courage and valor in responding to these devastating events.”
Steve Ruppert, special agent in charge with the Forest Service, said the agency is mourning the “tragic loss.”
Crisp began his career as a timber marker on the Grandfather Ranger District and graduated from the Federal Law Enforcement Training Center in 2005, said Liz Agpaoa, regional forester with the agency.
“Jason took great pride in his work on the grandfather,” Agpaoa said. “He was a very kind and understanding man who could light up a room with his sense of humor. He will be missed by all who knew him and had the fortune to work with him.”
The sheriff said deputies had been asked by co-workers to check on a couple because the woman had not been at work since March 7. Deputies found the bodies of Levi and Rhonda Whisnant. Investigators think the couple had been killed earlier.
Stolen vehicles from the home prompted deputies to search for Troy Whisnant, son of the man and stepson of the woman. One of the vehicles, a pickup truck, was found near the Burke-McDowell county line
Dozens of local, state and federal law enforcement officers converged on Fish Hatchery Road. Crisp was shot when he confronted the murder suspect.
Earlier in the day, law enforcement officials determined that Whisnant was involved in a hit and run accident at a private residence and later stole a wrecker. The suspect eventually abandoned the wrecker and attempted to break into a nearby shed, according to the N.C. Department of Public Safety.
A short time later, the homeowner dialed 911 after observing the suspect run from the shed into a heavily wooded area nearby. As a result, Crisp and his canine, Maros, were called to assist in tracking and locating the suspect.
During the search, Crisp and the dog came upon the suspect, and the suspect shot both of them. The suspect then stole Crisp’s service weapon and fled deeper into the woods.
An Avery County Sheriff’s deputy and troopers assigned to Burke County, who were near the shooting, came to the aid of the fallen federal officer and immediately attempted to perform life-saving measures.
Sheriffs’ deputies, troopers, agents, and correction officers continued to pursue the suspect and eventually encountered him along a stretch of roadway. Upon making contact, two troopers and an Avery County deputy ordered the suspect to lie down on the ground. The suspect refused to comply and instead pointed a firearm at them. The deputy and troopers returned fire, fatally wounding the suspect.
Both troopers and two ALE agents were placed on administrative duty, which is standard operating procedure, as the State Bureau of Investigation completes an investigation of the shooting incident.

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sexta-feira, 28 de Fevereiro de 2014

Vigilantes da Natureza Juniores do Trilho “À descoberta da Natureza”.

Na Escola D. Fernando II situada em Sintra (Portugal), foi construído um trilho (percurso de interpretação ambiental), com a colaboração do Parque Natural de Sintra-Cascais, no bosque existente na escola, na sequência desta iniciativa está-se a realizar um projecto de criação do programa de formação de Vigilantes da Natureza Juniores.
Entre as actividades programadas para o trilho, está a efectuar-se a formação para os Vigilantes da Natureza Juniores, que são os alunos com incumbências de protecção do percurso pedestre e de sensibilização dos colegas para os valores existentes. Os alunos que aderiram ao programa de formação dos Vigilantes da Natureza Juniores têm entre os 10 e os 15 anos.
O projecto inicial terá a duração de 5 anos, pretende-se que os alunos que têm actualmente 10 anos permaneçam no programa até aos 15 anos, o alargamento da iniciativa para o ensino secundário irá depender do sucesso da iniciativa.
Estão a decorrer actividades de educação ambiental, interpretação do trilho e a realização de jogos educativos que fazem parte da formação para os Vigilantes da Natureza Juniores. O reconhecimento como Vigilante da Natureza Júnior será concretizado através da atribuição de diploma e da distribuição de boné e T-shirt com o logótipo de VN Júnior.
Os objectivos principais do programa Vigilante da Natureza Júnior consistem em encorajar os alunos a explorar e aprender mais sobre a Natureza, “formar” os guias do percurso pedestre do Trilho “À descoberta da Natureza” e divulgar a profissão de Vigilante da Natureza junto dos jovens.

