sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Alertas ambientais, ajude a proteger a Serra da Estrela



 

    Registo de alerta ambiental

    O GeObserver leva a cabo mais uma iniciativa de defesa ambiental.

"Observar para Preservar” é o lema do GeObserver, e ninguém melhor que os cidadãos para ajudar na preservação da Serra da Estrela, alertando e denunciando atentados e crimes ambientais que aqui ocorrem.

 

Dos dados recolhidos apenas serão tornados públicos os elementos relativos aos alertas ambientais. A protecção dos dados relativos à identificação de quem os fornecer está salvaguardada e em situação alguma será divulgada. Caso seja levada a cabo qualquer acção de prevenção ou sensibilização esta será em nome das entidades envolvidas neste projecto.

 

Registe os seus alertas e ajude a conservar a nossa serra: http://www.geobserver.org/regist_alert

 

Ficamos à espera dos seus alertas, a serra agradece!


O GeObserver é um sistema de informação geográfica (SIG) da Serra da Estrela construído com suporte em dados georreferenciados de vários tipos (meteorologicos, geográficos, geológicos, humanos, faunísticos, florísticos, etc.) servindo assim de base informativa e de prevenção a vários fins e entidades que tenham como objectivo comum a defesa dos valores ambientais e patrimoniais da Serra da Estrela.
A missão do GeObserver é recolher informação da Serra da Estrela, organiza-la tornando-a acessível e útil para estudo, investigação e preservação cultural e patrimonial deste monumento natural.

Os nossos esforços concentram-se na obtenção e tratamento da informação

Obter informação não chega, devemos trabalha-la para depois a disponibilizar.
A plataforma é alimentada com dados recolhidos e supervisionados por técnicos experientes e com competências em cada uma das diferentes áreas, assim como automaticamente através de serviços de entidades externas, no caso de dados sensíveis e que careçam de actualizações permanentes e em tempo real.
Esta informação deve ser analisada e confirmada para que seja fidedigna e constitua uma fonte de informação realmente importante. A integridade da informação é muito importante para o GeObserver.
O GeObserver tem assim a informação necessária para permitir a realização de análises espaciais e temporais, possibilitando o cruzamento dos dados armazenados, conferindo-lhe desta forma um importante papel nas actividades de planeamento e gestão patrimonial e ambiental, gestão de recursos naturais, infra-estruturas, ordenamento florestal, cadastro, entre outros, na região da Serra da Estrela.
Deste modo o sistema será uma base não só informativa e de decisão mas também colaborativa pois poderá ser utilizada por diversas entidades que tenham por meio de estudo comum esta área geográfica.
A integridade dos dados é a nossa principal preocupação podendo por isso o acesso a cada tipo de informação e funcionalidade variar em cada caso (Condições de acesso).

As entidades e utilizadores são importantes para nós

Todas as entidades, públicas ou privadas, que tenham como propósito obter dados sobre o maciço da Serra da Estrela para fins de estudo, investigação, prevenção ou utilidade pública, poderam ter acesso à informação disponibilizada no sistema, respeitando as condições de acesso. A união de esforços é muito mais rentável que o trabalho individual e por isso mesmo a troca de informação entre entidades e utilizadores, a estas associados, é benéfica para todos os que usufruem desta plataforma. A troca de informação é a base do conhecimento, e a visão das coisas é sempre alterada quando observada por olhos diferentes.

A usabilidade é nossa preocupação

Se proporcionarmos a melhor experiência ao utilizador o mais provável é obtermos retorno do mesmo. Sabemos que a apresentação da informação é muito importante e possibilitamos que a mesma seja mostrada e disponibilizada de diversas formas. O acesso à informação pode ser feito directamente no sistema com as respectivas credenciais de acesso, mediante registo prévio. Poderá também ser obtida através de webservices disponibilizados para cada tipo de informação pretendida.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Letter from the new International Ranger Federation President






Letter from the new IRF President





ATTENTION:
IRF Membership, Partners and Affiliates
RE: New IRF IEC and IRF Future Directions

Dear IRF members, partners and affiliates.

I have the great privilege today of writing to you as the new President of the International Ranger Federation. Having just returned from Africa after the 7th World Rangers Congress in Arusha, Tanzania, which was followed by further work on anti‐poaching and meetings, I am acutely aware of both the responsibilities and challenges facing the new IRF Executive Committee, the entire membership of the IRF/ Ranger family, and the Conservation profession.

Before I touch on some of these issues, I would firstly like to thank the outgoing IRF IEC for their dedication and commitment to the IRF and the rangers of the world. We have been, and will continue to be, a diverse organisation carrying wide‐ranging priorities. Through all of this the level of effort and commitment by all involved in the previous IRF IEC is unquestionable. Particular thanks go to outgoing President Deanne Adams who has also sat as a Director of The Thin Green Line Foundation during her tenure. My sincere thanks also go to outgoing IEC members Elaine Thomas, Joao Correia, Ana Carola Vaca Salazar and Andre Botha. Additionally a big thankyou to the 7th WRC organisers, Wayne Lotter, Krissie Clark, Escape Tanzania’s Linda and Boris, and the entire PAMS foundation team and volunteers who created an event that allowed for much inspiration, motivation, and old friendships reinvigorated and new ones formed.

The new IEC will be working very hard to build on the efforts of our predecessors, and to take the IRF to the next level for all Rangers.

It is a great personal honour to be entrusted with the Presidency of the International Rangers Federation, one which carries much responsibility to ensure meaningful progress for the IRF and for our Rangers on the ground. Along with our Vice President Wayne Lotter, Secretary Tegan Burton, Treasurer Meg Weesner and our great team of enthusiastic regional representatives, I am ready for the challenges and exciting opportunities that exist for the IRF.

As we finish the 7th World Rangers Congress and work hard with ANPR for the 8th in the USA in 2016, it is what we, as an entire IRF, do in between congresses that is most important.

