sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Aprovado Plano de Ordenamento do Parque Natural do Sudoeste Alentejano

   
Resolução do Conselho de Ministro que aprova o Plano de Ordenamento do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (POPNSACV).


    Esta Resolução procede à revisão do Plano de Ordenamento do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (POPNSACV), passando a ter em consideração a experiência acumulada com a sua aplicação, bem como o avanço do conhecimento científico sobre os valores naturais, paisagísticos e culturais em presença e a evolução do quadro legal de ordenamento das áreas protegidas.

Assim, pretende-se, em primeiro lugar, assegurar o desenvolvimento de uma correcta estratégia de conservação e gestão, que permita a concretização dos objectivos que presidiram à sua classificação como «parque natural».

Em segundo lugar, corresponder aos imperativos de conservação dos habitats naturais e da fauna e flora selvagens protegidas.

Em terceiro lugar, promover a conservação, a gestão e o controlo das espécies de aves protegidas, bem como dos respectivos habitats e das espécies de aves migratórias de ocorrência regular no território em causa.

Em quarto lugar, estabelecer uma regulação da ocupação do solo que promova a protecção e valorização dos valores naturais e, simultaneamente, o desenvolvimento das actividades humanas conducentes a um desenvolvimento sustentável e à melhoria da qualidade de vida das populações, tendo em conta os instrumentos de gestão territorial convergentes na área do Parque Natural.

Em quinto lugar, introduzir no Plano de Ordenamento as medidas de ordenamento e gestão relativas à área marinha sob jurisdição do Parque Natural.



Fonte: Comunicado do Conselho de Ministros de 27 de Janeiro de 2011

Aprovado Plano de Ordenamento do Parque Nacional da Peneda Gerês


    Resolução do Conselho de Ministros que aprova o Plano de Ordenamento do Parque Nacional da Peneda-Gerês (POPNPG).


    Esta Resolução aprova a revisão do Plano de Ordenamento do Parque Nacional da Peneda-Gerês (POPNPG), tendo em consideração a experiência acumulada ao longo da sua aplicação, bem como o avanço do conhecimento científico sobre os valores naturais, paisagísticos e culturais em presença e a evolução do quadro legal de ordenamento das áreas protegidas, no qual se destaca o Plano Sectorial da Rede Natura 2000, cujas orientações de gestão importa consagrar.

O Parque Nacional da Peneda-Gerês, criado em 1971, foi a primeira área protegida do nosso País e é a única com o estatuto de parque nacional, reconhecido internacionalmente com idêntica qualificação, desde a sua criação, por parte da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), devido à riqueza do seu património natural e cultural.

A revisão deste plano de ordenamento tem também como objectivo a mais eficaz salvaguarda dos recursos e valores naturais existentes e assegurar a compatibilização entre a protecção destes recursos e as actividades humanas desenvolvidas nas áreas em causa.

Assim, em primeiro lugar, introduzem-se regimes de diferenciação positiva dos residentes no Parque. Passa a ser permitido aos residentes, mesmo em áreas de protecção total, o pastoreio tradicional, práticas tradicionais de apicultura, de roça de mato, de corte e apanha de lenha e de recolha de frutos e cogumelos silvestres, bem como a circulação e a visitação.

Em segundo lugar, o Plano consagra uma melhor definição das áreas sujeitas a regimes de protecção e das áreas que, por integrarem perímetros urbanos, a eles não estão sujeitas.

Em terceiro lugar, é aumentado o regime de protecção das áreas de mais elevada relevância ambiental, através, nomeadamente, de um melhor e mais abrangente zonamento das áreas de protecção total.

Em quarto lugar, são simplificados os procedimentos de autorização e de emissão de parecer pelo Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, em especial dos procedimentos de controlo prévio das operações urbanísticas.

Finalmente, são melhoradas as condições de visita da área do Parque Nacional da Peneda-Gerês e as condições de acolhimento dos visitantes através, nomeadamente, da regulação das Portas do Parque Nacional da Peneda Gerês, concebidas como estruturas-âncora na gestão e dinamização da visitação no território envolvente.

Fonte: Comunicado do Conselho de Ministros de 27 de Janeiro de 2011

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Mensagem para os Companheiros Vigilantes da Natureza do ICNB!


    A Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza (APGVN) leva ao conhecimento dos Vigilantes da Natureza que desempenham funções no Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), que fez tudo o que lhe competia para que a reunião de trabalho proposta pelo Presidente do ICNB com os Vigilantes da Natureza se realiza-se na data prevista e anunciada, ou seja, em 10 de Janeiro de 2011. A reunião foi adiada para 31 de Janeiro de 2011, pelo Presidente do ICNB. Aproxima-se a nova data proposta e até ao momento nada nos foi comunicado sobre o assunto. Lamentamos a situação e informamos que a APGVN não tem qualquer responsabilidade na organização da agendada reunião.




APGVN

3 Protectores de los Gorilas muertos en emboscada - Parque Nacional Virunga


    Una patrulla de vigilancia cae en una emboscada y mueren 3 Guardaparques. También junto a ellos, perecen 5 soldados del Ejército Nacional del Congo que estaban prestando apoyo a la misión.

Hubieron disparos pesados producidos por una banda desconocida, con el lanzamiento de un tiro de Bazuca que impactó en la camioneta donde se desplazaban las victimas (a solo 1 km de la entrada del Parque Nacional Virunga).

Guardaparques asesinados:
1. Agustín Shamukungu

2. Yalala Bateterana

3. Magombani (Conductor)
Adaptado del comunicado del Guardaparque Jobogo Mirindi desde el Parque Nacional de Virunga - Congo.


A patrol team of rangers has fallen into an ambush and 3 rangers died. Also 5 soldier from Congo National Army working in a joint patrol died too in the ambush.
Heavy shots occurred by an unknown gang, launching a rocket on the pick up, at 1 km at the Virunga National Park entrance.

Fallen Rangers Names:

1. Augustin Shamukungu

2. Yalala Bateterana

3. Magombani (Driver)

We are deeply saddened to announce the death of eight of our colleagues in a violent attack on one of our vehicles at 6am this morning. 3 were rangers and 5 were soldiers with whom we were working. The vehicle was deploying the men along a road that goes through the centre of the park, so that the public can travel safely through this area that has been very insecure as a result of the presence of illegal armed groups. The attack took place just next to the site where a UN peace keeper was killed last year.


All the signs indicate that the assailants were from an FDLR unit that is camped in the park. We’ve had reports of over 700 FDLR combatants coming into the park in recent days. They are extremely hostile towards ICCN ever since we started to stop the forest destruction for charcoal, an illegal industry from which they were making significant revenue.

I am in Rwindi with Rodrigue. The eight rangers will be buried at Mai ya Moto, our burial site where we honor those who have died in our efforts to protect the park. Our thoughts are with the families of the deceased and with the wounded in hospital.

Fonte: Guardaparques

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

XVI Encontro Nacional de Vigilantes da Natureza irá realizar-se em Março!