APGVN


terça-feira, 25 de Fevereiro de 2014

Guarda-Parques realizam soltura de jibóia (Boa constrictors)


Os Guarda-parques (Rio de Janeiro) sempre recebem do corpo de bombeiros militar animais silvestres que são capturados próximos a residências, facto que tem ocorrido com mais frequência devido a expansão imobiliária que avança em direcção ao habitat desses animais, antes da soltura os mesmos são avaliados por veterinários e biólogos, uma vez estando em boas condições de saúde são reintroduzidos ao bioma.

segunda-feira, 17 de Fevereiro de 2014

Cuando muere un guardaparque, todos perdemos ...

El más antiguo guardaparques del Perú falleció recién: Justo Jallo
Quispe, quien recibió el "Premio para Conservación Carlos Ponce Del
Prado 2010" (en agosto 2011), en la categoría "Guardaparque
Destacado", gracias a 32 años de trabajo en la Reserva Nacional
Titicaca.

El premio, creado en reconocimiento al conservacionista peruano Carlos
Ponce del Prado, tiene como objetivo destacar acciones ciudadanas en
servicio de la conservación de las áreas protegidas y biodiversidad en
el Perú y pretende incentivar y reconocer a las personas que trabajan
activamente para defender la diversidad biológica del país.


El día de hoy falleció uno de los guardaparques más queridos y
recordados del Servicio Nacional de Áreas Naturales Protegidas por el
Estado-SERNANP, don Justo Jallo Quispe, que durante más de treinta
años entregó su vida a la conservación de la Reserva Nacional del
Titicaca.

Su partida enluta al Sistema de Áreas Naturales Protegidas por el
Estado, pero a su vez deja grandes anécdotas y enseñanzas que servirán
como ejemplo a las nuevas generaciones de guardaparques.

Don Justo Jallo fue uno de los primeros guardaparques del Sistema y su
gran amor por las áreas protegidas lo llevó a tener que trabajar ad
honorem entre 1981 y 1984, época donde los recursos destinados a la
conservación eran muy escasos. Por esta razón, su larga trayectoria,
su voluntad por modernizarse y evidente dedicación, es que en el año
2010 fue galardonado como Guardaparque Destacado en los Premios Carlos
Ponce del Prado a manos del ex Ministro del Ambiente, Antonio Brack.

Sus compañeros de aventuras y largas jornadas de trabajo en la Reserva
Nacional del Titicaca lo recuerdan desde sus inicios, cuando realizaba
sus patrullajes por el lago Titicaca en una balsita de totora, y cómo
ahora continuaba firme en sus actividades aún sufriendo una penosa
enfermedad.

Aún a sus 66 años, cuando se le preguntaba a don Justo por qué todavía
se dedica a estas labores, respondía sin dudar "porque me he casado
con la naturaleza y aún me falta cumplir mi trabajo".  ¡Sin duda
alguna, un gran hombre de la conservación!

