quarta-feira, 12 de junho de 2013

Cágados nativos nascidos em cativeiro libertados


   Ria Formosa: Cágados nativos nascidos em cativeiro libertados hoje na natureza numa ação pioneira em Portugal
   São hoje libertados na Ria Formosa 40 cágados-de-carapaça-estriada (Emys orbicularis) nascidos em cativeiro. A ação, pioneira em Portugal, pretende reforçar as populações locais da espécie e enquadra-se no Projeto LIFE + Trachemys, que tem como obvjectivo promover a conservação dos cágados autóctones através da sua reprodução em cativeiro e teste de metodologias de erradicação da tartaruga da Flórida (Trachemys scripta), uma espécies invasora.
Em comunicado, é explicado que, no âmbito do trabalho de campo do projeto financiado pela Comissão Europeia, foram localizadas, em quatro lagoas situadas na zona de Almancil (Loulé), quatro fêmeas grávidas do cágado autóctone classificado como “Em Perigo”. 

Dada a reduzida taxa de sobrevivência da espécie nos primeiros anos de vida, foi decidido recolher os seus ovos, mantê-los até à eclosão, e alimentar as crias resultantes até que atingissem a idade de dois anos, de modo a aumentar a sua probabilidade de sobrevivência nessa fase crítica.

Após as posturas, as fêmeas foram devolvidas ao habitat natural nos locais onde foram capturadas em 2011, tendo agora chegado o momento de soltar os primeiros quarenta do total de 73 animais nascidos em cativeiro, que representam já um acréscimo de 1/3 da população existente nas lagoas de origem dos progenitores – São Lourenço, Quinta do Lago Sul, Dunas Douradas e Garrão.

O Projeto LIFE + Trachemys resulta de uma parceira transfronteiriça entre o CIBIO – Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, o Parque Biológico de Gaia e a Associação ALDEIA/RIAS, e as entidades espanholas Generalitat Valenciana e Vaersa.

Fonte: Projeto LIFE + Trachemys – Comunicado de Imprensa

Lince-ibérico: falta de informação prestada aos vigilantes da natureza


   O Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) deu nota do avistamento de um lince-ibérico (Lynx pardinus), em Vila Nova de Milfontes. Desde 2010 que não era avistado um exemplar desta espécie em vias de extinção em Portugal.

O animal, proveniente do estado espanhol, foi fotografado em território nacional a mais de 250 quilómetros do local do seu último avistamento. A informação foi relatada a 6 de junho, sete dias após o mesmo ter sido fotografado, e foi adiantado que o mesmo animal tinha já sido avistado pela primeira vez a 8 de maio.

Após o primeiro avistamento seguiu-se a monotorização do terreno, a montagem de novas câmaras com o apoio da equipa ad Junta ad Andaluzia que coordena o projeto de conservação LIFE Iberlince, utilizando equipamento da Iberlinx (a plataforma portuguesa de conservação do lince-ibérico). No entanto os vigilantes da Natureza durante todo este tempo não foram informados.
A Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza deu conta que os vigilantes apenas tomaram conhecimento deste avistamento através da comunicação social, referindo que os responsáveis do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) esconderam a informação às suas Equipas de Vigilância, Fiscalização e Monitorização. Esta sonegação da informação é claramente contraproducente para a conservação do lince-ibérico.

O governo tem desprestigiado a profissão de Vigilantes da Natureza e recusa-se a recrutar mais profissionais necessários para salvaguardar a proteção da natureza e da biodiversidade, assim como a integridade das áreas protegidas. Os Vigilantes da Natureza são profissionais que sempre estiveram envolvidos nas operações de proteção do lince-ibérico e são uma peça essencial na sua deteção e proteção pelo que é completamente incompreensível a falta de comunicação verificada que coloca em causa o bom funcionamento dos serviços de proteção da natureza e em concreto do lince-ibérico.

Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem por este meio dirigir ao Governo, através do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, as seguintes perguntas:

1. Por que motivo os vigilantes da Natureza não foram informados do avistamento do lince-ibérico?

2. Que medidas vai o Ministério tomar para garantir a deteção e proteção do lince-ibérico em particular, e das áreas protegidas e da biodiversidade em geral, nomeadamente no que se refere à contratação de profissionais de proteção da natureza e de dotação das condições necessárias às suas operações?

Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda

terça-feira, 11 de junho de 2013

Celebração dos 250 anos do nascimento de Andrada e Silva


    Celebram-se esta semana os 250 anos do nascimento de José Bonifácio de Andrada e Silva, conhecido como patriarca da Independência do Brasil e o primeiro florestal e ecologista português.
José Bonifácio nasceu em Santos (Brasil) no ano de 1763 e aos 20 anos veio estudar para a Universidade de Coimbra. Após uma viagem de estudo de 10 anos pela Europa, a mando do Governo Português, exerceu diversas funções em Portugal, nomeadamente deu início à reflorestação do país.
Voltou ao Brasil em 1819, com 56 anos, e foi ministro do Reino e dos Negócios Estrangeiros. Em 1838, José Bonifácio morreu na sua casa, no Rio de Janeiro.
Para comemorar a data, o Parque Biológico de Gaia, o Consulado-geral do Brasil no Porto e da RTP, organizam uma sessão comemorativa no Sábado, 15 de Junho de 2013, a partir das 16 horas, que inclui a projeção em estreia nacional do documentário “José Bonifácio”, produzido e realizado por Francisco Manso para a RTP, com o apoio do Parque Biológico de Gaia e da Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica e a colaboração do Centro de Ecologia Aplicada “Professor Baeta Neves”, da Academia das Ciências de Lisboa e da Universidade de Coimbra.
Fonte: Nuno Gomes Oliveira/Parque Biológico de Gaia

Costa Rica: se requieren al menos 850 Guardaparques más en las AP


    En el país 8 activistas ambientales han muerto asesinados, mientras el Ministerio de Ambiente dice que trabaja en nuevas medidas de seguridad, los guardaparques no dan abasto con su labor, pues se requieren al menos 850 funcionarios más.