     A Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza (APGVN) vai realizar o XVI Encontro Nacional de Vigilantes da Natureza e as X Jornadas Técnicas, entre os dias 4 e 6 de Março de 2011, no Parque Biológico de Gaia. O tema principal deste evento será: “O PAPEL DOS VIGILANTES DA NATUREZA NA PRESERVAÇÃO DO PATRIMÓNIO NATURAL E CULTURAL”.


Os objectivos gerais deste Encontro Nacional centram-se na difusão do trabalho dos Vigilantes da Natureza em prol da conservação da natureza e da diversidade biológica do país, para benefício das actuais e futuras gerações. Tem também como finalidade encontrar soluções criativas e inovadoras que proporcionem o melhoramento da sua acção no terreno, nomeadamente na aquisição de conhecimentos que possibilitem a valorização do seu papel como agentes educadores na área do património natural e cultural.

Contamos com a participação de todos os que, tal como nós, amam a NATUREZA.

APGVN

Parque Natural do Douro Internacional permanece sem Vigilantes da Natureza

  
       Douro Internacional obrigado a reduzir monitorização de espécies e educação ambiental.


A falta de Vigilantes da Natureza no Parque Natural do Douro Internacional está a obrigar a área protegida a reduzir a monitorização de espécies e habitats, bem como as acções de educação ambiental. O ICNB espera colocar dois Vigilantes da Natureza no parque “dentro de pouco tempo”.

Considerado um santuário para a avifauna da Península Ibérica, este parque natural, criado em 1998 e com mais de 85 mil hectares, está sem Vigilantes da Natureza desde Outubro de 2009. De momento tem sete funcionários (quatro técnicos e três administrativos).

Onde a falta de Vigilantes da Natureza está a ser mais sentida é nos trabalhos técnicos e de educação ambiental. De acordo com o ICNB, foram “fortemente reduzidas” as acções de monitorização de habitats e de espécies – na qual os Vigilantes da Natureza tinham um papel muito importante – e as acções de educação ambiental.

Segundo o gabinete de assessoria do Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), a vigilância e fiscalização do parque natural estão a ser garantidas pelo Sepna, serviço de protecção da natureza da GNR. Além disso, o instituto está a deslocar equipas de Vigilantes da Natureza dos parques naturais do Alvão e Montesinho, cada uma responsável por uma semana por mês no Douro Internacional.

Inicialmente estavam previstos oito Vigilantes da Natureza para a área protegida. Mas esse número nunca chegou a ser atingido. 2002 foi o ano em que a área protegida teve mais Vigilantes da Natureza, chegando a ter seis funcionários durante meio ano. Desde então, o número tem vindo a diminuir, chegando aos dois Vigilantes da Natureza em 2009.

ICNB espera colocar dois Vigilantes da Natureza na área protegida

Esta terça-feira numa visita a Alfândega da Fé, o presidente do ICNB, Tito Rosa, confirmou que o parque está a funcionar sem Vigilantes da Natureza. “Os últimos dois (vigilantes) que lá estavam saíram, um porque se reformou e outro pediu licença sem vencimento”.

A situação deverá ser resolvida “dentro de pouco tempo”, disse, citado pela agência Lusa. Tito Rosa espera colocar no Douro Internacional um dos Vigilantes da Natureza existente no recrutamento do concurso aberto a nível nacional e um segundo por transferência.

A ausência de Vigilantes da Natureza é um problema que foi denunciado há mais de um ano, a 14 de Janeiro de 2010, pelo Bloco de Esquerda e CDS-PP, partidos que pediram explicações ao Ministério do Ambiente. Depois, em Outubro de 2010, foi a vez dos presidentes de Câmara de Miranda do Douro, Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta e Figueira de Castelo Rodrigo. Estes escreveram uma carta à ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, a denunciar a falta de recursos humanos no parque.

Ministra lembrou que conservação da natureza é uma das prioridades do ministério.

A 10 de Novembro, a ministra do Ambiente disse nas comissões de Orçamento e Finanças e do Ambiente que a conservação da natureza se mantém na lista de prioridades do ministério. Para tentar resolver o problema de falta de técnicos, Dulce Pássaro revelou, então, que pretende “dotar o Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade de mais meios de transporte, de dispositivos de prevenção de fogos em primeira linha e reforçar os quadros de pessoal”. “Vamos esforçar-nos por dotar algumas áreas com mais pessoas”, como é o caso dos Vigilantes da Natureza. Actualmente existem concursos abertos para cinco pessoas mas a ministra concede que “poderão vir a ser abertos mais”.

Actualmente, existe um total de 28 vigilantes para as áreas protegidas da responsabilidade do Departamento de Gestão de Áreas Classificadas do Norte, num total de mais de 300 mil hectares – Parque Nacional Peneda-Gerês, Parque Natural do Alvão, Parque Natural do Douro Internacional, Parque Natural do Litoral Norte e Parque Natural de Montesinho.



Fonte: Público/ Helena Geraldes

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Falta de Vigilantes da Natureza deixa Parques Naturais sem fiscalização

 
 
     A falta de vigilantes da natureza está a deixar sem fiscalização muitos milhares de hectares de
áreas protegidas. No Parque Natural do Douro Internacional não há um único vigilante, diz ao DN o presidente da Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza (APGVN), Francisco Correia. No Tejo Internacional há apenas um. E o patrulhamento dos 74 mil hectares do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina está entregue a sete profissionais, 24 horas por dia.


Classificado há dez anos como área protegida devido à sua riqueza natural, paisagística e patrimonial, o Parque Natural do Tejo Internacional tem um único vigilante da natureza. É ele que está encarregado de "patrulhar" 26 484 hectares. Do lado espanhol, que ocupa uma área idêntica, há 23 profissionais.

Ouvido na Comissão Parlamentar de Ambiente, na sequência de um requerimento do PSD, o presidente do Instituto da Conservação, Natureza e Biodiversidade (ICNB), Tito Rosa, não escondeu a dimensão do problema: "Reconhecemos o défice de vigilantes, que são a nossa peça fundamental." Segundo Tito Rosa, o ICNB solicitou ao Ministério do Ambiente a abertura de um concurso público para a contratação de cinco vigilantes, o que poderá "esbarrar" nas medidas de contenção orçamental que congelaram as admissões na função pública. "É também assim que se reflecte a contenção na despesa pública."

Mesmo que a contratação avance, o número de profissionais continuaria a ser reduzido face à extensão das áreas protegidas. "Actualmente temos 102 vigilantes da natureza. Se o ICNB contratasse o dobro, continuaria a ser difícil fazer um trabalho de fiscalização eficaz em todo o País", assegura o presidente da APGVN. "As pessoas têm-se reformado, têm saído, e há uma restrição nas admissões que não se sente na PSP ou na GNR. A segurança é muito importante. Mas a protecção da natureza também o deveria ser."

