sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Mega-ministério de Assunção Cristas é o único ainda sem lei orgânica

   
    O Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território é o único do Governo que ainda não tem lei orgânica publicada. O Presidente da República ainda está a analisar o extenso diploma aprovado pelo Governo a 27 de Outubro, que une grandes tutelas que antes estavam separadas.

As leis orgânicas dos outros nove ministérios, mais a da Presidência do Conselho de Ministros, foram já publicadas em Diário da República – primeiro a do Ministério das Finanças, a 15 de Dezembro, e as demais a 29 de Dezembro.

A complexidade do diploma do Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território (MAMAOT) é uma das razões apontadas para a maior demora na sua tramitação. Uma versão obtida pelo PÚBLICO – com a data da sua aprovação – tem 66 páginas. Nela, materializam-se uma série de extinções e fusões de organismos públicos, num profundo rearranjo de competências. Cerca de metade das 62 entidades antes repartidas por vários ministérios no anterior Governo desapareceram ou foram integradas em novos organismos.
Entre as maiores alterações está a união das florestas e da conservação da natureza num único instituto, a criação de uma mega-agência ambiental, com a absorção do Instituto da Água pela Agência Portuguesa do Ambiente, e a concentração de toda actividade inspectiva num único organismo, a Inspecção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território.

A rearrumação das competências terá levantado dúvidas por parte de outros ministérios, por exemplo, no que toca a actividades que historicamente cabem à Marinha. O diploma, aliás, não foi logo enviado à Presidência da República para promulgação, mas apenas 15 dias depois de todos os outros terem entrado no Palácio de Belém. Ainda está em análise por Cavaco Silva.

Segundo informação do gabinete de imprensa da ministra Assunção Cristas, a complexidade do novo ministério “implica obviamente uma análise mais detalhada sobre as diversas temáticas sob a tutela do MAMAOT”.

A demora na tramitação da lei orgânica está a atrasar o processo de nomeação dos dirigentes dos novos organismos. Só depois da publicada é que será possível publicar também as leis que definem as competências de cada órgão do MAMAOT.

O Presidente da República tem 40 dias para promulgar ou vetar diplomas do Governo. O PÚBLICO não conseguiu obter da Presidência a data precisa da entrada da lei orgânica do MAMAOT. Cavaco Silva promulgou primeiro, a 9 de Dezembro, as leis orgânicas dos ministérios da Saúde, Educação e Ciência, Solidariedade e Segurança Social, e Justiça. Seguiram-se os ministérios das Finanças (21/12) e Negócios Estrangeiros (22/12). As leis orgânicas da Administração Interna, Economia e Emprego, e Presidência do Conselho de Ministros foram promulgadas em 27/12.


Fonte: Ricardo Garcia, Abel Coentrão/Público
Foto: Pedro Cunha

Comissões de coordenação ainda aguardam pelos novos presidentes


   A demora na publicação da lei orgânica do Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território (MAMAOT) está a atrasar o processo de nomeação e tomada de posse dos presidentes das cinco Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional.
A complexidade do novo ministério entregue a Assunção Cristas, sujeito, como outros, a um processo de extinção de organismos e redistribuição de competências em várias áreas, originou um atraso na aprovação da respectiva lei orgânica. O diploma está neste momento na Presidência da República para promulgação, informou o gabinete de imprensa do MAMAOT.

Só depois de publicada a nova lei orgânica - que trará mudanças substanciais na organização da intervenção do Estado nos vários sectores tutelados por este gigantesco ministério - é que será possível publicar também as leis que definem as competências de cada um dos organismos da órbita do MAMAOT, entre os quais estão as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, do Centro, de Lisboa e Vale do Tejo, do Alentejo e do Algarve. A presidência destas cinco entidades tem sido assegurada pelas direcções nomeadas pelo anterior Governo, mas, tratando-se, como é o caso, de cargos de confiança política, a intervenção das lideranças acabou por ser diminuída praticamente à mera gestão corrente.

No Norte, por exemplo, há meses que foi assumido que o socialista Carlos Lage seria substituído por um dos seus vices, o antigo secretário de Estado da Agricultura e militante do PSD Carlos Duarte. Foi já noticiado pelo PÚBLICO, inclusive, que outro social-democrata, José Silvano, que deixou a Câmara de Mirandela no final do ano, será um dos novos vice-presidentes da comissão.

Assim, neste momento, a CCDRN tem um futuro presidente que não sabe quando assumirá o cargo e um líder cujo prazo, assume o próprio, já expirou. Ainda na semana passada, num evento do Programa Operacional Regional, a que preside, Carlos Lage, que nunca escondeu o incómodo que lhe suscita esta situação, explicava que, por sua vontade, concluiria naquele momento "o exercício das funções de presidente da CCDRN".

A versão final da orgânica do MAMAOT permitirá perceber se há alterações às competências das comissões, tendo em conta a importância e o alcance da nova Agência Portuguesa do Ambiente, APA.

Super-APA

Por exemplo, com a extinção do Instituto da Água (Inag), a APA converte-se em autoridade nacional deste sector. A APA ficará também com as competências das administrações regionais hidrográficas, que o secretário de Estado da Administração Pública chegou a "entregar" às CCDR, em apresentações do Plano de Racionalização e Melhoria da Administração Central. E a corrente que, no Governo, defendia o reforço das atribuições das CCDR em matéria de economia e educação (por absorção das direcções regionais das respectivas áreas) viu-se derrotada.

Fonte: Abel Coentrão/Público
Foto: Enric Vives-Rubio

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Autoridades suspeitam de crime de incêndio em Parque Chileno


    Autoridades suspeitam de crime no incêndio no Parque Torres del Paine (Chile)
     Em apenas uma semana arderam mais de 40.000 hectares de vegetação no Sul do Chile. As autoridades, que decidiram nesta terça-feira reabrir parcialmente o Parque Nacional Torres del Paine, suspeitam de actos criminosos na origem desta vaga de incêndios.
De momento há 51 incêndios florestais no Chile: 20 activos, 24 controlados e sete extintos, segundo um balanço apresentado ontem à noite pelo director nacional do Departamento Nacional de Emergências (Onemi), Vicente Núñez. Mais de 1800 bombeiros, guardaparques e militares, apoiados por helicópteros, lutaram ontem contra as chamas.

