sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Comemoração do Dia Nacional do Vigilante da Natureza


Companheiros!

    Coincidindo o dia Nacional do Vigilante da Natureza com o dia Mundial das Zonas Húmidas, a APGVN de forma a obviar custos, propôs à presidência do ICNB, a comemoração de ambos os eventos no mesmo local.

Assim o Dia Nacional do Vigilante da Natureza, dia 2 de Fevereiro, vai este ano ser comemorado no Sítio Classificado da Lagoa de Albufeira, (Sesimbra).

O Senhor Presidente do ICNB já autorizou a participação de todos os Vigilantes da Natureza interessados e a sua deslocação em viaturas de serviço, desde que fiquem assegurados os serviços nas Ap’s. Foi ainda autorizada a deslocação no dia 1 de Fevereiro para os colegas que tenham que pernoitar de véspera. O mesmo pedido foi endereçado às Presidências das CCDR’s e ARH’s do qual aguardamos resposta e daremos notícia brevemente.

Tendo em conta as restrições financeiras dos Serviços em geral e dos colegas em particular, a APGVN assegurará as dormidas enquadradas na situação acima referida e o almoço comemorativo do dia 2 de Fevereiro.

O programa está a ser elaborado e será oportunamente divulgado, o qual contará com:

§         Recepção com um Moscatel de Honra,
§         Intervenção do Director do DGAC-ZH, do Presidente da CM Sesimbra, do Presidente da APGVN, do Presidente do ICNB, e do senhor Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural.
§         Visita à Lagoa Pequena
§         Churrasco campestre
§         Visita ao Cabo Espichel


A tua presença nesta comemoração é importante, participa, envia a tua inscrição para vigilantesnatureza@gmail.com


A Direcção da APGVN

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Tragédia atinge os Vigilantes da Natureza. Corpo Nacional em choque!


    O nosso companheiro e amigo Carlos Silva, Vigilante da Natureza do Parque Natural da Madeira, desapareceu no mar.
    Carlos Silva é um dos mais experientes e respeitados Vigilante da Natureza do país.
    Pouco se sabe sobre o motivo que levou um experimentado mergulhador a desaparecer num mar que tanto amava e que sobejamente conhecia.
    A notícia começou a circular ontem pelos Vigilantes da Natureza apanhando todos de surpresa, a consternação e tristeza apoderou-se de todos os que com ele partilharam momentos inesquecíveis!

APGVN
Foto:  Élvio Pereira

Asesinada una Ranger en el P N Mount de EE.UU.

   Asesinada una Ranger en el Parque Nacional Mount de EE.UU.
    La Ranger (Agente Forestal en EEUU) Margaret Anderson, de tan solo 34 años, fue asesinada a tiros mientras se efectuaba un control el día de Año Nuevo cerca de la estación de Longmire en Parque Nacional Mount Rainier. El sospechoso del asesinato, un excombatiente de la Guerra de Irak con antecedentes, salió de su vehículo en el control donde se hallaba Margaret, abrió fuego y fatalmente alcanzó mortalmente a la Ranger Anderson.
Tras recibir el disparo, la Ranger Anderson todavía tuvo tiempo de pedir ayuda por radio. Oficiales compañeros de Margaret tratando de llegar hasta ella mientras eran mantenidos a raya por los disparos del sospechoso durante casia tres horas. Finalmente llegaron refuerzos y consiguieron detenerlo. En su vehículo se recuperaron varias más armas y chalecos antibala.
La Ranger Anderson había cumplido en el Servicio de Parques Nacionales cuatro años. Estaba casada con otro Ranger que también estaba de servicio en el Parque el día del suceso. Tenía dos hijos pequeños.
En la imagen, a la derecha, Margaret en una fotografía muy reciente.
Fonte: Guardabosques



Uma micro-reserva para proteger a borboleta azul


    Uma micro-reserva para proteger a borboleta azul que imita formigas

    A rara e ameaçada borboleta azul, que apenas sobrevive se for adoptada por formigas, ganhou esta semana uma micro-reserva na serra de Montemuro, no Norte do país, graças a um projecto da Quercus que teve o apoio da paróquia local.
A estratégia de sobrevivência da borboleta azul das turfeiras é, talvez, a mais surpreendente em todas as 135 espécies de borboletas diurnas conhecidas em Portugal.

Ao contrário do que acontece com as lagartas de outras espécies que, no Inverno, aguardam, escondidas na vegetação, pelo calor e Sol da Primavera para voar, a Phengaris alcon (anteriormente conhecida como Maculinea alcon) está debaixo da terra, dentro de um formigueiro. Aqui, a lagarta leva uma vida predatória, alimentando-se das larvas das formigas até estar pronta para surgir nos lameiros como uma das borboletas mais ameaçadas de Portugal. Actualmente apenas são conhecidas populações no Parque Natural do Alvão e na serra de Montemuro, esta última descoberta no Verão de 2011 pelo Tagis - Centro de Conservação das Borboletas de Portugal.

Na semana passada, a Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza comprou 3500 metros quadrados no município de Castro Daire, na Serra de Montemuro, para criar uma micro-reserva e ajudar à sobrevivência dessa população de borboleta azul. “É um terreno privado, rodeado de baldios e pequenas propriedades, que comprámos com donativos de privados”, disse Paulo Lucas, do Grupo de Trabalho de conservação da natureza daquela organização.”Esta era uma ambição antiga nossa e quisemos perseguir o sonho de ter um espaço para esta borboleta”, acrescentou, em declarações ao PÚBLICO.

Para Patrícia Garcia Pereira, bióloga do Tagis, esta é uma “grande notícia”. “Foi por acaso, durante uma visita ao campo guiada pelo botânico da região Tiago Monteiro Henrique, em meados de Junho, que soubemos que havia naquela zona a planta onde a borboleta põe os ovos”, contou a investigadora. “Mas ainda não era a época de voo da borboleta. Bom, tenho de voltar, pensei. Poucas semanas depois fizemos uma nova visita e aí sim, encontrámos as borboletas, confirmámos aquela população”. Hoje é a população mais a Sul que se conhece desta espécie, em Portugal.

Naquela região, marcada pelo despovoamento, “as pessoas estão receptivas. Na verdade, a paróquia local ajudou-nos muito, por exemplo, a encontrar terrenos e a contactar os proprietários”, contou Paulo Lucas.

Gado, formigas e flores: a equação perfeita

No Verão, centenas de borboletas azuis esvoaçam nos lameiros de altitude. Mas há milhares de ovos que não sobrevivem, comidos por predadores como os gafanhotos. “A mortalidade é muito grande”, disse ao PÚBLICO Paula Seixas, que estuda a espécie desde 2003 no Departamento de Protecção de Plantas da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD).