Além da fiscalização das construções ilegais, é aos vigilantes da natureza que compete impedir o abate ilegal de árvores, controlar as actividades de caça e pesca, monitorizar algumas espécies protegidas. "Em muitos locais não há sequer possibilidade de fazer turnos. Noutros, existe pouca fiscalização sobretudo nos períodos mais críticos, durante a madrugada e ao final da tarde, quando ocorrem as principais infracções como caça ilegal ou despejo de entulhos", explica Francisco Correia.



Fonte: Diário de Notícias/Luís Maneta

Baleias procuram mar dos Açores para comer, "Explosão de produção"

   

"Explosão de produção" nos mares dos Açores de organismos de que as baleias se alimentam poderá explicar a passagem de um elevado número de cetáceos pelas ilhas na Primavera e no Verão.

A Universidade dos Açores tem em desenvolvimento um programa de telemetria por satélite de grandes baleias, para obter informação sobre o papel que o arquipélago desempenha na ecologia de três espécies que frequentam as suas águas: a baleia-azul, a baleia--comum e a baleia-sardinheira.

Num artigo publicado no portal Naturlink, Rui Prieto, investigador responsável pelo programa, sublinha que as baleias são muitas vezes vistas a alimentar-se durante a sua passagem pelas ilhas, que ocorre principalmente na Primavera e no Verão. Um dos organismos que na Primavera regista uma "explosão de produção" nos mares do arquipélago é o krill do Atlântico Norte, "um crustáceo altamente calórico que poderá ser uma importante fonte de energia para as baleias durante a sua migração".

Segundo Rui Prieto, "outra possibilidade intrigante" pode estar relacionada com a hipótese de os montes submarinos do arquipélago "servirem como marcos no meio do oceano". "A maneira como as baleias conseguem navegar de e para áreas de alimentação não foi desvendada, mas a presença de estruturas que possam servir de marcos poderá ser importante nessa navegação", alega.



Fonte: Diário de Notícias






  

Tribute to "Mtwazi's Daughter" - Joan Stafford (nee Potter)


     In Loving Memory & Tribute to Joan Stafford (nee Potter) born on 7 January 1923 at Naboomspruit in the Transvaal - died in Westville, Durban 27 Nov. 2010.


As the year 2010 ended, the Zululand conservation community who had the honor of knowing Joan and the Potter family of Hilltop-Hluhluwe, paused and reflected in a sad but celebratory note of the life of "Mtwazi's Daughter" - Joan Stafford, the daughter of Capt.Harold Potter and his wife Irene, sister to her late brother Peter Potter and mother of Judy & Bruce. Her father was the legendary Zululand Conservator (1929-1950) who pioneered the creation of Hilltop camp in the Hluhluwe Game Reserve during the dark period of the fight for the survival of Zululand's game reserves. Peter her brother was to succeed their father as Conservator of what had now become a proud Zululand wildlife empire, first under the control of the Natal Parks Board, whose work we all cherish to this day which created this irreplaceable Heritage and Legacy which hopefully will remain so for many decades to follow, it's all of our responsibilities to ensure this is achieved.

Joan as a young girl was schooled by a home-governess, thus growing up in the midst of the tumultous era of the "Game Sanctuaries Under Siege" witnessing the grim scenario inherited by Captain Potter when he took over as the Zululand Conservator in 1929, whilst the next twenty years would become a tough uphill challenge, during which time the reserves became dismal killing fields, all in the frantic effort to halt the nagana cattle disease, infected by the dreaded tsetse fly. Under this cloud of extermination of the wild animals placed under his protection, no one could have had a tougher task.Yet he was to succeed in saving the regions last remnant population of Black Rhino, as well as the much applauded rescue of the White Rhino from extinction.

Following in the footsteps of his predecessors, Vaughan Kirby (1911-1928) and Roden Symons (1928-1929), who had hastily left his position after only one year to join a Kalahari Expedition as ornithologist and hunter, Capt Potter soon settled in and made his mark by moving the Conservator’s headquarters from Nongoma to Hluhluwe, at which is today the site of Hilltop camp, and which was to become home to the "Potters", in a house rebuilt today as the "Mtwazi Lodge".



 
    The only known photograph of Joan with her parents and brother. (Caption R to L) - Irene & Harold Potter, Aunt Helen Kelly (Irene's sister-in-law), Joan (centre), the Kelly cousins, Derek Charter & Peter Potter (circa 1933-1935)


The sad news that Joan had passed away after a long illness, mercifully with no suffering, was a great spirtual loss for me as we had become close kindred spirits & "cyber-pen pals" per the kind assistance of her daughter Judy MacKinnon, which resulted in unearthing a rare insight into that pioneer game ranger era of the 1930's during the establishment of Hilltop camp in Hluhluwe, as well as schooling, life and work in the Zululand game reserves.

About Joan & Judy - Joan Stafford (Judy MacMillan is her daughter) came into my life about four years ago at the suggestion of her nephew Derek Potter, ex NPB deputy OIC before moving on in the new era in 1998 to the Kruger/Mozambique Trans Frontier project. Joan, although aging & ill was quite perky and enjoyed the many wildlife photgraphs I sent her, including those of her father in his fight to create & maintain the Zululand game reserves. For years I've had everybody digging for historical photos for my book - as above a 1935/6 pic of her (centre) with Capt Potter wearing his landmark hat plus family.



     This is a 1942 photograph of Hilltop camp - Capt.Potter is standing on the left with a pet young impala - I was six years old and met him each annual holiday thereafter enroute to St.Lucia - the Capt & my Dad enjoyed sundowners together, however I never met Joan who was away at boarding school.

Some wonderful old photos were unearthed BUT most important is that for nearly eighteen months, she would tell me stories in answer to my questions, via Judy for her new friend Tim in Canada - Judy being a teacher with a knowledge of shorthand would return home and transcribe dozens of invaluable snippets & short tales of those childhood memories about the rare experience of life in the Hluhluwe Game Reserve during an era which to date has been ignored and largely forgotten - her memories enrich that era in my book project - "The History of Zululand's Lions & Game Reserves - I'm truly blessed to have forged that wonderful cyberspace friendship, albeit in her twilight years. I'll miss her !!

As a result of getting more material from her than can be used in my book, the plan, together with Judy & family is to publish hopefully later this year a booklet - "Mtwazi's Daughter" - Memories of the early days in Hluhluwe or the Diary of Joan Stafford or similar !!

Sharing some memorable moments in Joan's life at Hilltop !!


     In 1972 the Natal Parks Board opened the Mtwazi Lodge , Joan seen here with her mother Irene and beloved brother Peter, the then Conservator of Zululand following in his late father's footsteps.

     A Poignant Final Farewell to Mtwazi & Hilltop during her last visit in 2008 with Judy and Bruce. One parting moment with a bushbuck beneath the fig tree under which she played as a young girl, enjoying the company of this special antelope in the Hilltop forest.