Brasil: Guarda-parques apreendem rede de pesca


    Brasil: Guarda-parques apreendem rede de pesca ilegal na Praia de Sul
    Três redes de pesca de espera colocadas clandestinamente foram apreendidas por uma equipe de guarda-parques do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) no canal que liga a Lagoa do Sul ao mar, na Reserva Biológica da Praia do Sul, uma das unidades de conservação administradas pelo órgão na Ilha Grande, em Angra dos Reis.
As redes apreendidas mediam mais de 10 metros e haviam sido colocadas recentemente, já que a área é monitorada com regularidade. Os animais ainda vivos presos na rede foram soltos e as carcaças dos que já haviam morrido foram descartadas. O material apreendido será destruído, mas os responsáveis não foram encontrados. Agora, a fiscalização no local será intensificada para coibir novas ações criminosas.
Conhecida como curral, esta técnica é altamente predatória, pois captura todos os peixes e crustáceos que transitam no canal, afetando o ecossistema local. A Lagoa do Sul, assim como a sua vizinha Lagoa do Leste, é uma das lagoas mais bem preservadas do Estado do Rio de Janeiro. Está situada em uma unidade de conservação onde a visitação recreativa não é permitida para se manter intacta toda a cadeia ecológica, que começa na cumeeira da serra acima, prossegue pelas encostas que levam às duas lagoas e destas, por fim, ao mar. A pesca clandestina quebra esta cadeia e se constitui em crime ambiental.

Fonte: ANGRANEWS/Marcelo Segalerba

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Mergulhar por entre barcos afundados em Portimão


   Projeto Ocean Revival prepara o maior parque subaquático da Europa
No fundo do mar do Algarve está a nascer o maior parque subaquático da Europa. Ao todo, quatro antigos navios da marinha portuguesa, especialmente adaptados e preparados para o turismo de mergulho, serão afundados a três milhas de distância de Portimão, defronte à praia do Alvor. Dois deles já foram afundados no passado mês de outubro (a corveta Oliveira e Carmo e o patrulha oceânico Zambeze) e mais dois se seguirão, um a 15 de junho (fragata Hermenegildo Capelo) e outro a 21 de setembro (navio hidrográfico Almeida Carvalho).

De nome Ocean Revival, o projeto nasceu com o objetivo de promover o turismo subaquático na região. O local escolhido deveu-se não só pelas suas águas calmas, mas também para assegurar que seja facilmente acessível ao maior número de visitantes. A ideia é mesmo tornar o Algarve como um grande destino de mergulho.

Apesar de ainda faltar afundar dois navios, o parque já está a funcionar e, desde novembro de 2012, que é possível mergulhar junto às embarcações afundadas, tanto em redor como no seu interior. «Os navios podem ser visitados no interior dado terem sido preparados para o efeito. Um mergulhador consegue a todo o momento ver uma saída», explica Luís Sá Couto, responsável pelo projeto. E o que se pode por lá já encontrar? «Todo o tipo de fauna e flora subaquática típicas da região. Destacamos os cefalópodes, lesmas do mar, crustáceos, safios, peixe galo, peixe porco, sargos, robalos, pargos, salemas, entre muitos outros», conta.

Destinado aos amantes do mar de todo o mundo, o Ocean Revival é baseado na crença de que o turismo sustentável é um caminho viável para proteger a biodiversidade e preservar o meio ambiente. «São quatro navios de guerra que formam um grande recife artificial único no mundo, composto por uma frota representativa de toda uma Armada, com as condições ideais para a proliferação da vida marinha».
Para criar o parque, os navios tiveram de ser preparados para serem visitados por mergulhadores com toda a segurança: «Os navios devem ser limpos de materiais contaminantes e preparados para o mergulho.
Devem ser retirados todos os materiais nocivos para o ambiente, tais como amiantos, hidrocarbonetos, todo tipo de material eléctrico e electrónico, cabos elétricos, cobres, zincos, chumbo, máquinas hidráulicas, bombas, etc. Basicamente, os navios ficam com ferro, alumínio e algumas madeiras. Relativamente à preparação para o mergulho são feitas aberturas no costado e nas paredes internas de modo a que haja luz em toda a estrutura interior e que um mergulhador que penetre no navio não deixe nunca de ver uma saída. Entre outras preparações são retiradas estruturas que possam mover-se ou desprender, são alisados os cortes feitos nas chapas, são retiradas ou soldadas portas e escotilhas impedindo que se possam fechar e bloquear mergulhadores», explica Luís Sá Couto.
Além do melhoramento de algumas infraestruturas locais, a Ocean Revival prevê que a história dos quatro navios afundados seja contada e exposta no Museu de Portimão.
Fonte: Mood/Sapo Mulher/Sónia Santos Dias


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Israel: Afinal, rã pintada do Hula não está extinta


    Anfíbio não era avistado há quase 60 anos, quando o lago Hula, em Israel, foi drenado. Investigadores dizem agora que é um "fóssil vivo".

O primeiro anfíbio a ser declarado extinto pelo principal organismo mundial de conservação foi considerado um "fóssil vivo", depois de terem sido descobertos exemplares vivos no norte de Israel, revelaram investigadores.
Em 1996, a União Internacional para a Conservação da Natureza colocou a rã pintada do Hula na mesma categoria do extinto pássaro dodó, depois do seu único habitat conhecido, o lago israelita de Hula, ter sido drenado.
 
Contudo, investigadores israelitas, alemães e franceses afirmaram, num artigo publicado no boletim Nature Communications, que a pequena rã castanha com manchas brancas não só ainda está viva, como pode ser chamada de "fóssil vivo". 
 
Desde Outubro de 2011, quando foi descoberta uma rã adulta junto a um lago, foram observados mais dez espécimes, indicaram. 
 