quarta-feira, 12 de Fevereiro de 2014

UN PARQUE POR UNA MINA. EL AVATAR COLOMBIANO



UN REFUGIO SAGRADO
En el corazón de la selva amazónica existe un lugar llamado Yuisi. Para los indígenas, la humanidad tuvo origen en ese chorro de aguas rodeado de una serranía tupida del que hoy depende el equilibrio de la selva. En el año 2009, el Estado decidió proteger ese refugio natural y mítico. Declaró allí el parque natural Yaigoje Apaporis, un millón de hectáreas de selva virgen protegidas a perpetuidad. Sin embargo, pocos días después, el Ingeominas otorgó a Cosigo, una minera canadiense, un título para explotar oro allí. Hoy le corresponde a la Corte Constitucional decidir a cuál de los dos pertenece esta tierra.
EL PARQUE EN PELIGRO
Desde cuando la fiebre del oro llegó al Apaporis las comunidades indígenas se dividieron. Hace unos años, los 19 grupos estaban reunidos en una misma organización (llamada Aciya). Ahora cinco de ellas formaron un nuevo grupo (llamado Acitava) que confía en que la llegada de la minera canadiense les permita alcanzar el dinero y las oportunidades que nunca han tenido. Benigno Perilla, un colono de la región que fue inspector de Policía, interpuso a nombre de estos últimos una tutela pidiendo tumbar el parque pues argumenta que no se consultó a todas las comunidades indígenas. Si el parque se cae, la minería en el Apaporis no tendría freno.
¿POR QUÉ NO QUIEREN LA MINA?
“Todos los indígenas que se metieron con el oro hoy están extintos. El oro es el reflejo de la luz en la tierra; es tan sagrado, que es mejor dejarlo quieto… Igual, como están las cosas ahora, ya comenzamos a morir”, le dijo Leonardo Rodríguez Makuna, un líder indígena del Apaporis, a SEMANA cuando la revista visitó el lugar hace dos años. Para otras autoridades de la región como él, la llegada de la minería sería la muerte de su cultura.
EL AVATAR COLOMBIANO
La historia que se vive hoy en el Apaporis tendría todos los elementos para hacer una película a imagen y semejanza de la que hizo James Cameron. Comunidades indígenas tradicionales luchan contra una minera canadiense por su territorio ancestral. Por cuenta de una tutela que puso Benigno Perilla, un colono que fue inspector de Policía en la región, el caso llegó a la Corte Constitucional. Perilla argumentó que no todos los indígenas de la región están de acuerdo con el parque nacional. Si esto fuera así, el parque podría caerse y la minería en el Apaporis no tendría freno. El alto tribunal decidirá en los próximos días quién tiene la razón.
LA FIEBRE DEL ORO
Cosigo, la empresa canadiense que tiene un título minero en el parque, llegó  seducida por lo que en la región se conoce como el  “cinturón de oro de Taraira, uno de los más grandes e inexplorados distritos de oro del mundo”, como afirman en su página web. La empresa ya opera en el municipio de Taraira y la amazonia brasilera. Aseguran que pueden extraer el precioso mineral con los mejores estándares ambientales.  Andy Rendle, el vicepresidente de la compañía le dijo a SEMANA, que se podría permitir la minería en una "pulguita" de territorio (pues asegura que ocuparía muy pocas hectáreas del millón que tiene el parque) se podría financiar la conservación de toda la zona.
EL VIAJE DE LA CORTE
El presidente de la Corte Constitucional, Jorge Iván Palacio, y sus colegas Nilson Pinilla y Eduardo Mendoza se trasladaron a la selva amazónica el pasado 31 de enero. Palacio explica que la Corte quiere estar presente en los lugares donde están las comunidades. Los magistrados salieron antes de las 5 de la mañana en un avión militar hasta Centro Providencia, la maloca tradicional de los makunas. En agradecimiento por su visita, las mujeres les pintaron el rostro. Sorpresivamente, el demandante Benigno Perilla reconoció que Cosigo los había asesorado para poner la tutela. Posteriormente, el capitán makuna agregó que ellos, junto con sus médicos tradicionales, ya habían decidido el futuro del Apaporis: ser un parque para siempre. “Ellos son como nuestros magistrados”, concluyó.  En la audiencia, los indígenas,que estaban divididos, anunciaron que querían reconciliarse.
NO ES EL ÚNICO CASO
A pesar de que desde hace dos años la Procuraduría pidió revocar el título de Cosigo, y la Autoridad Nacional Minera demandó el mismo, por vericuetos jurídicos no se ha podido tumbar. El Apaporis no es el único parque natural en el que existen títulos mineros, hay al menos 30 más, aun cuando la ley lo prohíbe tajantemente.  Por eso, existe un gran temor de que este caso produzca un efecto dominó en los otras zonas protegidas que también tienen títulos. La ministra de Ambiente, Luz Helena Sarmiento, afirma que sería “muy grave que un interés particular pueda tumbar un parque nacional”. La directora de esa entidad, Julia Miranda, dice que espera que Colombia “tenga la sabiduría para decidir cómo y en dónde hacer minería sin destruir su riqueza natural”.
LA SELVA SAGRADA
Colombia ha logrado conservar la Amazonia porque cerca del 80 % de esa selva está bajo alguna figura de protección, sea resguardos indígenas o parques naturales. Con una superficie similar a la de Puerto Rico, el Apaporis es el segundo parque más grande del país. Decir que hay que proteger el llamado “pulmón del mundo” no es una frase simplemente romántica. El agua y el clima del país dependen de esta región. La directora de Parques Nacionales, Julia Miranda, ha hecho una titánica labor por convertir a Colombia en un líder de la conservación en el mundo. Su meta es que la quinta parte del territorio nacional sea parque (hoy es el 10 %).  En un año se han declarado dos, uno en Acandí (Chocó) y otro en el mar caribe (corales de profundidad), y se duplicó el área del Chiribiquete de 1,5 a tres millones de hectáreas.
CONGELADO EN EL TIEMPO
Yuisi es tan sagrado, que solo los mayores pueden contemplar sus aguas, y las mujeres tienen prohibido siquiera mirarlo. Se dice que cada vez que un chamán hace una curación se conecta con el pensamiento a esa cascada. Todos los años, en marzo, las comunidades celebran el ritual del Yuruparí, en el que los niños reciben la conexión espiritual con Yuisi, que les da el paso a su vida adulta. Se cree que las comunidades indígenas del Apaporis lo veneran desde hace 10.000 años.  Wade Davis, el gran explorador canadiense y autor del libro El Río, sobre esas tierras, dicta una sentencia: “Una mina en el Apaporis es como un pozo de aceite en la capilla Sixtina”.