    Like all those who were priviledged to have known her, I'm truly blessed to have shared that wonderful cyberspace kindred friendship, albeit in Joan's twilight years. I'll miss her !!


Rest in Peace dear Joan - lala gahle !!

Tim Condon

SERNAP y GIZ desarrollan capacitación del personal de la Reserva Comunal el Sira


    Con la finalidad de seguir fortaleciendo las capacidades de los

especialistas y de los guardaparques de la Reserva Comunal El Sira, el
Servicio Nacional de Áreas Naturales Protegidas – SERNANP, a través de
la Jefatura, y la Cooperación Técnica Internacional Alemana–GIZ,
desarrollaron el "Curso de Capacitación en Sistemas de Información
Geográfica" a Guardaparques de la Reserva Comunal El Sira (RCS).
Este tema fue priorizado, debido a la necesidad de brindar a los
guardaparques todas las herramientas para mejorar sus trabajo en
campo, sobre todo en la actividades de monitoreo y control que
realizan, dado que es bastante conocido los continuos problemas de
tala ilegal, apertura de nuevas chacras, minería informal, entre
otros, que se vienen desarrollando en diferentes puntos de la RCS; y
con el fortaleciendo de sus capacidades en este tema, podrán realizar
mejor sus actividades de patrullaje, intervención y recuperación de
madera, y finalmente poder con mayor fundamento proceder a realizar
las denuncias del caso.
El curso se desarrolló en los ambientes de la Sala de Computo de la
Universidad Nacional de Ucayali durante los días 10, 11 12 de enero
del presente año, donde participaron un total de 21 guardaparques y 03
especialistas de la Reserva Comunal El Sira, los mismos que vinieron a
la ciudad de Pucallpa desde Puerto Bermúdez, Puerto Inca, Atalaya,
Gran Pajonal y Amaquiría donde actualmente vienen laborando y fue
dirigido por el experto SIG venido de Guatemala Danger Danilo Gómez.

Fonte: Guardaparques

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Agentes Medioambientales de Castilla y La Mancha en Lucha!


   

    Agentes Medioambientales de Castilla y La Mancha piden a la Junta que cumpla los acuerdos suscritos


    Unos 200 agentes medioambientales de las cinco provincias de la región se concentraron hace escasos días frente a la Consejería de Agricultura y Medio Ambiente, en Toledo, para pedir el cumplimiento de los acuerdos suscritos con este departamento del Gobierno regional y la falta de diálogo de sus responsables.

A la concentración, que había sido organizada por CCOO, asistieron unos 200 agentes medioambientales de toda la región, según los convocantes, permanecieron frente a la sede de la Consejería, tras dos pancartas en las que exponían su reivindicación de que se cumplan los acuerdos y reclamaban mejores condiciones para poder prestar un servicio público de calidad.

Durante la concentración, el coordinador regional de los agentes medioambientales de CCOO, Ángel Cortijo, leyó una carta que le han entregado al consejero de Agricultura y Medio Ambiente, José Luis Martínez Guijarro, en la que le recordaron las principales reivindicaciones del colectivo.

Cortijo ha asegurado que sus reivindicaciones no son económicas sino que solicitan que se cumplan los acuerdos firmados en la mesa de negociación, para mejorar las condiciones de trabajo de los agentes medioambientales.

En dichos acuerdos figuran medidas como la regulación de una segunda actividad para los agentes que tengan más de 60 años, o la mejora de los medios técnicos y materiales.

Según Cortijo, la precariedad de los medios materiales se pone de manifiesto en los propios uniformes que vestían hoy los agentes asistentes a la concentración, que lucían un "colorido variopinto" de distintas gamas del color verde.

También se está incumpliendo lo acordado en relación a la plantilla, ya que actualmente hay en Castilla-La Mancha en torno a 580 agentes medioambientales -que quedarán este año en unos 550-, cuando debería haber el próximo año 700, ha aseverado Cortijo.

Ha señalado que en 2005 se llegó a un acuerdo con la Consejería de que en 2011 habría 700 agentes medioambientales, aplicando el ratio que establece la Ley de Conservación de la Naturaleza de agentes medioambientales por número de hectáreas.

Cortijo ha destacado, además, que las funciones de los agentes medioambientales son muy amplias, por lo que ha reclamado que se cumplan los acuerdos alcanzados y se adopten medidas "para desbloquear la situación que va en perjuicio del servicio".

Por su parte, la secretaría regional de la Federación de Servicios a la Ciudadanía de CCOO, Carmen López, ha denunciado la falta de diálogo de Martínez Guijarro, con el que se han concertado varias reuniones desde septiembre que después se han suspendido.

Asimismo, ha demandado que se mantenga la tasa de reposición en la plantilla, ya que "aunque se haya congelado la oferta pública de empleo hay servicios que son esenciales y este es uno de ellos".

Fuente: EFE y ABC.



Foto: E. Press

Opinión sobre el Rally Dakar de los Trabajadores de la APN

    Comunicado:  Opinión sobre el Rally Dakar de los Trabajadores de la Administración de Parques Nacionales, nucleados en la Asociación de Trabajadores del Estado (ATE) y reunidos en Plenario de la Región Noa.

Reflexionamos sobre el verdadero significado de este “Rally Dakar” e instamos a las autoridades de la Administración de Parques Nacionales (APN) y autoridades provinciales a recapacitar sobre el tema. No permitiendo que nuestros territorios y nuestros Parques Nacionales (patrimonio de todos los argentinos), sean considerados una mera cancha de pruebas de esta practica deportiva- que representa la impune promoción del estilo de consumo propio del modelo de desarrollo, que está arrasando los ambientes naturales y culturas del planeta, de igual forma que el monocultivo sojero y la minería contaminante como también otras industrias depredadoras que dejan a su paso pobreza y destrucción. A la fecha no se han realizado evaluaciones de impacto ambiental y social de este proyecto "Rally Dakar", en general, ni en jurisdicción de Parque Nacional Los Cardones (por donde pasará en una tramo del recorrido planteado), como tampoco en las jurisdicciones de áreas protegidas provinciales. Consideramos un deber moral ineludible, para con las actuales y las futuras generaciones, el abandonar precisamente aquellos patrones de consumo innecesarios y que son causantes importantes de esta evitable catástrofe universal. Es una verdadera desgracia que el Ministerio de Turismo de la Nación, (de donde depende la Administración de Parques Nacionales) invierta muchos millones de pesos en financiar este innecesario evento, descuidando el necesario financiamiento para la conservación de los distintos ambientes (muchos de ellos en peligro), que son patrimonio de todos los ciudadanos. La frivolidad de las autoridades expone hoy, nuestros territorios como escenario de la promoción mundial de prácticas destructivas sin ninguna justificación de sustentabilidad para ello. Hecho que da la pauta de la liviandad asumida, para este tema y por ejemplo para con los ordenamientos territoriales de bosques nativos.