Along with our new IEC, I will be aiming to:
<!--[if !supportLists]-->                        <!--[endif]-->Create a financially sustainable IRF through innovative projects and partnerships;



<!--[if !supportLists]-->                        <!--[endif]-->Increase the number of active Ranger associations affiliated with the IRF, particularly from less represented areas such as Asia, Africa and the Middle East;
<!--[if !supportLists]-->                        <!--[endif]-->Increase the capacity and involvement of existing Ranger Associations particularly in Latin America, Eastern Europe and Africa, but also across the board;
<!--[if !supportLists]-->                        <!--[endif]-->Ensure meaningful action and representation for Rangers on the ground; and
<!--[if !supportLists]-->                        <!--[endif]-->Increase the networking and cooperative relationships between rangers, and ranger associations, through Rangers without Borders, and Rangers working for Rangers.

Already since the conclusion of the 7th WRC, using the energy and enthusiasm generated, there have been great ideas and actions occurring by many who attended.

As the new IRF President, and building on work already started by Vice President Wayne Lotter, I have met with senior management at the Kenyan Wildlife Service to discuss establishing their Ranger Association; worked with Community Maasai Rangers near Amboseli in Kenya, who also hope to join the IRF; worked on an international approach to combating poaching, a direction and project which we hope will involve the entire IRF; and I have spoken with Dr Jane Goodall who is very keen on being involved in bringing more supporters to the table.

I am very excited by the potential the IRF has to make a meaningful difference for our Ranger profession and for conservation as a whole. This potential though can only be realised by working to a strong vision and with the hard work of the entire IRF membership, not just the IEC alone. We as rangers are our own best resource. A resource we must use. With our diverse skills, networks and standing in the international conservation world we can make giant leaps. Not only can we achieve much ‐ we simply must! If you think you’re too small to make a difference – you’ve never been in bed with a mosquito!

Thank you for the honour of representing you as President over the next term. Not only do I hope to achieve much with you and the new IEC, I will give everything I have to ensure we have made significant progress as we “mosey on in” to Colorado for the next World Ranger Congress in 2016.

Please feel free to contact me or any other member of the IEC at any time with your ideas, thoughts and projects. I look forward to working with you all.

Stay safe, and keep up your great work for conservation, in the most inspiring and meaningful professions the world has to offer.

Yours Sincerely,

Sean Willmore
President
International Rangers Federation
http://internationalrangers.org
E: president@interntnationalrangers.org




ATENCION:
Miembros FIG, socios y afiliados
RE: Nuevo Comité Ejecutivo Internacional y Direcciones Futuras de la FIG
Estimados miembros de la FIG, socios y afiliados
Tengo el gran privilegio hoy de dirigirme a usted como nuevo presidente de la Federación Internacional de Guardaparques. Acabo de regresar de África después del Séptimo Congreso Mundial de Guardaparques en Arusha, Tanzania, que fue seguido por el trabajo futuro sobre la lucha contra la caza furtiva y diferentes reuniones, soy plenamente consciente de las responsabilidades y desafíos que enfrenta el nuevo Comité Ejecutivo de FIG, todos los miembros de la familia FIG / Guardaparques, y la profesión de la Conservación.
Antes de abordar algunas de estas cuestiones, en primer lugar quiero dar las gracias al saliente Comité Ejecutivo Internacional de la FIG, por su dedicación y compromiso con la FIG y los guardaparques del mundo. Hemos sido, y seguiremos siendo, una organización diversa que cargara una amplia gama de prioridades. A través de todo esto, el nivel de esfuerzo y compromiso por parte de todos los involucrados en el anterior CEI es incuestionable. Nuestro especial agradecimiento al saliente presidente Deanne Adams, que también ha estado como un director de la Fundación Delgada Línea Verde durante su mandato. Mi más sincero agradecimiento también a los miembros salientes Elaine Thomas, Joao Correia, Ana Carola Vaca Salazar y Andre Botha. Además damos las gracias a los organizadores del Séptimo Congreso Mundial, Wayne Lotter, Krissie Clark y Linda y Boris de “Escape Tanzania”, y todo el equipo de la fundación PAMS y voluntarios que han creado un evento que permitió mucha inspiración, motivación y reforzar viejas amistades y formar nuevas amistades también.
El nuevo Comité Ejecutivo Internacional (CEI) va a trabajar muy duro para construir sobre los esfuerzos de nuestros predecesores, y tomar la FIG para el siguiente nivel para todos Guardaparques.
Es un gran honor personal encargarme de la Presidencia de la Federación Internacional de Guardaparques, que lleva una gran responsabilidad para asegurar un progreso significativo para la FIG y para nuestros Colegas en el terreno. Junto con nuestro Vice Presidente Wayne Lotter, Secretaria Tegan Burton, Tesorero Meg Weesner y nuestro gran equipo de entusiastas representantes regionales, estoy listo para los desafíos y oportunidades emocionantes que existen para la FIG.
Al terminar el Séptimo Congreso Mundial de Guardaparques y trabajar duro con ANPR para el 8 º en los EE.UU. en 2016, que es lo que nosotros, como un FIG todo, hacer cosas entre congresos que es lo más importante.
Junto con nuestro nuevo CEI, tendremos los siguientes objetivos:
<!--[if !supportLists]-->                        <!--[endif]-->Crear una FIG financieramente sostenible a través de proyectos innovadores y alianzas;
<!--[if !supportLists]-->                        <!--[endif]-->Aumentar el número de asociaciones activas de guardaparques afiliados a la FIG, en particular de las zonas menos representadas, como Asia, África y el Oriente Medio;
<!--[if !supportLists]-->                        <!--[endif]-->Aumentar la capacidad y la participación de las Asociaciones de Guardaparques existentes, especialmente en América Latina, Europa del Este y África, pero también en todos los ámbitos;
<!--[if !supportLists]-->                        <!--[endif]-->Asegurarse de acción y representación significativa para los Guardaparques en el terreno, y
<!--[if !supportLists]-->                        <!--[endif]-->Aumentar la creación de redes y relaciones de cooperación entre los guardaparques y las asociaciones de guardaparques, a través de “Guardaparques sin Fronteras”, y los “Guardaparques trabajando para los guardaparques”.

Ya desde la conclusión del Séptimo Congreso Mundial, usando la energía y el entusiasmo generado, ha habido grandes ideas y acciones que ocurridas por muchos de los que asistieron.
Como el nuevo presidente de la FIG, y basándose en el trabajo ya iniciado por el vicepresidente Wayne Lotter, me he reunido con la alta dirección del Servicio de Vida Silvestre de Kenia para discutir el establecimiento de la Asociación de Guardaparques, trabajó con la comunidad Maasai “Guardaparques” cerca de Amboseli en Kenia, que también esperan unirse a la FIG, He estado trabajando en una estrategia internacional para la lucha contra la caza furtiva, una dirección y un proyecto que esperamos involucrar a toda la FIG, y he hablado con la Dra. Jane Goodall, que está muy interesada en participar en atraer más seguidores a la mesa.
Estoy muy emocionado por el potencial que la FIG tiene para hacer una diferencia significativa para nuestra profesión de Guardaparques y para la conservación en su conjunto. Este potencial, aunque sólo se puede lograr mediante el trabajo con una visión fuerte y con el duro trabajo de todos los miembros de la FIG, no sólo el solo CEI. Nosotros, como los guardaparques somos nuestro mejor recurso. Un recurso que debemos utilizar. Con nuestras diversas habilidades, redes y de pie en el mundo de la conservación internacional podemos dar saltos gigantescos. No sólo podemos lograr mucho ‐ simplemente debemos! Si piensas que eres demasiado pequeño para hacer una diferencia ‐ que nunca has estado en la cama con un mosquito!
Gracias por el honor de representar a usted como Presidente durante el próximo mandato. No sólo espero lograr mucho con vosotros y el nuevo CEI, voy a dar todo lo que tiene que asegurarse de que se han logrado avances significativos a medida que

"deambular en el" a Colorado para el próximo Congreso Mundial de Guardaparques en 2016.
Por favor, no dude en ponerse en contacto conmigo o con cualquier otro miembro del CEI en cualquier momento con sus ideas, pensamientos y proyectos. Espero con interés trabajar con todos ustedes.
Manténgase a salvo y mantenga su gran labor para la conservación, en las profesiones más estimulantes y significativas que el mundo tiene para ofrecer.

Atentamente,

Sean Willmore
President
International Ranger Federation
http://internationalrangers.org







Linces na Reserva Natural da Malcata em 2013



     Linces na Reserva Natural da Malcata em 2013

    Foi uma das boas novas deixadas pela presidente do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas na visita realizada a Penamacor. Segundo o vice presidente da autarquia existe também abertura da nova responsável para abrir a caça na Serra da Malcata do lado de Penamacor “o que não acontece do lado do Sabugal onde se pode caçar, o que é uma injustiça, agora há finalmente uma abertura do ICN para a abertura da caça grossa uma vez que também reconhecem, pela primeira vez, que a caça pode ser benéfica para os hatitats do lince”.
A visita realizada a Penamacor a nova presidente do ICNF mostrou-se ainda preocupada com o estado de abandono a que chegaram as casas de turismo natureza “que nos últimos anos se têm vindo a degradar e a ser vandalizadas devido ao abandono”, aquela responsável mostrou-se ainda receptiva a encontrar uma solução com as autarquias, “nós estaremos de braços abertos para encontrar essa solução”, remata o autarca.

Segundo António Cabanas, o Instituto de Conservação da Natureza e agora das Florestas, é proprietário de 5 mil hectares de terreno na Reserva Natural da Serra da Malcata.
Fonte: Paula Brito/Kaminhos Magazine 

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Encontro da REDE MUNDIAL INDÍGENA na AUSTRÁLIA



    Encontro da REDE MUNDIAL INDÍGENA na AUSTRÁLIA (Guardaparques Indígenas)


Hi All,


Please pass this onto your regions associations, especially those with Indigenous land managers for this indigenous ranger/land managers conference.


I will be working with the Australian Government on this and recommending some individuals or groups to fund,  as they are looking to fund several participants to present and  attend  the conference Including  a 5 day exchange prior to that  ,networking  with Australian Indigenous rangers.


Please get interested parties check out the links and register interest online, and also with me, as i am meeting with the organisers next week.


This is  a great opportunity for our indigenous Rangers/Land Managers.


I hope to hear form several of you very soon.


Kindest Regards

Sean Willmore
President
International Rangers Federation         
E: president@internationalrangers.org
W: http://internationalrangers.org         
                                  
Director
The Thin Green Line Foundation
W: http://www.thingreenline.org.au/
E: sean.willmore@thingreenline.org.au
T :+61 (0)3 5931 3202

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Beirut poderá ter a primeira floresta aérea urbana



   Lembra-se das imagens televisivas de uma Beirut semi-destruída? Então esqueça esses pensamentos bélicos e conheça o novo projecto que vai construir uma espécie de jardins suspensos na capital do Líbano.
O ambicioso projecto pretende tornar Beirut numa cidade sustentável através da construção de árvores no topo dos edifícios da cidade. Desenhado pela Studio Invisible, o principal objectivo desta floresta urbana é diminuir a poluição, melhorar a qualidade do ar e absorver os escoamentos de água da chuva.

Hoje, Beirut é uma cidade prisioneira do nevoeiro negro da poluição, sobretudo devido aos constantes congestionamentos de trânsito. Para agravar a situação, a maioria dos carros da cidade, devido à sua idade avançada, emite altos níveis de CO2.

Os habitantes de Beirut, por outro lado, são bastante resistentes a encontrar outras formas de transporte, para além do veículo pessoal: nada de carros mais sustentáveis ou utilização de bicicleta.
O próprio planeamento da cidade não contemplou a construção de espaços verdes – nem tão pouco a previu – pelo que há pouco espaço disponível para jardins ou parques.

“A solução da Studio Invisible é simples, low cost e não faz um grande corte no actual foco de Beirus no transporte urbano”, explica o Inhabitat. O que pretende a Studio Invisible? Que todos os habitantes de Beirut – os que podem – construam pequenos jardins nos terraços das habitações. E os que não têm acesso a terraços, que o façam nas janelas, por exemplo.

Ao plantar árvores e plantas em toda a cidade, os habitantes de Beirut não só contribuem para a beleza da sua comunidade mas para a sua própria saúde. E para a poupança energética, uma vez que as árvores ou plantas proporcionam sombras, que arrefecem os edifícios. E, não menos importante, criam espaços públicos. Os tais espaços que foram esquecidos pelo planeamento urbano da capital libanesa.

Fonte: Green Savers

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Actualizado mapa-múndi das espécies animais



    E 136 anos depois, o mapa-múndi das espécies animais foi actualizado

 

    O mapa utilizado até aqui para estudar a biodiversidade dos vertebrados à face da Terra datava de 1876. Desde ontem, há um novo mapa, que integra a árvore genética das espécies.

Uma equipa internacional de investigadores, entre os quais um especialista português de biodiversidade, combinou os dados evolutivos e geográficos - coligidos ao longo de 20 anos sobre 21.037 espécies de vertebrados - e produziu um mapa "moderno" da distribuição geográfica de todos os mamíferos não-marinhos, dos anfíbios e das aves actualmente conhecidos.
O novo mapa, apresentado ontem ao fim da tarde na edição online da revista Science, actualiza e "corrige" o mapa utilizado até aqui pelos especialistas como base para os estudos da biodiversidade animal no nosso planeta. Um mapa que data de... 1876 e cujo autor foi o naturalista britânico Alfred Russel Wallace, co-descobridor, independentemente de Charles Darwin, da teoria da selecção natural das espécies.
Os autores da actualização confirmaram agora, no novo mapa, que existem muitas semelhanças com o mapa do século XIX. Mas, graças à massa de informação genética hoje disponível, revelaram também diferenças que podem ser essenciais para a concepção de futuros programas de conservação das espécies.
"Wallace era um naturalista extraordinário", disse ao PÚBLICO Miguel Araújo, professor da cátedra de Biodiversidade Rui Nabeiro do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO) na Universidade de Évora - e co-autor do trabalho. "Viajou pelo mundo inteiro e verificou que, em cada região, existiam espécies diferentes, de aspecto diferente."
Porém, Wallace apenas dispunha de informação sobre um número limitado de espécies, na maioria mamíferos, que tinha visto no terreno durante as suas viagens ou cuja existência conhecia através de amigos e colegas. Ora, essa situação é hoje radicalmente diferente: "Nos últimos anos, tem-se estado a reconstruir os mapas biogeográficos dos mamíferos, dos anfíbios e das aves", explica Miguel Araújo. "Toda esta informação [sobre a distribuição das espécies] é muito recente."
E por outro lado, Wallace também "não tinha a árvore da vida, embora ela já estivesse, de forma qualitativa, por trás da sua classificação", salienta o cientista. "Nós tivemos agora em conta as filogenias todas", incluindo uma nova árvore genética das aves, que a equipa publica online juntamente com o seu artigo.
Os reinos e a linha de Wallace
Com base nas suas observações, Wallace, considerado o "pai" da biogeografia, tinha dividido o mundo em seis grandes "reinos". O novo mapa vem acrescentar cinco novos reinos, que podem ainda ser subdivididos em 20 regiões mais pequenas. "Os reinos fornecem uma informação muito prática, muito clara, da origem evolutiva comum das espécies", diz ainda Miguel Araújo. Porém, conforme o tipo de aplicação, pode ser precisa a distribuição mais fina em regiões.
Novidades? "Wallace pensava que Madagáscar estava ligada à África", refere o cientista, "mas segundo nós é um reino perfeitamente independente". E mais: "A origem evolutiva de Madagáscar é mais próxima da Índia do que da África." O resultado bate certo com o que se sabe da tectónica das placas: Madagáscar separou-se da Índia e não de África.
Outra diferença em relação ao velho mapa é o facto de o Norte de África unir-se agora num único reino com a Península Arábica (num conjunto designado reino saro-arábico), quando até aqui estava incluído no reino paleárctico, que engloba a Eurásia. Também foi possível distinguir, a sul do paleárctico, um reino sino-japonês. E quanto à Nova Zelândia, passou a pertencer ao mesmo reino que a Austrália, o que não era o caso até aqui. Ao mesmo tempo, o reino australiano original ficou partido em dois: australiano e oceânico (este último incluindo a Nova Guiné e as ilhas do Pacífico).
"Madagáscar é um caso especial", explica ainda o cientista. "Se tivéssemos de atribuir medalhas, a de ouro iria para a Austrália, que é a região mais individualizada do planeta e a que tem a fauna mais diferente; a de prata iria para Madagáscar e a de bronze para a América Latina, que permaneceu muito isolada e longe dos grandes fluxos de migração."
As novas características biogeográficas agora reveladas deverão ter implicações importantes ao nível dos programas de conservação das espécies. "Se Madagáscar estivesse ligada à África, a sua prioridade em termos de conservação seria menor", exemplifica Miguel Araújo. Mas com uma fauna única no mundo, trata-se de algo "mais universal" e a sua prioridade no panorama da biodiversidade passa logo para outro patamar.
Uma outra questão que o novo mapa poderá agora vir resolver diz respeito àquilo que hoje é conhecido como "linha de Wallace" - um obstáculo à dispersão das espécies animais que, segundo teorizou aquele naturalista, marcaria uma separação entre as faunas do seu reino oriental (que inclui o subcontinente indiano e o Sudeste asiático) e o da Austrália. Wallace colocara essa fronteira natural no estreito de Macáçar, entre Bornéu e a ilha indonésia de Celebes. "Tem havido um grande debate sobre onde passa a linha", diz Miguel Araújo, acrescentando terem agora confirmado que está essencialmente muito perto da localização atribuída por Wallace.
Será que os especialistas de biodiversidade vão já passar a utilizar o novo mapa? Para Miguel Araújo, não há dúvidas de que, a partir de agora, "o mapa de Wallace está desactualizado". O novo mapa será, entretanto, colocado à disposição da comunidade internacional, em particular através do Google Earth.
 
Fonte: ANA GERSCHENFELD/Público

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Vídeo de la Asociación Uruguaya de Guardaparques

    La Asociación Uruguaya de Guardaparques es una Asociación Civil sin fines de lucro que busca nuclear a todos los guardaparques del país, procurando el desarrollo de la profesión, la mejoría de las condiciones laborales y la colaboración con las áreas protegidas.


Vídeo de la  Asociación Uruguaya de Guardaparques:

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

UGT pide al Gobierno que modifique la legislación


    UGT pide al Gobierno que modifique la legislación referida a los Agentes Forestales


    El objetivo es que se establezcan unas medidas que garanticen una adecuada funcionalidad a los Cuerpos y Escalas de Agentes Forestales y que facilite su desempeño laboral con la mayor eficacia posible. Los cuerpos/escalas autonómicos.....
.... de Agentes Forestales, Medioambientales o Rurales han conseguido esclarecer multitud de casos de agresiones graves contra el medio ambiente. El grado de especialización de estos cuerpos y su despliegue en el medio natural, permiten identificar los culpables de incendios forestales, llevar a cabo una correcta implantación de políticas de prevención efectivas, así como averiguar autores de otros delitos contra el medio ambiente y llevar a cabo políticas de disuasión frente al deterioro de los espacios naturales.

Si bien el Estado tiene reservada la competencia sobre la legislación básica en materia de montes, aprovechamientos forestales y vías pecuarias, corresponden a las Comunidades Autónomas, en general, el resto de las funciones normativas y ejecutivas en la materia (artículo 149.1.23 CE) y, lo que tiene mayor trascendencia, sobre los bosques inciden también de manera decisiva, regulaciones normativas basadas en la competencia en materia medioambiental, previstas en los artículos 148.1.9.º y 149.1.23.º CE, que permiten a las Comunidades Autónomas asumir competencias de gestión en materia de protección del medio ambiente, otorgando al Estado la competencia exclusiva para dictar la legislación básica, sin perjuicio de las facultades autonómicas para dictar normas adicionales de protección.


Como consecuencia de esa distribución de competencias legales, los cuerpos autonómicos de Agentes Forestales, Medioambientales o Rurales suelen estar integrados de diversa manera en los respectivos sistemas de seguridad pública y emergencia, y en los planes y operativos de emergencias con incidencia en el medio ambiente (incendios forestales, inundaciones, nevadas...). 
Estos colectivos tienen encomendadas, entre otras, el ejercicio de las funciones de policía administrativa y judicial de carácter ambiental, como son las funciones de velar por el cumplimiento de la normativa de protección, gestión y conservación de la naturaleza, investigando las causas y los presuntos autores de las infracciones que se cometan en este ámbito (artículo 283.6 de LECrim y 6.q de la Ley de Montes), aunque muchas de las veces no poseen la cobertura legal adecuada que determine unas competencias claras de estos funcionarios (no existe normalización ni homogeneidad), poseyendo competencias dispares en función de la Comunidad Autónoma en la que presten servicio, así como de no disponer de los medios adecuados para afrontar las acciones necesarias para la protección y conservación de la naturaleza en algunos de los casos.

Otro problema al que se enfrentan estos cuerpos de Agentes Forestales, Medioambientales o Rurales es que las infracciones en el ámbito del medio ambiente pueden tener relevancia administrativa (infracciones administrativas, sancionadas por la autoridad gubernativa) o relevancia penal (faltas penales y delitos, castigados por la autoridad judicial), sin embargo los cuerpos de Agentes Forestales, Medioambientales o Rurales, no poseen un revestimiento legal acorde a las actuales necesidades de sus cometido, que asimile su actual estatus al de otros colectivos funcionariales con similar ámbito funcional, como pudiera ser las Fuerzas y Cuerpos de Seguridad, en las capacidades y competencias con las situaciones a las que deben hacer frente. El medio ambiente en general, y el bosque en particular, deben ser entendidos como un bien a conservar en función de sus propios valores ambientales y, por tanto, por todos los servicios que están en disposición de ofrecer a la colectividad. Como una consecuencia de la profunda evolución cultural y jurídica en torno al medio ambiente, el bosque debe ser definido y protegido como un bien jurídico entendido como ecosistema, es decir, como ambiente biológico natural, comprensivo de toda la vida vegetal y animal y también de los equilibrios típicos de un hábitat natural.


La consideración de los montes como ecosistemas forestales se traduce en el tratamiento de los mismos de forma integrada, lo que supone la gestión conjunta de la flora, la fauna y el medio físico que los constituye por parte de las administraciones implicadas en su conservación, con el fin de conseguir un aprovechamiento sostenible de los recursos naturales, estableciendo garantías para la preservación de la diversidad biológica y para el mantenimiento de los procesos ecológicos esenciales, así como de la conservación y protección de estas áreas frente a posibles daños medioambientales. Además la permanencia de las agresiones ambientales y la irreversibilidad de las mismas (delitos urbanísticos, contaminación de aguas, incendios forestales, etc.) dota de especial relevancia que los Cuerpos de Agentes Forestales, Medioambientales o Rurales cuenten con herramientas eficaces en la «prevención» de infracciones y delitos.
PROPOSICIÓN NO DE LEY


«El Congreso de los Diputados insta al Gobierno a que en el plazo de seis meses modifique la legislación vigente en la materia, referida a los Agentes Forestales y Medioambientales y Rurales, a fin de establecer unas medidas que favorezcan y garanticen una adecuada funcionalidad a los Cuerpos/Escalas de Agentes Forestales (a los Cuerpos autonómicos) y que facilite el desempeño laboral de estos, con la mayor eficacia y eficiencia posible, en el ejercicio de sus funciones de policía ambiental y emergencias, siendo algunas propuestas para ello:


1. Instar al Gobierno a que elabora una Ley Básica, que regule las competencias, atribuciones y demás características comunes de los Agentes Forestales de las distintas Administraciones, entre las que se reconozca, respete y potencie su condición de Agentes de la Autoridad y sus funciones de policía administrativa y judicial ambiental y sus funciones de emergencias.

Fonte: Guardabosques

BRASIL: PROJETO DE LEI PREVÊ GRATIFICAÇÃO DE 60%


   Brasil: PROJETO DE LEI PREVÊ GRATIFICAÇÃO DE 60% AOS GUARDA-PARQUES DO ESTADO


      O secretário do Meio Ambiente (Sema), Helio Corbellini, informou nesta quinta-feira (6), na Capital, que o Governo do Estado enviará projeto de lei que concede 60% de gratificação aos servidores que atuam no zelo das Unidades de Conservação (UCs) do Rio Grande do Sul. O anúncio foi realizado em reunião com representantes dos guarda-parques e o presidente da Associação dos Servidores da Sema (Assema/RS), João Paulo Steigleder. A proposta será encaminhada nesta sexta-feira (7).

O percentual, que tem por base o salário bruto dos guarda-parques e refere-se à bonificação a titulo de risco de morte, é uma reivindicação antiga dos servidores - que são ligados à Secretaria. Os guarda-parques atuam dentro das UCs (22, ao todo, mais o Horto Florestal do Litoral Norte) e, na defesa desses parques, convivem com eventuais ações predatórias de caça e pesca.
Coletes à prova de bala, uniformes e capacitação 


Além dessa gratificação, a Sema já havia tomado outras medidas para atender às reivindicações dos guarda-parques e melhorar a condição de trabalho desses funcionários. Entre elas estão a aquisição, em agosto, de coletes à prova de bala (que aguardam liberação do Exército), a licitação para a aquisição de uniformes e a realização de cursos de capacitação.



Fonte: Marcelo Segalerba

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

6 de diciembre: Día Nacional del Guardaparque en el Perú


    Guardaparques del Perú celebran su día con una visita al Parque Nacional Río Abiseo

    En el marco de la celebración por el Día del Guardaparque peruano que
se celebra el 6 de diciembre, más de un centenar de guardaparques
realizaron una visita hacia el Parque Nacional del Río Abiseo,
realizando para ello un recorrido que les permitió navegar por el río
Huallaga e ingresar mediante el río Huayabamba, a una parte de la Zona
de Amortiguamiento del Parque, ubicado en la provincia sanmartinense
de Mariscal Cáceres – Juanjui.

Los hombres y mujeres guardaparques del Servicio Nacional de Áreas
Naturales Protegidas por el Estado-SERNANP celebraron de esta forma su
día y culminaron el III Congreso Nacional de Guardaparques, el cual se
realizó en la ciudad de Tarapoto durante 4 días, espacio que les
permitió intercambiar experiencias exitosas de control y vigilancia
para seguir conservando los recursos naturales de las 77 áreas
naturales protegidas con las que cuenta el país.

Bajo la premisa de “Uno no ama lo que no conoce”, los 120
guardaparques del Perú participantes de la visita, lograron también
visitar la localidad de Huicungo, donde fueron recibidos por el
alcalde distrital y la población de la zona, quienes además de
presentar danzas amazónicas, recibieron con los brazos abiertos a los
guardaparques para posteriormente recorrer juntos las calles de la
localidad.

En Huicungo, los visitantes conocieron el Centro de Interpretación del
Parque Nacional del Río Abiseo, donde fueron guiados por sus colegas
locales para conocer una muestra de la riqueza biológica que se
conserva en esta parte de la Amazonía peruana.

La celebración por el Día del Guardaparque  ha considerado realizar un
reconocimiento a los guardaparques más destacados durante el presente
año. Del mismo modo, se juramentará a la nueva junta directiva de la
Asociación de Guardaparques del Perú, la cual tiene como presidente a

Wilder Canales, recientemente reelegido para un nuevo periodo de 3
años.

Las actividades por el Día del Guardaparque contó con la presencia del
Viceministro de Gestión Ambiental del MINAM, Mariano Castro
Sanchéz-Moreno, el Secretario General del SERNANP, Rodolfo Valcárcel
Riva, la Jefa de la Oficina de Asesoría Jurídica del SERNANP, Miriam
Cerdan Quiliano y la Asesora Técnica de GIZ, Thora Amend.