Mas o ciclo de vida desta borboleta está ele mesmo cheio de desafios, conta a investigadora. É na primeira semana de Julho que se podem ver os primeiros adultos a voar, normalmente machos. “As fêmeas surgem três a quatro dias depois”. Quando chega a altura, acasalam e fazem as posturas nas flores de uma única espécie de planta, também ela rara, a Genciana-das-turfeiras (Gentiana pneumonanthe). Cada borboleta põe entre 40 a 50 ovos, que distribui por várias plantas. Um dos maiores problemas é a alteração deste habitat através do abandono do gado que mantém estas espécies de plantas, impedindo a vegetação de crescer demasiado. Um dos objectivos da micro-reserva é, segundo a Quercus, garantir que o gado continua a alimentar-se naquelas zonas.

Depois de passarem várias semanas na flor, as lagartas – na altura já medindo três milímetros - abrem um orifício e atiram-se para o solo onde são colhidas por uma única espécie de formigas, do género Myrmica, que as capturam pelas mandíbulas e as levam para o seu formigueiro. Estas confundem a lagarta por crias de formigas perdidas, por causa de uma substância hormonal, que imita os odores tão seus conhecidos. “Mas se não houver um formigueiro a uma distância de, pelo menos, dois metros da planta, as formigas não irão buscar as lagartas e estas acabam por morrer”, acrescentou Paula Seixas. Depois de terminarem o seu desenvolvimento larvar, as borboletas têm à sua espera, em média, dez dias de voo.

Tendência de aumento

Agora, o futuro da Phengaris alcon parece estar mais seguro. “No Parque Natural do Alvão, há densidades populacionais bem estimadas. Na maior população foram contadas entre 4000 e 5000 borboletas numa zona com 2,5 hectares”, disse Paula Seixas, da UTAD. Todos os Verões, Paula e a sua equipa saem para os lameiros para monitorizar e chegam a ter várias borboletas azuis pousadas sobre si. “De manhã à noite fazemos contagens, nomeadamente do números de ovos, a altura das plantas, que plantas preferem, etc. Queremos conhecer todo o ecossistema”.

“Nesta altura a população está a registar um aumento, especialmente por causa da gestão especial das turfeiras, nos lameiros, que se faz há alguns anos”, acrescentou. Ainda assim, o trabalho não tem sido fácil. “Tentamos sempre conversar com as populações, envolver as pessoas e falar-lhes da necessidade de promover a qualidade ecológica”, disse. “Em 2011 conseguimos a aceitação para usar a turfeira para o gado mas com diminuição do pisoteio em determinadas quinzenas cruciais para as borboletas. Aí não foi fácil e compreende-se bem a razão”.

Neste momento, um grupo de trabalho na Suécia está a fazer a composição genética das borboletas azuis das turfeiras. “Somos a zona periférica da distribuição da espécie, que também ocorre em outros países na Europa, e queremos saber se há diferença genética”. Além disso, a Câmara de Vila Real está a promover um projecto para reintroduzir a borboleta na Campeã, zona onde a espécie foi encontrada pela primeira vez, em 1949, e de onde já desapareceu. “Os campos foram transformados em milheiral, batatal e os cursos de água naturais já não existem. Mas agora estão novamente disponíveis” e poderão ser uma oportunidade para as borboletas azuis, trazendo de volta um campo rico em vida selvagem.

Fonte: Helena Geraldes/Público
Foto: Dinis Cortes

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Governo - RJ autoriza a contratação temporária de 220 Guarda-parques


    Decreto nº. 43.208 de 26 de setembro de 2011:

    O Governador do Estado do Rio de Janeiro, decreta que o Instituto Estadual do Ambiente - INEA está autorizado a proceder à contratação temporária, em regime especial, de 220 profissionais de nível médio, para exercer a função de guarda-parques por 40 horas semanais, sendo 110 neste ano de 2011 e 110 em 2012.
Caberá ao INEA reservar, no mínimo, 20% das contratações de que trata o caput deste artigo para negros e índios e 5% aos candidatos com deficiência física.
A contratação de deficientes só será possível caso haja compatibilidade entre a deficiência apresentada e as funções a serem exercidas.
Caberá ao INEA a regulamentação do disposto neste decreto, notadamente no que tange aos critérios objetivos impessoais do processo seletivo, dando-se ampla divulgação a todas as fases do cadastramento e seleção, observados os princípios da legalidade, moralidade, impessoalidade, publicidade e eficiência.
As contratações de que trata o presente Decreto serão feitas por prazo determinado, pelo período de até 3 anos, podendo ser prorrogadas por um período máximo de 2 anos, até atingimento do prazo máximo total de 5 anos.
As contratações realizadas com base neste Decreto terão eficácia a partir da data de suas formalizações, sujeitas à condição resolutiva da existência de servidor efetivo admitido em virtude de aprovação em concurso público, apto a preencher a respectiva vaga.
A remuneração bruta mensal dos servidores contratados nos termos deste decreto será de R$ 1.500,00.
Os cadastrados selecionados no processo seletivo somente serão contratados após comprovarem aptidão física para o desempenho da função.
Aos contratados, na conformidade deste decreto, são assegurados:
I - licença-maternidade;
II - licença-paternidade;
III - férias, quando o período do contrato for superior a 12 meses;
IV - verba indenizatória por rescisão unilateral imotivada por parte da Administração, no valor correspondente a 1/12 da remuneração mensal, por mês e/ou período igual ou superior a 15 dias efetivamente trabalhados.
Mais informações no endereço eletrônico do Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, Parte I do Poder Executivo de terça-feira, 27 de setembro de 2011.


Guarda-parques: edital prorrogado para janeiro

Foi prorrogada para janeiro a publicação do edital do concurso para guarda-parques temporários do Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Faltam apenas alguns detalhes a serem acertados entre o órgão e a organizadora, a Fundação Euclides da Cunha (FEC).
O governador Sergio Cabral autorizou a contratação de 220 novos funcionários, em um período de dois anos. Inicialmente seriam abertas duas seleções com oferta de 110 vagas cada. Porém, com o atraso da divulgação do edital, é possível que haja apenas um concurso para as 220.
Os candidatos serão avaliados em três fases: prova objetiva, capacitação física e análise de títulos. A primeira etapa será aplicada também no interior, além da capital. Os municípios contemplados são Campos dos Goyrtacazes, Nova Friburgo, Angra dos Reis, Cabo Frio e Rio de Janeiro. A convocação dos candidatos será imediata, e os contratos terão duração de três anos, podendo ser prorrogados por mais dois.
Poderão participar do concurso candidatos que possuem o ensino médio completo e que tenham, no máximo, 45 anos. O salário será de R$1.500, para carga de trabalho de 40 horas semanais.
Um total de 20% das vagas será destinado a negros e indígenas, conforme a recém-sancionada lei estadual. Os candidatos com deficiência física também serão contemplados e terão direito a 5% das vagas.