terça-feira, 11 de Fevereiro de 2014

Sete anos a registar a vida de ave da Amazónia

Dois brasileiros dedicaram sete anos da sua vida a registar ave rara da Amazónia
Em 2006, os brasileiros Jorge Lopes e Francisco de Carvalho Souza notaram a presença de uma das mais raras aves da Amazónia, o jacu-estalo-escamoso (Neomorphus squamiger) num percurso da Reserva Particular de Património Natural Cristalino. Então, a dupla, que trabalha como guia num hotal da cidade de Alta Floresta, Mato Grosso, decidiu dedicar sete anos da sua vida a localizar a ave, observá-la e registar os seus hábitos.
Em 2013, finalmente, Jorge e Francisco conseguiram filmar o jacu-estalo-escamoso pela primeira vez, contribuindo não só para o aprofundamento da pesquisa científica sobre a ave mas também para impulsionar, no local, a comunidade de birdwatchers e amantes da natureza.
A filmagem permitiu chegar a importantes conclusões sobre a aparência da ave e o seu famoso som de estalo. Na verdade, os dois guias perceberam que este som não é o único barulho característico da espécie – eles registaram outros dois sons emitidos pela ave, um deles na hora de ir dormir.
Segundo o Planeta Sustentável, a descoberta foi classificada como “importante” pela comunidade científica brasileira e irá oferecer dados valiosos para o trabalho de conservação do jacu-estalo-escamoso.
Endémica do interflúvio dos baixos rios Xingu e Tapajós, a ave está ameaçada, como tantas outras, devido à desflorestação da Amazónia, sendo considerada vulnerável pela Lista Vermelha da IUCN – União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais.
Foto: Jorge Lopes
Fonte: Green Savers

Celebrating 50 Years of The IUCN Red List of Threatened Species

Throughout 2014 we are celebrating the significant contribution of The
IUCN Red List of Threatened Species in guiding conservation action and
policy decisions over the past 50 years. The IUCN Red list is an
invaluable conservation resource, a health check for our planet - a
Barometer of Life.

The IUCN Red List is the world's most comprehensive information source
on the global conservation status of animal, fungi and plant species
and their links to livelihoods. Far more than a list of species and
their status, the IUCN Red List is a powerful tool to inform and
catalyse action for biodiversity conservation and policy change,
critical to protecting the natural resources we need to survive. It
provides information on population size and trends, geographic range
and habitat needs of species.

