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sábado, 17 de agosto de 2013

Quatro fogos activos, três em Parques Naturais


    Em Portugal continental estão activos quatro incêndios, três em zonas de Parque Natural, nos distritos de Vila Real, Guarda e Santarém, enquanto o incêndio em Picão, no distrito de Viseu está "dominado", informou a Protecção Civil às 17:35.


No Parque Natural da Serra das Estrela, as chamas que lavram em zona  de mato desde as 00:39 em Loriga, no concelho de Seia, estão a ser combatidas  por 39 operacionais com o apoio de 11 viaturas e um helicóptero bombardeiro.
Segundo a página da Protecção Civil na Internet, este incêndio está "a  progredir lentamente em escarpa", lavrando numa zona inacessível a meios  aéreos e terrestres". 
Em Mondim de Basto, no Parque Natural do Alvão, 66 operacionais apoiados  por 17 veículos combatem as chamas que tiveram início às 00:05 de hoje e  segundo a mesma fonte, às 17:35, o incêndio estava activo com três frentes.
Em Vale da Serra, no Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, no  distrito de Santarém, as chamas ardem desde 15:30 numa frente, estando a  ser combatidas por 80 operacionais apoiados por 20 veículos e dois helicóptero,   um de ataque inicial e outro bombardeiro.  
O incêndio que se desenvolve numa frente em Vilas de Pedro, no concelho  de Figueiró dos Vinhos, no distrito de Leiria está a ser combatido por 119  operacionais, apoiados por 31 veículos e dois helicópteros de ataque inicial,  segundo a mesma fonte. 
O incêndio que lavara desde as 13:51 em Picão, no concelho de Castro  D’aire, é dado como "dominado". O combate às chamas envolve 73 operacionais  com o apoio de 16 veículos e e dois helicóptero, um de ataque inicial e  outro bombardeiro.  
Fonte: SIC


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

El cuerpo de bomberos más eficiente de la naturaleza


    El ganado ecológico, el cuerpo de bomberos más eficiente de la naturaleza

   Limpio, desbrozado y en perfecto estado de prevención para afrontar un verano libre de llamas; así mantienen la falda norte de la Sierra de Guadarrama, una de las comunidades de ganadería ecológica más notables de España, cuya existencia en estas laderas constituye una garantía frente a los incendios. El valle que descansa bajo la majestuosa silueta de las cumbres guadarrameñas popularmente conocidas como "La mujer muerta" está bien custodiado por rebaños de vacas "felices y sin estrés" como las Fernando Mantecas, sexta generación de una familia de ganaderos de la cercana localidad segoviana de La Losa. Sus más de trescientas vacas, de la raza autóctona Avileña-Negra Ibérica, nacen, viven junto a sus padres y mueren, en los bosques y pastos mejor conservados del Sistema Central, que por sus valores naturales han recibido la declaración de Lugar de Interés Comunitario (LIC) y Zona de Especial Protección para las Aves (ZEPA) de la Sierra de Guadarrama.

El buen estado de estos montes ha hecho de ellos uno de los privilegiados enclaves por donde todavía hoy campea la más majestuosa de las rapaces de la península ibérica: el águila imperial.

"El buitre negro, el águila calzada, el milano real y la chova piquirroja son otras de las especies más emblemáticas de esta zona de altísimos valores naturales a cuyo mantenimiento han contribuido las comunidades de ganaderos ecológicos", señala Carlos Bravo, un histórico ecologista que durante años ha defendido estos territorios de la especulación inmobiliaria a través de la ONG local Centaurea.

La misma rutina que desde hace siglos

Se trata de un ganado que se alimenta exclusivamente de lo mismo que lo hacían sus antepasados hace varios siglos: del rico pasto de estos valles generosamente regados por las aguas de los arroyos y riachuelos que se forman con las aguas del deshielo de las cumbres glaciares de Guadarrama.

Cuando otros empresarios optaron por las hormonas para el engorde y los abonos de síntesis para hacer crecer el prado de forma artificial, ganaderos como Mantecas decidieron dejar hacer a la sabia naturaleza, y que el pasto natural continuase siendo el único y mejor alimento de sus vacas, y sus vacas el mejor abono para los prados.

Bajo la supervisión del Consejo Agrario Ecológico de Castilla y León, su empresa sacrifica entre dos y tres cabezas de ganado a la semana en su sala de despiece ecológica situada en La Losa.
Allí se envasa por piezas al vacío y se transporta en frío a puntos de venta en toda España, la mayoría de ellos fijos en Madrid, Andalucía y Levante.

Bravo, actual responsable de la Asociación Salvia, que promueve el desarrollo sostenible, es uno de sus consumidores habituales y explica que, frente a la carne del ganado convencional, la de vacas ecológicas "es mucho más tierna, porque proviene de un animal que no ha estado sometido a ningún tipo de estrés".

"Y, por supuesto, mucho más saludable en tanto que no estás ingiriendo ningún tipo de hormona, antibiótico o sustancia que se le haya dado al animal, estás comiéndote una vaca que vivido feliz y en libertad en el campo", subraya Mantecas.

Frente a quienes apuestan por lo fácil, este ganadero defiende "un modelo de producción que respete el medio ambiente, la calidad y la protección del consumidor".

Por eso a Mantecas y a sus vacas "felices" no le asustaron en ningún momento la declaración por parte de las administraciones de figuras de protección como la de parque natural, red natura y, en breve, la de un parque nacional en sus inmediaciones.

Y es que, está convencido de que "no hay nada que pueda generar más parque natural, limpiarlo y mantenerlo mejor que un rebaño de vacas como este".

"Este modelo de ganado siempre va a existir en los espacios naturales protegidos, porque garantiza la fertilidad de sus suelos, y porque si no estuvieran estas vacas se quemarían", concluye.


quarta-feira, 24 de julho de 2013

O regresso do lobo-marinho, a foca mais rara do mundo


    O regresso do lobo-marinho

    É a única foca portuguesa e o sucesso da sua recuperação valeu ao Parque Natural da Madeira o Prémio BES Biodiversidade.

O lobo-marinho é a foca mais rara do mundo e encontra-se entre as espécies mais ameaçadas de extinção, sendo a única existente em Portugal. Quando os portugueses chegaram à Madeira há mais de 500 anos, começou a entrar em declínio devido à caça e à pesca, de tal modo que no século XX a população ficou reduzida a oito indivíduos nas Ilhas Desertas.

Foi um alerta para o Parque Natural da Madeira (PNM) que resolveu lançar um projeto de longo prazo para recuperar e conservar a espécie. "Demos os primeiros passos em 1988, quando percebemos que o lobo-marinho estava em declínio acelerado", conta o diretor do PNM, Paulo Oliveira. "Apostámos na proteção do habitat e na criação da Reserva Natural das Ilhas Desertas, com a construção de infraestruturas de apoio e um sistema de vigilância permanente, onde mantemos três Vigilantes da Natureza em turnos de 15 dias, com rendições asseguradas pela Marinha Portuguesa".

Os resultados estão à vista: a população de lobos-marinhos passou de oito para 40 indivíduos. Foi o sucesso deste projeto - denominado "Lobo-marinho - uma espécie em recuperação na Madeira" - que levou o PNM a ganhar a quinta edição do Prémio BES Biodiversidade, uma iniciativa do BES em parceria com o Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO) da Universidade do Porto e o Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB).
Apesar do sucesso, os biólogos são cautelosos e continuam a considerar a espécie ameaçada, porque existem apenas 300 indivíduos em todo o mundo e a população existente na Madeira é a única que está a crescer. Há fatores que explicam o que aconteceu, e outros ainda em análise, mas a diminuição das pressões da atividade piscatória deu certamente uma ajuda preciosa à recuperação da foca portuguesa.
Técnicas não intrusivas

Em todo o caso, há um conjunto de técnicas não intrusivas inovadoras utilizadas pelo PNM "que mais tarde serviram de base às metodologias usadas por instituições de países europeus e africanos na conservação do lobo-marinho no Mediterrâneo e no Atlântico", revela Paulo Oliveira. São técnicas baseadas na forte proteção do habitat, no seguimento da população à distância em postos de observação, na fotoidentificação à distância e no reconhecimento das grutas usadas pelo lobo-marinho para se reproduzir e descansar, de modo a definir o tipo de proteção.
Há também um fator-chave para o êxito do projeto: o envolvimento da população da Madeira - nomeadamente das comunidades piscatórias e das escolas - "que passou a adotar o lobo-marinho quase como a sua mascote", constata o diretor do Parque Natural.

Além disso, as empresas de turismo marítimo, as marinas e as praias com bandeira azul têm fichas de registo para a identificação da espécie sempre que é avistada, que depois são enviadas para o PNM. Os biólogos suspeitam que o lobo-marinho se esteja a expandir para a própria ilha da Madeira, precisamente devido aos avistamentos registados nos últimos anos.

Com os 75 mil euros do prémio, a equipa liderada por Paulo Oliveira pretende melhorar o sistema de monitorização da população de lobos-marinhos e aumentar a cooperação internacional, nomeadamente com o grupo de cientistas espanhóis que está a trabalhar na Mauritânia.



Fonte. Expresso

quinta-feira, 18 de julho de 2013

OS CUSTOS DA VIAGEM DE CAVACO ÀS SELVAGENS


    FNSTFPS: Nota à Comunicação Social

    OS CUSTOS DA VIAGEM DE CAVACO ÀS SELVAGENS
COLIDEM COM OS SACRIFÍCIOS IMPOSTOS À PROTECÇÃO DA NATUREZA

Os anunciados custos da visita do Presidente da República às ilhas Selvagens colidem declaradamente com os sacrifícios que há largo tempo estão a ser impostos aos serviços de protecção da natureza e do ambiente, nacionais e regionais que levam à existência de uma vigilância, fiscalização e monitorização deficientes.

Os cortes orçamentais impostos pelos sucessivos governos do PS e PSD/CDS, fazem com que oInstituto da Conservação da Natureza e das Florestas e os serviços regionais de protecção da natureza e do ambiente das Regiões Autónomas passem por dificuldades financeiras que limitam a sua capacidade operativa, no cumprimento das suas competências.

Deste modo, as áreas protegidas nacionais, onde se integram os parques, reservas e sítios da Rede Natura 2000, têm falta de pessoal, nomeadamente vigilantes da natureza, os meios financeiros para permitir a acção normal dos mesmos são cada vez menos e faltam meios de transporte adequados para a vigilância e fiscalização.

A título de exemplo, o Parque Natural do Tejo Internacional, com mais de 26 mil hectares de área, conta apenas com dois vigilantes da natureza.

Paradoxalmente, o ICNF está a indicar para a requalificação profissional/despedimentos, vigilantes da natureza, quando o défice de efectivos é gritante.

Cavaco Silva, enquanto presidente da República, tem assumido uma posição solidária com o Governo, no que toca à “necessidade”de adopção de políticas de contenção da despesa pública, como forma de cumprimento dos acordos com a tróika. Contudo, não se coíbe de impor custos à Administração Pública, numa visita desnecessária às ilhas Selvagens, por muito importante que seja
o significado do 50º aniversário da primeira expedição àquele arquipélago.

O Mar, segundo Cavaco Silva, é um desígnio nacional. Mas enquanto primeiro-ministro não se privou de conduzir uma política de destruição da nossa frota de pesca.

O valor correspondente aos custos desta viagem às Selvagens, por certo seriam um contributo importante para minorar os problemas financeiros com que se defrontam as áreas protegidas.

Lisboa, 17 de Julho de 2013

O Gabinete de Informação da FNSTFPS
Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais

terça-feira, 16 de julho de 2013

Madeira: Chefe de Estado visita as Ilhas Selvagens


    Cavaco Silva é o terceiro chefe de Estado a visitar as Ilhas Selvagens mas quer ficar para a história como o primeiro a destacar o seu valor económico.

Mais do que reafirmar a soberania portuguesa - tal como tinham feito Mário Soares e Jorge Sampaio - o atual Presidente da República visita esta semana o subarquipélago das Selvagens pela sua importância económica.

São as Selvagens que conferem a Portugal a maior Zona Económica Exclusiva da União Europeia (1,6 milhões de quilómetros quadrados), potenciando além do mais a dimensão de mais 2,15 milhões de quilómetros da plataforma continental, cuja jurisdição Lisboa espera ver reconhecida pelas Nações Unidas entre 2014 e 2015.
Embora no passado Espanha tenha contestado a jurisdição portuguesa sobre este subarquipélago, que engloba para além da Grande e Pequena Selvagem ainda 16 ilhéus e distam efetivamente mais da Madeira do que das Canárias, o objetivo primordial da visita não passa por reafirmar a nossa soberania.

A visita assinala o 50.º aniversário da primeira expedição científica às ilhas, realizada pelo ornitólogo de origem inglesa Paul Alexander Zino, e que conduziu ao estabelecimento nas Selvagens da mais antiga reserva natural do país (1971).
Destacando a importância desta vertente da proteção da natureza associada à investigação científica, a visita presidencial coincide com a presença no local do navio hidrográfico "Gago Coutinho", que está a concluir o levantamento da biodiversidade das Selvagens, iniciado em 2011 no âmbito do programa M@rbis, com o robô submarino ROV. Uma demonstração do seu trabalho será feita durante a estada de Cavaco nas ilhas.

É neste contexto que o Presidente quer chamar a atenção para o facto de como a geoestratégia, a geografia e a investigação podem e devem integrar a chamada "equação da resolução económica da crise", tal como disse ao Expresso um especialista.
Potencial económico

Cavaco quer pois destacar o significado potencial para a economia da investigação científica, realçando a importância da preservação do ambiente, e ligando--a à geografia e à importância da geoestratégia. É, mais uma vez, o apelo do Presidente a que o país olhe para o mar e concentre nele a sua investigação. Já há hoje em Portugal mais de 50 centros de investigação ligados ao mar mas a sua produção é ainda pequena.
Tal como dizia ironicamente um perito, hoje, "a soberania portuguesa está mais ligada ao braço do ROV do que a uma fragata", pois a capacidade científica é fundamental para o aumento da competitividade. "Mostrar que Portugal tem tecnologia capaz de explorar as riquezas da plataforma que Portugal ambiciona é fundamental para a nossa credibilidade", sublinhava.

Cavaco Silva tem frisado insistentemente a importância da economia do mar e algo tem avançado. Diz sobretudo respeito ao desenvolvimento portuário (potenciado pela crise, já que as exportações estão a fazer-se mais por via marítima) e na fileira do pescado e da sua transformação, que já vale 1,2 mil milhões do PIB. A sua exportação alcança quase 900 milhões de euros, quase tanto como as hortícolas, e muito mais do que o vinho.

Fonte: Expresso/Luísa Meireles, com Marta Caires e Carlos Abreu



quinta-feira, 11 de julho de 2013

Sintra: Campo de Trabalhos da ribeira da Samarra


DESCRIÇÃO
O Campo de Trabalhos da ribeira da Samarra (CT) é um programa desenvolvido em parceria entre a Junta de Freguesia de São João das Lampas, o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e os Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento de Sintra. Tem como objectivo estimular a participação dos jovens em programas de voluntariado concebidos para a intervenção directa na preservação de espaços naturais, dos seus habitats e espécies e no património cultural, promovendo o diálogo e a troca de experiências entre os jovens e a comunidade local. O Campo de Trabalhos assenta numa componente formativa através de uma aprendizagem teórico-prática não formal e na realização de trabalhos de campo.
TRABALHOS DE CAMPO
-        os trabalhos de restauro fluvial incluem:
-        controlo de espécies florísticas invasoras;
-        construção de estruturas biofísicas;
-        plantação de espécies vegetais aquáticas;
-        manutenção de sistemas tradicionais de gestão da água;
-        colheita de sementes de espécies autóctones;
-        monitorização de fauna;
-        captura e anilhagem de aves;
ACÇÕES DE FORMAÇÃO
Introdução à anilhagem científica de aves passeriformes (Teórico-práctica). Formador, Dr. Vitor Ferreira Encarnação – Coordenador da Central Nacional de Anilhagem, ICNF.
A comunidade piscícola da ribeira da Samarra (Teórico-práctica). Formadora, Dr.ª Carla Sousa Santos – Investigadora da Unidade de Investigação em Eco-etologia (ISPA).
CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO
-        idade mínima de 18 anos completos e máxima de 30 anos à data da inscrição;
-        participar integralmente nos trabalhos de campo e nas acções de formação identificadas no programa;
-        assegurar as despesas de viagem de ida e volta do Campo de Trabalho;
-        informar a organização do campo caso tenha algum problema de saúde;
-        assegurar todos os materiais e objectos pessoais necessários para a estadia durante o campo;
-        estar disponível para alojamento em modo de acampamento com utilização de casas-de-banho-secas e banhos frios;
CUSTO DE INSCRIÇÃO
Taxa de inscrição de 70 euros/10 dias  (inclui o alojamento, a formação, a alimentação e o seguro de acidentes pessoais dos participantes).
VAGAS
Os CT realizar-se-ão com um máximo de 20 participantes e com o mínimo de 10 inscrições;  as inscrições estão abertas até 05 de Agosto de 2013.
INSCRIÇÃO
A ficha de inscrição em anexo pode ser enviada para a Junta de Freguesia de São João das Lampas, para os contactos indicados.
O pagamento pode ser efectuado através de transferência bancária, com posterior envio de comprovativo de transferência por correio para a morada ou e-mail indicados.
NIB: 0036 0104 9910 0005 2062 0
CONTACTOS
Junta de Freguesia
de São João das Lampas
Av. Central, 16, 2705-737
S. João das Lampas
Tel: (+351) 219 608 860/9
Fax: (+351) 219 612 452

geral@jflampas.pt
http://www.facebook.com/JFLampas

ESCLARECIMENTOS
ICNF – Parque Natural de Sintra-Cascais
Largo Fernando Formigal de Morais, nº 1,
2710-564 SINTRA 
Tel.: (351) 219 247 200
Fax: (351) 219 247 227

pnsc@icnf.pt
http://www.facebook.com/ribeira da
samarra
CANCELAMENTO
Caso não se obtenha o número mínimo de inscrições para a realização do CT, os inscritos serão notificados e reembolsados.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Índios sul-americanos formados como parabiólogos

Está em curso um programa de formação de índios sul-americanos do Gran Chaco como "parabiólogos". O objetivo é dar um modo de subsistência alternativa à safra de cana-de-açúcar aos nativos e torná-los partícipes da conservação da segunda maior área selvagem da América do Sul.
“Estas pessoas fazem parte do ambiente natural; elas pertencem a esta terra. Se elas não forem envolvidas, não vejo como podemos conseguir conservar a biodiversidade desta área a longo prazo”, revela Erika Cuéllar, impulsionadora do projeto, ao diário britânico The Guardian.

O Gran Chaco é uma vastidão de um milhão de quilómetros quadrados de floresta seca e matos baixos que se estende por uma área que abrange parte dos territórios da Argentina, Bolívia, Brasil e Paraguai.

Trata-se de um ecossistema com grandes flutuações de temperatura sazonais e em que a água é escassa, mas que é constituído por 3.400 espécies de plantas, 500 de aves e 150 de mamíferos, de que são exemplo o jaguar, o puma ou papa-formigas gigante.

Este éden está em perigo, ameaçado pela expansão das quintas de criação de gado, plantações de cana-de-açúcar e soja, e pelo tráfico de drogas. Mesmo a área mais bem preservada, dentro das fronteiras bolivianas e abrangida pelo Parque Nacional de Kaa lya del Gran Chaco (Bolívia) está a ser destruída pela instalação de um gasoduto e pelas operações militares de combate ao narcotráfico.
O programa de 400 horas dirigido por Erica Cuéllar forma jovens índios Guarani, Ayoreo e Chiquitano como "parabiólogos" (termo usado pela própria Erika Cuéllar), tornando-os aptos a realizar tarefas que vão desde a elaboração de projetos à recolha de dados e apresentação de resultados.

“[Os indígenas] são as melhores pessoas para nos dizer o que está a acontecer no Chaco”, considera Erika Cuéllar, bióloga de ascendência Guarani que se doutorou em Oxford. “Eu quero dar-lhes a opção de permanecer na área que conhecem”.

A formação permite-lhes participar nos projetos de conservação levados a cabo na área auferindo um salário mensal de 3.500 bolivianos, ganhando o seu sustento ao mesmo tempo em que participam na conservação da biodiversidade que suporta as suas comunidades, que caçam de forma sustentável.

 “Como um Guaraní indígena, ser um parabiólogo ajudou-me a proteger a minha comunidade”, refere Jorge Segundo, líder da povoação e o "parabiólogo" mais experiente do grupo de 17 técnicos.

O mérito do projeto já foi reconhecido a nível internacional, tendo Erika Cuéllar sido distinguida com o Rolex Award for Enterprise em 2012.

Fonte: Filipa Alves

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Terra tem mais 700 espécies ameaçadas e extintas

   
Terra tem lista com mais 700 espécies ameaçadas e extintas

O número de espécies extintas e ameaçadas de extinção no planeta Terra continua a crescer por causa das actividades humanas, de acordo com a nova versão da Lista Vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN). Mais de 700 espécies de plantas e animais foram adicionadas à lista nas três categorias de ameaça, elevando o total para 20.934.
Entre elas, estão várias espécies de coníferas (árvores com flores em forma de cones ou pinhas, como os pinheiros), que são os maiores e mais antigos seres vivos do planeta. A situação de todo o grupo foi reavaliada, e concluiu-se que 34% das espécies de coníferas estão ameaçadas de extinção.
Uma das que correm mais risco é a araucária, ou pinheiro-do-paraná, classificada desde 2006 como criticamente ameaçada. Espécie típica das regiões mais frias e de maior altitude da Mata Atlântica brasileira, teve a área de ocorrência reduzida drasticamente nas últimas décadas por causa da conversão de matas nativas em áreas de agricultura e silvicultura.
Agora, com o aquecimento global, pode ser que a coisa piore mais ainda para essa árvore, que prefere temperaturas mais amenas. «A modelagem do impacto das mudanças climáticas indica que até o final deste século a espécie poderá estar extinta na natureza», disse o botânico Carlos Joly, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo.
Joly ressalta que as listas de espécies ameaçadas (dentre as quais as da IUCN são referência mundial) são uma ferramenta científica indispensável para a conservação da biodiversidade. «A recém-criada Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), cuja proposta preliminar do plano de acção 2014-2018, foi colocada em consulta pública na semana passada, utilizará revisões como esta da IUCN, no primeiro diagnóstico global previsto para o final de 2018», afirma. A IPBES foi criada em 2010 pela Organização das Nações Unidas (ONU) para fazer pela biodiversidade o que o famoso IPCC faz pelas mudanças climáticas. Joly é um dos directores do Painel Multidisciplinar de Especialistas do órgão.

Dentre as 20.934 espécies consideradas ameaçadas de extinção na nova lista, 4.090 estão na categoria «criticamente em perigo» (137 a mais do que na anterior). Algumas recebem até mesmo uma anotação como «possivelmente extintas», quando já não são vistas na natureza há algum tempo. Como, por exemplo, um camarão de cavernas da Flórida que passou para essa categoria. O grupo dos camarões de água-doce foi avaliado por completo pela primeira vez nesta revisão: 28% estão ameaçados.
 Fonte:DD

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Demanda por marfim está desestabilizando a África Central

    Demanda por marfim está desestabilizando a África Central
O massacre de elefantes está se tornando mais do que um problema para os ativistas dos direitos dos animais. Ele agora diz respeito a instituições e governos internacionais nos seus mais altos níveis de poder, porque é percebido como uma ameaça à estabilidade política e econômica da África central.
 No mês passado, o assunto chamou a atenção do Banco Africano de Desenvolvimento em Marrakesh, em uma assembleia anual que contou com a presença de ministros das finanças africanos. O presidente do banco, o economista ruandês Donald Kaberuka, apresentou um plano de ação global para resolver o problema em parceria com a ONG WWW (World Wildlife Fund).
"Este não é apenas um problema ambiental", segundo a chamada Declaração de Marrakesh, emitida pelo banco. "A violência e os danos agora ameaçam a paz e o Estado de direito, bem como as receitas que muitos países africanos auferem de turismo e outros usos da vida selvagem; algumas das comunidades mais pobres e vulneráveis sofrem... O tráfico de fauna frustra os esforços dos governos para impedir outros comércios ilícitos, como armas e drogas. Ele alimenta o crime organizado e a corrupção, e compromete a segurança regional".
 Kaberuka pediu aos ministros das finanças presentes na reunião para reforçar os controles de alfândega como um primeiro passo, pois, segundo ele, seriam fundamentais para desmantelar as redes de contrabando.
 O assunto também chegou à ONU. No mês passado, o secretário-geral da ONU apresentou um relatório ao Conselho de Segurança expressando preocupação sobre as ligações entre a caça ilegal e as "redes criminosas ou mesmo terroristas que ameaçam a estabilidade da África central". Entre os países mais vulneráveis foi citado Camarões, que implantou patrulhas do exército em seus parques nacionais do Norte, além de República Central Africana, Chade e Gabão.
 O relatório afirma que "o comércio ilegal de marfim pode ser, hoje, uma importante fonte de financiamento para os grupos armados", citando o exemplo do Exército de Resistência do Senhor (Lord’s Resistance Army). O documento também colocou a preocupação com as armas cada vez mais sofisticadas e poderosas nas mãos dos caçadores ilegais, algumas dos quais podem ser provenientes do colapso político da Líbia.
O plano proposto pelo Banco Africano de Desenvolvimento em Marrakesh recomenda fortalecer e aumentar os recursos das patrulhas especializadas na repressão da caça ilegal, monitorando a aplicação rigorosa das leis e aumentando as penas impostas aos traficantes.
 Essas não são ideias novas. Tanto o diagnóstico e a cura são conhecidos há muitos anos. Um plano de ação para os elefantes africanos foi adotado em 2010, com 600 mil dólares providos por China, França, Alemanha, Holanda e África do Sul. "Agora precisamos de um compromisso no mais alto nível dos governos, que nos capacitaria a enfrentar esta crise", disse Jim Leape, diretor-geral do secretariado internacional da WWF.
 Cerca de 30 mil elefantes foram mortos em 2011, cerca de 8% da população total de elefantes na África, e o número está aumento ano a ano desde 2006. Os níveis atuais são os mais altos desde a moratória de 1989 do comércio de marfim.
 O Gabão sozinho perdeu 60% de sua população de elefantes na última década e já tomou medidas. Em Marrakesh, o presidente do país, Ali Bongo Ondimba, propôs a criação de uma força-tarefa de emergência que poderia intervir assim que qualquer caça ilegal em larga escala fosse detectada em um dos países. Em meados de maio, o Gabão enviou forças à República Centro-Africana para ajudar a defender o parque nacional Dzanga-Sangha, após um ataque contra os elefantes de lá.
 "É importante intervir antes que a situação saia de controle. Caso contrário, sabemos que há um grande risco de entrar numa espiral que acabará por produzir uma nova zona de conflito", disse Lee White, secretário-executivo da Agência Nacional de Parques do Gabão.
 O Gabão também sugeriu uma maior cooperação para treinamento de pessoal entre as várias agências nacionais de proteção animal, e fornecer "eco-guardas" aos países mais fracos.
 O presidente do Gabão pediu a criação de um fundo de apoio para as viúvas e os órfãos desses guardas. "O tráfico tem se tornado cada vez mais violento e os traficantes não hesitam em atirar contra qualquer guarda-parque que cruze o seu caminho”, disse White, que estima o custo total dessas ações em 15 milhões de dólares por ano.
 Ondimba está trabalhando para melhorar a cooperação internacional na luta contra o tráfico de animais selvagens. Ele anunciou o plano de ação em um esforço para estimular o progresso sobre o assunto na próxima assembleia nacional anual da ONU, em setembro. Entretanto, como colocou Leape, do WWF: "O tráfico de marfim é um monstro de duas cabeças. Perseguir os caçadores não será suficiente se, ao mesmo tempo, nós não lidarmos com os países que facilitam este comércio".
 "O tráfico de marfim é um monstro de duas cabeças. Perseguir os caçadores não será suficiente se, ao mesmo tempo, nós não lidarmos com os países que facilitam este comércio".
Fonte: GuardaParques
Foto: Greenwich Photography



quinta-feira, 20 de junho de 2013

Linces Ibéricos nascidos em Portugal vão ser libertados em Espanha


    DOIS EXEMPLARES DE LINCE IBÉRICO NASCIDOS EM SILVES EM 2012 SÃO LIBERTADOS DIA 21 DE JUNHO

11 dos linces libertados este ano nasceram no CNRLI, em Portugal

Dois linces-ibéricos nascidos no CNRLI, em Silves, em 2012, serão libertadas no dia 21 de junho em Guarrizas, para dar continuidade ao programa de reintrodução da espécie. Esta libertação, que contará com a assistência de público e com a presença das autoridades de conservação da natureza de Portugal, e das comunidades autónomas de Andaluzia e da Extremadura, é um momento que simboliza o contributo do programa ibérico ex-situ para a conservação da espécie na natureza e, simultaneamente, a cooperação interinstitucional e internacional.

Filhos de Castañuela e Fado e de Fruta e Fresco, Jazz e Joaninha serão libertados na natureza, culminando o processo de soltas em 2013 que se iniciou em 14 de março com a libertação das quatro crias de Fresa e de Eón, duas em Guarrizas (Joio e Janeira) e duas em Guadalmellato (Jeropiga e Joeira). Também Jembe e Jiga, duas das 4 crias de Castañuela e Fado, foram libertadas a 5 de junho em Guadalmellato com Jedi (filho de Flora e Foco). Jam (ninhada da Castañuela e Fado) e Janga (ninhada da Flora e Foco) foram libertados a 18 de junho em Guarrizas.

Assim, 11 dos 19 animais (6 fêmeas e 5 machos) utilizados este ano para reintrodução na natureza nasceram em Portugal em 2012, no CNRLI, onde aprenderam a caçar e a sobreviver na natureza. Os primeiros passos na natureza dos animais libertados estão a ser seguidos via foto-armadilhagem, seguimento por rádio (VHF) e via satélite pela equipa do projeto Iberlince.

O plano de reintrodução em Espanha para 2013 visa a libertação de um total de 19 animais - 2 em Donãna, 10 em Guarrizas, 7 em Guadalmellato – reforçando as populações de lince ibérico aí existentes. Existem ainda vários animais treinados em cativeiro de reserva para a eventualidade de surgir nova oportunidade de solta, dos quais 3 – Jacarandá, Junquinho e Junquilho - nasceram no CNRLI

Em 2013, no CNRLI, nasceram 17 crias, 15 das quais estão também a ser preparadas para adquirirem os comportamentos necessários à sua sobrevivência no meio natural, pelo que no próximo ano já se poderá contar com estes animais para novas ações de reintrodução. As áreas eleitas para estas ações devem reunir condições suficientes para potencialmente albergar uma população de lince viável no futuro. Nesse sentido, vários projetos, em particular o projeto ibérico Iberlince, co-financiado pelo programa europeu LIFE, têm desenvolvido ações de preparação de habitat e coelho-bravo. Finalmente, a futura existência de linces em qualquer área de Portugal ou Espanha dependerá da vontade das pessoas, e por isso conta-se, em particular, com o envolvimento da população local.

Comunicado do CONSELHO DIRETIVO DO ICNF, I.P.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Estratégia para florestas deverá estar concluída em Setembro


    A actualização da Estratégia Nacional para as Florestas deverá ficar concluída até Setembro, de acordo com a sugestão do relatório de Avaliação da ENF, a pensar na entrada em vigor do Programa de Desenvolvimento Rural 2014-2020.
Segundo o documento, as linhas estratégicas da ENF mantêm a sua validade, apesar de necessitarem de alguns ajustes. Entre eles, a melhoria da matriz de responsabilidades com a distinção entre indicadores de realização e de resultado e de reformulação de alguns objectivos. O relatório recomenda ainda a definição de prioridades para as várias acções; estabelecimento de metas de diferentes escalas temporais; estabelecer um modelo de governação com atribuição de responsabilidades para a coordenação global e coordenação, incluindo interministerial. O documento assinala ainda que o próprio processo de monitorização da estratégia carece de definição adequada.
Haverá toda a conveniência em utilizar nos trabalhos de alteração a informação do Inventário Florestal Nacional 6, os resultados da concretização de planos e programas específicos, em particular do Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios e as propostas constantes no trabalho realizado no âmbito na Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas e do Plano Nacional de Combate à Desertificação.

O trabalho de alteração da Estratégia decorrerá em paralelo com outros processos, nomeadamente o IFN6 já referido e a preparação do PDR- FEADER 201 e do QREN-FEDER para o período de programação 2014-2020. Neste último caso, a pertinência e oportunidade para alteração da ENF é evidente, uma vez que se tratam de instrumentos relevantes para a sua concretização.

Fonte: Diana Catarino

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Novas tecnologias ao serviço da defesa da floresta


    Smartphones solares serão usados para monitorizar o abate ilegal de árvores
    Monitorizar grandes áreas de árvores vítimas de actividades madeireiras ilegais poderá em breve tornar-se mais fácil, graças ao Rainforest Connection – um plano que consiste em usar smartphones movidos a energia solar para ouvir os sons das motosserras em funcionamento.
O plano pode revelar-se especialmente útil em reservas e áreas protegidas onde a desflorestação é dramática para o ecossistema. Os sistemas de monitoração actuais, como fotos de satélite, apenas acompanham a extracção ilegal de madeira depois de o acto estar consumado. Havendo a hipótese de registar as acções ilegais em tempo real, a probabilidade de o impedir aumenta imenso.
A ideia é usar smartphones descartáveis, alimentados por pequenos painéis solares, capazes de registar as frequências de áudio em todas as áreas de floresta tropical protegida e enviar alertas para as autoridades quando os sons das motosserras são detectados. Em breve, o sistema será instalado em Sumatra.
Este projecto-piloto vai implicar a instalação de 15 dispositivos numa área de 25 mil hectares, na reserva de Air Tarusan. Os aparelhos poderão detectar os sons ao longo de um raio de 0,5 Km, de acordo com o Treehugger.
No futuro, espera-se que o programa consiga enviar alertas não só para os Guarda Parques mas também para todos os utilizadores da app gratuita. Nesse cenário, qualquer pessoa poderia tornar-se num participante activo na linha da frente da protecção ambiental.
Fonte: Green Savers

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Curso de Ecologia e Identificação de Libélulas e Libelinhas


 


Curso de Ecologia e Identifica​ção de Libélulas e Libelinhas​, dias 13 e 14 de Julho, Asso​ciação Tarabelo
A Associação TARABELO é uma organização sediada em Vinhais, Trás-os-Montes que explora as temáticas do desenvolvimento rural e da conservação da natureza e tem por principal objectivo a criação de sinergias que possam tornar as aldeias e o seu peculiar modo de vida atractivas aos seus habitantes, dando a conhecer o seu património e a sua profunda ligação com a manutenção da biodiversidade.
A Ordem Odonata, que inclui as famosas libélulas e libelinhas, é uma das mais estudadas na Classe dos Insectos.
Das cerca de 6000 espécies descritas a nível mundial, podemos encontrar 66 em Portugal, entre as quais numerosos endemismos europeus e quatro protegidas pela Directiva Habitats. Estas quatro espécies têm populações importantes em Vinhais, coincidindo a sua época de voo com o mês de Julho. Se somarmos a este facto a presença de libelinhas únicas para Portugal, no Parque Natural de Montesinho, tal torna esta região num local ideal para fazer uma introdução ao fascinante mundo destes belos animais.
Venha aprender mais sobre a ecologia e a identificação dos Odonatos!
A Associação Tarabelo vem por este meio convida-lo a participar nesta Curso, cujo programa pode ser encontrado seguidamente:

Curso de Ecologia e Identificação de Libélulas e Libelinhas
Sábado, 13 de Julho
10:00 Receção dos participantes na sede da Junta de Freguesia de Tuizelo;
10:30-11:30. Introdução aos Odonatos. Origem e evolução dos odonatos. Taxonomia geral de Odonatos, Familias principais;
11:30-11:45. Coffe Break;
11:45-13:30. Identificação das espécies de Portugal;
13:30-15:00. Pausa almoço;
15:00-19:00. Saída de campo na aldeia de Tuizelo.

Domingo, 14 de Julho
10:00-11:30. Ecologia de Odonatos. Ciclo vital, habitat e padrões de distribuição em Portugal e Europa;
11:30-11:45. Coffe Break;
11:45-13:30. Conservação de Odonatos. Ameaças e medidas de conservação;
13:30-15:00. Pausa almoço;
15:00-19:00. Saída de campo. Rio Tuela.
Nota: A deslocação dos participantes aos vários locais destinados às saídas de campo é assegurada pelos mesmos, nos seus carros particulares. Cada participante terá direito a um diploma de participação na actividade.

Formador: Genaro da Silva Mendéz (Universidade de Vigo, Grupo de Ecoloxía Evolutiva e da Conservación).
Alojamento: Os participantes interessados em pernoitar em Vinhais deverão manifestar essa vontade aquando da sua inscrição, para melhor podermos satisfazer previamente a sua necessidade de alojamento.
Parceria: Associação Tarabelo, Núcleo Regional Quercus de Bragança
Apoio: Charcos com Vida (CIBIO, Universidade do Porto) e Junta de Freguesia de Tuizelo

As inscrições poderão ser realizadas através de associacaotarabelo@gmail.com, www.facebook.com/Tarabelo ou através dos contactos 00351 93 971 97 10 ou 00351 93 470 02 28.

Agradecemos a divulgação deste Curso e a confirmação da V.participação,

Até breve,
Associação Tarabelo