Fonte: Folha Dirigida

Espécie rara de tartaruga gigante que se julgava extinta reapareceu

 

    Uma espécie rara de tartaruga gigante das  ilhas Galápagos, no Equador, que se julgava extinta há mais de 150 anos,   reapareceu em muito pequeno número, revela uma investigação hoje publicada  nos Estados Unidos.  


    Segundo a agência AFP, cientistas norte-americanos chegaram a esta conclusão  depois de terem redescoberto a marca genética da tartaruga Chelonoidis elephantopus  no ADN dos seus descendentes híbridos. 
Um grupo de investigadores da Universidade de Yale detetou os traços  genéticos desta espécie no ADN de onze tartarugas de outra espécie, a Chelonoidis  becki, que habitam na ilha de Isabela, a maior do arquipélago das Galápagos.
Originalmente, a Chelonoidis elephantopus encontrava-se apenas numa  outra ilha das Galápagos, a Floreana, tendo sido dada como extinta pouco  depois da viagem do naturalista britânico Charles Darwin ao arquipélago,  em 1835. "Pelo que sabemos, é a primeira vez que se redescobre uma espécie animal  extinta", afirmou Ryan Garrick, da Universidade de Yale, e um dos coautores  do estudo publicado na revista "Current Biology".  
As tartarugas das Galápagos ficaram célebres por terem inspirado Charles  Darwin na teoria da evolução das espécies pela seleção natural. 
Os répteis podem pesar perto de 400 quilos, medir mais de 1,80 metros  de comprimento e viver mais de cem anos. Atualmente, alguns exemplares das  13 espécies de tartarugas das Galápagos estão em risco de extinção.  
De acordo com os investigadores norte-americanos, o transporte de tartarugas  de uma ilha para outra das Galápagos, por parte de piratas e baleeiros,  não era raro no século XIX. 

Fonte: SIC Noticias  

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Devolução à Natureza de uma águia-de-asa-redonda no Sabugal


    Esta águia-de-asa-redonda (Buteo buteo) tinha sido encontrada por um particular no dia 24 de Novembro amarrada a um chafariz em Aldeia da ponte, Sabugal. A ave foi encaminhada para o CERVAS através de Vigilantes da Natureza da Reserva Natural da Serra da Malcata e do Parque Natural da Serra da Estrela.
No momento do ingresso a ave não se conseguia manter de pé e apresentava vários sinais compatíveis com uma situação de trauma. Após tratamento e recuperação clínica a águia-de asa-redonda passou por um processo de treino e musculação em conjunto com outras aves da mesma espécie para poder novamente ser devolvida à Natureza num local próximo daquele onde tinha sido encontrada.
Fonte: CERVAS

Declaración de Guardaparques de Chile por incendio del P.N. Torres del Paine


     Comunicado sobre Incendio del Parque Nacional Torres del Paine
y las Areas Silvestres Protegidas del Estado de Chile



¿Cuántas tragedias más debemos sufrir, para enfrentar el desarrollo del país con responsabilidad y respeto, apuntando a la calidad total en la gestión?
Es la tercera vez que un gran incendio afecta al Parque Nacional Torres del Paine. ¿Cuántas veces más, se tendrá que quemar nuestro patrimonio natural, para que, como Estado de Chile, le demos la importancia que amerita a nuestras Áreas Silvestres Protegidas del Estado? (ASPE).
A modo de ejemplo, hoy en las 100 Áreas Silvestres Protegidas del Estado terrestres existe la siguiente realidad:
·         Sólo en 74 Áreas Silvestres Protegidas del Estado existe presencia de Guardaparques, es decir en 26 no hay personal protegiendo.
·         De las 74 Áreas Silvestres Protegidas del Estado con presencia, en 14 de ellas hay un solo Guardaparque, lo que en términos reales significa que durante el descanso de estos funcionarios, las áreas quedan absolutamente solas, y además, la capacidad de protección de un solo Guardaparque, para una superficie generalmente de miles de hectáreas, sin duda nos parece insuficiente y muy preocupante.
·         De lo anterior podemos concluir que de las 100 Áreas Silvestres Protegidas del Estado, el 40% no está realmente protegida.
·          De las 74 Áreas Silvestres Protegidas del Estado sólo 22 áreas protegidas cuentan con más de 5 Guardaparques  y 10 áreas con más de 10 Guardaparques.
·         El total de Guardaparques a nivel país es de 432, para alrededor de 14.569.895  millones de hectáreas de Áreas Silvestres Protegidas del Estado, es decir 1 guardaparque por cada 33.726,60 há.
·         De las 100 Áreas Silvestres Protegidas del Estado terrestres sólo 3 tienen derechos de agua.
·         El Parque Nacional Torres del Paine tiene 30 funcionarios de planta, de los cuales 22 son Guardaparques y 8 son personal de mantención, para una superficie de 181.414 hectareas, mas la superficie administrativa de 227.298 hectareas. 