As regiões mais afectadas são Maule, na região de Cauquenes, e Biobío, esta última com 24.800 hectares destruídos. A área mais atingida é Pichiqueime, com 22.500 hectares queimados. Cerca de 500 pessoas foram retiradas da região e um homem de 75 anos morreu depois de se ter recusado a abandonar a sua casa.

“O Onemi enviou ontem para a região camas, colchões, mantas, água, rações alimentares para os homens que combatem os incêndios e para os desalojados”, segundo um comunicado daquele organismo do Ministério do Interior chileno. Hoje, as autoridades vão reforçar as brigadas florestais do Exército, bombeiros e maquinaria pesada.

O ministro do Interior, Rodrigo Hinzpeter, falou ontem da “probabilidade de uma causa intencional” no incêndio na região de Biobio. As suas suspeitas vão ao encontro das desconfianças do autarca desta zona, Victor Lobos, que disse ter recebido informações prestadas por guardaparques, segundo os quais o incêndio “começou em oito pontos simultâneos, o que nos leva a pensar numa intenção”.

Torres del Paine reaberto parcialmente

Na região de Magallanes, na Patagónia, o incêndio no Parque Nacional Torres del Paine já consumiu 14.504 hectares. “Ontem [dia 2 de Janeiro] registámos ventos fortes, com algumas rajadas na ordem dos 100 quilómetros/hora, o que gerou pequenos focos de reactivação. Mas durante o dia de hoje [dia 3 de Janeiro] a situação voltou ao normal e mantêm-se quatro dos seis focos de incêndio”, acrescentou Vicente Núñez.

Ontem, as autoridades decidiram reabrir parcialmente o Parque Nacional Torres del Paine, santuário de glaciares, lagos e floresta. “De acordo com as inspecções realizadas durante as últimas 48 horas pelos responsáveis decidimos abrir parcialmente o parque”, disse Núñez. Isto significa “habilitar cerca de 100 mil hectares dos 240 mil totais, o que constitui 80% do potencial turístico do parque”.

No sábado, um turista israelita de 23 anos, Rotem Singer, foi apontado como o presumível autor do incêndio em Torres del Paine, por negligência. De momento, o homem está em liberdade condicional até ao fim do inquérito policial.
Fonte: Helena Geraldes/Público
Foto: Stringer/Reuters




segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Cortes orçamentais ameaçam vida selvagem na Escócia


    O combate às espécies invasoras e a protecção do esquilo-vermelho, águia-pesqueira ou castor – espécies raras e ameaçadas na Escócia – podem estar em perigo por causa dos cortes orçamentais de, pelo menos, 20% na agência de conservação da natureza escocesa em favor de outras prioridades políticas.
Segundo avança hoje o jornal The Guardian, em 2011 a agência Scottish Natural Heritage (SNH) já sofreu um corte de 10% no seu orçamento. “Se cortarmos ainda mais agora não estaremos a investir no futuro. Isto terá um grande impacto negativo”, disse fonte da SNH ao jornal.

A agência receia não conseguir cumprir as suas obrigações legais na área do Ambiente, levando-a aos tribunais europeus por violação das directivas Aves e Habitats.

Por enquanto ainda não se sabe quais serão os programas de conservação a suspender mas a SNH está preocupada com 22 espécies de animais e plantas já ameaçadas.

O The Guardian adianta que a agência já decidiu deixar de financiar o programa de reintrodução da águia pequeira na Escócia, assim que terminar daqui a um ano. Outro programa que se arrisca a não ter continuação, assim que terminar, é a libertação de castores, projecto a decorrer em Knapdale. A agência também está a rever o financiamento do plano para conservar a última grande população de esquilo-vermelho, que terminará em Abril.

"Funcionar com um orçamento reduzido vai afectar tudo aquilo que conseguimos fazer enquanto organização", comentou um porta-voz da agência. "Assim como outros organismos públicos, precisaremos de nos concentrar nas maiores prioridades, onde poderemos fazer mais a diferença e conseguir mais benefícios", acrescentou.

Sondagens recentes revelaram que o esquilo-vermelho é considerado um símbolo da Escócia, numa altura em que a espécie está quase extinta em Inglaterra.

Fonte: Público


terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Actualização da Notícia: “Bióloga e Vigilantes da Natureza resgatados.”


    A Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza apurou que o resgate da Bióloga e dos Vigilantes da Natureza do Parque Natural da Madeira (PNM) pela Marinha de Guerra Portuguesa se efectuou devido à avaria que o motor da embarcação do PNM sofreu.
Os Vigilantes da Natureza transportaram na sua embarcação elementos do PNM para observação e recolha de dados das crias de Lobo-marinho que foram avistadas na ilha do Bugio. Após o desembarque da equipa de observação dos lobos-marinhos os Vigilantes da Natureza iniciaram o patrulhamento da área protegida, foi nessa altura que sucedeu a avaria no motor da embarcação. A embarcação ficou à deriva e a ser puxada pelas correntes para Alto Mar, devido à inexistência de comunicações a bordo os Vigilantes da Natureza tiveram que tomar uma decisão rapidamente. Abandonaram a embarcação e foram a nado até à ilha onde aguardaram por ajuda.
O Parque Natural da Madeira ao final do dia deu o alarme e a Marinha de Guerra Portuguesa recolheu a Bióloga do PNM, os Vigilantes da Natureza foram recolhidos no dia seguinte por não se conhecer a sua localização.
Após uma noite de frio e fome foram encontrados, estando de boa saúde.

Notícia APGVN

Sobreiro já é a Árvore Nacional, reconhecimento da sua importância.