Tarapoto, 06 de diciembre de 2012

Fonte: Luis Antonio Tovar Narvaez

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

A população leonina africana diminui de 100 mil para cerca de 32 mil



    Menos 60 mil leões e perda de 75% do habitat nos últimos 50 anos em África

Em cinco décadas, a população africana dos reis da selva desceu de perto de 100 mil para cerca de 32 mil e perdeu-se 75% do seu habitat, diz um novo estudo.
A população humana cresce e a leonina diminui. Ao haver cada vez mais pessoas a ocupar territórios reconhecidos como habitats tradicionais de leões em África, o número destes animais diminui. O novo estudo The size of savannah Africa: a lion’s (Panthera leo) view publicado na revista científica Biodiversity and Conservation, alerta para a diminuição de leões de perto de 100 mil para cerca de 32 mil e a perda de 75% do habitat nos últimos 50 anos em África.
O estudo, da responsabilidade de investigadores da Duke University (Estados Unidos), sublinha que o crescimento da população humana levou a esta diminuição de população dos animais nas savanas de África, outrora prósperas, e agora com problemas.
Perto de 100 mil viviam no continente africano. Agora, mesmo quando a densidade populacional é baixa e as áreas são parques nacionais, a espécie está ausente de muitas dessas áreas da região, como se pode ler no relatório. O documento refere que a situação é particularmente terrível na África Ocidental, de que fazem parte países como Guiné-Bissau, Nigéria, Burkina Faso e Senegal.
Pode ler-se no relatório que “as áreas da savana africana com baixa densidade populacional encolheram consideravelmente nos últimos 50 anos e projecções sobre o aumento demográfico sugerem que estas zonas provavelmente diminuirão significativamente nos próximos 40 anos”.
“Utilizando imagens de satélite de alta-resolução e dados de densidade populacional humana, definimos áreas de leões, lugares que provavelmente têm populações de leões residentes”, dizem os investigadores.
Nos últimos anos, a ocupação por populações humanas de territórios reconhecidos como habitats de leões provocou a diminuição do número destes animais, não só porque são impedidos de utilizar estas áreas como vêem os seus zonas de caça e reprodução fragmentados, sublinharam os investigadores.

Cinco países africanos terão perdido totalemente as suas populações de leões desde 2002, ano em que o estudo começou a ser desenvolvido.
Apenas nove países albergam pelo menos mil leões actualmente. A Tanzânia detém mais de 40% dos leões existentes no continente africano.
O relatório apela a mais mapeamento e investigação para assegurar a protecção dos leões.

Fonte: VANESSA BATISTA/Público


Celebran el III Congreso Ibérico del Lobo en Lugo (España)



    Celebran el III Congreso Ibérico del Lobo en la Facultad de Veterinaria de Lugo

Durante el fin de semana del 23 al 25 de Noviembre de 2012 se celebró en la Universidad de Santiago, en la Facultad de Veterinaria el tercer congreso ibérico del lobo,  a través de la Asociación Galega de Custodia do territorio.....
.... Durante estos tres días, investigadores, técnicos y personal de las administraciones y representantes de diferentes ONG, entre cientos de interesados asistentes participaron aportando sus proyectos, opiniones y nuevas investigaciones;
Los principales temas del congreso fueron la ecología, la gestión, administración y conservación de las poblaciones de lobo ibérico (Canis lupus signatus).Las ponencias presentadas se estructuraron en tres bloques temáticos: Ecología y Biología, Gestión y Conservación y por ultimo Lobo y hombre.
Contamos con un comité científico importante: Luigi Boitani (profesor de la Universidad de Roma), Luis Eusebio Fidalgo (facultad de veterinaria de la USC, universidad de Santiago de Compostela), Alberto Fernández Gil (Estación Biológica de Doñana), Javier Naves Cienfuegos; Y comité organizador: MArtiño Cabana, y responsables y técnicos de el grupo Lobo Portugal, A.RE.NA, Asesores en recursos naturales S.L entre otros…
Fueron unas jornadas muy interesantes, y donde se aclararon y desvelaron muchas de las conclusiones de nuevos proyectos sobre esta especie tan singular, querida por muchos y odiada por otros.
Desde aquí como un mero participante del congreso agradecer a  todos que en más o menos medida hicieran posible estas jornadas.

Fonte:
Diego Miguel Diego Sainz-Pardo/Guardabosques

Guardaparques oficiales y comunales se capacitaron en monitoreo biológico


    Guardaparques oficiales y comunales de la Reserva Paisajística Nor Yauyos Cochas se capacitaron en monitoreo biológico (Perú)

Durante cuatro días, el Servicio Nacional de Áreas Naturales
Protegidas por el Estado-SERNANP organizó una capacitación en
monitoreo biológico dirigida a los especialistas, guardaparques
oficiales y comunales de la Reserva Paisajística Nor Yauyos Cochas,
área protegida que reúne condiciones especiales para el desarrollo de
la investigación científica.

Gracias a esta iniciativa, tanto el personal del SERNANP como la
población local que se involucra de manera voluntaria con la
conservación de la Reserva, aprendieron sobre monitoreo de aves, flora
y mamíferos en zonas prioritarias del Área Natural Protegida-ANP que
albergan especies vulnerables principalmente en la cuenca del río
Cochas Pachacayo y la cuenca alta del río Cañete. Asimismo, con los
conocimientos adquiridos pudieron identificar en campo especies
silvestres, así como sus huellas y rastros.

Este tipo de capacitaciones son muy importantes para la Reserva
Paisajística Nor Yauyos Cochas ya que prepara al personal para que

desarrollen monitoreos que evidencian en el tiempo el estado de
conservación de esta ANP.

Comunicaciones SERNANP

Fonte: Luis Antonio Tovar Narvaez

sábado, 1 de dezembro de 2012

Apresentação sobre a precariedade dos trabalho dos guarda-parques-RS

RESUMO:


1. GUARDA PARQUE: QUE PROFISSIONAL É de ESSE? 1 Qual a importância deste profissionalpara a conservação do Meio Ambiente?
2. QUAL IMPORTANCIA DO TRABALHO FEITO PELO AGENTE FLORESTAL GUARDA PARQUE?• Cargo criado pela Lei Estadual 12.583/06• São profissionais que atuam nas vinte três (23) unidades de conservação existentes no Estado do Rio Grande do Sul• Atribuições: Vigiar as UCs, localizar incêndios e descobrir irregularidades, combater a caça, apreender materiais, deter infratores nas UCs, praticar educação ambiental, etc.• Atuação: principalmente nas UCs que compõe o Projeto Conservação da Mata Atlântica (PCMA - convênio governo RS/banco alemão KFW) .
3. São profissionais que convivem diretamente com os riscos inerentes às atribuições do cargo, tais como:• Realizam patrulha diária preventiva e ostensiva, dentro de UCs e entorno;• Participam das vistorias de licenciamento florestal;• Prestam primeiros-socorros;• Resgate, prevenção e combate à incêndios;• Defrontam-se com caçadores e invasores ilegais das UCs e entorno;• Trabalham em locais distantes e sem comunicação, sendo ali a única presença do Estado.
4. ÁREA INVADIDA PE ITAPEVA
5. OPERAÇÕES EM CONJUNTO COM A BRIGADA MILITAR
6. CONTRUÇÕES IRREGULARESDENTRO DE ÁREAS INVADIDAS
7. FISCALIZAÇÃO ATERROS IRREGULARES
8. OPERAÇÃO EM CONJUNTO DE COMBATE A INCÊNDIO COM O CORPO DE BOMBEIROS NA ZONA DE AMORTECIMENTO DO PE ITAPEVA
9. COMBATE A INCÊNDIO NOENTORNO DA UC PE ITAPEVA
10. BOMBEIRO COM EPI
11. GUARDA-PARQUE SEM EPI
12. ZONA DE AMORTECIMENTO PE ITAPEVA
13. CONBATE A INCÊNDIO NO PE DO TAINHAS
14. INCÊNDIO - PE DO TAINHAS
15. CONTROLE DE DEPÓSITOSIRREGULARES DE LIXO (PE ITAPEVA)
16. ABORDAGEN DE VEICULOS E PESSOAS (PE ITAPEVA)
17. CONTROLE DE INVASÕESDENTRO DO PE ITAPEVA
18. LOCAL DE TRAFICO DEDROGAS PE DE ITAPEVA PARPPARQU
19. DESOVA DE CADÁVER DENTRO DO PE ITAPEVA
20. PORTARIA DO PE ITAPEVAALVEJADA POR TRAFICANTES
21. ATENTADO CONTRA O PATRIMONIOPÚBLICO, CASA EIXAIMEL, APA ROTA DO SOL
22. OPERAÇÃO COM O BATALHÃO DEOPERAÇÕES ESPECIAIS DA POLICIA RODOVIARIA ESTADUAL PRENDE CAÇADORES ARMADOS
23. DESEMPENHANDO A MESMA FUNÇÃOE EXPOSTOS AOS MESMOS RISCOS...
24. POLICIAIS COM OS EPIs ADEQUADOS, COMO, COLETES BALISTICOS E DEVIDAMENTE ARMADOS.GUARDA PARQUE SEM EPI, EXPOSTO AOS MESMOS RISCOS EM OPERÇÃO CONJUNTA !!!!!!!
25. Carteira de identidade Funcional• Os primeiros guarda-parques assumiram em 2007• Somente em 2010 vieram as primeiras identidades funcionais• Elas tem que ser pagas pelos próprios guarda-parque• Custo médio: R$ 450,00• Salário do guarda-parque (médio): R$ 682,00
26. OPERAÇÃO NOTURNA COM OBATALHÃO AMBIENTAL (REBIO MATA PALUDOSA)
27. • Mesmo com o Porte Funcional de Arma autorizado, a grande maioria dos guarda- parques não tem acesso ao armamento• e munição, inclusive sem capacitação especifica prevista em lei .
28. BARRACO USADO POR CAÇADORES (ESEC DE ARATINGA)
29. BÚFALO ABATIDO POR CAÇADORES FORTEMENTE ARMADOS (REBIO SERRA GERAL)
30. RESGATE DE ANIMAIS SILVESTRES EM LOCAISPERIGOSOS (REBIO MATA PALUDOSA)
31. SEM MATERIAL DE PROTEÇÃO ADEQUADO...
32. RECOLHIMENTO DE ANIMAISDOENTES DENTRO E FORA DAS UCs (PE ITAPEVA)
33. AGINDO NOS DANOSAMBIENTAIS CONTRA A FAUNAE A FLORA (APA ROTA DO SOL)
34. CHEGANDO A FICAR ATÉ 96 H DENTRO DE UMAUC, EXPOSTOS A TODOS OS TIPOS DE RISCOS.O SOCORRO MAIS PROXIMO ESTAVA A 5 H, SEM QUALQUER TIPO DE COMUNICAÇÃO! (REBIO SERRA GERAL)
35. EXPOSTOS A ANIMAIS PEÇONHENTOS(REBIO SERRA GERAL)
36. ATUANDO NA CONSERVAÇÃO E DESOBSTRUÇÃO DE TRILHAS (REBIO SERRA GERAL)
37. Tópicos do treinamento específico que nunca foi oferecido• Reconhecimento de animais peçonhentos• Identificação de espécies da fauna e flora• Uso de moto-serra• Técnicas verticais• Combate à incêndios• Técnicas de abordagem• Técnicas de sobrevivência• Armamento e tiro• Entre (muitos) outros
38. ATUANDO JUNTO Á PESCAIRREGULAR E PREDATÓRIA (PE ITAPEVA)
39. FISCALIZANDO A PESCAIRREGULAR NAS UCs (REBIO BANHADO DOS PACHECOS)
40. RECUPERANDO ÁREASDEGRADADAS (PE ITAPEVA)
41. ATUANDO JUNTO ÀS ESCOLAS E COMUNIDADES NO TRABALHO DEEDUCAÇÃO AMBIENTAL (PE ITAPEVA)
42. OPERAÇÃO CONJUNTA ENTRE UCs, MAIO/08 (REBIO SERRA GERAL)
43. Esvaziamento do quadro• No concurso de 2007 foram selecionados 48 servidores para suprir 16 vagas• Hoje atuam nas Ucs do estado 38 guarda- parques• São aproximadamente 294.516,00 ha em UCs• 8.000 ha/guarda-parque
44. “ Melhor viver segundo a suaprópria consciência do que seguir com perfeição a consciência alheia; melhor morrer no cumprimento do dever do que a mercê de instintos inferiores “ Bahagavad Gita