Lo anterior es sólo un ejemplo, y ante lo cual necesitamos urgente un mejoramiento integral y sistémico de todo lo relacionado con la protección y desarrollo de las Áreas Silvestres Protegidas del Estado, como ya lo hemos mencionado desde hace años, necesitamos: una legislación específica, moderna y de rango Constitucional adecuado; resguardar los derechos de agua y material genético; una institución especialmente dedicada a la preservación, conservación, y a la administración de las Áreas Silvestres Protegidas del Estado; desarrollar y mejorar la infraestructura y servicios entregados a los visitantes; normar por ley el uso público y sancionar drásticamente el comportamiento imprudente, irresponsable y dañino; una estructura institucional adecuada a la realidad de la gestión; crear una carrera funcionaria adecuada, dinámica y transparente; un escalafón especial para el personal que trabaja en Áreas Silvestres Protegidas del Estado; una sistema de pensiones especialmente diseñado para la realidad y complejidad humana del trabajo en Áreas Silvestres Protegidas del Estado; desarrollar y mejorar la infraestructura institucional operativa y habitacional; una legislación laboral especialmente diseñada para el trabajo en Áreas Silvestres Protegidas del Estado, flexible y pertinente;  mejores remuneraciones para el personal; valoración de la experiencia empírica de los Guardaparques;  entregar a la figura del Guardaparque las potestades públicas, el estatus, el rol y las funciones que les corresponden para proteger eficazmente, entre muchos otros aspectos no menores.
Por otra parte, en términos de desarrollo, vemos con preocupación un excesivo interés por aumentar la visitación y el desarrollo turístico al interior de las Áreas Silvestres Protegidas del Estado, prueba de ello es el protagonismo del ministerio de economía liderando la reapertura de Torres del Paine, con una visión enfocada fundamentalmente hacia el fomento productivo ligado a la visitación. Nos inquieta la baja preocupación sobre lo más importante de las Áreas Silvestres Protegidas del Estado, la materia prima para el desarrollo del turismo, “la protección de sus recursos naturales”, y a partir de ello permitir la recreación, no esta última por sobre la razon fundamental de las Áreas Silvestres Protegidas del Estado. Da la impresión que si el ministerio de medio ambiente esta supeditado al de economía, el capital natural de chile corre serio peligro.
Así también, el año 2010 visitaron las áreas protegidas 1.816.916 personas y el incremento de visitantes entre el año 2000 y el 2010 fue del 68,5%. No obstante lo anterior el desarrollo de infraestructura y servicios de calidad, además del aumento: de la capacidad humana, de recursos institucionales o medidas eficientes de protección y la solución de todas las necesidades que hemos planteado, desde el año 1994 como Cuerpo de Guardaparques, no han sido suficientemente abordadas en los últimos 20 años.
Por todo lo anterior y en representación de los Guardaparques de las Áreas Silvestres Protegidas del Estado de Chile,  hacemos un llamado, a toda la ciudadanía y las autoridades nacionales, especialmente al poder Ejecutivo y el Parlamento, para hacer fuerza, para que de una vez por todas, se legisle a favor de la conservación, protección y desarrollo de nuestros parques, reservas y monumentos nacionales, que son el patrimonio fundamental que nos diferencia de un mundo cada vez más globalizado y que sin duda alguna a marcado nuestra identidad nacional, para lograr un mejoramiento real, integral, sistémico y con respaldo legal, de todas las necesidades que actualmente no son satisfechas, ante lo cual el Consejo Nacional de Guardaparques, ofrece toda su colaboración para transmitir su experiencia en el perfeccionamiento del actual cuerpo legal, que pretende crear el servicio nacional de áreas silvestres protegidas y biodiversidad.
Llego el momento de legislar y de mejorar la gestión institucional del Estado, para Chile y Los chilenos.


Cuerpo de Guardaparques
Areas Silvestres Protegidas del Estado de Chile

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Mega-ministério de Assunção Cristas é o único ainda sem lei orgânica

   
    O Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território é o único do Governo que ainda não tem lei orgânica publicada. O Presidente da República ainda está a analisar o extenso diploma aprovado pelo Governo a 27 de Outubro, que une grandes tutelas que antes estavam separadas.

As leis orgânicas dos outros nove ministérios, mais a da Presidência do Conselho de Ministros, foram já publicadas em Diário da República – primeiro a do Ministério das Finanças, a 15 de Dezembro, e as demais a 29 de Dezembro.

A complexidade do diploma do Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território (MAMAOT) é uma das razões apontadas para a maior demora na sua tramitação. Uma versão obtida pelo PÚBLICO – com a data da sua aprovação – tem 66 páginas. Nela, materializam-se uma série de extinções e fusões de organismos públicos, num profundo rearranjo de competências. Cerca de metade das 62 entidades antes repartidas por vários ministérios no anterior Governo desapareceram ou foram integradas em novos organismos.
Entre as maiores alterações está a união das florestas e da conservação da natureza num único instituto, a criação de uma mega-agência ambiental, com a absorção do Instituto da Água pela Agência Portuguesa do Ambiente, e a concentração de toda actividade inspectiva num único organismo, a Inspecção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território.

A rearrumação das competências terá levantado dúvidas por parte de outros ministérios, por exemplo, no que toca a actividades que historicamente cabem à Marinha. O diploma, aliás, não foi logo enviado à Presidência da República para promulgação, mas apenas 15 dias depois de todos os outros terem entrado no Palácio de Belém. Ainda está em análise por Cavaco Silva.

Segundo informação do gabinete de imprensa da ministra Assunção Cristas, a complexidade do novo ministério “implica obviamente uma análise mais detalhada sobre as diversas temáticas sob a tutela do MAMAOT”.

A demora na tramitação da lei orgânica está a atrasar o processo de nomeação dos dirigentes dos novos organismos. Só depois da publicada é que será possível publicar também as leis que definem as competências de cada órgão do MAMAOT.

O Presidente da República tem 40 dias para promulgar ou vetar diplomas do Governo. O PÚBLICO não conseguiu obter da Presidência a data precisa da entrada da lei orgânica do MAMAOT. Cavaco Silva promulgou primeiro, a 9 de Dezembro, as leis orgânicas dos ministérios da Saúde, Educação e Ciência, Solidariedade e Segurança Social, e Justiça. Seguiram-se os ministérios das Finanças (21/12) e Negócios Estrangeiros (22/12). As leis orgânicas da Administração Interna, Economia e Emprego, e Presidência do Conselho de Ministros foram promulgadas em 27/12.


Fonte: Ricardo Garcia, Abel Coentrão/Público
Foto: Pedro Cunha

Comissões de coordenação ainda aguardam pelos novos presidentes


   A demora na publicação da lei orgânica do Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território (MAMAOT) está a atrasar o processo de nomeação e tomada de posse dos presidentes das cinco Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional.
A complexidade do novo ministério entregue a Assunção Cristas, sujeito, como outros, a um processo de extinção de organismos e redistribuição de competências em várias áreas, originou um atraso na aprovação da respectiva lei orgânica. O diploma está neste momento na Presidência da República para promulgação, informou o gabinete de imprensa do MAMAOT.

Só depois de publicada a nova lei orgânica - que trará mudanças substanciais na organização da intervenção do Estado nos vários sectores tutelados por este gigantesco ministério - é que será possível publicar também as leis que definem as competências de cada um dos organismos da órbita do MAMAOT, entre os quais estão as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, do Centro, de Lisboa e Vale do Tejo, do Alentejo e do Algarve. A presidência destas cinco entidades tem sido assegurada pelas direcções nomeadas pelo anterior Governo, mas, tratando-se, como é o caso, de cargos de confiança política, a intervenção das lideranças acabou por ser diminuída praticamente à mera gestão corrente.