    A partir desta quinta-feira, o sobreiro é a Árvore Nacional de Portugal, depois de um projecto de resolução aprovado, por unanimidade, na Assembleia da República e de uma petição pública com 2291 assinaturas.
A petição para consagrar o sobreiro (Quercus suber) como um dos símbolos do país foi lançada em Outubro de 2010 pelas associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza. Hoje, passado pouco mais de um ano, o sobreiro conquistou o hemiciclo.

“A partir de agora, abater um sobreiro não será apenas abater uma árvore protegida, mas sim, um símbolo nacional”, disse ao PÚBLICO o deputado socialista Miguel Freitas, relator do projecto. “O consenso total na Assembleia da República foi muito importante”, acrescentou.

O sobreiro é espécie protegida pela legislação portuguesa desde 2001. Mas essa protecção não foi suficiente para travar a regressão da árvore em território português, motivada por “práticas erradas, nomeadamente de mobilização de solo que danificam as raízes, e doenças ou a combinação das duas situações”, salientou Miguel Rodrigues, da associação Árvores de Portugal. Além disso, “a lei que protege o sobreiro está constantemente a criar situações de excepção para empreendimentos que permitem o abate de árvores”.

Miguel Rodrigues adianta que, depois da criação de um logótipo simbólico, será estudada a criação de uma “plataforma de trabalho que abranja tudo o que tem a ver com o sobreiro, desde associações a câmaras, universidades, indústrias e Estado. Actualmente não há integração de conhecimentos para suprir as necessidades”.

O sobreiro, árvore mediterrânica com mais de 60 milhões de anos, ocupa uma área de cerca de 737.000 hectares dos mais de 3,45 milhões de hectares de floresta em Portugal, segundo o último Inventário Florestal Nacional, de 2006. Hoje é responsável por 10% das exportações nacionais. “De momento, a cortiça é um dos produtos mais importantes da economia nacional”, salientou o deputado Miguel Freitas.

Mas a sua importância não se esgota na cortiça. “Esta árvore representa o montado, um dos ecossistemas mais importantes da Europa e as espécies ameaçadas que dele dependem”, acrescentou.


Fonte: Helena Geraldes/Público

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Tubarão azul dá prémio mundial a fotógrafo português


    Um tubarão azul nas águas dos Açores, junto ao banco submarino “Condor”, deu a Nuno Sá o primeiro prémio da categoria “Grande Angular” do maior concurso mundial de fotografia aquática, o Epson World Shootout Underwater Photo Grand Prix 2011.
Além desta distinção, o fotógrafo, de 34 anos, recebeu um quarto prémio com uma imagem de raias, no banco submarino “Princesa Alice”, tirada também nas águas dos Açores.
Nuno Sá concorreu com 226 fotógrafos de 27 países, que apresentaram mais de 1500 imagens em sete categorias – Amadores, Destinos de Mergulho, Conservação Ambiental, Água Doce, Macro, Grande Angular e Destroços –, captadas durante o mês de Agosto, durante o evento “World Shoot-Out”. Nesse período, fotógrafos dos quatro cantos do planeta mergulharam à procura das belezas dos oceanos, lagos, rios e até mesmo debaixo do gelo.

A fotografia do tubarão azul, captada nas águas do Faial, deu o prémio a Nuno Sá, no valor de 2500 dólares (cerca de 1900 euros).

Nuno Sá, fotógrafo profissional desde 2004, especializou-se no tema da vida selvagem marinha e actualmente faz parte da equipa do Wild Wonders of Europe, a maior iniciativa europeia de fotografia natureza.

Em Outubro passado, o mesmo fotógrafo foi distinguido com um “alto louvor” no concurso Veolia Environment Wildlife Photographer of the Year 2011, com a imagem “Racing blue”, de um tubarão azul ao largo do Faial. Já na edição de 2008, Nuno Sá recebeu um “alto louvor” na categoria Animals in their Environment atribuído à fotografia “Orcas at Sunset”.
Fonte: Helena Geraldes/Público
Foto: Nuno Sá


Diseñan una navaja exclusiva para el Cuerpo de AA FF

    Diseñan una navaja exclusiva para el Cuerpo de Agentes Forestales de España
    Fue idea de un Agente Forestal de Pontevedra, pidió cientos de opiniones, la llevó a Valsaín, contactó como no podía ser menos con los mejores cuchilleros de Albacete y aquí nos la presenta. Si estás interesado, lee su carta....
Hola a todos. Quiero comunicaros que tras varias consultas a bastantes compañeros, dentro de los modelos propuestos para escoger lo que será la navaja corporativa del cuerpo de agentes forestales de este estado, ha salido escogido el modelo SV-1 del artesano cuchillero de Albacete, “Forester” (el nombre de la empresa, es pura coincidencia, pero va que ni pintado!). El modelo en cuestión muchos ya lo conocéis a través del foro de Agentes Forestales y también los que asistieron al congreso de Valsaín del pasado mes de noviembre. Es una navaja muy robusta y resistente de la que el artesano hace dos modelos, uno grande y otro un poco más pequeño. Cada uno de vosotros podrá elegir el que más le guste. El PVP de esta herramienta es de unos 98€, pero nos lo dejan en 44€ por ser nosotros y la pequeña se queda en 40€, las dos gastos de envío incluídos.  La navaja irá con cachas en un material muy resistente llamado Micarta en color verde. Tanto en la cacha como en la funda de cuero, irá el escudo del cuerpo. En la hoja irá grabado a láser las palabras “Agente Forestal”, así como el número de serie de cada una de las navajas, para hacerlas únicas.  El tamaño de la hoja de la navaja grande, es de 10’5 cm y la pequeña es de 8 cm. La funda es en cuero de vacuno, muy fuerte y resistente, con la característica de que se puede poner en el cinturón en dos posiciones, tanto vertical como horizontal. También se nos da la posibilidad de que se hagan navajas especiales para zurdos, ya que el sistema de bloqueo que lleva (llamado liner lock) es diferente para estos y para los diestros.
Para hacer los pedidos, el sistema será a través de vuestros distritos, comarcas o cualquiera de la división que utilicéis en cada provincia. Uno o varios de los compañeros de cada una, que se encargue de hacer el listado de los compañeros que estén interesados, haciendo referencia en qué modelo querrá cada uno. Incluso puede haber gente que quiera las dos, o varias de cada una. También hay que especificar si se quiere para zurdos o para diestros. Por último, deciros que es importante que se hagan grupos de diez o quince como mínimo, para así rentabilizar los gastos de envío. No hagáis pedidos individuales a ser posible.
Por falta de espacio en este artículo, os remito al correo electrónico que hice para tal efecto. Escribidme aquí y os aclararé todas las dudas que surjan, así como la forma de hacer los pedidos: navajaagenteforestal@yahoo.es
Esta dirección electrónica esta protegida contra spam bots. Necesita activar JavaScript para visualizarla
Un saludo a todos.