Esta competencia automotriz genera impactos ambientales directos en el desplazamiento y habitas de fauna, erosión de suelos, mortandad de fauna silvestre y otros impactos locales para los pobladores campesinos de las zonas por donde transitaran más de 700 vehículos en competencia a los cuales se suman los vehículos de logística, sanitarios, periodísticos, helicópteros, etc. Sobre los pobladores rurales, esta competencia impacta sobre su desplazamiento, el de su ganado, su cotidianeidad. El Rally Dakar afectó y afecta el patrimonio arqueológico ya amenazado. Además de atravesar por territorios indígenas y campesinos con numerosos conflictos de tenencia de tierras. Promocionar este modelo de desarrollo frenético, sólo apura el deterioro de los ambientes y de la vida en ellos. Nos vamos a salvar con un estilo de vida sencillo y frugal, no con competencia sino con solidaridad y asociatividad, y sobre todo la racionalidad en el uso de los recursos naturales y la socialización de la riqueza que es el producto del esfuerzo de los trabajadores.



Trabajadores de Parques Nacionales – ATE



Salta, 22 de Diciembre de 2010 – Delegación Regional NOA – Plenario Regional

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

APGVN vai ser recebida por representantes do Governo


    A APGVN solicitou reunião com a Senhora Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território poucos dias após a sua tomada de posse. A Senhora Ministra remeteu para o Secretário de Estado do Ambiente a incumbência de nos receber. Em Setembro voltámos a insistir na marcação de reunião e alargámos os pedidos de audiência ao Secretário de Estado da Administração Pública e ao Secretário de Estado das Finanças.


Na sequência dos pedidos de audiência solicitados o Gabinete do Secretário de Estado do Ambiente agendou hoje uma reunião com a APGVN – Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza, para o dia 12 de Janeiro às 17h00m, onde estará presente o Secretário de Estado do Ambiente, Doutor Humberto Rosa, e o Secretário de Estado da Administração Pública, Doutor Gonçalo Castilho dos Santos.



APGVN

«Não há estratégia para o ambiente, mas sim uma apropriação do Estado»

   
    João Menezes, antigo presidente do Instituto para a Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), faz um balanço desastroso do modelo do ambiente na última década: «O que se tem feito no ambiente é o caminho para a irrelevância», afirma. Para este especialista, aqueles que tinham sido os grandes motores do ambiente nas últimas décadas - água e resíduos - foram perdendo peso: «Hoje, tirando as águas residuais, onde ainda há 30 por cento por fazer no país, o problema está resolvido e, por isso, as nossas empresas ou vão para o estrangeiro ou não têm alternativas. Ou se consegue passar da gestão da oferta para a gestão da procura ou dificilmente daqui se sai».


Ora, o que isto tem revelado, afirma João Menezes, é uma «incapacidade de ter uma proposta de valor para a sociedade e depois o apropriamento por alguns interesses que existem por captura do Estado na área do ambiente», dando exemplos de escândalos ligados ao ambiente, como o caso Face Oculta ou o Freeport, para concluir que «não há estratégia para o ambiente, mas sim uma apropriação do Estado».



Na opinião do especialista, a evolução natural do sector será no sentido da privatização. «Uma das alternativas é vender as empresas públicas, especialmente a Águas de Portugal. A curto prazo, qualquer governo vai ter que ter em conta que o maior player do ambiente tem que ser privatizado», concretiza.



João Menezes insiste que «qualquer modelo tem que passar por se tirar o Estado – local, central, regional – da empresa. Faria sentido apenas deixar o Estado na parte da regulamentação ambiental e abrir os activos públicos a privados com contrapartidas, como a inovação e criação de novos negócios».



Isto permitiria repensar novas estratégias, viradas para a redução de custos e com a ecoeficiência, a energia e a reabilitação do parque de edifícios e como vectores fundamentais. «Se o sector se mantiver focado no planeamento, desaparece. Mas se for mais do que o Estado, e sim um driver onde as empresas se posicionam, podemos criar valor para o ambiente», afirma João Menezes.



Esta é, aliás, na opinião do antigo presidente do ICNB, uma questão fundamental na evolução do sector na próxima década: a diminuição do papel do Estado e a criação de valor. «Deveríamos tornar o sector do ambiente quase como um segundo Ministério da Economia, tal como os alemães fazem. Desta forma haveria um valor acrescentado às empresas, já que o Ambiente é um vector de capacidade de inovação e diferenciação», considera, exemplificando: «este governo tem apostado nas renováveis, mas se tivesse feito do ambiente o driver central, o plano das barragens não teria sido aprovado sem ter acoplado, no mínimo, um plano de eficiência. Ou seja, claramente estamos numa óptica de greenwashing, ambiente como folclore».



João Menezes confessa que «ficava contente se a próxima governação (no sentido global e não de governo) fosse capaz de pensar o ambiente como uma oportunidade para gerar valor e não restrições». Por isso, apela a uma mudança de paradigma na forma como se encara o Ambiente, que, considera, tem que ser assumido pelas empresas como principal motor de inovação e diferenciação.



Até porque, na próxima década, para enfrentar os dois grandes desafios internacionais – a perda de biodiversidade e as alterações climáticas –, João Menezes identifica a necessidade de fazer a ponte entre biodiversidade e economia: «o grande desafio é conseguir encontrar negócios que justifiquem uma visão mais economista da biodiversidade». Para além disso, há que evoluir de uma visão ambiental (desenvolvida noutro século, motivada pela luta contra a poluição) para uma visão ecológica, em que se explica às empresas que «há ganhos a pensar no capital natural e isto é decisivo para ter outra abordagem do ambiente e da tecnologia», conclui João Menezes.



Autor: Névia Vitorino/Portal Ambiente

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Parque Biológico da Serra da Lousã prepara “casa” para três ursos-pardos


    No Parque Biológico da Serra da Lousã, já foram iniciadas as obras necessárias à criação de instalações para receber os três ursos-pardos que, durante cinco anos, viveram enjaulados em condições precárias, numa localidade de Marco de Canaveses.


Os três animais foram transferidos, temporariamente,para o Jardim Zoológico de Lisboa, onde estão em quarentena, mas estima-se que a sua transferência para instalações definitivas, em Miranda do Corvo, possa vir a acontecer por altura da Páscoa de 2011, confirmando a informação avançada pelo nosso Jornal há cerca de dois meses.

Este pode ser o aguardado desfecho para uma história que chegou, inclusivamente, a motivar fortes protestos e acções na Internet, através de redes sociais como o Facebook, alertando para um problema de bem estar animal.

Os animais pertenciam ao circo Magic, contudo, com a entrada em vigor de nova legislação em Portugal, relacionada com o licenciamento para a utilização de animais em espectáculos, os três ursos foram apreendidos e confinados a uma pequena jaula, tendo ficado ao cuidado do tratador e proprietário do circo, a aguardar uma solução definitiva pelo Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB).

Há cerca de dois meses, a solução para este problema de bem-estar animal surgiu depois de o ICNB ter contactado a Fundação ADFP, entidade gestora do parque biológico de Miranda do Corvo, aferindo da disponibilidade para acolher os três ursos-pardos.