Depois de terem realizado testes de ADN, os investigadores concluíram que estas rãs são diferentes de outras espécies de rãs pintadas. 
 
A rã do Hula é a única sobrevivente de um grupo chamado rãs de Latónia, cujos membros morreram há cerca de um milhão de anos na Europa, mas que é possível observar em alguns fósseis que ficaram preservados. 
 
Esta variedade de rã foi observada pela primeira vez na década de 1940 e a última vez que foi vista foi em 1955, quando o lago Hula foi drenado.
Não só esta espécie sobreviveu sem ser detectada durante quase 60 anos, como também é uma sobrevivente de um género extinto", referiram os investigadores, salientando que a rã pintada do Hula conseguiu ultrapassar a destruição quase total do seu habitat.

Fonte: Rádio Renascença

Cientistas apelam à proteção da Grande Barreira de Coral


    Cientistas apelam à proteção da Grande Barreira de Coral australiana

     Mais de 150 cientistas alertaram o Governo australiano para o eventual impacto negativo do desenvolvimento industrial sobre a Grande Barreira de Coral, o maior sistema coralino do mundo, informou hoje a imprensa local.

Este apelo surge menos de duas semanas depois de o Comité do Património  Mundial se ter reunido para discutir se a Grande Barreira, no nordeste da  Austrália, deverá ser incluída na lista de Património Mundial ameaçado,  segundo a agência AAP.
 
No mês passado, a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência  e Cultura (UNESCO) exortou as autoridades australianas a tomarem medidas  "urgentes" para evitar a deterioração da Grande Barreira de Coral e defendeu  a sua inclusão na lista de Património Mundial ameaçado. 
Os cientistas da Universidade James Cook (Austrália), da Universidade  do Havai (Estados Unidos) e de outras 30 instituições consideram que a construção  de novos portos, a dragagem em larga escala e o aumento do tráfego de cargueiros  com a expansão da exploração mineira e energética acelerarão a deterioração  da Grande Barreira. 

O ecologista Hugh Possingham da Universidade de Queensland observou  que, nos últimos 27 anos, mais de metade dos corais que cobrem a Grande  Barreira se degradaram. 
Um relatório recente da UNESCO aponta que 43 projetos de desenvolvimento  das imediações da Grande Barreira foram apresentados e o Governo australiano  e do Estado de Queensland não adotaram as medidas necessárias para melhorar  a qualidade da água na área.  
Neste contexto, os cientistas australianos de 33 instituições uniram-se  para pedir, numa missiva, ao Governo de Camberra e às autoridades de Queensland  que proíbam a construção de novos portos fora das áreas industriais existentes  e que implementem uma estratégia para gerir melhor o desenvolvimento do  litoral. 

A Grande Barreira de Coral, que conta com 400 tipos de coral, 1.500  espécies de peixes e 4.000 variedades de moluscos, foi declarada como Património  da Humanidade em 1981 e começou a deteriorar-se na década de 90 com o aquecimento  da água do mar e aumento da sua acidez como consequência da maior presença  de dióxido de carbono na atmosfera. 

Fonte: SIC Notícias

segunda-feira, 3 de junho de 2013

ICNF esconde informação aos Vigilantes da Natureza


    Responsáveis do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) escondem informação às suas Equipas de Vigilância, Fiscalização e Monitorização relativamente à detecção de um exemplar de Lince Ibérico.
As equipas de Vigilantes da Natureza tiveram conhecimento do aparecimento do Lince Ibérico em território nacional através da imprensa, o que é lamentável.
Muitos dos responsáveis pelo ICNF continuam a refletir e a demonstrar a sua falta de consideração e reconhecimento pelo trabalho, empenho e dedicação dos Vigilantes da Natureza no cumprimento da sua nobre missão.
Será que já se esqueceram de quem é que percorreu toda a zona fronteiriça na procura de indícios de Linces no nosso território.
Será que já se esqueceram de quem foram os operacionais que estiveram a trabalhar na arborização do Centro Nacional de Reprodução de Lince-Ibérico em Silves.
Os Vigilantes da Natureza estão no terreno desde 1975, são profissionais dedicados à defesa do ambiente a quem os responsáveis pelo ICNF continuam a negar as condicções mínimas para o desempenho das suas funções.
Apesar de alguns responsáveis pelo ICNF, tudo fazerem para reduzir a importância da acção dos Vigilantes da Natureza no terreno, estes mantêm-se fiéis à sua missão.
Estas atitudes lamentáveis de alguns responsáveis pelo ICNF que têm como intenção desmoralizar e desacreditar a profissão, não terão sucesso!
Os Vigilantes da Natureza continuarão a desempenhar as suas funções com o mesmo empenho e orgulho de sempre porque sabem que têm o reconhecimento das populações que vivem nas áreas protegidas e de quem as visita.
Não necessitamos de máquinas de propaganda para que sejamos respeitados e reconhecidos pelos portugueses.

APGVN

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Oficina do Cuscos nos dias 29 e 30 de Junho em Vinhais


    A Associação TARABELO é uma organização sediada em Vinhais, Trás-os-Montes que explora as temáticas do desenvolvimento rural e da conservação da natureza e tem por principal objectivo a criação de sinergias que possam tornar as aldeias e o seu peculiar modo de vida atractivas aos seus habitantes, dando a conhecer o seu património e a sua profunda ligação com a manutenção da biodiversidade.
 Após a celebração da importância dos Moinhos-de-água e a colocação em funcionamento dos mesmos no passado mês de Abril, a Tarabelo pretende agora chamar a atenção para a existência do Cusco transmontano. O Cusco é um alimento produzido a partir da farinha da variedade de trigo barbela, e chegou ao nosso país através da influência magrebina, aquando da presença muçulmana em Portugal. Tendo desaparecido de lugares mais evidentes como o sul e centro de Portugal, encontra-se bem cristalizado na tradição transmontana, apesar do seu sério risco de desaparecimento.
Este saboroso recurso gastronómico encerra histórias e saberes ancestrais, que pretendemos dar a conhecer a todos, com o apoio das mulheres que ainda mantêm esta actividade.
Informação adicional pode ser encontrada na feliz e oportuna plataforma memoriamedia: http://www.memoriamedia.net/central/index.php?Itemid=207&id=25&option=com_content&view=article
A Associação Tarabelo vem por este meio convidar-vos a divulgar e participar nesta Oficina do Cusco, cujo programa pode ser encontrado seguidamente:

Sábado, 29 de Junho, Sábado, aldeia de Fresulfe
10h00 – Apresentação do Cusco e suas etapas de confecção. Início da oficina do Cusco;
13h00 –Almoço;
14h00 – Continuação dos Trabalhos;
18h00 – Encerramento da oficina;
20h00 – Jantar convívio;
21h00 - Projecção de filme.

Domingo, 30 de Junho, Domingo, aldeia de Fresulfe
10h00 – Cozinha experimental: confecção de pratos com Cusco;
13h00 - Almoço campestre na praia fluvial;
14h30 – Passeio pedestre;
17h00 – Encerramento da actividade.

Há condições especiais para sócios da Associação Tarabelo! Basta inscrever-se e pagar uma quota anual de 10 euros.

Teremos todo o gosto em facilitar a deslocação de interessados a Vinhais, auxiliando na marcação de alojamento e refeições.

As inscrições poderão ser realizadas através de associacaotarabelo@gmail.com, www.facebook.com/Tarabelo ou através dos contactos 00351 96 787 67 20 e 00351 273 695 149.

Agradecemos confirmação da V.participação,

terça-feira, 28 de maio de 2013

France : Garde Nature, un métier aux multiples facettes


    Garde-moniteur de Parc national, garde de Réserve naturelle, écogarde de Parc naturel régional, garde du Littoral, garde sur un Grand Site..., les appellations sont multiples, les missions le sont tout autant.
Qu’y a-t-il de commun entre une animation-nature avec une classe de CM1, le suivi d’une placette de Gentiane de Ligurie, une tournée de surveillance chasse, un comptage de grenouilles rousses, une opération d’éradication de la Caulerpa taxifolia, le contrôle d’un chantier en espace protégé... ?
Toutes ces tâches font pourtant partie du quotidien des gardes nature, qui travaillent sur le terrain à la préservation des espaces naturels, pour le profit de tous.
Ce site vous permettra de mieux nous connaître, peut-être même suscitera-t-il des vocations ?
Gardes Nature de France, une association professionnelle au service des espaces protégés
L’association Gardes Nature de France fédère les gardes d’espaces naturels protégés de France, et met ses compétences au service des professionnels de la protection de la nature et de leurs établissements.
Elle représente également la section française de l’International Ranger Federation, qui réunit les "rangers" du monde entier autour de leurs valeurs communes.

Fonte : Gardes Nature de France

Uruguai: Isla de Flores, Laguna Garzón y Montes del Queguay


    Buscan que Isla de Flores, Laguna Garzón y Montes del Queguay sean áreas protegidas
El director de la Dirección Nacional de Medio Ambiente, Jorge Rucks, dijo que se pretende que el ingreso se concrete este año, tras la incorporación de Rincón de Franquía (Artigas) y Grutas del Palacio (Flores). Para el caso de Laguna Garzón, se busca “mitigar” el impacto que provocará el puente que se proyecta construir en el lugar.
Los tres lugares que se buscan ingresar al Sistema Nacional de Áreas Protegidas (SNAP) están ubicados en el Río de la Plata (frente a Montevideo) y los departamentos de Maldonado y Paysandú. Rucks afirmó que se logró “una representatividad general de ecosistemas terrestres y costeros marinos”, informa hoy la página de Presidencia.
En el caso de la Isla de Flores, el titular de la Dinama resaltó los valores naturales, culturales e históricos que se debe conservar y proteger. Sobre la Laguna Garzón, Rucks señaló que la existencia de un área protegida es una de las medidas necesarias para mitigar el impacto que va a provocar el puente a construirse en el lugar.
En referencia a Montes del Queguay, el jerarca identificó el área como “el relicto (remanentes sobrevivientes) del monte natural más grande que queda en el país, con humedales importantes y un ecosistema muy interesante”. En este caso, dijo, “hay una voluntad de incorporación consensuada que se expresó en la audiencia pública con los productores involucrados y las comunidades locales.
Rucks explicó que Laguna Garzón se fortalecerá con recursos del Fondo para el Medio Ambiente Mundial (FMAM), que ya está aprobado, y que incluye a Montes del Queguay. También cubre otra área ya ingresada como el mencionado Valle del Lunarejo y Laureles-Caña (en Tacuarembó y Rivera, respectivamente), que está en proceso de ingreso.
El jerarca recordó que, previo al envío de la documentación al Poder Ejecutivo, se emprendió el proceso necesario para estos casos y destacó que se puso de manifiesto el proyecto y fue aprobado por la Comisión Nacional Asesora de Áreas Protegidas, de acuerdo a la nota en la web presidencial.
ECOSISTEMAS.
Consultado sobre los planes de manejo en las diferentes áreas, Rucks respondió que la “Quebrada de los Cuervos ya tiene su plan de manejo y Esteros de Farrapos e islas del Río Uruguay aguardan su aprobación final”.
Finalmente informó que “Laguna de Rocha y Valle del Lunarejo se encuentran en su fase final de elaboración. En el área de Cabo Polonio el plan ya se redactó y está en proceso de discusión con los vecinos de la Comisión Asesora del lugar. En Cerro Verde el diseño del plan está en sus inicios”.