Jose de la Fuente; Agente Forestal en Pontevedra (Distrito Forestal XIX)

Fonte: Guardabosques

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Livro ilustrado sobre tubarões e raias dos Açores


     Investigadores lançam livro ilustrado sobre tubarões e raias dos Açores

    O primeiro catálogo ilustrado publicado em Portugal sobre raias e tubarões, da autoria de investigadores das universidades dos Açores e de S. Paulo, no Brasil, descreve 52 espécies encontradas no mar dos Açores, incluindo algumas quase desconhecidas.
O “Catálogo Ilustrativo de Raias e Tubarões dos Açores”, apresentado na quarta-feira à noite em Angra do Heroísmo, é um trabalho dos investigadores João Pedro Barreiros, da Universidade dos Açores, e Otto Gadig, da Universidade Estadual Paulista.

“É uma forma de profissionais e de qualquer pessoa que goste do mar poderem conhecer e visualizar as espécies que ocorrem na Zona Económica Exclusiva dos Açores, na margem das 200 milhas”, afirmou João Pedro Barreiros, salientando que a obra resulta de uma “pesquisa exaustiva sobre o que se sabe de cada uma das espécies”.
Para este investigador, trata-se de “um contributo para o conhecimento científico de um grupo de animais que é bastante específico”. “Há espécies que são praticamente desconhecidas”, frisou, acrescentando que este tipo de publicações “aumenta o conhecimento da biologia destas espécies misteriosas, de grande profundidade, que ninguém vê e nem os pescadores conhecem”.

O catálogo, publicado em português e inglês, inclui uma parte informativa sobre tubarões e raias com os principais aspectos da sua biologia, “espécie por espécie, porque cada caso é um caso”.

As imagens, segundo João Pedro Barreiros, estão acompanhadas por comentários “relativos à importância pesqueira da espécie, ao seu estatuto de vulnerabilidade” e, no caso dos tubarões, sobre “o potencial perigo que podem representar para os humanos”.
Fonte: Lusa
Foto: Pedro Cunha

Assunção Cristas anuncia campanha "Vamos Plantar Portugal"


    A ministra do Ambiente, Assunção Cristas, anunciou hoje que está a ser preparada uma espécie de "Vamos Plantar Portugal", dotando o país de uma nova árvore por cada habitante.
    "Vamos trabalhar para que seja possível, na altura em que é mais conveniente, montar uma grande acção assente no voluntariado para plantar ou semear Portugal. Se por cada português conseguirmos ter mais uma árvore, o nosso PIB aumenta, a nossa riqueza aumenta, a nossa contribuição para a diminuição das alterações climáticas aumenta, porque a floresta é um grande pulmão de sequestro de carbono", afirmou.

A ministra falava no Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), em Terras de Bouro, onde foi assinalar o fim do Ano Internacional das Florestas.

Com calças de ganga, calçado desportivo e de sachola na mão, Assunção Cristas procedeu à plantação de duas árvores e ainda lançou uma semente.

A oportunidade foi aproveitada para "oficializar" a fusão entre o Instituto para a Conservação da Natureza e a Autoridade Florestal Nacional, que dão lugar ao Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

O objectivo é "aumentar a produção florestal, mas ao mesmo tempo ter uma produção sustentada, com grande cuidado na conservação da natureza”.

Uma fusão que, garantiu a ministra, não implicará qualquer despedimento, mas sim a racionalização de meios, de forma a libertar mais gente "para estar no terreno" em missão de fiscalização e de vigilância.

"Mais gente no terreno, em missão de prevenção, é absolutamente essencial. O combate [aos incêndios] é um sorvedouro de dinheiro que só nos enche de tristeza", salientou.

Assunção Cristas lembrou que hoje Portugal importa, por ano, 200 milhões de euros de matéria-prima para a indústria da madeira, uma cifra elevada para um país cujo território está 63 por cento coberto por floresta.

Este ano, no PNPG, foram plantadas cerca de 20 mil novas árvores, quando o objectivo fixado inicialmente seria uma árvore por cada um dos 10 mil habitantes do Parque.

Segundo Lagido Domingos, director do PNPG, foram ainda recuperados 300 hectares de pastagens e criados 100 hectares de faixas de gestão de combustível.

Lagido Domingos disse ainda que, além dos incêndios, a propagação das espécies invasoras é outra das principais ameaças ao PNPG.

Fonte: Lusa
Foto: Pedro Cunha

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Constitución de la Asociación Colombiana de Guardaparques


    ASAMBLEA DE CONSTITUCION DE LA ASOCIACION COLOMBIANA DE GUARDAPARQUES
    Lo admirable es que el hombre siga luchando y creando belleza en  medio de  un mundo bárbaro y hostil.
Ernesto Sábato.
     Durante  los días 19 y 20 de diciembre, en la ciudad de Bogotá, se realizará la asamblea de constitución de la Asociación Colombiana de Guarda parques, con la asistencia de delegados de las direcciones  territoriales así como de representantes del nivel central de la entidad, a fin de lograr la máxima representatividad y participación de todas las dependencias y niveles.
Esta iniciativa, se viene impulsando de tiempo atrás por un grupo de compañeras y compañeros  de la territorial amazonia, para quienes va todo nuestro reconocimiento por tan visionario  ideal,  en beneficio de la dignificación, respeto,  reconocimiento y valoración de nuestra labor,  así como de  las áreas protegidas, por toda la sociedad Colombiana .
 El  sitio del evento, será  en el Hotel  Andes Plaza, ubicado en la Avenida 15 # 100-11, de la ciudad de Bogotá, tel : 314 8180.
Fonte:  Marcelo Segalerba

A preservação do lobo ibérico como prenda de Natal

 

    Chega a interagir com o público dando uivos e aproximando-se dos visitantes. Faia é já considerada a principal atração do Centro de Recuperação do Lobo Ibérico (CRLI) de Mafra, que necessita de donativos para preservar a espécie.