No Norte, por exemplo, há meses que foi assumido que o socialista Carlos Lage seria substituído por um dos seus vices, o antigo secretário de Estado da Agricultura e militante do PSD Carlos Duarte. Foi já noticiado pelo PÚBLICO, inclusive, que outro social-democrata, José Silvano, que deixou a Câmara de Mirandela no final do ano, será um dos novos vice-presidentes da comissão.

Assim, neste momento, a CCDRN tem um futuro presidente que não sabe quando assumirá o cargo e um líder cujo prazo, assume o próprio, já expirou. Ainda na semana passada, num evento do Programa Operacional Regional, a que preside, Carlos Lage, que nunca escondeu o incómodo que lhe suscita esta situação, explicava que, por sua vontade, concluiria naquele momento "o exercício das funções de presidente da CCDRN".

A versão final da orgânica do MAMAOT permitirá perceber se há alterações às competências das comissões, tendo em conta a importância e o alcance da nova Agência Portuguesa do Ambiente, APA.

Super-APA

Por exemplo, com a extinção do Instituto da Água (Inag), a APA converte-se em autoridade nacional deste sector. A APA ficará também com as competências das administrações regionais hidrográficas, que o secretário de Estado da Administração Pública chegou a "entregar" às CCDR, em apresentações do Plano de Racionalização e Melhoria da Administração Central. E a corrente que, no Governo, defendia o reforço das atribuições das CCDR em matéria de economia e educação (por absorção das direcções regionais das respectivas áreas) viu-se derrotada.

Fonte: Abel Coentrão/Público
Foto: Enric Vives-Rubio

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Autoridades suspeitam de crime de incêndio em Parque Chileno


    Autoridades suspeitam de crime no incêndio no Parque Torres del Paine (Chile)
     Em apenas uma semana arderam mais de 40.000 hectares de vegetação no Sul do Chile. As autoridades, que decidiram nesta terça-feira reabrir parcialmente o Parque Nacional Torres del Paine, suspeitam de actos criminosos na origem desta vaga de incêndios.
De momento há 51 incêndios florestais no Chile: 20 activos, 24 controlados e sete extintos, segundo um balanço apresentado ontem à noite pelo director nacional do Departamento Nacional de Emergências (Onemi), Vicente Núñez. Mais de 1800 bombeiros, guardaparques e militares, apoiados por helicópteros, lutaram ontem contra as chamas.

As regiões mais afectadas são Maule, na região de Cauquenes, e Biobío, esta última com 24.800 hectares destruídos. A área mais atingida é Pichiqueime, com 22.500 hectares queimados. Cerca de 500 pessoas foram retiradas da região e um homem de 75 anos morreu depois de se ter recusado a abandonar a sua casa.

“O Onemi enviou ontem para a região camas, colchões, mantas, água, rações alimentares para os homens que combatem os incêndios e para os desalojados”, segundo um comunicado daquele organismo do Ministério do Interior chileno. Hoje, as autoridades vão reforçar as brigadas florestais do Exército, bombeiros e maquinaria pesada.

O ministro do Interior, Rodrigo Hinzpeter, falou ontem da “probabilidade de uma causa intencional” no incêndio na região de Biobio. As suas suspeitas vão ao encontro das desconfianças do autarca desta zona, Victor Lobos, que disse ter recebido informações prestadas por guardaparques, segundo os quais o incêndio “começou em oito pontos simultâneos, o que nos leva a pensar numa intenção”.

Torres del Paine reaberto parcialmente

Na região de Magallanes, na Patagónia, o incêndio no Parque Nacional Torres del Paine já consumiu 14.504 hectares. “Ontem [dia 2 de Janeiro] registámos ventos fortes, com algumas rajadas na ordem dos 100 quilómetros/hora, o que gerou pequenos focos de reactivação. Mas durante o dia de hoje [dia 3 de Janeiro] a situação voltou ao normal e mantêm-se quatro dos seis focos de incêndio”, acrescentou Vicente Núñez.

Ontem, as autoridades decidiram reabrir parcialmente o Parque Nacional Torres del Paine, santuário de glaciares, lagos e floresta. “De acordo com as inspecções realizadas durante as últimas 48 horas pelos responsáveis decidimos abrir parcialmente o parque”, disse Núñez. Isto significa “habilitar cerca de 100 mil hectares dos 240 mil totais, o que constitui 80% do potencial turístico do parque”.

No sábado, um turista israelita de 23 anos, Rotem Singer, foi apontado como o presumível autor do incêndio em Torres del Paine, por negligência. De momento, o homem está em liberdade condicional até ao fim do inquérito policial.
Fonte: Helena Geraldes/Público
Foto: Stringer/Reuters




segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Cortes orçamentais ameaçam vida selvagem na Escócia


    O combate às espécies invasoras e a protecção do esquilo-vermelho, águia-pesqueira ou castor – espécies raras e ameaçadas na Escócia – podem estar em perigo por causa dos cortes orçamentais de, pelo menos, 20% na agência de conservação da natureza escocesa em favor de outras prioridades políticas.
Segundo avança hoje o jornal The Guardian, em 2011 a agência Scottish Natural Heritage (SNH) já sofreu um corte de 10% no seu orçamento. “Se cortarmos ainda mais agora não estaremos a investir no futuro. Isto terá um grande impacto negativo”, disse fonte da SNH ao jornal.

A agência receia não conseguir cumprir as suas obrigações legais na área do Ambiente, levando-a aos tribunais europeus por violação das directivas Aves e Habitats.

Por enquanto ainda não se sabe quais serão os programas de conservação a suspender mas a SNH está preocupada com 22 espécies de animais e plantas já ameaçadas.

O The Guardian adianta que a agência já decidiu deixar de financiar o programa de reintrodução da águia pequeira na Escócia, assim que terminar daqui a um ano. Outro programa que se arrisca a não ter continuação, assim que terminar, é a libertação de castores, projecto a decorrer em Knapdale. A agência também está a rever o financiamento do plano para conservar a última grande população de esquilo-vermelho, que terminará em Abril.

"Funcionar com um orçamento reduzido vai afectar tudo aquilo que conseguimos fazer enquanto organização", comentou um porta-voz da agência. "Assim como outros organismos públicos, precisaremos de nos concentrar nas maiores prioridades, onde poderemos fazer mais a diferença e conseguir mais benefícios", acrescentou.

Sondagens recentes revelaram que o esquilo-vermelho é considerado um símbolo da Escócia, numa altura em que a espécie está quase extinta em Inglaterra.

Fonte: Público


terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Actualização da Notícia: “Bióloga e Vigilantes da Natureza resgatados.”