Fonte: EL Pais

domingo, 26 de maio de 2013

Perú. Sujetos armados secuestran y torturan a guardaparques


 Sujetos armados secuestran y torturan a guardaparques de ACR Cordillera Escalera

    Un grupo de guardaparques del Área de Conservación Regional - ACR “Cordillera Escalera”, denunció haber sido agredido física y verbalmente por un grupo de pobladores del caserío de Achinamiza, ubicada dentro del área de amortiguamiento de dicha área protegida.

El Biol. Mario Ríos Vela, Jefe del ACR “Cordillera Escalera”, explicó con detalles, la manera como fueron golpeados y amenazados los guardaparques que participaban de una visita de inspección a áreas que habían sido deforestadas al interior del área protegida, por parte de los lugareños.
Todo nace a raíz de una denuncia interpuesta por Guillermo Saldaña Bustamante, por la deforestación de extensas áreas de terreno al interior del ACR, el pasado 15 de mayo del presente año. Fue entonces que para los días 16 y 17 de mayo se programó una visita de inspección por disposición del Fiscal de Yurimaguas, en el sector Achinamiza, para lo cual se solicitó el apoyo de los Guardaparques del ACR. El día 16 se trasladaron hasta Chazuta, Leonel Julca Troncos (guardaparques) y Vany Del Águila Inga (ARA), quienes se encontraron con Manuel Rubio Pizango (guardaparque ACR).

Posteriormente luego de participar en una diligencia de verificación del área deforestada en el sector Cachiyacu, partieron hasta la comunidad de El Piñal, donde se encontraron con los guardaparques, Luís Ramírez Mori, César Gatica Rengifo y Omer Tapullima Cachique.

Al día siguiente, el 17 programaron visitar el sector Alto Ushapayacu y Angashyacu, siendo intervenidos en la casa del denunciante Guillermo Saldaña Bustamante, por un grupo de 20 personas, algunas de las cuales se encontraban armadas, y que acusaban a los guardaparques de ser traidores y delincuentes. Entre las personas que participaron de esta intervención se pudo identificar a Salcedo Pizango Pilco, Pedro Sinti Panduro, Liter Pizango Panaifo, Ladislao PizangoTapullima, y Gilber AmasifuénTapullima. Allí los mantuvieron por más de tres horas. Cuando un grupo de estos guardaparques junto con el denunciante, pretendieron ingresar por el sector Achinamiza, fueron nuevamente intervenidos por otro grupo de enardecidos pobladores, los cuales esta vez se comportaron de manera mucho más agresiva, golpeando al denunciante Guillermo Bustamante, y también a los guardaparques Leonel Julca Troncos y Manuel Rubio Pizango, a quienes tras reducirlos por la fuerza, los ataron de manos, para llevarlos a ser sometidos a una asamblea popular en Achinamiza, todo esto se hizo en presencia del Tnte. Gobernador y Tnte. Alcalde de este caserío.

Tanto el denunciante Guillermo Bustamante, como los guardaparques, fueron amenazados por los pobladores de esta zona, quienes les recriminaron que pretendan prohibirles talar los bosques, los cuales consideran de su propiedad. Según el testimonio de los propios guardaparques, estos pobladores amenazaron hacer lo mismo con el Jefe del ACR Cordillera Escalera, Mario Ríos Vela, y con el propio Presidente Regional, César Villanueva, si pretendían retornar de nuevo al caserío de Achinamiza.

El asesor legal del ACR “Cordillera Escalera”, abogado Abraham Tello Chiong, señaló que en el transcurso de esta semana se estaría presentando la respectiva denuncia ante el Ministerio Público, por los maltratos, vejaciones y amenazas de las que fueron víctimas los guardaparques, así como dio a conocer que ya existe una investigación en marcha por parte de la Fiscalía de Yurimaguas, por los presuntos delitos de deforestación y contra el medio ambiente.

Fonte: Diario ahora

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Eucalipto de grande porte dá origem a «Totem»


    Eucalipto de grande porte dá origem a «Totem» na Serra de Sintra
A Quintinha de Monserrate oferece aos visitantes mais um marco na paisagem de Sintra: um totem com cerca de 7,5m de altura e 3m de diâmetro médio, esculpido a partir do tronco de um eucalipto com cerca de 100 anos, muito alto, que teve que ser abatido por estar atacado por fungos e a sua queda poder pôr em risco os utilizadores da Quintinha.

A escultura foi realizada no local pela famosa artista galesa Nansi Hemming, a convite da Parques de Sintra – Monte da Lua.

O Totem, esculpido com motosserras numa grande árvore que se manterá enraizada no local - único em Portugal - retrata a biodiversidade da Serra de Sintra através de exemplos da sua fauna e flora, entre os quais se encontram os valores naturais destacados pelo projeto BIO+Sintra, como a Águia-de-Bonelli, o escaravelho Lucanus cervus e o Lagarto-de-Água.

Esta escultura surgiu como a melhor solução para prolongar a presença da árvore que já não podia ser salva, conferindo-lhe nova vida ao aproveitar a sua madeira para sensibilizar os visitantes para a biodiversidade da Serra de Sintra e para a necessidade da sua valorização.
Fonte: Diário Digital  

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Countryside Management Association Annual meeting on 18/19 September

Getting it Right
A one day seminar on evidence-based decision making for parks and green spaces
Wednesday 18 September 2013

Identifying the precise question and then answering it will establish needs, set goals, monitor progress and evaluate success. But what is the right question? To help guide you we will be bringing together a wide range of researchers and practitioners from the natural environment, heritage and health & wellbeing sectors.

This event is a full day seminar which will include:

Keynote speakers from Natural England, Heritage Lottery Fund and independent advisers
Interactive workshops
Lunch and optional evening meal
Networking opportunities
Optional overnight accommodation available on-site
Topics being covered include:

How is evidence being used, from policy development to local decision making.
What evidence should be captured, how to go about it and how to present it.
What tools already exist to either provide the evidence or help set the scene.
The value of evidence to secure funding or demonstrate economic benefits.