   Graças à sua juventude, este animal selvagem tem um comportamento ainda pouco destemido e sociável, permitindo ao centro sensibilizar o público para a preservação da espécie, ameaçada ao fim de décadas de perseguição pelo Homem por causa da caça e dos ataques a animais domésticos, em resultado da redução de presas naturais.
A sofrer da redução de donativos por causa da contenção económica, que levou este ano à dispensa de colaboradores, o CRLI, já visitado por seis mil pessoas em 2011, olha para a crise como uma oportunidade para defender causas, sobretudo no período do Natal.
“Temos de ser mais seletivos nas prendas que oferecemos e oferecer uma adoção [de um lobo] é uma forma de ajudar o centro e contribuir para uma causa ambiental”, refere o biólogo Francisco Fonseca, presidente do Grupo Lobo, responsável pelo CRLI, onde coabitam mais seis lobos num ambiente semelhante ao seu habitat natural.
É o caso de Soajo, irmão de Faia. Os dois foram os últimos a nascer no centro, há três anos, mas o macho apenas se deixa observar atraído pelo jipe que distribui a comida pelos animais. Uma história muito diferente daqueles que vêm de jardins zoológicos e, por sinais de velhice, são dispensados e acabam por passar os últimos anos de vida no CRLI.
“Procuramos limitar o acesso dos visitantes porque queremos que os lobos tenham condições de vida e não queremos causar uma grande pressão sobre os animais”, explica Francisco Fonseca.
Lobito chegou ao centro há um ano, depois de ser resgatado de um cativeiro ilegal no norte do país, e ainda está longe dos olhares dos visitantes, que esta semana deixou de poder observar o lobo Prado. A sua morte veio entristecer o Natal no CRLI, 16 anos depois de ali ter nascido.
O CRLI, único no país, pretende integrar o programa europeu de reprodução de lobos em cativeiro, para vir a receber lobos que já não trazem mais-valia genética ao programa, evitando assim o seu abate ou o realojamento em jardins zoológicos.
Fonte: Lusa

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Salta está seleccionando Guardaparques para sus reservas


    La Agencia de Áreas Protegidas, dependiente del Ministerio de Ambiente y Desarrollo Sustentable de la provincia de Salta, convoca a los interesados a presentarse al proceso de selección.

    Requisitos

Acreditaciones y formación de carácter obligatorio para la postulación

a) Acreditaciones:

1. Ser argentino nativo o por opción con 5 años como mínimo de radicación definitiva en el país.

2. Ser mayor de 21 años de edad.

3. Acreditar Aptitud psicofísica certificada por institución pública de salud.

4. Acreditar inexistencia de antecedentes penales.

5.Acreditar  licencia de conducir “Categoria B2” o superior (Automóviles, camionetas y utilitarios hasta tres mil quinientos kilogramos (3.500 kg.) de peso, con un acoplado de hasta setecientos cincuenta kilogramos (750 kg.) de peso, o casa rodante no motorizada.

6. Acreditar CLU emitido por el RENAR
Observaciones:  los  puntos 3 ,4 ,5 y 6 serán solicitados a aquellos postulantes cuando
reciban  formalmente la aprobación de la primer etapa de selección por Curriculum Vitae.

b) Formación específica:

1. Título Universitario o Terciario de carreras de duración no inferior a dos años, en ambos casos dirigidas al manejo y gestión del ambiente y/o sistemas de áreas protegidas y/o recursos naturale

2. Podrán también postular aquellas personas con titulo secundario que acrediten mediante organismo pertinente, como mínimo cinco años de experiencia efectiva en tareas de guardaparque o afines.

Observaciones: Los puntos  1 y 2 reflejan la diversidad de perfiles para las necesidades deservicio del sistema.

Habilidades y capacidades solicitadas:

1. Capacidad para la planificación y gestión en áreas protegidas.

2. Saber Conducir  vehículos  4x4.

3. Saber  andar  a caballo y  poseer conocimientos básicos de su mantenimiento.

4. Saber nadar.

5. Operar equipos de radiocomunicaciones.

6. Uso y mantenimiento de máquinas y herramientas.

7. Adaptación a trabajos en el terreno en las diferentes ecoregiones de la provincia.

8. Buena presencia.


9. Capacidad de trabajo en equipo.

Experiencia laboral:

­ Experiencia en tareas de campo y/o gestión  realizadas en Áreas Naturales Protegidas
Nacionales, Provinciales, Municipales o Privadas.

Cierre de convocatoria: 31 de diciembre de 2011



sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

La nueva Ley de Montes en Galicia - Agentes Forestales

    La nueva Ley de Montes en Galicia refuerza en su definición el papel de los Agentes Forestales
    La Ley de Montes de Galicia ha pasado ya su penúltimo trámite antes de entrar en el Parlamento. El Consello Forestal dio su visto bueno al borrador del anteproyecto de un proyecto ampliamente alabado por el Consejero de Medio Rural, Samuel Juárez. 
Para los Agentes Forestales y/o Agentes Facultativos Medioambientales de Galicia constituye finalmente una buena herramienta legal, a tenor, al menos, de la definición que incluye finalmente y que dista por fortuna de la ausencia absoluta de los primeros borradores. 
Esta es la definición que finalmente verá la luz en el Parlamento:
8.4. Agente Forestal o Agente Facultativo Medioambiental: Funcionario perteneciente al Gobierno de Galicia, que ostenta la condición de agente de la autoridad y que de conformidad con la legislación de aplicación y de su propia normativa, tiene encomendadas funciones de gestión pública forestal, y de policía y custodia de los bienes jurídicos de naturaleza forestal y de policía judicial en sentido genérico.