Tendente à mudança dos animais para a sua casa definitiva, no Parque Biológico da Serra da Lousã, estão a ser construídos os abrigos e demais estruturas necessárias.

Porque a obra terá um custo significativo, a Fundação ADFP submeteu uma candidatura ao Programa de Desenvolvimento Rural do Continente (PRODER) e solicitou apoio financeiro a empresas da área do ambiente, que têm revelado preocupações com a qualidade da vida animal.

“Se as obras decorrerem dentro da normalidade, os três ursos-pardos vão chegar ao Parque Biológico da Serra da Lousã ainda antes da Páscoa, onde viverão num habitat semelhante ao que caracteriza a sua espécie, com todas as condições para serem visitados por todos os interessados em conhecer a vida selvagem do nosso país”, explica, em comunicado, a instituição.

O urso-pardo é uma espécie que habitou o território nacional até ao séc. XVIII. Recentemente, têm vindo a ser registadas incursões destes animais no Parque Natural de Montesinho (Bragança), vindos de Espanha.

O Parque Biológico da Serra da Lousã é uma das valências da Quinta da Paiva, um projecto dinamizado pela Fundação ADFP em parceria com o Município de Miranda do Corvo.

Para além da sensibilização para a protecção da natureza e divulgação da fauna e flora existentes em Portugal, este projecto permite criar emprego e actividades ocupacionais para pessoas vítimas de exclusão social, desempregados de longa duração e deficientes ou doentes crónicos, promovendo a igualdade e a sua integração.



Fonte: Jornal Campeão das Províncias

Afluentes do Douro repovoados com milhares de trutas



Técnicos da Autoridade Florestal Nacional vão realizar na quinta-feira, nos rios Ovil e Teixeira, no concelho de Baião, uma acção de repovoamento com milhares de trutas, escreve a Lusa.


Segundo um comunicado do município, «esta acção visa trazer mais vida a estes rios praticamente selvagens», afluentes do Douro.

A ideia partiu da câmara municipal e prevê a instalação em vários pontos destes cursos de água de recipientes com óvulos de truta.

«Ao fim de poucos dias, os milhares de óvulos deverão eclodir, soltando naqueles cursos de água milhares de novos habitantes», assinala o comunicado da edilidade.

Nesta acção vão participar autarcas das freguesias, crianças em idade escolar, pescadores do concelho e representantes de associações ambientais.

Segundo a fonte, «esta medida insere-se na política geral de preservação ambiental de Baião, o concelho com maior percentagem de áreas verdes em todo o distrito do Porto».

A Câmara de Baião integra um projecto nacional da associação ambientalista Quercus para avaliação do impacte ambiental do seu território.

Segundo autarquia, «a iniciativa Eco-Saldo» visa calcular a pegada ecológica do território e verificar se este é um concelho «eco-devedor» ou «eco-credor», ou seja, «amigo do ambiente ou poluidor».

No âmbito deste estudo, são avaliados os territórios de Baião, Seia, Manteigas e Vila Franca de Xira.

O projecto conta com a participação de dez entidades, incluindo e centros de investigação das universidades Católica, do Porto e de Lisboa.

A Quercus conta ainda com a colaboração do Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade.

Nos últimos quatro anos, o município liderado por José Luís Carneiro acentuou o processo de reflorestação e repovoamento da fauna e flora autóctones, tendo sido plantadas 6500 árvores.

Governo autoriza abate de 10 mil sobreiros e azinheiras

   
    A construção do Itinerário Principal 8 (IP8), entre Sines e Beja, já levou o Governo a autorizar o abate de quase 8 800 sobreiros e 1 300 azinheiras, obrigando à reflorestação do triplo da área afectada, escreve a Lusa.


«Gostaria que não tivessem de ser abatidos sobreiros ou azinheiras, mas o sul do país não pode ficar prejudicado em termos rodoviários pelo facto de, infelizmente, não haver outras alternativas», afirmou o secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Rui Pedro Barreiro.

O secretário de Estado falava esta quarta-feira à Lusa à margem de uma cerimónia, em Ourique, relativa a um projecto piloto para recuperar e proteger o montado de sobro e de azinho daquele concelho.

A construção do IP8, futura autoestrada 26 (A26), em curso, já levou o Governo a autorizar a Sociedade Portuguesa para a Construção e Exploração Rodoviária (SPER), responsável pela obra, a proceder ao abate de mais de 10 mil árvores de montado de sobro e de azinho.

O último despacho governamental, dos ministérios da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas (MADRP) e das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (MOPTC), foi publicado em Diário da República no passado dia 23.

No documento, é declarada a «imprescindível utilidade pública» do lanço entre o nó de Grândola Sul e Ferreira do Alentejo, para que seja possível o abate de 965 sobreiros e 314 azinheiras, numa área de 15,42 hectares.

Já antes, em final de Junho, tinha sido formalizada a mesma declaração para o lanço entre os nós de Roncão e de Grândola Sul, envolvendo o abate de 7 825 sobreiros e 932 azinheiras, em 57,24 hectares.

Rui Pedro Barreiro lembrou que os sobreiros e azinheiras são «árvores protegidas por lei» e que o seu abate obriga a «um conjunto de procedimentos», como a declaração de utilidade pública.

«Mas o abate fica condicionado à implementação de medidas de compensação», argumentou, explicando que, no caso do IP8, a SPER vai ter que beneficiar o triplo da área afectada, numa zona de povoamento de sobreiros na zona de Sines.

Contactado pela Lusa, José Paulo Martins, da associação ambientalista Quercus, lamentou os «custos ambientais» destas «opções de desenvolvimento» e garantiu que as medidas de compensação só vão ter um efeito «parcial» porque «não evitam que a nova estrada espartilhe a paisagem e os ecossistemas».

Fonte: IOL

Centro de Silves recebeu seis novos linces-ibéricos vindos de Espanha



    A população de lince-ibérico de Silves está diferente. Três dos 16 habitantes foram para Espanha e seis novos vieram, no âmbito do programa ibérico de reprodução da espécie em cativeiro, que já está em curso.


Em Novembro, os machos Ébano, Eucalipto e Daman foram transferidos do Centro Nacional de Reprodução em Cativeiro para o Lince-Ibérico (CNRLI), na Herdade das Santinhas, em Silves, para o centro de reprodução de El Acebuche, em Doñana.

O grupo dos novos habitantes é constituído pelas fêmeas Biznaga, Flora e Fruta - com cinco e dois anos de idade - que vieram daquele centro espanhol e do centro Jerez de la Frontera. Os restantes animais - Gamma, Guara e Génesis, todos com menos de um ano de idade - estão em Portugal temporariamente, à espera que fique concluído o quinto centro de reprodução ibérico, em Granadilla.