Who should attend?
This one day seminar, organised by the Countryside Management Association, is for anyone involved in planning a grant application, reviewing a service, evaluating the success of a project or just looking to put the best available evidence at the heart of their decision-making process. It is suitable for :
Project managers and development officers
Heads of service and programme managers
Rangers, wardens and other frontline staff
Team leaders and volunteer co-ordinators
Conservationists and biodiversity officers
Parks and green space consultants and policy advisers
Fundraising managers and grants officers
Costs
For members of CMA, WACCM, SCRA and CIEEM the cost of the seminar is £150 per delegate. For non-members working for a charity / not-for-profit organisation it is £160 and all other organisations, including local authorities, it is £170. This includes a light lunch and evening meal, all refreshments during the day (pay as you go bar in the evening), overnight accommodation, breakfast on the Thursday and the site visit.
Day delegates are welcome. The cost for members of CMA, WACCM, SCRA and CIEEM is £70 per delegate. For non-members working for a charity / not-for-profit organisation it is £80 and all other organisations, including local authorities, it is £90. This includes a light lunch and all refreshments during the day.
There are 50 places available on the seminar and they will be sold on a first come, first served basis. We are offering a reduced registration fee for a small number of places for people who are unwaged or low income – please get in touch if you would like to apply.

Reserve your places now. For a booking form please email Heather Tarrant at cma@writtle.ac.uk or phone her on 01245 424116

Our mailing address is:

Countryside Management Association
Lordship Rd
Writtle College
Writtle, England CM1 3RR
United Kingdom

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Parque Nacional da Gorongosa: “O homem sonha, a obra nasce”


    A restauração do Parque Nacional da Gorongosa é hoje um projecto emblemático para a conservação da natureza em África, depois de ter sido destruído durante a guerra civil em Moçambique.
O Parque Nacional da Gorongosa, no Centro de Moçambique, estende-se por uma área de cerca de 4000 quilómetros quadrados. Foi declarado Parque Nacional em 1960, em grande medida devido à sua reputação enquanto reserva de caça e destino turístico.
As fronteiras deste parque foram recentemente modificadas, por forma a integrarem o monte adjacente da Gorongosa. Um alargamento fundamental, não apenas pela riqueza e singularidade da biodiversidade aqui presente, mas também pelo serviço de regulação dos fluxos hidrológicos que a montanha presta em toda a extensão do parque. Ainda assim, a pressão humana tem conduzido à sua rápida desflorestação, em especial nos últimos 15 anos. Está em curso um programa de reflorestação que é um notável trabalho de cooperação entre cientistas e populações locais e vai contar com investigadores portugueses.
A restauração do Parque Nacional da Gorongosa é hoje um projecto emblemático para a conservação da natureza em África, depois de ter sido quase completamente destruído durante a guerra civil em Moçambique. Há alguns anos que acompanho com entusiasmo este esforço de recuperação. Recordo-me, aliás, de ter invocado a importância deste projecto, quando o Governo português preparava a Cimeira da Terra, realizada em 2002, na África do Sul. Quando se discutiam as propostas que Portugal levaria a este evento, defendi então que deveríamos apresentar uma proposta de colaboração nacional no projecto de recuperação do Parque Nacional da Gorongosa.
Mas o nosso desígnio marítimo prevaleceu então, como quase sempre em que há momentos de representação política internacional na área da conservação da natureza. Não quero questionar ou contestar essa opção nesse ou noutros contextos, mas julgo que teria sido um projecto de grande interesse para as universidades portuguesas e moçambicanas, estimulando o conhecimento na área da ecologia e da biodiversidade, e incentivando o estudo das colecções nacionais de história natural, tão relevantes para o conhecimento do património natural de África.
O notável trabalho de reabilitação da Gorongosa deve muito ao filantropo norte-americano Greg Carr. E, naturalmente, ao empenho do Governo de Moçambique, que em boa hora assumiu este projecto como estratégico para a conservação da natureza e para a economia moçambicana, através de uma parceria público-privada entre o Governo e o Projecto de Restauração da Gorongosa.
Este é um claro exemplo de como a utopia de um homem se pode tornar realidade. Dirão alguns que a sua disponibilidade financeira facilitou, mas importa reconhecer que foi sobretudo a visão, o empenho, a dedicação e a persistência deste americano, para quem o português já é uma segunda língua. Com o esforço de mobilização das entidades e autoridades moçambicanas, das populações residentes, dos antigos funcionários do parque, de muitos conservacionistas atentos a este parque de excepção no continente africano foi possível construir um projecto que servirá de exemplo em África e no resto do mundo.
No domínio da conservação da natureza, é evidente que há muito trabalho a fazer em Portugal, mas África continua a ser uma colaboração inadiável.

Texto de Helena Freitas publicado no Jornal Público

segunda-feira, 29 de abril de 2013

SERNANP reconoce destacada labor de guardaparques


    SERNANP reconoce destacada labor de guardaparq​ues comunales del Coto de Caza El Angolo (Perú)

    El Servicio Nacional de Áreas Naturales Protegidas por el Estado – SERNANP promueve un modelo de gestión participativa generando alianzas con la población local para la conservación de las áreas protegidas, para lo cual desarrolla diversos programas como el de guardaparques voluntarios comunales.

Es en este sentido que reconoció formalmente a 10 guardaparques voluntarios comunales del Coto de Caza El Angolo, bridándoles de esta manera el respaldo como custodios oficiales del Patrimonio Natural del país y con autoridad preventiva.

Durante la ceremonia también se les entregó su indumentaria e identificación formal, para luego iniciar su capacitación en temas relacionados con la normativa en áreas naturales protegidas y voluntariado, así como en normativa forestal en modalidades de aprovechamiento y comité de gestión.