Fonte: Guardabosques

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Bióloga e Vigilantes da Natureza das Desertas resgatados

  
    Bióloga e Vigilantes da Natureza das Desertas resgatados pela Marinha e Força Aérea Portuguesa

    Em 26 de Novembro de 2011, pelas 21h52, a Marinha – Autoridade Marítima Nacional, através do seu Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo (MRCC Lisboa), foi informada pelo Comando da Zona Marítima da Madeira, que se encontravam três pessoas desaparecidas, uma bióloga e dois Vigilantes da Natureza das Desertas, numa semi-rígida no ilhéu Bugio.
De imediato o MRCC Lisboa, através do MRSC Funchal, desencadeou os procedimentos de busca e salvamento aplicáveis, em coordenação com a Força Aérea Portuguesa (FAP). Foram empenhados para a área o NRP Cacine e o EH-101 Merlin da FAP.
Às 01h22, foi resgatada a bióloga na ilha Deserta pelo NRP Cacine. Às 07h56 foram resgatados os dois Vigilantes da Natureza no ilhéu do Bugio, por se encontrarem numa zona inóspita foram retirados pelo EH-101 Merlin, tendo sido transportados para a casa de abrigo da ilha Deserta Grande em situação estável.

Fonte: Marinha Portuguesa

Polémica entre QUERCUS e SEPNA remonta ao ano passado


    Animais selvagens fechados em canil de Évora

    Grifo passou dois dias no canil de Évora. ICNB teve de intervir para reaver o pássaro.
Um grifo, ave ameaçada e protegida por lei, foi colocado no Canil Municipal de Évora, que apenas tem habilitações para receber animais domésticos. O pássaro foi encontrado num estado de saúde frágil por moradores da zona que ligaram para o canil, tendo, na sexta-feira, os funcionários deste local ido buscar o grifo.
A situação preocupa a Liga de Protecção da Natureza (LPN) e o Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB), que alertam para o facto de esta ser já, pelo menos, a quarta vez que animais selvagens são ilegalmente colocados naquele canil.

«Esta situação é inaceitável», considera Carlos Cruz, responsável pela LPN em Évora. Segundo este especialista, aquele grifo estaria sem forças por ser muito novo e não conseguir encontrar comida, uma vez que ainda não fora treinado pelos pais.

«Quando chega a este estado de fragilidade, o grifo já não consegue defender-se. Deixa-se apanhar pelo homem como se fosse uma galinha», explica ao SOL Carlos Cruz, também responsável pelo Centro de Acolhimento e Recuperação de Animais Silvestres (CARAS), de Évora, gerido pela LPN.

Aliás, segundo este perito, o animal deveria ter sido encaminhado para o CARAS e o seu transporte feito pelos agentes do Serviço de Protecção Florestal (SEPNA) da GNR. Mas segundo fonte oficial do SEPNA os funcionários do canil quiseram ficar com a situação entre mãos. «Foram os técnicos do Canil quem decidiu recolhê-lo», justifica o major Pereira, relações-públicas do SEPNA.

Resgatado e levado para a Quercus

Depois de ter tido conhecimento da situação, a LPN alertou o Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade. «As espécies selvagens devem ir para os centros de recuperação. Os animais têm de ser marcados, para ser estudados em projectos de investigação», esclarece ao SOL João Loureiro, deste organismo.

Apesar de a situação ser ilegal e perigosa – pois o canil não tem competência para tratar de um animal destes –, o grifo teve de ali ficar mais de dois dias. «Durante todo o fim-de-semana, o canil esteve fechado. Foi impossível fazer o que quer que fosse», lamenta Carlos Cruz. Apenas na segunda-feira foi possível resgatar o grifo e transportá-lo para o Centro de Recuperação e Estudo de Animais Selvagens da Quercus, em Castelo Branco. E, entretanto, foi entregue ao CARAS. Esta não é, de resto, a primeira vez que um animal selvagem é entregue aos cuidados do canil de Évora: segundo Carlos Cruz, será, pelo menos a quarta que a história se repete. «Há uns meses, foi um bufo real. Nunca soubemos o que lhe aconteceu», conta.
A polémica, diz Carlos Cruz, remonta ao ano passado, quando o responsável da LPN apresentou uma queixa à Procuradoria-geral da República contra os agentes do SEPNA de Évora, num caso de venenos ilegais.

O SOL tentou, até à hora de fecho da edição, contactar o veterinário municipal de Évora, mas sem sucesso.

Fonte: SOL

sábado, 26 de novembro de 2011

Para quando oficiais da GNR na administração das CCDR’s?


    O Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Alfredo Marques, e o Comandante Operacional da Guarda Nacional Republicana (GNR), Major General José Romão Mourato Caldeira, assinaram no dia 24 de Novembro um protocolo que visa materializar e reforçar a colaboração entre as duas entidades na área da fiscalização ambiental e de ordenamento do território na Região Centro.
Ao longo dos últimos anos temos assistido ao constante vergar de costas dos dirigentes das instituições ligadas à fiscalização do ambiente e do ordenamento do território perante os militares de carreira da GNR. Estes militares que tiveram necessidade de criar dentro da sua instituição tarefas que servissem de rampa de lançamento para a sua ascensão na carreira militar, tiveram excelentes resultados, não a nível de protecção do meio ambiente mas sim a nível pessoal, como é do conhecimento de muitos cidadãos estes militares da GNR que fundaram os serviços “extra” na instituição a que pertencem tiveram uma subida excepcional na carreira.
Com tantos protocolos assinados entre as CCDR´s e a GNR podemos questionar o porquê da existência das CCDR’s, não se estranhe que muito em breve estas áreas sejam geridas por militares. Os protocolos que proliferam entre estas duas entidades são um indicador de que se justifica o mais rapidamente possível que os presidentes das CCDR´s sejam substituídos por militares de carreira. Esta substituição só trará vantagens ao erário público, em tempos de crise poupa-se na duplicação dos elevados ordenados que estes senhores auferem.
Para quê intermediários senhores políticos e decisores, entreguem de uma vez por todas a gestão do Ambiente aos militares da GNR, situação única a nível mundial, pelo menos seremos um país original, descuramos a protecção de pessoas e bens, fechando os postos da GNR no meio rural, desviando os militares da GNR das funções para que foram criados e apostando no faz de conta da protecção da natureza.
F. Correia

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Los A.M. reivindican su papel como Polícia Medioambiental



   Los Agentes Medioambientales reivindican en Segovia su papel como Policía Medioambiental
En el marco de su XII asamblea, la Asociación Española de Agentes Forestales y Medioambientales apuesta por la celebración del II Congreso de la Profesión y reivindican al nuevo Gobierno de España que la tarjeta de identidad profesional ampare el uso de armas como al resto de cuerpos y fuerzas de seguridad.
La   La  La    La AEAFMA Asociación Española de Agentes Forestales y Medioambientales celebró este fin de semana en las instalaciones del CENEAM en Valsaín (Segovia) su decimosegunda asamblea ordinaria, y también la quinta extraordinaria, ya que por imperativo estatutario corresponde la elección de una nueva Junta Directiva para los cuatro próximos años, en una fecha que, casualmente, coincide con las Elecciones generales.
Unánimemente se reivindica el papel de los Agentes Medioambientales como policía ambiental, y como garantes de la protección del rico patrimonio forestal y medioambiental del país.
Con representación de agentes forestales de prácticamente todas las Comunidades Autónomas, en total 70 profesionales que representan a los 6.000 Agentes Forestales y Medioambientales debaten durante todo el fin de semana asuntos de interés y de gestión de la profesión.
Se trata el asunto del II Congreso de Agentes Forestales y Medioambientales de España, el cual, por problemas de organización, no ha podido celebrarse en Valencia este año tal como estaba previsto. Se propondrá  a la asamblea seguir trabajando para celebrarlo el próximo año, y, en función de los recursos disponibles, si no es posible el Congreso se llevaran a cabo unas Jornadas Técnicas sobre el estado actual de la profesión en el Estado español y sus perspectivas de futuro. Para ello esperamos contar con representación de todos los ámbitos que interrelacionan con los agentes forestales /medioambientales a nivel profesional, tanto administrativo (representantes de las diferentes formaciones políticas y  políticos de las diferentes Administraciones con competencias de gestión, conservación  y protección de la naturaleza y del medio ambiente, Ministerio del Interior) como social (representantes de movimientos conservacionistas, federaciones deportivas) y jurídico (Fiscalía de Medio Ambiente y Urbanismo, miembros de la Judicatura). Además, contaremos con la presencia de agentes forestales extranjeros, entre los cuales estarán los italianos del Corpo Forestale dello Stato, un referente en cuanto a entorno legal de actuación, organización especializada y las variadas funciones que desempeñan.
En cuanto  a los temas que la asociación viene tratando con el Ministerio del Interior, se informó a la asamblea  de la reciente decisión que éste ha tomado, a instancias de las conversaciones mantenidas por la AEAFMA y  la Coordinadora de Agentes Forestales de la UGT con representantes de dicho Ministerio y del PSOE, de modificar la normativa que regula actualmente el uso de las luces prioritarias de color azul, para aclarar definitivamente que entre los vehículos autorizados a portar estos indicadores de prioridad están los de los agentes forestales.
El otro tema, largamente reivindicado por la AEAFMA, es el referido a que la Tarjeta de Identidad Profesional ampare el uso de armas a los agentes forestales cuando éstos se encuentran de servicio -al igual que ocurre con otros cuerpos de funcionarios agentes de la autoridad armados- y no verse equiparados en cuanto a licencia y  tipos de armas a la seguridad privada, continúa bloqueado. La reciente modificación del Reglamento de Armas hubiera sido una buena oportunidad para solucionar definitivamente esta reivindicación, pero la falta de voluntad política no lo ha hecho posible. No obstante, desde la AEAFMA se va a continuar haciendo propuestas y argumentando esta petición, considerada jurídicamente viable y políticamente aceptable.
La Asamblea ha elegido nueva Junta Directiva, siguiendo como Presidente el Agente Rural de Cataluña, Ferran Almansa, y ha agradecido la labor desarrollada hasta ahora por los miembros que cesan en el cargo, el Vicepresidente Jesús García, y los vocales Francisco Tejedor y Roberto Naveiras.
 

domingo, 20 de novembro de 2011

Ministra do Ambiente responde às questões do P.E. “Os Verdes”


    Em resposta à Pergunta n.º 977/XII/1.ª, de 14 de Outubro de 2011, efectuada pelo Grupo Parlamentar do Partido Ecologista “Os Verdes”, passamos a transcrever a resposta de Sua Excelência a Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território:

“O Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (MAMAOT) reitera que as funções desenvolvidas pelos Vigilantes da Natureza são funções de autoridade do Estado e de salvaguarda de valores protegidos e classificados.

Os Vigilantes da Natureza são componentes fundamentais para a missão pública, tendo a seu cargo as seguintes funções:

  1. Vigilância;
  2. Fiscalização;
  3. Prevenção de incêndios florestais;
  4. Acções de gestão da área protegida;
  5. Acções de educação para a conservação da natureza;
  6. Monitorização de habitats e espécies;
  7. Conservação da Natureza.

Findo o processo de reestruturação, o novo organismo que integra a missão de conservação da natureza e da biodiversidade e a gestão das Áreas Protegidas disporá de um corpo de vigilantes da natureza para o exercício de funções de autoridade do Estado nas áreas da vigilância dos valores naturais classificados e na fiscalização do cumprimento da legislação que os protege, designadamente a nível nacional os Planos de Ordenamento das Áreas Protegidas, o Regime Jurídico da Conservação da Natureza e o Programa Sectorial da Rede Natura 2000 e, a nível comunitário, as Directivas EU Aves e Habitats.