Segundo o site do Lince-Ibérico do Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), Biznaga nasceu em 2005 na Serra Morena (Espanha) e nesse mesmo ano integrou o programa de reprodução em cativeiro. Flora nasceu a 2 de Abril do ano passado, no Centro de El Acebuche, Doñana, e Fruta nasceu a 11 de Abril de 2009 no mesmo centro.

Estas alterações são habituais na preparação da época de reprodução dos 76 linces-ibéricos que vivem em cativeiro em Portugal e Espanha. “O programa decidiu esta distribuição das fêmeas tendo em conta questões genéticas e demográficas”, explicou ao PÚBLICO, Rodrigo Serra, director do CNRLI.



No ano passado, a primeira tentativa de reprodução de linces em Silves, foram formados quatro casais. Este ano são emparelhados oito, sete dos quais já estão juntos. "Biznaga e Éon estão juntos há um mês e entraram em cópula este domingo, tornando-se no primeiro casal a fazê-lo, em todos os centros, nesta época de reprodução", informou Rodrigo Serra.

Mas não se espera que todas as fêmeas consigam reproduzir-se este ano. Das oito fêmeas que participam nesta época reprodutiva, apenas cinco são adultas. Rodrigo Serra espera que as mais novas "aprendam os comportamentos reprodutivos e a estar com um macho". Das cinco fêmeas adultas, apenas uma é considerada experiente, Azahar. A 4 de Abril deste ano deu à luz duas crias mas acabaram por morrer a 11 e a 18 de Abril, porque nasceram com problemas congénitos incompatíveis com a vida.

Além disso, duas das fêmeas - Erica e Espiga - têm uma doença renal, o que pode dificultar os esforços.

Normalmente, as cópulas ocorrem de Dezembro a Fevereiro. As crias nascem entre Março e Abril, depois de cerca de 66 dias de gestação.

Estima-se que existam actualmente apenas cerca de 150 linces-ibéricos (Lynx pardinus); em meados do século XIX seriam cem mil espalhados por toda a Península Ibérica. Hoje a espécie vive em Portugal numa situação de "pré-extinção". O colapso das populações de coelhos, a sua principal presa, a caça indiscriminada e a perda de habitat explicam o cenário.

O objectivo final do programa ibérico de reprodução em cativeiro é conseguir conservar 85 por cento da variabilidade genética existente actualmente na natureza, durante um período de 30 anos. Para tal será preciso um núcleo de 60 linces reprodutores.

A fase seguinte será fazer uma reintrodução gradual dos animais em determinadas áreas consideradas prioritárias. Na verdade, até ao final de 2012, Portugal deverá implementar um programa detalhado para a reintrodução dos animais na natureza, compromisso assumido na assinatura do protocolo de cedência dos linces.

Fonte: Público Helena Geraldes

Another 4 rhinos killed, calf survives in KwaZulu-Natal, Fonte: Tim Condon


    Johannesburg - Four white rhino were poached for their horns in KwaZulu-Natal at the weekend, as one of them, a mother, left behind a calf, Ezemvelo KZN Wildlife said on Monday. "A female white rhino was shot during the early hours of Friday in the Emakhosini-Ophathe Heritage Park... the rhino had a calf which survived and is being nursed at the Centenary Game Capture Centre in the Hluhluwe-Imfolozi Park," said spokesperson Maureen Zimu. "The carcasses of another three white rhino males were found on (Friday) in the Hluhluwe-iMfolozi Park." A post-mortem revealed the animals had been shot a few days earlier.


Meanwhile, it is believed that the Ezemvelo KZN Wildlife anti-poaching unit intercepted a group of suspected poachers in the Western Shores of the iSimangaliso Wetland Park on Sunday. "(The) unit was on a routine patrol (at 16:00) when they heard a gunshot."Upon investigating they came across three armed men pursuing a white rhino. (The men) disappeared into thick bush." She said the field rangers could find no injured rhinos in the area. "The unit, working with the Police Dog Unit from Empangeni, combed the whole area without finding a rhino carcass." She said the search would continue until the unit was satisfied that no animal had been hurt.

Ezemvelo KZN Wildlife CEO, Dr Bandile Mkhize, has reiterated that the war against rhino poaching will be intensified in Hluhluwe-iMfolozi Park, with a further 18 field rangers being added to the park's staff and additional specialised equipment being provided. - SAPA

Rhino calf survives killing of mother as KZN poaching toll hits 35

14 Dec 2010 Witness Ingrid Oellermann

THE carcasses of four white rhinos killed by poachers have been found since Friday in game reserves under the control of Ezemvelo KZN Wildlife .

To date this year, 35 rhinos have died at the hands of poachers in KwaZulu-Natal — 31 of them in protected areas and four on private game farms, according to a statement issued yesterday by EKZNW. EKZNW spokesperson Maureen Zimu said a white rhino cow was shot during the early hours of Friday in the Emakhosini-Ophathe Heritage Park. The rhino had a calf that survived and is being nursed at the Centenary Game Capture Centre in the Hluhluwe-iMfolozi Park.

The carcasses of three male white rhino were found on Friday in the Hluhluwe-iMfolozi Park.Post-mortems showed that two animals were shot and de-horned three days earlier, and the third animal some 10 days before the carcass was found.

EKZNW CEO Dr Bandile Mkhize has reiterated that the war against such cruelty will be intensified in Hluhluwe-iMfolozi Park, with a further 18 field rangers added to the park staff and additional specialised equipment being provided.

EKZNW and the SA Police Force organised crime units are joining forces to investigate the crimes.

EKZNW reported that an anti-poaching unit based in iSimangaliso Wetland Park interrupted an attempted poaching incident on the western shores of the park on Sunday evening. A routine patrol heard a gunshot. On investigating, they saw three armed men and a white rhino disappearing into thick bush. Searches continued until yesterday morning. No arrests were made.


Fonte: Tim Condon

sábado, 25 de dezembro de 2010

Festas Felizes e Melhor Conservação da Natureza em 2011


A APGVN apresenta a todos os Vigilantes da Natureza de Portugal, Espanha, Brasil, países da CPLP, Rangers associados na IRF e em demais associações amigas  os mais profundos votos de Festas Felizes, com tudo de bom para todas as respectivas famílias, e que o Ano Novo que se aproxima nos traga a todos a realização pessoal, profissional e social que merecemos para que reforçe em nós a vontade de melhor contribuir para a causa da defesa do património natural e das Comunidades que em nós confiam.

Ainda um Voto de saudade e de recordação daqueles que nos deixaram este ano e que se sacrificaram por esta nobre causa de defesa da Humanidade.

Uma palavra de Agradecimento também a todos os que visitam esta página e que fazem assim parte do esforço de divulgar o que se passa em todo o planeta e ao trabalho dos VN/ Rangers/GuardaParques por toda a parte.

Bem Hajam.

(cliquem na ligação abaixo que simboliza a união necessária e que uma pessoa nunca está sózinha)


http://ak.imgag.com/imgag/product/preview/flash/bws8Shell_fps24.swf?ihost=http://ak.imgag.com/imgag&brandldrPath=/product/full/el/&cardNum=/product/full/ap/3166187/graphic1

domingo, 19 de dezembro de 2010

Más de cien Guardaparques peruanos fueron capacitados

   
El Programa de Formación para Guardaparques ha capacitado alrededor de
los Guardaparques del país hasta el momento (los años 2009 y 2010), y
cabe resaltar que desde el año 2010, estos programas se vienen
realizando de forma descentralizada, como es el caso del Programa
Especial para Guardaparques en Gestión Sostenible de Áreas Naturales
Protegidas (Piura).
El Ministerio del Ambiente a través del Servicio Nacional de Áreas
Naturales Protegidas por el Estado-SERNANP se ha planteado entre sus
objetivos de capacitación fortalecer las capacidades personales y
técnicas de los guardaparques quienes constituyen uno de los pilares
fundamentales para el logro de una gestión efectiva de las ANP.
Al cabo de este último diplomado el país contará con ciento cincuenta
y siete guardaparques capacitados hasta la fecha, provenientes de 30
áreas naturales protegidas, que les permitirá incrementar y tecnificar
sus conocimientos teóricos y prácticos; socializar e intercambiar
experiencias entre el personal de las diversas aéreas protegidas de
costa, sierra y selva obteniendo como resultado la optimización de
conocimientos y experiencias que aplicarán en sus actividades con un
impacto positivo en el mejoramiento de su nivel de desempeño.
En tal sentido, El Ministro del Ambiente, Antonio Brack Egg y el Jefe
del SERNANP, Luis Alfaro Lozano asistirán este lunes a las 15:00 horas
a la ceremonia de graduación de cincuenta y dos guardaparques, quienes
han cursado exitosamente este programa en la Universidad Científica
del Sur.

In the Wild, a Big Threat to Rangers: Humans

   
 Dana Romanoff for The New York Times

 Todd Schmidt, a game warden in Colorado, finds a bulletproof vest a
vital tool where “everybody I confront has a gun.”

By KIRK JOHNSON

    Published: December 6, 2010

    GOLDEN, Colo. — As a game warden for the state of Colorado, Todd
    Schmidt has a workplace that office drudges the world over might
fantasize about: the staggering beauty of the Rocky Mountains.
But underneath his shirt, day in and day out, he also wears a reminder
of the dangers: a bulletproof vest.
“Keeps you warm, too,” Mr. Schmidt said, patting his chest on a recent
cold morning at Golden Gate Canyon State Park, about an hour west of
Denver, as the snowcapped peaks of the Continental Divide shimmered in
the distance.
Two recent shootings of wildlife officers — one killed in Pennsylvania
while confronting an illegal hunter, the other seriously wounded after
a traffic stop in southern Utah — have highlighted what rangers and
wildlife managers say is an increasingly unavoidable fact. As more and
more people live in proximity to forests, parks and other wild-land
playgrounds, the human animal, not the wild variety, is the one to
watch out for.
“We’re seeing a little bit more of the urban spill into the wild
spaces — city violence in the country,” said John Evans, an assistant
branch chief of law enforcement operations at the National Park
Service.
At this time of year, when hikers give way to hunters, there is a
corollary to Mr. Evans’s point that would make even the most hardened
urban police officer blanch: weapons are everywhere in these woods.
“I know that everybody I confront has a gun,” said Mr. Schmidt, 36,
who has five years on the job with the Colorado Division of Wildlife.
Guns also became legal in many National Parks this year under a law
enacted by Congress in 2009. And many parks and recreation areas
around the nation have also suffered staff cuts in recent years,
reducing the presence of badge-wearing authority figures on patrol.
But rangers and wildlife workers say the key variable defining the job
has not changed: because of the vast distances to be covered,
especially in the West, every ranger is a solo act.
In the lonely, beautiful places where they work, knowing when to walk
away, or run, rangers say is Lesson 1. Fifteen wildlife or park
employees have been killed on duty, most of them by gunshot, since
1980, according to the North American Wildlife Enforcement Officers
Association.
“A huge portion of it is gut instinct,” said Jacob Dewhirst, 26, a
state park ranger who works in western Colorado, where checks on
hunters’ or fishermen’s licenses often take place in the lonely back
country.
Many wildlife agencies have responded to the heightened dangers with
new equipment and training. Since 2007, National Park rangers in many
parks have been equipped with Tasers that can immobilize a would-be
attacker.
Mr. Schmidt has an AR-15 semiautomatic assault-style rifle in his
truck, and a computer on the dash that can — in ways old-time rangers
never knew — check a vehicle license plate before a ranger’s first
approach.
But rangers and wardens also inhabit a mixture of roles that they say
can sometimes make them more vulnerable. They are ambassadors and
stewards of a public resource, and most have backgrounds in some
aspect of the natural sciences. But they also have full police
authority, up to and including using lethal force if necessary.
Mr. Evans described it as a duality: “A nice guy, prepared for an
idiot who is ready to do me harm.”
For Mr. Schmidt, who has a degree in wildlife biology, that balancing
act — welcoming and wary — comes down to always having a clear line of
retreat. Whenever he stops to check a vehicle or speak to a hunter,
his truck door is always left open, the engine running.
What has made the recent shootings even more chilling to many rangers
is that events unfolded from encounters of the sort officers do all
the time. In the Utah case, the gunman, who has still not been caught,
apparently opened fire when a Utah State Parks ranger, Brody Young,
34, approached after a traffic stop. In the Pennsylvania case, David
Grove, 31, was killed after he confronted a man hunting illegally with
a spotlight, which makes deer and other animals disoriented and easier
to shoot.
“It’s very easy to comprehend exactly what David was dealing with at
the time of the shooting,” said Richard A. Johnston, a regional law
enforcement zone officer with the Fish and Wildlife Service, who
traveled from his home in Kansas to attend Mr. Grove’s funeral.
For some officers, like Ty Petersburg, who manages a heavily used
district west of Denver for the Division of Wildlife, the line between
urban crime and wildlife crime gets blurred all the time.
A couple of years ago, Mr. Petersburg began following a suspicious-
looking vehicle on Interstate 70 — a pursuit that led all the way into
the suburbs of Denver, where the driver leaped from his car to attack.
Minutes later, perhaps 30 local and county police officers arrived in
a siren-screaming swirl of backup that Mr. Petersburg, 31, had
summoned by radio. It was a familiar scene: the police helping out
their own.
More often, he said, it is the opposite case, where help is willing in
spirit, but impossible in practice. Earlier this fall, for example,
Mr. Petersburg was in a mountain region in the middle of nowhere and
came upon a vehicle driven by a man with outstanding arrest warrants
on his name and lots of cocaine in his car. He again called for
backup.
“ ‘We’d like to come help you,’ ” he quoted the nearest big urban
county sheriff’s office as saying, “ ‘But we don’t have a clue where
you’re at.’ ”