    A Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza apurou que o resgate da Bióloga e dos Vigilantes da Natureza do Parque Natural da Madeira (PNM) pela Marinha de Guerra Portuguesa se efectuou devido à avaria que o motor da embarcação do PNM sofreu.
Os Vigilantes da Natureza transportaram na sua embarcação elementos do PNM para observação e recolha de dados das crias de Lobo-marinho que foram avistadas na ilha do Bugio. Após o desembarque da equipa de observação dos lobos-marinhos os Vigilantes da Natureza iniciaram o patrulhamento da área protegida, foi nessa altura que sucedeu a avaria no motor da embarcação. A embarcação ficou à deriva e a ser puxada pelas correntes para Alto Mar, devido à inexistência de comunicações a bordo os Vigilantes da Natureza tiveram que tomar uma decisão rapidamente. Abandonaram a embarcação e foram a nado até à ilha onde aguardaram por ajuda.
O Parque Natural da Madeira ao final do dia deu o alarme e a Marinha de Guerra Portuguesa recolheu a Bióloga do PNM, os Vigilantes da Natureza foram recolhidos no dia seguinte por não se conhecer a sua localização.
Após uma noite de frio e fome foram encontrados, estando de boa saúde.

Notícia APGVN

Sobreiro já é a Árvore Nacional, reconhecimento da sua importância.



    A partir desta quinta-feira, o sobreiro é a Árvore Nacional de Portugal, depois de um projecto de resolução aprovado, por unanimidade, na Assembleia da República e de uma petição pública com 2291 assinaturas.
A petição para consagrar o sobreiro (Quercus suber) como um dos símbolos do país foi lançada em Outubro de 2010 pelas associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza. Hoje, passado pouco mais de um ano, o sobreiro conquistou o hemiciclo.

“A partir de agora, abater um sobreiro não será apenas abater uma árvore protegida, mas sim, um símbolo nacional”, disse ao PÚBLICO o deputado socialista Miguel Freitas, relator do projecto. “O consenso total na Assembleia da República foi muito importante”, acrescentou.

O sobreiro é espécie protegida pela legislação portuguesa desde 2001. Mas essa protecção não foi suficiente para travar a regressão da árvore em território português, motivada por “práticas erradas, nomeadamente de mobilização de solo que danificam as raízes, e doenças ou a combinação das duas situações”, salientou Miguel Rodrigues, da associação Árvores de Portugal. Além disso, “a lei que protege o sobreiro está constantemente a criar situações de excepção para empreendimentos que permitem o abate de árvores”.

Miguel Rodrigues adianta que, depois da criação de um logótipo simbólico, será estudada a criação de uma “plataforma de trabalho que abranja tudo o que tem a ver com o sobreiro, desde associações a câmaras, universidades, indústrias e Estado. Actualmente não há integração de conhecimentos para suprir as necessidades”.

O sobreiro, árvore mediterrânica com mais de 60 milhões de anos, ocupa uma área de cerca de 737.000 hectares dos mais de 3,45 milhões de hectares de floresta em Portugal, segundo o último Inventário Florestal Nacional, de 2006. Hoje é responsável por 10% das exportações nacionais. “De momento, a cortiça é um dos produtos mais importantes da economia nacional”, salientou o deputado Miguel Freitas.

Mas a sua importância não se esgota na cortiça. “Esta árvore representa o montado, um dos ecossistemas mais importantes da Europa e as espécies ameaçadas que dele dependem”, acrescentou.


Fonte: Helena Geraldes/Público

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Tubarão azul dá prémio mundial a fotógrafo português


    Um tubarão azul nas águas dos Açores, junto ao banco submarino “Condor”, deu a Nuno Sá o primeiro prémio da categoria “Grande Angular” do maior concurso mundial de fotografia aquática, o Epson World Shootout Underwater Photo Grand Prix 2011.
Além desta distinção, o fotógrafo, de 34 anos, recebeu um quarto prémio com uma imagem de raias, no banco submarino “Princesa Alice”, tirada também nas águas dos Açores.
Nuno Sá concorreu com 226 fotógrafos de 27 países, que apresentaram mais de 1500 imagens em sete categorias – Amadores, Destinos de Mergulho, Conservação Ambiental, Água Doce, Macro, Grande Angular e Destroços –, captadas durante o mês de Agosto, durante o evento “World Shoot-Out”. Nesse período, fotógrafos dos quatro cantos do planeta mergulharam à procura das belezas dos oceanos, lagos, rios e até mesmo debaixo do gelo.

A fotografia do tubarão azul, captada nas águas do Faial, deu o prémio a Nuno Sá, no valor de 2500 dólares (cerca de 1900 euros).

Nuno Sá, fotógrafo profissional desde 2004, especializou-se no tema da vida selvagem marinha e actualmente faz parte da equipa do Wild Wonders of Europe, a maior iniciativa europeia de fotografia natureza.

Em Outubro passado, o mesmo fotógrafo foi distinguido com um “alto louvor” no concurso Veolia Environment Wildlife Photographer of the Year 2011, com a imagem “Racing blue”, de um tubarão azul ao largo do Faial. Já na edição de 2008, Nuno Sá recebeu um “alto louvor” na categoria Animals in their Environment atribuído à fotografia “Orcas at Sunset”.
Fonte: Helena Geraldes/Público
Foto: Nuno Sá


Diseñan una navaja exclusiva para el Cuerpo de AA FF

    Diseñan una navaja exclusiva para el Cuerpo de Agentes Forestales de España
    Fue idea de un Agente Forestal de Pontevedra, pidió cientos de opiniones, la llevó a Valsaín, contactó como no podía ser menos con los mejores cuchilleros de Albacete y aquí nos la presenta. Si estás interesado, lee su carta....
Hola a todos. Quiero comunicaros que tras varias consultas a bastantes compañeros, dentro de los modelos propuestos para escoger lo que será la navaja corporativa del cuerpo de agentes forestales de este estado, ha salido escogido el modelo SV-1 del artesano cuchillero de Albacete, “Forester” (el nombre de la empresa, es pura coincidencia, pero va que ni pintado!). El modelo en cuestión muchos ya lo conocéis a través del foro de Agentes Forestales y también los que asistieron al congreso de Valsaín del pasado mes de noviembre. Es una navaja muy robusta y resistente de la que el artesano hace dos modelos, uno grande y otro un poco más pequeño. Cada uno de vosotros podrá elegir el que más le guste. El PVP de esta herramienta es de unos 98€, pero nos lo dejan en 44€ por ser nosotros y la pequeña se queda en 40€, las dos gastos de envío incluídos.  La navaja irá con cachas en un material muy resistente llamado Micarta en color verde. Tanto en la cacha como en la funda de cuero, irá el escudo del cuerpo. En la hoja irá grabado a láser las palabras “Agente Forestal”, así como el número de serie de cada una de las navajas, para hacerlas únicas.  El tamaño de la hoja de la navaja grande, es de 10’5 cm y la pequeña es de 8 cm. La funda es en cuero de vacuno, muy fuerte y resistente, con la característica de que se puede poner en el cinturón en dos posiciones, tanto vertical como horizontal. También se nos da la posibilidad de que se hagan navajas especiales para zurdos, ya que el sistema de bloqueo que lleva (llamado liner lock) es diferente para estos y para los diestros.
Para hacer los pedidos, el sistema será a través de vuestros distritos, comarcas o cualquiera de la división que utilicéis en cada provincia. Uno o varios de los compañeros de cada una, que se encargue de hacer el listado de los compañeros que estén interesados, haciendo referencia en qué modelo querrá cada uno. Incluso puede haber gente que quiera las dos, o varias de cada una. También hay que especificar si se quiere para zurdos o para diestros. Por último, deciros que es importante que se hagan grupos de diez o quince como mínimo, para así rentabilizar los gastos de envío. No hagáis pedidos individuales a ser posible.
Por falta de espacio en este artículo, os remito al correo electrónico que hice para tal efecto. Escribidme aquí y os aclararé todas las dudas que surjan, así como la forma de hacer los pedidos: navajaagenteforestal@yahoo.es
Esta dirección electrónica esta protegida contra spam bots. Necesita activar JavaScript para visualizarla
Un saludo a todos.

Jose de la Fuente; Agente Forestal en Pontevedra (Distrito Forestal XIX)

Fonte: Guardabosques

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Livro ilustrado sobre tubarões e raias dos Açores


     Investigadores lançam livro ilustrado sobre tubarões e raias dos Açores

    O primeiro catálogo ilustrado publicado em Portugal sobre raias e tubarões, da autoria de investigadores das universidades dos Açores e de S. Paulo, no Brasil, descreve 52 espécies encontradas no mar dos Açores, incluindo algumas quase desconhecidas.
O “Catálogo Ilustrativo de Raias e Tubarões dos Açores”, apresentado na quarta-feira à noite em Angra do Heroísmo, é um trabalho dos investigadores João Pedro Barreiros, da Universidade dos Açores, e Otto Gadig, da Universidade Estadual Paulista.

“É uma forma de profissionais e de qualquer pessoa que goste do mar poderem conhecer e visualizar as espécies que ocorrem na Zona Económica Exclusiva dos Açores, na margem das 200 milhas”, afirmou João Pedro Barreiros, salientando que a obra resulta de uma “pesquisa exaustiva sobre o que se sabe de cada uma das espécies”.
Para este investigador, trata-se de “um contributo para o conhecimento científico de um grupo de animais que é bastante específico”. “Há espécies que são praticamente desconhecidas”, frisou, acrescentando que este tipo de publicações “aumenta o conhecimento da biologia destas espécies misteriosas, de grande profundidade, que ninguém vê e nem os pescadores conhecem”.

O catálogo, publicado em português e inglês, inclui uma parte informativa sobre tubarões e raias com os principais aspectos da sua biologia, “espécie por espécie, porque cada caso é um caso”.

As imagens, segundo João Pedro Barreiros, estão acompanhadas por comentários “relativos à importância pesqueira da espécie, ao seu estatuto de vulnerabilidade” e, no caso dos tubarões, sobre “o potencial perigo que podem representar para os humanos”.
Fonte: Lusa
Foto: Pedro Cunha

Assunção Cristas anuncia campanha "Vamos Plantar Portugal"


    A ministra do Ambiente, Assunção Cristas, anunciou hoje que está a ser preparada uma espécie de "Vamos Plantar Portugal", dotando o país de uma nova árvore por cada habitante.
    "Vamos trabalhar para que seja possível, na altura em que é mais conveniente, montar uma grande acção assente no voluntariado para plantar ou semear Portugal. Se por cada português conseguirmos ter mais uma árvore, o nosso PIB aumenta, a nossa riqueza aumenta, a nossa contribuição para a diminuição das alterações climáticas aumenta, porque a floresta é um grande pulmão de sequestro de carbono", afirmou.

A ministra falava no Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), em Terras de Bouro, onde foi assinalar o fim do Ano Internacional das Florestas.

Com calças de ganga, calçado desportivo e de sachola na mão, Assunção Cristas procedeu à plantação de duas árvores e ainda lançou uma semente.

A oportunidade foi aproveitada para "oficializar" a fusão entre o Instituto para a Conservação da Natureza e a Autoridade Florestal Nacional, que dão lugar ao Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

O objectivo é "aumentar a produção florestal, mas ao mesmo tempo ter uma produção sustentada, com grande cuidado na conservação da natureza”.

Uma fusão que, garantiu a ministra, não implicará qualquer despedimento, mas sim a racionalização de meios, de forma a libertar mais gente "para estar no terreno" em missão de fiscalização e de vigilância.

"Mais gente no terreno, em missão de prevenção, é absolutamente essencial. O combate [aos incêndios] é um sorvedouro de dinheiro que só nos enche de tristeza", salientou.

Assunção Cristas lembrou que hoje Portugal importa, por ano, 200 milhões de euros de matéria-prima para a indústria da madeira, uma cifra elevada para um país cujo território está 63 por cento coberto por floresta.

Este ano, no PNPG, foram plantadas cerca de 20 mil novas árvores, quando o objectivo fixado inicialmente seria uma árvore por cada um dos 10 mil habitantes do Parque.

Segundo Lagido Domingos, director do PNPG, foram ainda recuperados 300 hectares de pastagens e criados 100 hectares de faixas de gestão de combustível.

Lagido Domingos disse ainda que, além dos incêndios, a propagação das espécies invasoras é outra das principais ameaças ao PNPG.