Con esta actividad se inicia la implementación del Programa de Guardaparques Voluntarios Comunales 2013 en el Coto de Caza El Angolo, que busca fortalecer la capacidad de gestión participativa del área a través de la incorporación de los actores locales de las comunidades aledañas.

Fonte: SERNANP

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Universidade de Temple: Árvores podem ajudar a combater o crime


    Segundo pesquisa, a presença de áreas verdes incentiva a interação social e gera um efeito calmante e mentalmente restaurador que inibe comportamentos violentos
Mais do que embelezar a paisagem urbana e filtrar poluentes prejudiciais à saúde, as áreas verdes podem ser um poderoso aliado no combate à criminalidade nas cidades. É o que aponta uma pesquisa feita pela Universidade de Temple, do estado americano da Pensilvânia.

Segundo o estudo, a presença de árvores, arbustos e parques com vegetação bem cuidada nos centros urbanos ajuda a reduzir as taxas de certos tipos de crime, como agressão, roubo e furto, ao invés de estimular as práticas ilegais.

De acordo com os pesquisadores, o efeito dissuasor está enraizado no fato de a vegetação incentivar a interação social e supervisão da comunidade dos espaços públicos. Além disso, o estudo aponta atributo sutil: o poder que as áreas verdes têm de gerar um efeito calmante e mentalmente restaurador, o que inibiria comportamentos violentos.

Segundo os cientistas, a descoberta contraria uma ideia de longa data, particularmente em planejamento urbano, de que um alto nível de vegetação ajudaria a encobrir a atividade criminosa ou permitir a fuga do criminoso. A pesquisa, feita na cidade da Pensilvânia, mostra exatamente o efeito oposto.

"Isso só vem reiterar a necessidade dos gestores públicos levarem mais a sério o paisagismo urbano. O aumento de áreas de vegetação nas cidades não só melhora os indicadores ambientais e a qualidade de vida, como também pode ajudar a reduzir os níveis de criminalidade", ressalta Jeremy Mennis, professor associado de estudos de geografia urbana da Universidade.



Marcelo Segalerba

quarta-feira, 10 de abril de 2013

MAIS DE CEM GUARDA-PARQUES CONCLUEM TREINAMENTO


    Profissionais irão atuar em unidades de conservação de proteção integral

    Os 109 guarda-parques que concluíram o curso de formação de nove semanas ministrado pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) receberam seus diplomas nesta sexta-feira (5/4). Os profissionais atuarão em unidades de conservação de proteção integral do Estado do Rio, que conta hoje com o primeiro serviço profissional de guarda-parques do país. Eles irão orientar os visitantes e combater incêndios florestais.

- Queremos investir cada vez mais nas nossas unidades de conservação, criando corredores culturais, passeios orientados, souvenirs, exposições e ecoturismo. Para este investimento, que agrega valor e beneficia os municípios que sediam os parques, a atuação dos guarda-parques é fundamental - afirmou o secretário do Ambiente, Carlos Minc.

A presidente do Inea, Marilene Ramos, deu as boas vindas aos formandos destacando a importância da agenda da biodiversidade para o governo estadual.

- Esta é uma agenda da maior importância dentro da estrutura do governo, que tem nos apoiado nesse trabalho de fortalecimento das unidades de conservação. Temos um pacote de investimentos em andamento, incluindo aquisição de mais equipamentos e obras de infraestrutura, com recursos de compensações ambientais, para que nossas unidades de conservação tenham uma estrutura cada vez melhor - disse Marilene Ramos.

No total, vão passar pela formação todos os 220 guarda-parques que passaram no processo de seleção realizado em 2012. O investimento total nos cursos é de R$ 1,5 milhão. Além disso, foram aplicados R$ 8 milhões na aquisição de equipamentos, com recursos de compensação ambiental.


Fonte: Marcelo Segalebra
           Governo do Rio de Janeiro


sexta-feira, 5 de abril de 2013

Nos están echando de nuestras tierras para cazar leones


    Somos ancianos Masai de Tanzania, una de las tribus más antiguas de África. El Gobierno acaba de anunciar sus planes para expulsar a miles de familias de nuestras tierras para que turistas adinerados puedan venir a cazar leones y leopardos. Se supone que las evacuaciones deben comenzar inmediatamente.

El año pasado, cuando la noticia sobre este plan se filtró por primera vez, casi un millón de miembros de Avaaz se unieron para ayudarnos. Su apoyo y la tormenta que generó, forzó al gobierno a negar primero dichos planes, y a retrasarlos después durante meses. Pero el Presidente ha esperado a que la atención internacional se diluya, y ha revivido su plan para arrebatarnos nuestra tierra. Necesitamos tu ayuda nuevamente y de manera urgente.

Al Presidente Kikwete puede no importarle Avaaz, pero está claro que él responde a la presión pública y a los medios internacionales. Puede ser cuestión de horas. Por favor, apóyennos para que podamos proteger nuestras tierras, a nuestra gente y a nuestros majestuosos animales, y díganselo a todo el mundo, antes de que sea demasiado tarde. Esta es nuestra última esperanza:

http://www.avaaz.org/es/stand_with_the_maasai_loc/?bzVnecb&v=23722

Nuestra gente ha vivido de la tierra durante siglos en Tanzania y Kenia. Nuestras comunidades respetan a nuestros compañeros animales y protegemos y preservamos el delicado ecosistema. Pero durante años el gobierno ha buscado lucrarse, dándole a ricos príncipes y reyes de Medio Oriente acceso a nuestras tierras para matar. En 2009, cuando intentaron desalojarnos de nuestra tierra para permitir sus frenéticas cacerías, resistimos, y cientos de nosotros fuimos arrestados y golpeados. El año pasado, príncipes millonarios dispararon desde helicópteros a los pájaros que estaban en los árboles. Estas matanzas van en contra de toda nuestra cultura.