Many species groups including mammals, amphibians, birds, reef
building corals and conifers have been comprehensively assessed.
However, there is much more to be done and increased investment is
needed urgently to build The IUCN Red List into a more complete
'Barometer of Life'. To do this we need to increase the number of
species assessed from the current count of 71,576 to at least 160,000
by 2020, improving the taxonomic coverage and thus providing a
stronger base to enable better conservation and policy decisions.

http://www.iucnredlist.org/

quinta-feira, 6 de Fevereiro de 2014

Dia Nacional do Vigilante da Natureza celebrado na Madeira

Dia do Vigilante da Natureza assinalada com visitas guiadas e passeios de barco
A Associação de Vigilantes da Natureza da Madeira e o Serviço do Parque Natural da Madeira realizou no dia 2 de Fevereiro uma visita à Área Protegida da Ponta de São Lourenço, para assinalar as comemorações do Dia Nacional do Vigilante da Natureza.
De salientar que o programa desta iniciativa englobou um percurso pedestre desde a Ponta de São Lourenço até ao Centro de Recepção da Casa do Sardinha, havendo ainda uma viagem de barco desde a marina da Quinta do Lorde até ao Cais do Sardinha.

Dia do Vigilante da Natureza comemorado em Aljezur

A Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza (APGVN) comemorou no dia 2 de Fevereiro os trinta e nove anos de existência da profissão e os vinte e seis anos de celebração da data.
 A APGVN realizou um percurso pedestre num troço da “rota vicentina”, no Pontal da Carrapateira em Aljezur.
Este percurso permitiu apreciar e experimentar de perto a relação tão próxima das gentes desta terra com o mar. Ao longo do percurso encontram-se vários miradouros com vistas soberbas sobre as escarpas e os areais e ainda as ruínas de um antigo povoado Islâmico sazonal de pescadores.
Mais uma vez ficou patente a grande amizade que existe entre todos os Vigilantes da Natureza que exercem as suas funções em diferentes locais do país.
Estiverem presentes Vigilantes da Natureza de várias regiões de Portugal, alguns familiares, amantes da Natureza e duas representantes do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), a Vogal do Conselho Directivo do ICNF Engenheira Sofia Castel-branco da Silveira e a Directora do Departamento de Recursos Naturais e Conservação da Natureza (DRNCN), Dra. Ana Zúquete.
APGVN

Dia do Vigilante da Natureza no Faial (Açores)

Parque Natural do Faial promoveu sessão de birdwatching
Os amantes da observação de aves (birdwatching) experimentam, nestes meses de inverno, a época alta da atividade nos Açores, altura em que chegam às ilhas muitas espécies vindas da Europa ou da América, que passam pelo arquipélago nas suas rotas migratórias. De entre as inúmeras atividades associadas ao turismo de natureza que se podem praticar nos Açores, o birdwatching é uma das que se destaca pelo facto da sua época alta coincidir com a época baixa do turismo dito convencional. Em algumas ilhas do arquipélago, com mais potencialidades para a observação de aves (como é o caso das Flores e do Corvo), este é já um nicho turístico de grande expressão. No Faial, tem vindo a crescer e, apesar de cativar principalmente os visitantes, a observação de aves está a ganhar adeptos entre os locais.
No passado sábado, o Parque Natural do Faial organizou uma sessão de birdwatching para assinalar o Dia Internacional das Zonas Húmidas e o Dia Nacional do Vigilante da Natureza, que se celebram a 2 de fevereiro. Tribuna das Ilhas acompanhou a sessão.
Diz o ditado que “mais vale um pássaro na mão do que dois a voar”. Para os amantes do birdwatching, no entanto, a verdade é precisamente o contrário. Os pássaros querem-se em liberdade, já que esta atividade consiste na observação de aves no seu habitat natural.
Com a possibilidade de observar regularmente mais de 200 espécies, entre endémicas e migratórias, o arquipélago dos Açores apresenta grande potencial para a prática desta atividade, cujos aficionados constituem já um nicho de mercado no setor do turismo digno de atenção. No Corvo, a mais pequena ilha do arquipélago, chegam já grupos de 30 a 40 pessoas, nos meses de inverno, especialmente para observar espécies acidentais americanas que ocorrem nesta altura.
A sessão de birdwatching promovida pelo Parque Natural do Faial juntou praticantes habituais desta atividade com amantes da natureza que experimentaram pela primeira vez a observação de aves, com as orientações do Vigilante da Natureza Dejalme Vargas. Num passeio a pé entre a praia de Porto Pim e o porto da Horta, foi possível observar, por exemplo, maçaricos galelos e pilritos. Entre os observadores deste grupo está André Vieira, cuja facilidade em identificar as espécies denuncia o facto de já não ser caloiro nestas andanças. Ao lado, de binóculos em punho, o filho varre a paisagem para encontrar os pássaros, com a ajuda do pai. Também ele já tomou o gosto por esta atividade. “Na Escola Secundária, fiz um workshop sobre birdwatching, gostei e continuei a praticar. Depois fiz uma pausa, mas no Natal o meu filho recebeu uns binóculos e quis começar a fazer”, conta André, para quem o birdwatching é uma atividade de família e faz parte da rotina do fim-de-semana: “aos sábados costumo fazer a costa da Lajinha e às vezes vou aos charcos de Pedro Miguel”, conta. Nos seus percursos já vai encontrando outros observadores, no entanto, como explica, continuam a ser, na sua maioria, estrangeiros.
Escrito por  Marla Pinheiro