Fonte: Lusa
Foto: Pedro Cunha

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Constitución de la Asociación Colombiana de Guardaparques


    ASAMBLEA DE CONSTITUCION DE LA ASOCIACION COLOMBIANA DE GUARDAPARQUES
    Lo admirable es que el hombre siga luchando y creando belleza en  medio de  un mundo bárbaro y hostil.
Ernesto Sábato.
     Durante  los días 19 y 20 de diciembre, en la ciudad de Bogotá, se realizará la asamblea de constitución de la Asociación Colombiana de Guarda parques, con la asistencia de delegados de las direcciones  territoriales así como de representantes del nivel central de la entidad, a fin de lograr la máxima representatividad y participación de todas las dependencias y niveles.
Esta iniciativa, se viene impulsando de tiempo atrás por un grupo de compañeras y compañeros  de la territorial amazonia, para quienes va todo nuestro reconocimiento por tan visionario  ideal,  en beneficio de la dignificación, respeto,  reconocimiento y valoración de nuestra labor,  así como de  las áreas protegidas, por toda la sociedad Colombiana .
 El  sitio del evento, será  en el Hotel  Andes Plaza, ubicado en la Avenida 15 # 100-11, de la ciudad de Bogotá, tel : 314 8180.
Fonte:  Marcelo Segalerba

A preservação do lobo ibérico como prenda de Natal

 

    Chega a interagir com o público dando uivos e aproximando-se dos visitantes. Faia é já considerada a principal atração do Centro de Recuperação do Lobo Ibérico (CRLI) de Mafra, que necessita de donativos para preservar a espécie.

   Graças à sua juventude, este animal selvagem tem um comportamento ainda pouco destemido e sociável, permitindo ao centro sensibilizar o público para a preservação da espécie, ameaçada ao fim de décadas de perseguição pelo Homem por causa da caça e dos ataques a animais domésticos, em resultado da redução de presas naturais.
A sofrer da redução de donativos por causa da contenção económica, que levou este ano à dispensa de colaboradores, o CRLI, já visitado por seis mil pessoas em 2011, olha para a crise como uma oportunidade para defender causas, sobretudo no período do Natal.
“Temos de ser mais seletivos nas prendas que oferecemos e oferecer uma adoção [de um lobo] é uma forma de ajudar o centro e contribuir para uma causa ambiental”, refere o biólogo Francisco Fonseca, presidente do Grupo Lobo, responsável pelo CRLI, onde coabitam mais seis lobos num ambiente semelhante ao seu habitat natural.
É o caso de Soajo, irmão de Faia. Os dois foram os últimos a nascer no centro, há três anos, mas o macho apenas se deixa observar atraído pelo jipe que distribui a comida pelos animais. Uma história muito diferente daqueles que vêm de jardins zoológicos e, por sinais de velhice, são dispensados e acabam por passar os últimos anos de vida no CRLI.
“Procuramos limitar o acesso dos visitantes porque queremos que os lobos tenham condições de vida e não queremos causar uma grande pressão sobre os animais”, explica Francisco Fonseca.
Lobito chegou ao centro há um ano, depois de ser resgatado de um cativeiro ilegal no norte do país, e ainda está longe dos olhares dos visitantes, que esta semana deixou de poder observar o lobo Prado. A sua morte veio entristecer o Natal no CRLI, 16 anos depois de ali ter nascido.
O CRLI, único no país, pretende integrar o programa europeu de reprodução de lobos em cativeiro, para vir a receber lobos que já não trazem mais-valia genética ao programa, evitando assim o seu abate ou o realojamento em jardins zoológicos.
Fonte: Lusa

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Salta está seleccionando Guardaparques para sus reservas


    La Agencia de Áreas Protegidas, dependiente del Ministerio de Ambiente y Desarrollo Sustentable de la provincia de Salta, convoca a los interesados a presentarse al proceso de selección.

    Requisitos

Acreditaciones y formación de carácter obligatorio para la postulación

a) Acreditaciones:

1. Ser argentino nativo o por opción con 5 años como mínimo de radicación definitiva en el país.

2. Ser mayor de 21 años de edad.

3. Acreditar Aptitud psicofísica certificada por institución pública de salud.

4. Acreditar inexistencia de antecedentes penales.

5.Acreditar  licencia de conducir “Categoria B2” o superior (Automóviles, camionetas y utilitarios hasta tres mil quinientos kilogramos (3.500 kg.) de peso, con un acoplado de hasta setecientos cincuenta kilogramos (750 kg.) de peso, o casa rodante no motorizada.

6. Acreditar CLU emitido por el RENAR
Observaciones:  los  puntos 3 ,4 ,5 y 6 serán solicitados a aquellos postulantes cuando
reciban  formalmente la aprobación de la primer etapa de selección por Curriculum Vitae.

b) Formación específica:

1. Título Universitario o Terciario de carreras de duración no inferior a dos años, en ambos casos dirigidas al manejo y gestión del ambiente y/o sistemas de áreas protegidas y/o recursos naturale

2. Podrán también postular aquellas personas con titulo secundario que acrediten mediante organismo pertinente, como mínimo cinco años de experiencia efectiva en tareas de guardaparque o afines.

Observaciones: Los puntos  1 y 2 reflejan la diversidad de perfiles para las necesidades deservicio del sistema.

Habilidades y capacidades solicitadas:

1. Capacidad para la planificación y gestión en áreas protegidas.

2. Saber Conducir  vehículos  4x4.

3. Saber  andar  a caballo y  poseer conocimientos básicos de su mantenimiento.

4. Saber nadar.

5. Operar equipos de radiocomunicaciones.

6. Uso y mantenimiento de máquinas y herramientas.

7. Adaptación a trabajos en el terreno en las diferentes ecoregiones de la provincia.

8. Buena presencia.


9. Capacidad de trabajo en equipo.

Experiencia laboral:

­ Experiencia en tareas de campo y/o gestión  realizadas en Áreas Naturales Protegidas
Nacionales, Provinciales, Municipales o Privadas.

Cierre de convocatoria: 31 de diciembre de 2011



sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

La nueva Ley de Montes en Galicia - Agentes Forestales

    La nueva Ley de Montes en Galicia refuerza en su definición el papel de los Agentes Forestales
    La Ley de Montes de Galicia ha pasado ya su penúltimo trámite antes de entrar en el Parlamento. El Consello Forestal dio su visto bueno al borrador del anteproyecto de un proyecto ampliamente alabado por el Consejero de Medio Rural, Samuel Juárez. 
Para los Agentes Forestales y/o Agentes Facultativos Medioambientales de Galicia constituye finalmente una buena herramienta legal, a tenor, al menos, de la definición que incluye finalmente y que dista por fortuna de la ausencia absoluta de los primeros borradores. 
Esta es la definición que finalmente verá la luz en el Parlamento:
8.4. Agente Forestal o Agente Facultativo Medioambiental: Funcionario perteneciente al Gobierno de Galicia, que ostenta la condición de agente de la autoridad y que de conformidad con la legislación de aplicación y de su propia normativa, tiene encomendadas funciones de gestión pública forestal, y de policía y custodia de los bienes jurídicos de naturaleza forestal y de policía judicial en sentido genérico.

Fonte: Guardabosques