Relativamente aos vigilantes afectos às Administrações das Regiões Hidrográficas (ARH) e atendendo à importância da fiscalização nos processos de gestão dos recursos hídricos, é de prever que os mesmos continuem a exercer funções no organismo que lhes suceder. Os moldes em que tais funções serão desenvolvidas estão dependentes do decorrer do processo de reestruturação que se encontra em curso.

A conjuntura económica e financeira que o País atravessa tem, como é sabido, fortíssimos constrangimentos em matéria de orçamento público. Neste sentido, o MAMAOT em função da própria evolução das disponibilidades que se vierem a criar num contexto de melhoria da situação geral da economia e das finanças públicas, avaliará a possibilidade de a alargar o corpo de Vigilantes da Natureza.”


Ministra do Ambiente responde às questões efectuadas pelo PCP


    Em resposta à Pergunta n.º 973/XII/1.ª, de 14 de Outubro de 2011, efectuada pelo Partido Comunista Português, passamos a transcrever a resposta de Sua Excelência a Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território:

“As funções de vigilância e fiscalização nas Áreas Protegidas e Áreas da Rede Natura 2000 são a garantia do cumprimento das Directivas Comunitárias relativas à Natureza, dos Planos de Ordenamento dos Parques e Reservas Naturais e de toda a legislação aplicável decorrente do Regime Jurídico da Conservação da Natureza.

Para além disso, estas funções estão igualmente associadas ao cumprimento da legislação aplicável decorrente do regime jurídico relativo à gestão dos recursos hídricos. Estas funções assumem o carácter de missão pública, pelo que é competência do Estado assegurar o seu desenvolvimento e os meios necessários para o efeito.

As funções desenvolvidas pelos Vigilantes da Natureza são funções de autoridade do Estado e de salvaguarda de valores naturais dos ecossistemas pelo que não é pretensão proceder à transferência dessas funções de autoridade para entidades privadas.

Os Vigilantes da Natureza existentes são componentes fundamentais para a missão pública de gestão das áreas protegidas, bem como da gestão dos recursos hídricos. Tal como acontece hoje, não significa que não possam prestar apoio a outras actividades que contribuem para a protecção dos valores naturais e que não se inserem no estrito senso de vigilância e fiscalização, nomeadamente a prevenção de fogos florestais, educação para a natureza ou intervenção em acções directas de conservação de espécies e habitats inseridas em projectos e programas em curso.

As actividades de vigilância e da fiscalização da natureza são desenvolvidas por vários organismos do Estado, no âmbito das respectivas competências, bem como pelo Serviço de Protecção da Natureza (SEPNA) da Guarda Nacional Republicana (GNR), pela Polícia Marítima e pelas Capitanias dos Portos, não excluindo o papel das Autarquias Locais.

A aposta deve passar pelo estabelecimento de protocolos de cooperação e de parcerias, tendo em vista a concertação de prioridades de actuação, formação dos agentes e concentração de esforços. Esta estratégia permite concretizar uma actuação coesa e mais eficaz, fazendo o melhor uso dos recursos humanos e técnicos disponíveis.

No âmbito dos referidos protocolos e parcerias são promovidas reuniões de preparação e definidos planos de actuação, permitindo uma intervenção mais proactiva.

A conjuntura económica e financeira que o País atravessa tem, fortíssimos constrangimentos em matéria de orçamento público. Neste sentido, e sem prejuízo do Governo se manter atento à necessidade referenciada, a possível abertura de concursos de recrutamento de vigilantes será avaliado, em função da própria evolução das disponibilidades que se vierem a criar num contexto de melhoria da situação geral da economia e das finanças públicas.”



Agentes Forestales de toda España están reunidos en Segovia

 
    85 representantes de los Agentes Forestales y Medioambientales de la práctica totalidad de CCAA de España están reunidos este fin de semana en Valsaín (Segovia) en la XII Asamblea de la Asociación Española de AAFFyMMAA.
Con un incremento de 304 socios sobre el número de asociados con que contaba en el año anterior, la Asamblea de este año afronta un jugoso abanico de asuntos que afectan directamente a esta profesión. En la primera parte de los debates se han abordado las gestiones realizadas por AEAFMA durante el último ejercicio, como la problemática de los rotativos V1 azules, que finalizó con éxito, o las consecuencias del proyecto de modificación de la Ley de Enjuiciamiento Criminal, momentáneamente congelado.
En los debates del segundo bloque de asuntos se está analizando el II Congreso de la Profesión de Agente Forestal, que debía haberse celebrado en Valencia este año y cuya ejecución está pendiente de los debates que en este momento se están produciendo.
Como el año pasado, Roberto Naveiras está emitiendo por TV Forestal el desarrollo de la Asamblea en directo. Puedes seguirlo pinchando aquí:  FORESTALES TV

Fonte: Guardabosques

Ministra do Ambiente na Comissão Parlamentar do Ambiente

    Ministra do Ambiente garante que não tem plano para reduzir quadros do seu ministério

    A ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território afirmou hoje que não tem "na cabeça" qualquer plano de redução de quadros no seu ministério, mas admitiu que "depois se verá se têm que racionalizar recursos ou não".

Assunção Cristas explicou aos deputados da Comissão Parlamentar do Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local que "não há qualquer proposta de emagrecimento" no seu Ministério a não ser pelas aposentações de funcionários que vão decorrendo normalmente.
Actualmente, precisou, emprega cerca de 10.500 pessoas.

Assunção Cristas foi confrontada pela deputada Heloísa Apolónia (Verdes) com o facto do orçamento do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) sofrer uma descida de mais de metade, baixando de 8,7 milhões de 2011 para quatro milhões no próximo ano.

A ministra argumentou que apesar do valor do orçamento para este ano, até Setembro apenas estavam executados 0,4 milhões de euros, afirmando aguardar que no próximo ano a execução se aproxime do valor orçamentado.

Fonte: Diário de Notícias