quinta-feira, 30 de Janeiro de 2014

Dia nacional do Vigilante da Natureza 2 de Fevereiro







No âmbito da celebração do Dia Nacional do Vigilante da Natureza estão programadas as seguintes actividades comemorativas:
Domingo, 2 de Fevereiro de 2014
·         Passeio pedestre num troço da rota vicentina, Pontal da Carrapateira, Aljezur.
09:45h Concentração dos participantes (Junto ao restaurante Cabrita na Carrapateira)
10:00h Início do percurso
Almoço convívio em restaurante a designar
16:00h Encerramento
Segunda-feira, 3 de Fevereiro de 2014
·         Instalações dos Serviços de Ambiente de São Miguel (SASM), Açores.
09:15h Sessão de abertura das II Jornadas Técnicas com a Directora dos SASM
- Consequências da actividade antrópica em DPM e DPH – Construções em margens e leitos de ribeiras – DSRH Carlos Medeiros e Renato Verdadeiro
- Identificação de avifauna dos Açores – Saída para trabalho de campo – Pedro Rodrigues - UAC
13:00h Almoço convívio dos Vigilantes da Natureza dos SASM – Sete Cidades
14:30h Percurso pedestre e interpretativo nas Sete Cidades
17:30 Encerramento com Porto de honra
INSCRIÇÕES: Marco 965 206 011 (Aljezur), Filipe 966 098 484 (Açores)

Tendo consciência que para a preservação do nosso património natural todos fazemos falta, as comemorações de mais este dia nacional do Vigilante da Natureza, serão orientadas no sentido de incrementar o envolvimento social na Conservação da Biodiversidade.
Neste enquadramento com a participação do Projecto “Artlântico”, da Antena 1 e da Rima boat tours, Lda., irá ser promovido um convívio na Reserva Natural da Ponta de São Lourenço.
Num ambiente que pretendemos marcado pela informalidade, teremos as seguintes momentos:
Percurso pedestre interpretativo (fim da estrada – Centro de Recepção da Casa do Sardinha);
Viagem de barco com guia (Marina da Quinta do Lorde – Cais do Sardinha - Marina da Quinta do Lorde);
Antena 1 em directo com vários convidados;
Momento de divulgação do projecto Life Eco-compatível;
Momento musical com Eco-musicalis.
Associação de Vigilantes da Natureza da Madeira
associacao.vigilantes.natureza.madeira@hotmail.com

quarta-feira, 29 de Janeiro de 2014

La vida de Juca Gambarotta. De mochilero a guardaparque

Juan Carlos “Juca” Gambarotta, es un montevideano con alma de aventurero que a los 19 años se lanzó al camino a pura voluntad, resultando luego de mucho estudio autodidacta y de mucho mundo, ser el primer guardaparques de Uruguay y el conductor del Refugio de Fauna de Laguna de Castillos. En 1994 publicó la primera edición del libro “De mochilero a guardaparque”, en que narraba su vida y ahora Sudamericana acaba de reeditarlo actualizado, para

deleite de quienes gustan no sólo de las aventuras, sino de conocer la vida de alguien que tiene un propósito en la misma y no descansó hasta lograrlo; no obstante continuar su lucha por la preservación del medio ambiente y por mejores condiciones y recursos.
Luego de mucho andar recorriendo toda América, la Antártida y Japón, con más conocimientos que los que cualquier universidad habría podido darle, Juca se formó como guardaparque en Bariloche y se especializó en Áreas Naturales Protegidas. En 1987 obtuvo el premio anual del Observatorio de Aves de Mahomet, Estados Unidos y entre sus actividades precursoras se cuentan dos censos aéreos de cisnes en Uruguay, una experiencia pionera en Sudamérica, que repitió en la Antártida con aves marinas.

El primero de muchos reconocimientos internacionales llegó en el 2000 cuando fue designado Vicepresidente de la Federación Internacional de Guardaparques, cargo que desempeñó por seis años, y que mucho dice cuando Gambarotta trabaja en un país que no se destaca por otorgar demasiados medios para la preservación de las áreas que designa justamente, como protegidas.

De sus muchas aventuras, describe “Juca” : “…Cuando llegué al puerto de Vero Peso, estaba, como de costumbre, atiborrado de barcos, la mayoría de ellos de entre ocho y quince metros de eslora y con el casco cas enteramente cubierto por una estructura de madera bastante alta, de techo chato y con escasas ventanas cuadradas. Me llamó mucho la atención ver gran cantidad de barcos cuya proa me parecía brutalmente mal hecha o al menos muy poco hidrodinámica totalmente plana y con una tabla colocada a lo largo como para intentar cortar el agua.

De un vistazo allí se podía obtener un panorama de toda la historia de la navegación Me encantó ver do, que parecían muy antiguos. A un kilómetro  aproximadamente navegaba un velero mediano, con una gran vela tarquina de color rosario y con el mástil muy inclinado hacia atrás. Había dos canoas de tronco amarradas al muelle y también un gran barco de río con rueda de paletas a popa. Dos cargueros se desplazaban lentamente cuando una lancha cruzó veloz escandalizando a los barqueros; para completar pasó un bote de competición con cuatro remeros.

Un señor que andaba por el lugar me dio una fuerte palmada de aprobación en el hombro. “¡Ah, Paysandú!”, gritó y continuó caminando rápido.

No entendí por qué supuso que yo era de la ciudad de Paysandú y lo alcancé para preguntarle en el mejor portugués que pude.

-¡Paysandú, cara!- dijo por toda explicación en tanto señalaba la banderita uruguaya que yo llevaba cosida en la mochila.

Se me acercó enseguida un vendedor de verdura, porque Vero Peso es aparte de puerto, mercado. El me explicó que la bandera que yo llevaba era la de Paysandú, uno de los cuadros de fútbol más antiguos de la ciudad. Se quedó tan sorprendido de que fuera además la bandera de un país, como yo de que lo fuera de un cuadro de fútbol. La única explicación que yo encontré a todo aquello era que el cuadro hubiera sido fundado por algún nativo de la ciudad de Paysandú.

La gente de Belém “a ciudade morena”; y sobre todo la del puerto, era de una mezcla racial muy variada. Infrecuentes tanto los negros como los blancos, se veían en cambio unos cuantos japoneses, pero dominaban los caboclos. De piel bastante oscura, con cierto aire aindiado unos, de negro otros y de blanco otros más, se daban grandes variaciones, al punto que ví un muchacho casi negro con motas rubias.
Algunos estibadores tenían un tamaño increíble, con unos pies anchísimos que quizás nunca conocieron zapatos.

…………..
A las dos horas de viaje, Baixinho apagó el motor y con la inercia la Conceicao se clavó entre la arena y la multitud de palos y troncos que había en la orilla.

Al saltar y tocar pie en la isla tuve la impresión de que era Colón. Estaba realmente descubriendo algo, al menos era nuevo para mí.

Lo primero que hizo Mioshy fue invitarnos a almorzar…….. Una vez que estuvo seguro de que no moriría de hambre por culpa suya, me pidió que me pusiera la mochila, que le resultó pintoresca por el gran caparazón de tortuga que le cubría la tapa. También me pidió que me pusiera el sombrero de orejeras peruano que venía usando desde que se me  hundiera un sombrero de ala ancha en el Araguaia.
Me tomó fotos de frente y de atrás.

Al ver mi sombrero de lana, Boto, un caboclo aindiado, si no es que era indio nomás, comentó a la gente que se había reunido a verme: “Yo ya había visto esos sombreros hechos con fibra de cocotero”.

-No. No es de eso, es de lana –le dije.
-¿Lana?
- Si, lana de llama- contesté.
-¿Llama? ¿Qué es eso?
-Son como ovejas, pero altas así y viven sólo en las montañas, sobre todo en el país de Manuel, expliqué.
-Y ¿Qué es una oveja? –Preguntó Boto.
Pensando que no ubicaba al animal por ese nombre, le hice una buena descripción y hasta balé para ayudar a mi mal portugués.
-No, no lo conozco- dijo-, nunca vi ese animal en la selva.
Tampoco lo conocía ninguno de los que serían mis compañeros de trabajo, pues uno de ellos me dijo que ese animal en portugués se llamaba cabra.
“He viajado –me dije- sin duda es un logro para un uruguayo llegar a un lugar donde las ovejas son desconocidas”.

Gambarotta siguió viajando, pero, profundamente comprometido con su país y con la causa de las áreas protegidas, recorrió y marcó trillos en los burocráticos edificios públicos hasta lograr el pasaje de una oficina del Poder Judicial a su preciado y defendido monte de ombúes. Aunque, no solamente “cuida”; sino que protege realmente, innova, presenta proyectos y sigue en una actividad que le ha valido vivir mucho tiempo hasta sin agua, sin energía eléctrica, con su familia en la ciudad pues no tenía como hacer llegar los niños a la escuela. Y aún así…. continúa.

“Al Monte de Ombúes –dice- llegué en abril del 91 … ahora que veo, vengo durando bastante en este trabajo. Si tendría ganas de ser guardaparque que, como ya saben, insistí durante años para venir, pese a que daba por supuesto que no podría viajar más, que no tendría más oportunidades. Pero si bien me equivoqué y sigo viajando, lo cierto es que el desempeñarme como guardaparque era y es lo más importante para mí.
Digo eso, aunque la verdad es que con mucha frecuencia comento para mi: “Me hubiera gustado llegar a ser guardaparque.” Eso es porque cuando las papas queman, uno descubre que uno pende de un hilo y que ya no se puede seguir desempeñando, al menos seriamente en una función que sigue sin estar reglamentada.

El guardaparque, en todos los países donde funcionan bien las áreas protegidas, o sea donde viven los animales que uno ve por la tele en las documentales, no hace más que hacer cumplir normas legales, contando él mismo con el apoyo de esas normas legales, pero en Uruguay esas leyes dejan mucho que desear”.

La palabra y la denuncia de Gambarotta tiene la autoridad de quien ha hecho mucho por la zona bajo su custodia, más allá de lo previsible, inclusive con los pocos medios con que cuenta. Son muchos los proyectos y petitorios que ha realizado y mucho más lo que ha logrado por su cuenta.

Para conocer un poco de su aventura en el exterior y también aquí, en la cercana Rocha, baste leer su libro.
Para conversar  con el hombre que pone su vida y hasta su familia al servicio de su trabajo y que realiza la tarea de formar grupos de pequeños guardaparques…una visita al Área Protegida de la Laguna Castillos, para conversar con él y aprender……es lo ideal.