Ahora el gobierno ha anunciado que evacuará una amplia franja de nuestra tierra para dar paso a lo que será, según afirman, un corredor de vida salvaje. Pero muchos sospechan que es solo una treta para permitir que una empresa de caza extranjera y sus clientes, adinerados turistas, tengan fácil acceso para disparar a majestuosos animales. El gobierno asegura que este nuevo acuerdo implica algún tipo de ajuste, pero lo cierto es que su impacto en nuestro estilo de vida será desastroso. Somos miles los que podríamos ver nuestras vidas totalmente desarraigadas, perdiendo nuestras casas, las tierras en las que pastan nuestros animales, o incluso ambas.

El Presidente Kikwete es consciente de que este acuerdo podría ser muy controversial para los turistas que visitan Tanzania (una fuente de ingresos fundamental para el país) y por ello no quiere enfrentarse a un gran escándalo de relaciones públicas. Sabemos que si logramos generar aún más indignación global que la que conseguimos el año pasado, y hacer que la prensa escriba sobre ello, podemos persuadirle para que se lo piense bien antes de actuar. Apóyanos ahora para exigirle a Kikwete que detenga este expolio:

http://www.avaaz.org/es/stand_with_the_maasai_loc/?bzVnecb&v=23722

Este asalto a nuestra tierra podría ser el final de los Masai en esta parte de Tanzania, y muchos miembros de nuestra comunidad han dicho que preferirían morir antes que verse forzados a abandonar sus hogares. En nombre de nuestra gente y de los animales que pastan en estas tierras, por favor únete a nosotros para hacerle cambiar de opinión al Presidente.

Con esperanza y determinación,

Los ancianos Masai del Distrito de Ngorongoro


Más Información:

Survival: La usurpación de tierras en Tanzania podría suponer "el fin de los masais y del Serengueti" (Globedia)
http://co.globedia.com/survival-usurpacion-tierras-tanzania-suponer-fin-masais-serengueti

Miembros de las comunidades Masai frustran los intentos de evacuación forzosa en beneficio de la empresa Ortelo (IPP - en inglés)
http://www.ippmedia.com/frontend/?l=52669

Masai expulsados y encarcelados para dar paso a una concesión de un safari de caza (Survival)
http://www.survival.es/noticias/4886

"El turismo es una maldición para nosotros" (The Guardian - en inglés)
http://www.guardian.co.uk/world/2009/sep/06/masai-tribesman-tanzania-tourism

Los Masais (Survival)
http://www.survival.es/indigenas/masai

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Quinze crias de lince ibérico nascem em Silves


    O projeto de reprodução em cativeiro do felino mais ameaçado do mundo continua a dar frutos. Nasceram quinze novas crias.

Bisnaga, Flora, Fruta e Fresa são as mães das 15 novas crias de lince ibérico que nascerem desde o início de março no Centro Nacional de Reprodução do Lince Ibérico (CNRLI), em Silves, no Algarve.

O parto mais recente aconteceu a 19 de março, com a fêmea Fruta a dar à luz cinco crias, fruto do seu acasalamento com o macho Drago. Tantas crias numa só ninhada é considerado "um caso extremamente raro em cativeiro", refere Rodrigo Serra, o veterinário e diretor do CNRIL. Até aqui, só conhecia "um caso semelhante ocorrido há 20 anos, mas em liberdade no Parque Nacional de Doñana, em Espanha".

Este é o terceiro parto de Fruta, que contava já com quatro descendentes sobreviventes, e durou quatro horas. "Os tempos de parto vão de uma hora a 12 horas dependendo da experiência das fêmeas, do número das crias e de se tratar ou não de parto normal", esclarece o veterinário.

A temporada de partos de 2013, começou a cinco de março, com Bisnaga a parir quatro crias numa das caixas-ninho das instalações deste centro. As novas crias ainda não têm nome, mas já "têm os olhos abertos, gatinham de forma hesitante e já começaram a explorar o mundo exterior, saindo da caixa", conta o diretor do CNRLI.

Mais preparada para as novas funções, Bisnaga acolheu os filhotes "de forma extremosa", segundo Rodrigo Serra, e "ultrapassou as dificuldades que tivera nas duas temporadas anteriores, em que acabara por abandonar as ninhadas". Depois de terem ainda mamado o colostro da mãe nas primeiras horas de vida, Janes e Juromenha, as duas filhas de 2012, tiveram de ser alimentadas artificialmente por humanos até aos 71 dias de vida, altura em foram aceites pela mãe que, então, as ensinou a caçar.

Os outros dois partos da temporada aconteceriam a 18 e a 23 de março. Primeiro foi Flora a parir quatro crias, e depois Fresa que deu à luz mais duas.

O Centro de Reprodução de Silves alberga ainda os 17 linces ibéricos que sobreviveram à temporada de 2012 (outros quatro morreram nos primeiros dias de vida) e que estão a ser preparados para ser reintroduzidas no meio natural, em breve, em território espanhol. Por cá ainda não estão encontradas as condições para serem libertados no espaço selvagem.

Fonte: Expresso

  

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Temos saudades do companheiro Sean Prendergast


   Faleceu o companheiro Sean Prendergast, do Reino Unido, um dos defensores mais activos e apaixonados da International Ranger Federation.

Fica na nossa memória a sua contagiante alegria e boa disposição, e as suas divertidas frases em português.
Perdemos um grande amigo dos Park Rangers e um grande defensor da profissão.

Foi durante muitos anos Chefe dos Park Rangers do Peak National Park, desempenhando actualmente o cargo de Director Adjunto do Peak National Park.

Foi um dos impulsionadores do projecto europeu Ranger Júnior.

Esteve em Portugal várias vezes, entre as quais se contam reuniões de trabalho dedicadas a projectos de envolvimento dos jovens no trabalho dos Park Rangers, era um apaixonado pelo nosso país e pelas pessoas.

Ficará para sempre na nossa memória!



Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza