O Presidente da APGVN -
Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza, Francisco Semedo
Correia, esteve em direto no canal televisivo TVI 24 Especial Informação no
debate PORTUGAL DEVASTADO PELO FOGO.
Mostrar mensagens com a etiqueta Vigilantes da Natureza. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vigilantes da Natureza. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 20 de outubro de 2017
Vigilantes da Natureza
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
Vigilantes da Natureza
Não passou de uma miragem, de uma ilusão!
50 novos Vigilantes da
Natureza! Não passou de uma miragem, de uma ilusão!
Em todo o mundo, os Vigilantes da Natureza estão na linha de
frente da Conservação da Natureza!
Eles são o rosto e os embaixadores da Conservação da
Natureza.
A variedade de tarefas e deveres dos Vigilantes da Natureza é
muito vasta, desde patrulhamento, vigilância, fiscalização, aplicação da lei,
até ao contacto com a população local e monitorização da vida selvagem.
Estas múltiplas funções são e continuam a ser desempenhadas com
grande profissionalismo por um número escasso de Vigilantes da Natureza, que
com parcos meios consegue desenvolver o seu trabalho muitas vezes devido à sua
imaginação, experiência profissional e engenho.
Existe uma falta claríssima de investimento na profissão de
Vigilante da Natureza por parte das diferentes tutelas onde estes profissionais
desempenham funções, o seu número é tão reduzido nas CCDR - Comissões de
Coordenação e Desenvolvimento Regional que em algumas regiões não existe nenhum
elemento, sendo no total 13 profissionais, na APA - Agência Portuguesa do
Ambiente ainda resistem heroicamente 27 profissionais e no ICNF - Instituto da
Conservação da Natureza e Florestas sobrevivem 118 elementos.
O que aqui se escreve não é fruto da nossa imaginação, é
verdadeiro e real, o que é uma miragem e uma ilusão é o que está previsto no
Orçamento de Estado (OE) onde se preconiza a admissão de pelo menos 50
Vigilantes da Natureza para os quadros do ICNF. A realidade é que está a
aproximar-se o final do ano de 2017 e não se vislumbra a entrada de novos
elementos para a profissão.
Infelizmente sempre foi política do Ministério do Ambiente,
não apenas do atual, abandonar e desprezar aqueles que desempenham as funções
de defesa do ambiente e da conservação da natureza, sempre preferiram apoiar
outras entidades pertencentes a outros Ministérios em detrimento dos
funcionários da sua própria casa, é uma herança que parece aceitaram de bom
grado!
O investimento em equipamentos e em formação para os
Vigilantes da Natureza não passa de uma miragem. A realidade é que faltam os
meios operacionais para o exercício das nossas funções, com especial incidência
nas viaturas, meios informáticos e de comunicação. A verdade é que a formação
contínua dos Vigilantes da Natureza é primordial para elevar os níveis
culturais e conhecimentos técnicos para que se possa dar resposta à
complexidade crescente que é a conservação da natureza e da biodiversidade, mas
continuam a ser-nos negadas.
A nossa dedicação e profissionalismo não são em vão porque a
proteção da natureza e da vida selvagem é a nossa missão!
APGVN
domingo, 8 de outubro de 2017
Ambiente,
Vigilantes da Natureza
Verdes acusam Governo de desresponsabilização
O partido os
Verdes transmitiu hoje preocupação perante a "desresponsabilização"
da administração central na conservação da natureza, agravada com a progressiva
transferência da direção e gestão das áreas protegidas para as autarquias.
Na sua análise da proposta de revisão
da Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e Biodiversidade, que esteve
em consulta pública até 30 de setembro, o Partido Ecologista os Verdes (PEV)
alerta para "a municipalização da natureza" e defende o reforço de
meios, nomeadamente de guardas e vigilantes.
"É com grande preocupação que o
PEV vê esta contínua desresponsabilização da administração central em relação à
conservação da natureza e à gestão da rede de áreas protegidas", salienta
em comunicado.
Desresponsabilização que "é
aprofundada com esta estratégia ao pretender passar progressivamente a direção
e gestão das áreas protegidas para as autarquias locais", acrescenta.
"A extinção das direções das
áreas protegidas foi um erro que tem contribuído para o processo de degradação"
de vários destes espaços, critica o PEV.
Os Verdes defendem que devem ser
retomadas as direções para cada área protegida, numa aposta na gestão de
proximidade, por isso, os parques e reservas nacionais e naturais "devem
ser dotados de uma direção e de um diretor".
Mas, aponta, o diretor "deve ser
indicado e responder perante o ICNF [Instituto da Conservação da Natureza e das
Florestas]".
"Logicamente não podemos
descurar o importante papel que as autarquias têm a desempenhar nas áreas
protegidas e que por isso devem estar representadas", admite, no entanto o
PEV.
A sua posição é que a salvaguarda do
património natural, "que a todos pertence, deve ser encarado como um todo
e por isso mesmo gerido pela administração central, com uma estratégia nacional".
Os Verdes garantem continuar a propor
em sede de Orçamento do Estado o reforço dos meios humanos, materiais e
financeiros -nomeadamente no que respeita ao corpo de guardas e vigilantes da
natureza -, para obter um aumento progressivo, durante os próximos dez anos.
Segundo os Verdes, o continente deve
ter, pelo menos, 300 guardas e vigilantes, "pelo que o reforço anual deve
ser de 50", até se atingir esse número, sendo que, referem, o corpo destes
profissionais tem atualmente 118 elementos, estando previsto um reforço de 30
elementos até final do ano.
Reclamam a concretização de um
levantamento exaustivo e "o mais real possível" da situação dos
habitats e espécies da fauna e da flora portuguesas.
No parecer enviado à Agência
Portuguesa do Ambiente (APA), o PEV critica o período escolhido para a consulta
pública do documento, coincidindo com a campanha para as eleições autárquicas,
transmite dúvidas acerca da "verdadeira eficácia" do documento, já
que "a primeira versão, em vigor desde 2001, foi implementada de forma
muito deficitária", e refere que esta revisão "peca por tardia",
tendo sete anos de atraso.
Os Verdes apontam a necessidade de um
reforço de medidas para aumento da biodiversidade, de um plano de ação para a
redução das mortes da fauna por atropelamento nas estradas portuguesas e de
encontrar forma de travar a monocultura florestal nas áreas protegidas.
Fonte: DN/LUSA
terça-feira, 19 de setembro de 2017
Ambiente,
Vigilantes da Natureza
Campismo selvagem não é o mesmo que selvajaria
Campismo selvagem
Sempre associei o campismo selvagem às pessoas que amam a Natureza e adoram viver momentos únicos em locais de grande beleza. Considerava estes campistas como uns verdadeiros ecologistas, que viviam na Natureza sem o conforto a que estamos habituados a usufruir no dia a dia!
Pura ilusão! Enorme desilusão!
Ao percorrer a costa portuguesa deparei com imensos campistas selvagens, que praticam autênticos actos de selvajaria, por onde passam deixam um rasto de destruição e de imundice, brinda-nos com montanhas de lixo, muitos com algum requinte, o que demonstra o seu alto civismo, pasmem! Alguns dos inúmeros sacos cheios de lixo que deixam no local onde pernoitaram estão atados, o que demonstra a sua enorme preocupação ambiental e o enorme gosto pela Natureza, devem pensar que alguém tem a obrigação de recolher o seu lixo porque ele como campista selvagem tem uma imagem a manter, ou seja, praticar selvajaria!
Quando os Vigilantes da Natureza deparam com os campistas selvagens, os verdadeiros, estes compreendem que não é permitido acampar em espaços selvagens e saem livremente e com a preocupação de não deixarem vestígios da sua presença, quando deparam com os praticantes de selvajaria a situação fica mas complicada para além de não acatarem o que lhes é pedido, ainda consideram normal deixarem espalhado o lixo que produziram. Para além disso consideram a contraordenação uma afronta aos seus direitos cívicos. Como a maioria destes cidadãos são estrangeiros o pagamento da coima nunca é efetuado, com os nacionais acontece precisamente o mesmo devido à demora da instrução dos processos, motivado pelo escasso número de juristas a desempenhar funções no ICNF - Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.
Está na altura da situação mudar, quem ama a Natureza sabe respeita-la e sabe que a sua liberdade termina quando as suas acções prejudicam os outros cidadãos e o equilíbrio existente na vida selvagem.
APGVN
sexta-feira, 15 de setembro de 2017
Vigilantes da Natureza
São tão poucos e fazem tanto pela Natureza!
Os 118 Vigilantes da Natureza a desempenhar funções no ICNF -
Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, efetuam vigilância,
fiscalização e monitorização na RNAP - Rede Nacional de Áreas Protegidas, em
território continental, que ocupa uma área de 791 895,1 ha, contabilizando área
marinha (53 621,3 ha) e área terrestre, o que representa cerca de 8% da área
total do nosso território continental.
Os Vigilantes da Natureza exercem na sua atividade diária fiscalização no
âmbito da Rede Natura 2000 em Portugal continental, num território que totaliza
39 781,00 Km².
A área classificada por estes dois regimes totaliza cerca de 22% do
território terrestre continental. A este valor acrescem cerca de 2 940 893
hectares de área marinha classificada e 530 mil hectares dos Perímetros
florestais, aos quais devemos somar 20.000 km2 do território onde os
Vigilantes da Natureza efetuam a avaliação de prejuízos atribuídos ao lobo.
Tabela com o número de Vigilantes da Natureza do ICNF ao longo dos anos:
|
ANO
|
VIGILANTES DA NATUREZA ICNF
|
|
1988
|
134
|
|
1995
|
154
|
|
1999
|
188
|
|
2002
|
155
|
|
2004
|
147
|
|
2013
|
122
|
|
2017
|
118
|
O cenário de falta de Vigilantes da
Natureza é tão grave que na APA - Agência Portuguesa do Ambiente exercem
funções apenas 27 Vigilantes da Natureza e nas CCDR - Comissões de Coordenação
e Desenvolvimento Regional existem somente 13 Vigilantes da Natureza. Estes
Vigilantes da Natureza exercem funções em todo o território nacional, APA I.P., enquanto autoridade Nacional
para os Resíduos e Recursos Hídricos entre outros e nas CCDR’s com competência
regional ao nível de resíduos, e ordenamento do território.
Nas Regiões Autónomas
os valorosos Vigilantes da Natureza são em número muito escasso, na Madeira o
efetivo é constituído por 38 profissionais e nos Açores por somente 33.
Os Vigilantes da Natureza são sem qualquer tipo de dúvida um
pilar fundamental não só para a Conservação da Natureza, mas também para o
desenvolvimento sustentável das regiões, principalmente no âmbito ecológico,
económico e social, com o seu contributo rompeu-se com o anterior paradigma de
gestão das áreas protegidas onde se defendia a ideia de isolamento dos locais a
proteger e de interdição às atividades humanas. Devido à sua ação e cooperação
com as populações, estas sentem-se mais próximas do património natural e
cultural, sendo cada vez mais evidente o seu papel como agentes educadores da sociedade.
APGVN
quarta-feira, 6 de setembro de 2017
Congressos,
Vigilantes da Natureza
O Presidente da ERF – European Ranger Federation em Portugal
Frank Gruetz estará em Portugal na Conferência da EUROPARC
de 06 a 10 de setembro de 2017.
A Federação EUROPARC é a rede
para o património natural e cultural da Europa. Fundada em Basileia, no ano de
1973, o seu trabalho tem por base a melhoria da gestão das Áreas Protegidas na
Europa através da cooperação internacional, o intercâmbio de ideias e
experiências, e influenciando a política.
Com sede em Regensburg
(Alemanha), escritório em Bruxelas (Bélgica) e com membros ativos e seções em
toda a Europa, a EUROPARC procura apoiar os seus membros na conservação das
Áreas Protegidas europeias. A Federação EUROPARC dedica-se à conservação da
natureza e ao desenvolvimento sustentável da biodiversidade da Europa,
promovendo a paisagem holística nas diversas abordagens da sua gestão.
Muitos projetos e programas foram
implementados e concluídos desde que a Federação EUROPARC iniciou a sua
atividade. A Federação tem contribuído significativamente para aumentar a
consciência pública sobre Áreas Protegidas e estimular políticas europeias de
conservação da natureza.
Atualmente, a EUROPARC representa
centenas de entidades responsáveis e milhares de Áreas Protegidas em 36 países,
e é reconhecida em todo o mundo como uma rede profissional de Áreas Protegidas
europeias. A EUROPARC está atenta aos desafios atuais e futuros que a natureza
enfrenta e todos têm uma palavra a dizer.
A Conferência EUROPARC é um
evento europeu com um enfoque internacional, que reúne vários especialistas em
torno de questões temáticas relacionadas com a conservação da natureza e do
património cultural, bem como a gestão sustentável de todas as atividades
dentro de áreas protegidas e classificadas. O evento acontece em Portugal, de 6
a 10 de setembro, numa área geográfica de enorme valor ambiental e cultural,
composto por Arouca, Castelo de Paiva, Castro Daire, Cinfães, S. Pedro do Sul,
Sever do Vouga e Vale de Cambra.
O tema para o evento é Novas
Vozes, Novas Visões, Novos Valores para as Pessoas e Natureza na Europa e irá
centrar o debate sobre o papel das áreas protegidas como territórios modelo
para promover um desenvolvimento socialmente mais inclusivo, ambientalmente
saudável e economicamente justo para todos.
O nosso Presidente estará como moderador no Workshop
intitulado: OS NOVOS “RANGERS” DOS PARQUES – DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS
PARA EQUIPAS DE VIGILANTES DA NATUREZA MAIS EFICAZES
Por todo o mundo, os Park Rangers
(Vigilantes da Natureza) aparecem na linha da frente no que diz respeito à
conservação da natureza. Eles são o rosto e os embaixadores dos seus Parques
junto do público. A variedade de tarefas e deveres dos Park Rangers é muito
ampla, desde patrulhar e manter a ordem até à educação ambiental, monitorização
da fauna selvagem e gestão dos recursos. Tal como as tarefas dos Park Rangers
na Europa que são bastante amplas, também os programas de formação dos Park Rangers
nos diferentes países da Europa vão variando. Iremos examinar alguns programas
de formação para Park Rangers e abordagens na Europa, realçando as competências
e standards necessários para um “novo” Park Ranger.
APGVN
terça-feira, 5 de setembro de 2017
Vigilantes da Natureza
Uns têm quase tudo e outros praticamente nada!
A recuperação dos animais selvagens
feridos ou debilitados tem como finalidade principal contribuir para a Conservação
da Natureza.
Muitas vezes cidadãos
responsáveis e conscientes encontram animais selvagens feridos ou debilitados e
não sabem exatamente o que fazer, a primeira reação é procurar na internet por
entidades que possam auxiliar. Algumas das Organização Governamentais ligadas
ao Ambiente e as próprias Organizações Não-governamentais de Ambiente
aconselham as pessoas a contactar ou com a GNR ou com o ICNF, no entanto os
cidadãos desesperam com a quantidade de telefonemas que têm que efetuar para
falar com o serviço responsável e muitas vezes ou não conseguem contactar com
ninguém, principalmente ao fim de semana quando ligam para o ICNF (só os
Vigilantes da Natureza trabalham ao fim de semana e como estão no terreno
ninguém atende na sede), ou obtêm uma resposta negativa por parte da GNR se o
animal ferido ou debilitado não pertencer a uma espécie ameaçada. A resposta mais
comum por parte dos serviços da GNR é que “esse procedimento é da responsabilidade
dos Vigilantes da Natureza”, o que para nós é motivo de orgulho!
A solução que muitos dos cidadãos
encontram é ligar para a APGVN - Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da
Natureza, que é uma associação profissional e de defesa do ambiente, que nunca
se nega a ajudar! São inúmeros os lamentos dos cidadãos, que indignados
declaram não compreender a posição da GNR em se recusar a efetuar a recolha de animais
de espécies não ameaçadas, ou seja, o que não é notícia!
Atenção não somos nós, Vigilantes
da Natureza, que o afirmamos, são os factos incontornáveis e as dezenas de
telefonemas que os dirigentes da APGVN recebem diariamente, principalmente ao
fim de semana, com pedidos de ajuda!
Para os Vigilantes da Natureza
todos os animais são importantes e têm o seu papel na Natureza.
A GNR tem os meios e o número de
efetivos que nos são negados, e que solicitamos constantemente, sendo
sistematicamente ignorados. À GNR são fornecidas viaturas equipadas com sistema
de transporte adaptado a animais, com sistema de refrigeração e com o material
necessário à captura dos animais feridos ou debilitados e os Vigilantes da
Natureza fazem a recolha, os primeiros socorros, quando necessário, com
material improvisado e efetuam o transporte no próprio habitáculo da viatura
que conduzem.
Enquanto uns têm quase tudo
faltando-lhes apenas o amor e dedicação à Natureza aos outros falta-lhes os
meios e as condições necessárias para um mais eficaz desempenho da profissão a
que dedicam a sua vida!
APGVN – Associação Portuguesa
de Guardas e Vigilantes da Natureza
terça-feira, 29 de agosto de 2017
Vigilantes da Natureza
Vigilantes da Natureza no Algarve protegem a vida selvagem
Os Vigilantes da Natureza escasseiam e os meios à sua disposição não são os melhores, mas a sua determinação e profissionalismo supera todas as dificuldades que têm que enfrentar.
Os Vigilantes da Natureza são uma presença permanente na Natureza, protegem as paisagens e as áreas classificadas, tudo fazem para garantir a salvaguarda da fauna e flora silvestres, efetuando monitorização ambiental, de espécies e habitats, colaboram ativamente em estudos científicos, efetuam uma fiscalização e vigilância constante e aplicam as medidas preventivas e repressivas necessárias.
Nestes últimos dias os Vigilantes da Natureza do Parque Natural da Ria Formosa – Departamento da Conservação da Natureza e Florestas do Algarve, recolheram e entregaram no Centro de Recuperação de Aves da Quinta de Marim, seis gaivotas de patas-amarelas, um açor e um gavião.
APGVN
Fotos: Silvério Lopes
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Vigilantes da Natureza
Faltam meios para os 229 Vigilantes da Natureza Portugueses
Na segunda-feira celebrou-se o Dia Mundial do Vigilante da
Natureza. Em Portugal, há 229 vigilantes da natureza que fazem de tudo um
pouco, desde ajudar em censos de espécies selvagens até a identificar
fontes poluidoras. A falta de meios é um dos maiores desafios à profissão,
contaram à Wilder.
Hoje há 229 Vigilantes da Natureza em Portugal,
segundo a Associação Portuguesa dos Guardas e Vigilantes da Natureza (APGVN).
Estas equipas estão distribuídas pelo Instituto da Conservação da Natureza
e das Florestas (118), pela Agência Portuguesa do Ambiente (27), Comissões de
Coordenação e Desenvolvimento Regional (13), Região Autónoma da Madeira (38) e
pela Região Autónoma dos Açores (33).
Nos seus patrulhamentos vigiam, fiscalizam e monitorizam o
Ambiente, intervindo no domínio hídrico, património natural e conservação
da natureza.
A lista daquilo que fazem é extensa. Monitorizam espécies
selvagens e habitats, em especial aves migratórias e participam em censos
populacionais, como foi o caso do Censo de Garajaus 2017, que aconteceu em
Julho passado, um projecto coordenado pela Direção Regional dos Assuntos do Mar
(DRAM) dos Açores, em parceria e com o apoio dos Serviços de Ambiente e dos
Parques Naturais de Ilha.
Além disso ajudam a recuperar a fauna selvagem – como a
tartaruga-boba (Caretta caretta) juvenil que arrojou no início de Junho na
praia do Porto Pim e que foi resgatada pelos vigilantes da Natureza do Parque
Natural do Faial – e a controlar o tráfico de espécies, fiscalizam resíduos e
avaliam o seu estado de perigosidade, fazem a inventariação de fontes
poluidoras e monitorizam a qualidade das águas, colaboram na reintrodução de
espécies ameaçadas como o lince-ibérico, por exemplo.
“Os Vigilantes da Natureza são uma presença permanente na
Natureza, protegem as paisagens e as áreas classificadas, tudo fazem para
garantir a salvaguarda da fauna e flora silvestres”, explicou à
Wilder Francisco Correia, presidente da APGVN.
Este responsável salientou ainda que “os Vigilantes da
Natureza são pessoal de terreno mas não têm como missão exclusivamente a
proteção da Natureza e da Biodiversidade, orientando o seu desempenho também
para servir as comunidades locais e a sociedade em geral”. “Devido à sua ação e
cooperação com as populações, estas sentem-se mais próximas do património
natural e cultural”, acrescentou.
Actualmente, a falta de meios é um dos maiores desafios à
profissão, segundo este responsável. No terreno há “falta de meios operacionais
para o exercício das suas funções, com especial incidência nas viaturas, meios
informáticos e de comunicação”.
Para Francisco Correia, “o número de efetivos
existentes em território nacional atingiu um patamar muito preocupante”. Para
solucionar esta situação, o responsável defende a adopção urgente “de medidas
extraordinárias de descongelamento de vagas para a carreira de Vigilante da
Natureza e a abertura dos respetivos procedimentos de concurso”. Ainda que a
dimensão dos países seja maior que a de Portugal, Francisco Correia salienta
que “o efetivo de Vigilantes da Natureza em Espanha é de 6.000 agentes” e que
“o Corpo Nacional de Vigilantes da Natureza em Itália é constituído por
8500 profissionais”.
Este problema já tinha sido denunciado em Maio, por ocasião
do Dia Europeu dos Parques Nacionais. Em declarações à agência Lusa,
citadas pelo Diário de Notícias, Francisco Correia defendeu a necessidade
urgente de “haver um reforço de pessoas no terreno”. “Recordo que o
Governo abriu há poucos meses um concurso de admissão de 20 guardas, quando o
Orçamento do Estado para este ano previa pelo menos 50”, disse então à Lusa.
Outro desafio identificado à Wilder é a formação
contínua dos vigilantes da natureza e a “criação de um estabelecimento de
formação para estes profissionais não é uma solução descabida”. “A formação
contínua dos Vigilantes da Natureza é primordial para elevar os níveis
culturais e conhecimentos técnicos para que se possa dar resposta à
complexidade crescente que é a conservação da natureza e da biodiversidade”.
Além disso, “a ampliação da superfície a fiscalizar verificada nos últimos
anos origina a necessidade de melhorar o funcionamento e a monitorização desses
locais”.
Francisco Correia identificou ainda a falta de
reconhecimento dos decisores em relação ao Corpo Nacional de Vigilantes da
Natureza que, a partir de 1999, sofreu “uma diminuição de efetivos que se
tornou preocupante”. Assim, o responsável pede a “aprovação e republicação
desta carreira como carreira especial” e uma “atualização do conteúdo funcional
da mesma”, no sentido de ser considerada um órgão de polícia criminal
e agente de proteção civil.
Fonte: Helena Geraldes, WILDER
http://www.wilder.pt/historias/faltam-meios-para-os-229-vigilantes-da-natureza-portugueses
quarta-feira, 26 de julho de 2017
Vigilantes da Natureza
DIA MUNDIAL DO VIGILANTE DA NATUREZA (PARK RANGERS)
DIA MUNDIAL DO VIGILANTE DA NATUREZA (Park Rangers)
31 DE JULHO 2017
No Dia Mundial dos Vigilantes da Natureza recordam-se os companheiros mortos e feridos no cumprimento do dever e celebra-se com orgulho, o empenho de todos os Vigilantes da Natureza para proteger os tesouros naturais e culturais do mundo.
O Dia Mundial do Vigilante da Natureza celebra-se anualmente a 31 de julho e é comemorado por todas as associações federadas na IRF - International Ranger Federation, pela The Thin Green Line (fundação pertencente à IRF que tem como missão dar apoio aos Vigilantes da Natureza e aos seus familiares) e por organizações não-governamentais de defesa do ambiente, por escolas, universidades e pessoas a nível individual que apoiam o trabalho dos Vigilantes da Natureza na proteção da Natureza em todo o mundo.
No dia 31 de Julho, faremos uma pequena pausa, no nosso trabalho diário, de reflexão sobre o sacrifício que fazem os Vigilantes da Natureza na proteção da Natureza, para recordar os companheiros que faleceram no exercício das suas funções e refletir sobre a coragem de quem assumiu a continuidade do seu trabalho.
Este ano é especial porque celebramos o 25.º aniversário da IRF, é também uma comemoração de reconhecimento pelo trabalho e desempenho de todos os companheiros que estiveram na formação da IRF e por quem tem mantido o seu ininterrupto funcionamento, devido à sua dedicação os Vigilantes da Natureza de todo o mundo são ouvidos a uma única voz.
Por favor veja os vídeos:
1. Sean Willmore’s World Ranger Day video, link: https://www.youtube.com/watch?time_continue=3&v=XByI6QVNcIs
4. Online World Ranger Day Event Hosting Application. link: http://www.internationalrangers.org/event-application/
quarta-feira, 7 de junho de 2017
Ambiente,
Vigilantes da Natureza
Tartaruga salva pelos Vigilantes da Natureza do Faial
Uma tartaruga-boba (Caretta
caretta) juvenil arrojou esta segunda-feira na praia do Porto Pim, tendo
sido resgatada pelo corpo de Vigilantes da Natureza do Parque Natural do Faial.
A tartaruga-boba está incluída na Lista Vermelha do IUCN -
International Union for Conservation of Nature, com o estatuto de conservação
“ameaçada”, e também no Apêndice I da CITES - Convention on International Trade
in Endangered Species.
Este animal, que pode viver cerca de 100 anos, passa a sua
juventude no Atlântico Norte, antes de regressar à costa oeste do continente
americano para reprodução.
Nesta altura do ano é frequente arrojarem tartarugas-bobas
juvenis devido aos ventos fortes que se fazem sentir.
Fonte: Ana Carvalho Melo /Açoriano Oriental
Áreas Protegidas,
Vigilantes da Natureza
Parques naturais: Vigilantes da Natureza pedem mais meios
Dia Europeu dos Parques Nacionais
assinala-se nesta quarta-feira. Governo garante que, até Julho, haverá mais 20
profissionais.
A Associação Portuguesa de Guardas e
Vigilantes da Natureza voltou nesta terça-feira a alertar para a falta de
pessoal nos parques naturais e a defender campanhas de sensibilização para
turistas, enquanto o Governo garante que, até Julho, haverá mais 20
profissionais.
PUB
Francisco Correia, que falava à agência
Lusa a propósito do Dia Europeu dos Parques Nacionais, que se assinala na
quarta-feira, lembrou que em Portugal existem 120 vigilantes da natureza, um
número insuficiente para cobrir o território.
De acordo com o presidente da Associação
Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza (APGVN), é “urgente haver um
reforço de pessoas no terreno”: “Recordo que o Governo abriu há poucos meses um
concurso de admissão de 20 guardas, quando o Orçamento do Estado para este ano
previa pelo menos 50. Já estamos a meio de maio e não aconteceu nada.”
A secretária de Estado do Ordenamento do
Território e da Conservação da Natureza, Célia Ramos, esclareceu que os
primeiros novos 20 vigilantes deverão entrar em funções até Julho e os
procedimentos para os restantes 30 previstos vão avançar até ao final do ano.
No âmbito do “alargamento do Corpo de Vigilantes
da Natureza, colaboradores que vão entrar para os quadros do ICNF [Instituto da
Conservação da Natureza e Florestas], está a decorrer o concurso para 20, como
tínhamos perspetivado, se bem que na lei do Orçamento do Estado (OE) estejam
previstos 50, e até final do ano queremos lançar os procedimentos para os 30
restantes”, disse a responsável à agência Lusa.
Concurso contestado
Para Francisco Correia, os procedimentos
da abertura de um concurso para 20 vigilantes representam uma despesa enorme.
“Por isso não percebemos porque é que a formação não é dada logo aos 50 formandos
previstos de uma só vez, evitando mais despesas”, salientou.
A abertura de concurso para novos
vigilantes da Natureza foi publicada em Diário da República em Fevereiro, sendo
mencionado que a abertura de 20 postos de trabalho na carreira de Vigilante da
Natureza está prevista no mapa de pessoal de 2017 do ICNF.
“Logo podemos concluir que não existirá
mais nenhum concurso de admissão de novos Vigilantes da Natureza”, disse.
A secretária de Estado explica que, quando foi aprovado o OE, já tinham processos burocráticos em curso e por isso avançaram com os 20, que deverão ser colocados “nas áreas que estavam mais deficitárias”, nomeadamente em parques no Tejo e Douro Internacional, Alentejo e Algarve.
A secretária de Estado explica que, quando foi aprovado o OE, já tinham processos burocráticos em curso e por isso avançaram com os 20, que deverão ser colocados “nas áreas que estavam mais deficitárias”, nomeadamente em parques no Tejo e Douro Internacional, Alentejo e Algarve.
Francisco Correia defendeu também que
devem ser feitas campanhas de sensibilização para que as pessoas respeitem a
natureza. “Todos os anos verificamos que as pessoas destroem, largam lixo nos
parques naturais. Por isso, defendemos mais sensibilização”, concluiu.
O melhor do
Público no email
Subscreva
gratuitamente as newsletters e receba o melhor da actualidade e os trabalhos
mais profundos do Público.
A secretária de Estado da Conservação da
Natureza concorda e, apesar de referir que, “cada vez mais as pessoas que fazem
atividades nos parques naturais são amigas da natureza e do ambiente”, defendeu
que “saber não ocupa espaço e divulgar nunca é demais”.
Para Célia Ramos, ao mesmo tempo que se
criam condições para que a realização de visitas ou percursos, por exemplo no
interior, deve ser feita sensibilização para a necessidade de adotar os
comportamentos corretos.
Não deixar lixo na natureza é uma regra
essencial, por exemplo, mas também tentar não ser responsável por impactos
nefastos e, no litoral, utilizar os percursos definidos para defender os
sistemas dunares, dos mais vulneráveis na natureza.
Fonte: LUSA
terça-feira, 25 de abril de 2017
Vigilantes da Natureza
Marta Guerreiro destaca importância dos Vigilantes da Natureza
Marta Guerreiro destaca importância dos Vigilantes da Natureza na
Conservação do Ambiente
A Secretária Regional da Energia,
Ambiente e Turismo afirmou, esta manhã, que os Vigilantes da Natureza são os
principais agentes na manutenção da qualidade ambiental característica do
arquipélago, adiantando que, ainda este ano, será aberto um concurso para a
admissão de mais ativos desta área.
“Ainda este ano, contamos abrir
concurso para a admissão de mais Vigilantes da Natureza para São Miguel e, em
2018, reforçaremos os efetivos nas ilhas Terceira e São Jorge, suprindo as
necessidades identificadas e estabilizando este corpo operativo acima das
quatro dezenas de efetivos em toda a Região”, garantiu Marta Guerreiro, que
falava na sessão de abertura do 3º Encontro Regional de Vigilantes da Natureza,
que está a decorrer até amanhã em São Miguel.
Segundo a Secretária Regional,
estes são “os primeiros agentes de deteção e resolução dos pequenos problemas
ambientais que ainda ocorrem na Região, ao mesmo tempo que desempenham ações de
recuperação de habitats ou espécies, atividades de sensibilização ambiental e
prestação de informações aos turistas sobre o património ambiental, o que faz
com que este encontro regional seja mais um momento de aposta na formação e
promoção da troca de experiências entre os profissionais”.
Marta Guerreiro salientou que o
Governo dos Açores tem assumido uma opção clara de investimento na sua
capacitação e equipamento, destacando a aquisição de quatro viaturas elétricas
para os Parques Naturais de Santa Maria, São Miguel, São Jorge e Flores,
estando a decorrer os procedimentos para a novas quatro viaturas destinadas aos
Parques Naturais da Terceira, Graciosa, Faial e Pico.
“Este é apenas um pequeno passo,
no quadro da estratégia de desenvolvimento sustentável que estamos a
implementar nos Açores”, reforçou a titular da pasta do ambiente.
“Com Serviços de Ambiente
apoiados por um corpo de Vigilantes da Natureza empenhado e tecnicamente
habilitado, a Região está, certamente, melhor preparada para enfrentar os novos
problemas e desafios que a gestão e conservação da natureza e a preservação da
qualidade ambiental impõem”, afirmou Marta Guerreiro.
Em termos de salvaguarda do
património ambiental, destacam-se, atualmente, 123 áreas protegidas, integradas
nos 9 Parques Naturais de Ilha, com uma área total de 180.247 hectares, dos
quais 56.066 hectares de área terrestre, o que corresponde a cerca de um quarto
do território emerso do arquipélago.
Fonte: Rádio Atlântida
Vigilantes da Natureza
Vigilantes da Natureza recolhem dados para definir carga turística
Vigilantes da Natureza recolhem
dados para definir carga turística nos monumentos naturais dos Açores
Os Vigilantes da Natureza estão a
proceder nos Açores, na sequência do incremento do turismo, à recolha de dados
para definir a melhor carga turística em cada zona protegida, por forma a
salvaguardar o ambiente.
“Nos últimos três anos,
temos tentado aumentar a fiscalização no terreno devido ao aumento da pressão
turística, principalmente aos fins de semana, tentando ter uma fiscalização ‘in
loco’, a par da recolha de dados, todos os anos, para determinar a melhor carga
turística em cada zona protegida”, declarou aos jornalistas Kenny Alves,
porta-voz dos Vigilantes da Natureza nos Açores.
O Vigilante da Natureza, que
falava em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, à margem do III Encontro
Regional dos Vigilantes da Natureza, declarou que estes profissionais têm sido
confrontados com o “abandono de resíduos” em espaços naturais, mas
salvaguardou, contudo, que os turistas estão “bastante sensibilizados” para as
questões ambientais.
Kenny Alves considerou ser
“positivo ter mais Vigilantes da Natureza”, nomeadamente duas equipas,
constituídas por dois elementos cada, para cobrir mais área na ilha de São
Miguel, onde o cenário de depósito de resíduos tem “melhorado bastante”.
Kenny Alves afirmou que os
monumentos naturais da ilha de São Miguel que despertam maior preocupação são a
Ponta da Ferraria, nos Ginetes, Caldeira Velha, na Ribeira Grande, e a Gruta do
Carvão, em Ponta Delgada.
O Vigilante da Natureza disse
que, em termos de áreas protegidas, a Lagoa do Fogo, a que 170 pessoas acedem
diariamente, é uma das áreas “bastante procuradas”, a par das Sete Cidades e
Furnas.
Atualmente, os Açores têm 123
áreas protegidas integradas nos nove parques naturais de ilha.
A secretária regional da Energia,
Ambiente e Turismo, que interveio no III Encontro Regional dos Vigilantes da
Natureza, anunciou que, ainda em 2017, vai ser aberto concurso para a admissão
de mais Vigilantes da Natureza para São Miguel e, em 2018, serão reforçados os
efetivos nas ilhas Terceira e São Jorge.
“Atualmente, o Corpo de
Vigilantes da Natureza dos Açores é composto por 32 elementos, estando a
decorrer os procedimentos para a contratação de mais quatro: dois para o Pico,
um para as Flores e um para o Corvo, levando, finalmente, os Vigilantes da
Natureza a todas as ilhas e parques naturais”, declarou Marta Guerreiro.
A responsável pelo Ambiente
referiu que estão a decorrer, neste momento, os procedimentos para a aquisição,
ainda este ano, de mais quatro carrinhas elétricas para os parques naturais da
Terceira, Graciosa, Faial e Pico.
“Espera-se, ainda, que em 2018 o
programa de mobilidade elétrica seja estendido ao parque natural do Corvo e
contemple o reforço das ilhas de São Miguel, Terceira, Faial e Pico com mais
uma viatura cada”, disse.
Fonte: Açoriano Oriental
Vigilantes da Natureza
25 de Abril, no dia da LIBERDADE, libertaram-se aves
Hoje, dia 25 de abril comemora-se
o DIA DA LIBERDADE e na Freguesia do Carvalhal no Concelho de Grândola restituíram-se
à liberdade aves que foram recuperadas pela QUERCUS - Associação Nacional de
Conservação da Natureza.
A população do Carvalhal esteve
presente em grande número, tendo sido sensibilizada para a importância das aves
nos ecossistemas terrestres e marinhos, marcaram presença os dirigentes da
Junta de Freguesia do Carvalhal, representantes da Câmara Municipal de
Grândola, das autoridades policiais e os Presidentes da QUERCUS e da APGVN -
Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza.
APGVN
quarta-feira, 29 de março de 2017
Actividades,
Vigilantes da Natureza
Vigilantes da Natureza Juniores visitam Borboletário
Vigilantes da Natureza Juniores visitam o Borboletário de
São Domingos de Rana - Cascais.
Esta ação foi efetuada em
contexto de formação no âmbito do Projeto Vigilantes da Natureza Juniores.
O Borboletário, fica situado no
Parque Urbano da Quinta de Rana - Cascais, é um espaço dedicado à criação de
borboletas, onde é possível observar as diferentes fases do seu ciclo de vida:
ovos, lagartas, crisálidas e borboletas.
A estrutura do Borboletário é diferente,
é única, e remete visualmente para a imagem de um casulo em fase de
metamorfose. No seu interior encontra-se um jardim com espécies da flora autóctone, onde
é possível observar borboletas a voar livremente. O espaço integra ainda um
laboratório, cuja função é a criação dos ovos, das lagartas e das crisálidas.
Os Vigilantes da Natureza
Juniores tiveram a oportunidade de conhecer as espécies de borboletas que
existem na região de Cascais.
É um espaço onde se ensina a
biologia deste grupo de insetos e a sua ligação com as plantas, tendo proporcionando
aos Vigilantes da Natureza uma experiência única de observação e aprendizagem
que contribuiu para o despertar e interesse da Conservação da Natureza e
Biodiversidade.
Os Vigilantes da Natureza
Juniores efetuaram um ateliê pedagógico o que lhes permitiu identificar as
diferentes espécies de borboletas existentes no Borboletário.
O acompanhamento efetuado por
David Silva, funcionário da Cascais Ambiente, foi de extrema importância devido
à qualidade das explicações e informações prestadas.
APGVN
terça-feira, 21 de março de 2017
Vigilantes da Natureza
A APGVN nas comemorações do Dia Internacional das Florestas
A APGVN - Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza irá
efetuar uma palestra, hoje, dia 21 de março, no âmbito das comemorações do Dia
da Árvore e Dia Internacional das Florestas a convite do PAN - Pessoas, Animais
e Natureza.
A APGVN irá incidir a sua palestra no valioso contributo dos Vigilantes da
Natureza na preservação e conservação da natureza.
O evento irá realizar-se às 18h30m na sede do PAN - Pessoas, Animais e
Natureza na Avenida Almirante Reis, n.º 81 B, 1150-012 Lisboa.
APGVN
quinta-feira, 9 de março de 2017
Vigilantes da Natureza
Vigilantes da Natureza apreendem artes de pesca proibidas
Na sequência de uma operação de vigilância efetuada pelos Vigilantes da
Natureza a desempenhar funções na Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e
Vila Real de Santo António foi detetado um indivíduo a utilizar “narsas” (artes
de pesca proibida).
Nesta ação de vigilância e fiscalização os Vigilantes da Natureza contaram
com a valiosa colaboração da Polícia Marítima da Capitania de Vila Real de Santo António.
Ao infrator de nacionalidade espanhola foram apreendidas 5 narsas (artes de
pesca), uma embarcação e 4 Kg de camarinha (Palaemonetes varians).
A camarinha (Palaemonetes varians) foi devolvida ao seu
habitat natural.
A
camarinha, Palaemonetes varians, é um pequeno camarão carídeo com vasta
distribuição geográfica na Europa, especialmente em salinas e estuários do
Atlântico onde ocorre em grandes densidades.
APGVN
quarta-feira, 8 de março de 2017
Vigilantes da Natureza
DIA INTERNACIONAL DA MULHER, 8 de março
O dia 8 de março celebra a
conquista dos direitos civis e políticos das mulheres. É um dia para recordar
as mulheres que lutaram pela igualdade, mas …
Quando é que irá chegar o dia em
que não será necessário celebrar este dia? Quando é que se irá terminar com a
classificação dos seres humanos em categorias? Quando é que irão cessar as
violações dos direitos fundamentais de todos os seres humanos? Quando é que se erradica
para sempre a mutilação sexual feminina, a violência sexual e psicológica, as
desigualdades no trabalho e de acesso à educação?
O DIA DA MULHER é todos os dias!
APGVN
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Ambiente,
Vigilantes da Natureza
Comunicado de Imprensa da APGVN, Florestas
COMUNICADO DE IMPRENSA
A ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE
GUARDAS E VIGILANTES DA NATUREZA PEDE UMA RÁPIDA ATUAÇÃO DO GOVERNO NA DEFESA
DA FLORESTA
A nossa floresta, habitat de inúmeras espécies, purificador do ar
e da água, protetora do solo, reguladora do clima, geradora de emprego, encantadora
para os turistas e enriquecedora da gastronomia, está em risco!
A floresta é sem dúvida um dos maiores e mais importantes recursos
naturais do país e tem dado provas disso, onde outrora imperavam os carvalhos, os sobreiros e as azinheiras, os castanheiros,
as cerejeiras-brava, os loureiros, os teixos, as bétulas, os salgueiros, os
amieiros ou os freixos, predominam hoje os eucaliptos.
A plantação de novos
eucaliptais está a aumentar de forma galopante, de 1 de janeiro de 2017 até 23
de fevereiro de 2017 entraram na entidade competente aproximadamente 2000
pedidos de arborização, esmagadoramente de eucaliptos.
É urgente a alteração
do Decreto-Lei n.º 96/2013 de 19 de junho, antes que seja demasiado tarde para
a nossa floresta e para a biodiversidade associada.
É imprescindível o
estabelecimento de medidas de gestão sustentável da floresta e da promoção do
uso de espécies autóctones como opções economicamente viáveis.
A APGVN pede assim ao
Governo que altere a legislação atual referente a arborização e reflorestação
com urgência.
Alcochete,
23 de Fevereiro de 2017
Para
mais informações contactar:
Associação
Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza
Francisco
Correia 968 466 240
Subscrever:
Mensagens (Atom)




















