quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Governo procura nova direcção para o ICNF

Governo procura nova direcção para o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas
Actual presidente foi nomeada por Assunção Cristas em Fevereiro de 2012, em regime de substituição, após a demissão em bloco da presidência do ICNB.
O secretário de Estado das Florestas, Francisco Gomes da Silva, ordenou a abertura de um concurso para preencher o cargo de presidente do conselho directivo do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), actualmente ocupado por Paula Sarmento, bem como toda a equipa da direcção.
Paula Sarmento tinha sido nomeada pela ministra da Agricultura, Assunção Cristas, em Fevereiro de 2012 para presidir ao novo organismo que resultou da fusão do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) com a Autoridade Florestal Nacional. A lei orgânica do ICNF só foi publicada em Junho do ano passado mas a nomeação da direcção teve de ocorrer antes, na sequência do pedido de demissão em bloco apresentado pelos três membros da presidência do ICNB, alegadamente por motivos de ordem “estritamente pessoal”.
“A equipa directiva foi nomeada em regime de substituição” e a lei determina que “os titulares dos cargos de direcção superior sejam recrutados por procedimento concursal”, justifica fonte do gabinete de Francisco Gomes da Silva, questionado pelo PÚBLICO sobre este novo concurso. “É um procedimento normal e deverá ocorrer para toda a equipa directiva”, acrescentou, sem responder se Paula Sarmento continuará no instituto.

Governo procura alguém com formação na área
O procedimento, lançado pela Comissão de Recrutamento e Selecção para a Administração Pública, está aberto desde 9 de Outubro e as candidaturas podem ser submetidas até à próxima terça-feira. Por ser “urgente” e “de interesse nacional”, o procedimento não prevê a audição de potenciais interessados.
O Governo procura alguém com formação, por ordem de preferência, em engenharia agrícola, agronómica, silvícola ou florestal, biologia, engenharia do ambiente, arquitectura paisagística, e por fim gestão. Será determinante a experiência profissional em áreas como floresta e conservação da natureza e biodiversidade, planeamento florestal, gestão e coordenação de fundos, prevenção de incêndios, fitossanidade florestal, caça e pesca de águas interiores, planeamento e ordenamento do território.
O contrato terá duração de cinco anos, renovável, e a remuneração é de 3734 euros, aos quais acrescem 778 euros para cobrir despesas de representação.
O novo presidente do ICNF terá nas mãos tarefas como a revisão da Estratégia Nacional de Conservação da Natureza – que já deveria estar pronta desde 2011 – bem como dos planos de ordenamento de áreas protegidas e da Estratégia Nacional para as Florestas. Outra missão é assegurar que todas as áreas florestais do Estado dispõem de Plano de Gestão Florestal e promover a avaliação externa do Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios.
Fonte: Marisa Soares/Público

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

"LOS ECOSISTEMAS NO ESTÁN PARA SERVIRNOS, ESTÁN PARA FUNCIONAR"

El documentalista chino-estadounidense, John D. Liu, se encuentra de visita en el Perú y aprovechamos para conversar con él sobre su trabajo en restauración ecológica en su recorrido por diversos países.
Liu viaja de país en país llevando su mensaje a distintos actores en distintas partes del mundo, buscando generar conciencia de la importancia de encontrar una armonía entre las actividades humanas y los sistemas naturales.
 
¿Qué es la Restauración Ecológica?
Con los tiempos históricos, los seres humanos han alterado el planeta. Varias cosas reducen la biodiversidad, reducen la cantidad de biomasa y han alterado la fertilidad en el suelo.
Se han alterado los sistemas naturales. La Restauración Ecológica es restaurar los sistemas de la tierra.

¿Por qué es tan importante?
Bueno, porque estamos frente al cambio climático y nos enfrentamos a la pérdida de biodiversidad. Estamos frente a perturbaciones hidrológicas; tenemos siete mil millones de personas y estamos añadiendo mil millones de personas aproximadamente cada doce años. Si seguimos como vamos ahora las futuras generaciones de la humanidad están en peligro.

¿Qué es el Environmental Ecology Media Project?
El Proyecto de Medios de Educación Ambiental comenzó en China para ayudar al pueblo chino a comprender más acerca de sus sistemas naturales. Vimos que en China el desarrollo económico, el desarrollo industrial y el desarrollo urbano iban muy rápido. Pero la gente realmente no sabe mucho sobre sustancias tóxicas o sobre los sistemas naturales, así que decidimos que sería una buena idea utilizar los medios de comunicación para comunicar estos temas al mayor número de personas.

¿Qué opinión tienes sobre el Servicio por Pagos Ecosistémicos?
Diferencio entre la función ecológica y los servicios ecológicos. Creo que la función ecológica es la manera en que el trabajo natural de los sistemas, mientras que servicios de los ecosistemas está más centrado en las personas. Los ecosistemas no están ahí para servirnos  están allí para funcionar  y tenemos que entender eso. Así que si tenemos ecosistemas funcionales tendremos servicios de ecosistemas, pero si queremos servicios de los ecosistemas y creemos que los ecosistemas están allí para nosotros, podemos destruirlos como lo hemos venido haciendo.

Qué tareas hay por hacer para revertir esta degradación del medio ambiente y estos cambios generados por las alteraciones del clima
Es importante entender que no hay nada malo con la tierra, que la gente es el problema, las personas son las que tienen que cambiar. Lo que hemos estado trabajando es la formación en investigación además de centros de innovación para la restauración ecológica. Con esto buscamos que todas las personas puedan estudiar y se puedan entrenar y aprender en cómo restaurar los ecosistemas y así generar innovación. Que la gente pueda hacer nuevos cambios en la forma en que viven y lo que aprenden.


Esta entrevista fue posible, gracias a la Alianza de aprendizaje Perú y al Proyecto IssAndes/CIP

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Guarda-parques participam de curso da FAB para situações de calamidade

 BRASIL: Aulas com aeronaves vão auxiliar em ações de busca e resgate. Rebio Araras em Petrópolis, RJ, destaca a excelência do curso.
Quatorze guarda-parques da Reserva Biológica de Araras, com sede em Petrópolis , Região Serrana do Rio, participam nesta quarta (16) e quinta-feira (17) de um curso de operações com aeronaves promovido pela Força Aérea Brasileira (FAB). A capacitação tem o objetivo de melhorar o desempenho dos agentes em ações que incluem resgates em situações de risco, como enchentes, queimadas, buscas e salvamentos.

A instrução ocorre na Base Aérea dos Afonsos, onde se situa o Terceiro Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação, Esquadrão Puma da FAB. Para o chefe da Rebio Araras, o geógrafo Ricardo Ganem, “a capacitação é extremamente importante, pois grande parte das ações hoje utilizam aeronaves. Isso ficou ainda mais evidente depois da tregédia de janeiro de 2011. O transporte aéreo, muitas vezes, é o único que permite a realização de resgates e de transporte de alimentos e equipamentos”, ressalta Ricardo.

Nesta quarta-feira, os 14 guarda-parques receberam as orientações teóricas. Na quinta, será a vez do treinamento prático com helicóptero. “A aeronave é um H-34 Super Puma”, explica o chefe da Rebio Araras, acrescentando que a instituição que é ligada ao Instituto estadual do Ambiente (Inea), tem uma aeronave à disposição para ações de busca e salvamento em áreas remotas. “Ela fica na sede da Polícia Militar, que nos dá apoio”, acrescenta.
Fonte: Marcelo Segalerba / G1

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Os Masai e o incerto futuro da conservação por Marc Dourojeanni

Os Masai e o incerto futuro da conservação por Marc Dourojeanni
...O que acontece dentro das áreas protegidas
    Nesse quadro geral, as áreas protegidas são o único refúgio mais ou menos seguro da fauna, que sustenta o turismo, a principal fonte de divisas de ambas as nações. Mas, elas não estão imunes às mudanças e, pelo contrário, apesar das tremendas pressões externas mencionadas, sofrem de graves problemas internos. Alguns desses problemas são semelhantes em ambos os lados da fronteira, mas, outros, são diferentes. O problema comum é o mau manejo ou a falta de manejo do turismo o que é particularmente notório em Masai Mara. Nessa reserva os veículos de turismo não respeitam nada e não têm ninguém para fazer cumprir as regras. Usando o rádio ou os telefones celulares, os motoristas-guias empreendem verdadeiras corridas para mostrar os melhores espetáculos aos seus passageiros, já que disso podem depender as normalmente avultadas gorjetas. Assim, ao redor das passagens dos gnus pelo rio ou ao redor de leopardos ou leões, principalmente se algum deles está caçando, podem se acumular dezenas de veículos na mais absoluta desordem. Deste jeito, as trilhas dos veículos motorizados se multiplicam e ocasionam evidentes danos à vegetação natural. A poeira levantada e o barulho de motores e de gente tiram grande parte do desfrute de observar a natureza em ação. Nos parques da Tanzânia a situação é muito mais controlada e é raro ver carros fora das trilhas oficiais. Mas, não deixa de acontecer.

As autoridades Masai não controlam o turismo que é caótico e um perigo para as pessoas e para o futuro da área protegida.

A administração de Masai Mara é, na atualidade, inteiramente Masai, e isso é parte do problema. Relações pessoais e obrigações tribais desrespeitam a lei e, na verdade, a única medida que os guardas tomam é cobrar ingresso e aplicar multas, principalmente aos seus desafetos.  Em três dias de visita, apenas uma vez foi visto um veículo dos guarda parques. Já na Tanzânia, onde a administração é do governo nacional, eles são mais presentes e, por exemplo, após duras batalhas, conseguiram recuperar áreas ao oeste do Parque Nacional Serengueti que os caçadores regionais haviam ocupado. Os caçadores, que não são Masais, já mataram vários guardas, usando inclusive flechas envenenadas. Agora, os funcionários do Parque nesse setor ocupam uma série de fortes com altas muralhas, a partir dos quais fazem o controle da área.

Um problema que é comum a ambos os países, embora sempre com vantagens para a Tanzânia, é o destino das enormes somas de dinheiro que são cobradas aos visitantes. É óbvio que elas não são investidas nas áreas protegidas que, excetuando os guardas, carecem de quase tudo. A corrupção alcança, em ambos os países, níveis estratosféricos. Nisso, é enorme a diferença destes parques com a dos sul-africanos, que oferecem excelentes serviços e que desenvolvem uma alta qualidade de manejo.

A falta de manejo se constata inclusive no Serengeti, onde se sabe que os próprios funcionários do Parque queimam propositadamente enormes extensões de savana, apenas para garantir o retorno dos gnus, que por sua vez garantem a renda do turismo. A esses incêndios intencionais se somam os que provocam vizinhos e caçadores e os que são de origem natural. O resultado é calamitoso.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

3rd European Ranger Seminar, National Park Brijuni - Croatia

International Ranger Federation and Croatian Ranger Association
with the support of Ministry of Environmental and Nature Protection of Croatia organize the 3rd European Ranger Seminar in 13th – 17th May 2014 in National Park Brijuni - Croatia

During the seminar several issues will be discussed on working groups:

§ Education and interpretation
§ Communication
§ Developing of international projects for experience exchanging and training programs between rangers
§ Management of biodiversity monitoring from the perspective of rangers
§ Junior Ranger Project developed by Europarc Federation and other national projects

Practical activities in the field will take place in two days of the meeting.

The final program and the costs of the seminar will be announced in November 2013.

More details and information can be obtained at:

Branko Štivić - croatian.ranger@gmail.com Tel: +385 (99) 707 707 9

Florin Halastauan - florin_hombre@yahoo.com

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Equador autoriza exploração de petróleo em reserva natural da Amazónia

O Congresso do Equador autorizou na quinta-feira perfurações para explorar petróleo no parque nacional de Yasuní, na Amazónia. A reserva natural possui uma das maiores biodiversidades do planeta e abriga a maior reserva de petróleo do país.
A decisão não surpreende – em agosto passado, o presidente Rafael Correa havia dado como fracassada uma iniciativa lançada em 2007 e que buscava o aporte financeiro de nações ricas para evitar a exploração. Em troca o Equador receberia 3,6 bilhões de dólares, o equivalente à metade dos lucros calculados com a venda do petróleo. O país, que queria financiar projectos sociais e de infra-estrutura com o dinheiro, conseguiu apenas uma pequena parte do montante.
Desde o fracasso da iniciativa, o presidente equatoriano vem minimizando o impacto ambiental das perfurações, declarando que elas afectarão apenas um centésimo do total da bacia de Yasuní. O parque tem uma superfície de 10 mil quilómetros quadrados. Correa também disse ter condicionado a exploração ao cumprimento de padrões que minimizem o impacto ambiental e aos povos ancestrais que vivem na região.
 Fonte: Marcelo Segalerba\Terra

domingo, 6 de outubro de 2013

Fortaleciendo capacidades en turismo sostenible en áreas protegidas


El turismo es una actividad económica que, planificada e implementada de manera cuidadosa, tiene la capacidad de contribuir a la conservación de los ecosistemas y al mantenimiento de los servicios ambientales que estos generan y, al mismo tiempo, puede aportar al bienestar de las poblaciones locales y a la sostenibilidad financiera de las áreas protegidas. 
Contar con herramientas de gestión  así como con personas capacitadas para mejorar el manejo  y conservación de las áreas protegidas, al tiempo que se potencia el desarrollo del turismo sostenible, se vuelve indispensable para el manejo de estas zonas.
Es por ello que, bajo la Iniciativa para la Conservación de la Amazonía Andina – financiada por USAID- Rainforest Alliance realizó un taller para que jefes de área, técnicos y guardaparques de las reservas de Cuyabeno, Limoncocha y Yasuní,  fortalezcan sus conocimientos en turismo sostenible. También aprendieron cómo aplicar la ficha de evaluación ambiental para agencias de viaje y establecimientos turísticos, una herramienta generada en conjunto con el Ministerio del Ambiente y Turismo, que regula el desempeño de estas empresas y permite conocer el nivel de cumplimiento y  situación en que se encuentran.
Es indispensable que los funcionarios encargados de manejar las áreas protegidas comprendan el beneficio de  la ficha ambiental y su uso, pues sus resultados brindan información oportuna y veraz de la situación de cada empresa con lo que se puede realizar una evaluación y proponer un plan de acción para solventar las debilidades detectadas, y de esta forma contribuir de forma efectiva a mejorar la calidad de los servicios bajo principios de sostenibilidad” comenta Verónica Muñoz, gerente de turismo sostenible de Rainforest Alliance.
A través de la comprensión de los estándares e indicadores de los Criterios Globales de Turismo Sostenible, así como de la herramienta de verificación de Rainforest Alliance, se entrenó a cerca de 20 personas para que mejoren su desempeño y con ello logren atraer un número creciente de viajeros responsables. De esta manera, se cumplirá la meta de hacer del turismo una alternativa efectiva de apoyo a la conservación y al desarrollo socioeconómico en estas áreas protegidas.
Mediante una metodología que estimula el trabajo en equipo, genera espacios de discusión, planificación,  toma de decisiones y de reflexión sobre las buenas prácticas de turismo sostenible a nivel  empresarial, sociocultural y ambiental,  estas personas cuentan ahora con los conocimientos para apoyar el desarrollo sostenible de esta actividad, desde sus distintas funciones dentro del manejo de las áreas protegidas. Lo anterior sin obviar  la experiencia propia de los participantes  y las  particularidades de sus áreas de trabajo.
El taller se realizó en la Reserva de Producción de Fauna Cuyabeno - en Jamú Lodge. Durante el taller  se discutió acerca de  cada uno de los ámbitos, principios, criterios e indicadores del turismo sostenible.  Además, se  contó con el aporte de exposiciones de las experiencias en turismo que se desarrollan en otras áreas protegidas  como es el caso del Parque Nacional Cajas.
Los temas tratados en este taller son de mucho interés para nosotros como guardaparques ya que nos permite comprender mejor las implicaciones del turismo sostenible. El tema que nos dieron a conocer es muy importante para nosotros como guardaparques y es recomendable hacer una reunión con ustedes y las comunidades para establecer más a fondo la herramienta de turismo sostenible”, comentó uno de los participantes.
Contar con herramientas y capacidades para una gestión sostenible de las  áreas protegidas contribuye a que estas jueguen un rol importante en el desarrollo turístico del país en general, ya sea porque son el motivo principal de la visita al país, o por complementar la oferta que ofrece el Ecuador. 

Autor: Rainforest Alliance
País: Ecuador

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Colombia: Increíble encuentro con una osa y su osezno

  
Increíble encuentro con una osa y su osezno en el Parque Chingaza

En un encuentro mágico se convirtió el momento que vivieron Luis Guillermo Linares (coordinador de manejo de fauna silvestre del Parque Chingaza), Cristian Zuluaga Castrillón y Andrés Díaz Castro (Guardaparques Voluntarios), al estar frente a frente a una osa con su osezno cerca de la quebrada Babilonia en pleno Parque Nacional Chingaza.
El personal del Parque había tenido reportes de la presencia de un oso andino en inmediaciones del bosque de encenillos y cucharos que rodean la quebrada Babilonia, afluente del río Chuza, lo que motivó una visita al lugar, con el fin de registrar rastros de su actividad como comederos, huellas y rascaderos.  Además para instalar cámaras-trampa y obtener un registro fotográfico.

Fonte: Hector Velasquez Lema

http://youtu.be/KrgqlvOkph4

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Llamada de atención global para salvar nuestro planeta


    En 24 horas, los mejores científicos del mundo darán a conocer el informe más importante de las últimas décadas, demostrando de una vez por todas que aunque el cambio climático supone una gran amenaza, aún puede remediarse si los gobiernos emprenden acciones inmediatas. Se trata de una llamada de atención global para salvar nuestro planeta, pero los gigantes energéticos y las grandes petroleras tienen a un poderoso aliado que está haciendo campaña para ocultar la verdad.

Rupert Murdoch posee cientos de medios de comunicación mundialmente conocidos, como el canal de televisión ultra-conservador Fox News y el periódico Wall Street Journal; y está usando su poder mediático para ayudar a sus amigos del petróleo a frenar la acción de los gobiernos para evitar que sus beneficios disminuyan. Solo en EE.UU., ¡el 80% de las noticias sobre calentamiento global recogidas en algunos de sus periódicos más conocidos inducen a error a sus lectores! Ahora que Murdoch ha puesto este informe pionero en su punto de mira, su imperio mediático amenaza con dominar la conversación global, a no ser que nos unamos para acallar su mensaje.

Batallas como ésta se ganan o se pierden en el terreno de la opinión pública. Una enorme petición mundial exigiendo toda la verdad sobre el cambio climático junto con el envío de cartas a los directores de los periódicos, tuits y mensajes en redes sociales podría ser el golpe que necesitamos para ganar esta lucha. Vamos a hacer un llamamiento a Murdoch y a persuadirlo para que retroceda en su ataque contra la ciencia y publique la verdad.Únete ahora y corre la voz - cuando nuestro llamamiento alcance 1 millón de firmas, conseguiremos que un grupo formado por algunos de los mejores científicos del mundo le entreguen las evidencias científicas en mano: 

http://www.avaaz.org/es/murdoch_climate_liar_loc/?bzVnecb&v=29611 

Este informe, elaborado por 2.000 científicos, será el conjunto de pruebas más completo sobre el calentamiento global de los próximos años. En él se evidencia que la acción humana sobre el citado proceso es "inequívoca" y solicita que nuestros gobiernos actúen urgentemente para evitar su posible impacto en término de sequías, tormentas, aumento del nivel del mar o procesos de deshielo en los glaciares y fuera de ellos. El cambio climático nos afectará a todos, desde las islas de coral, hasta nuestros cultivos, pasando por los mares y ciudades costeras alrededor del mundo.

Actuar para revertir el daño a nuestro planeta requiere que tomemos las riendas. Los políticos llevan mucho tiempo amparándose en el falso "debate sobre el clima", impulsado por grupos conservadores que insisten en negar el cambio climático, como excusa para no actuar. No es casualidad que los gigantes del petróleo y la energía dediquen tanto tiempo a financiar ciencia basura que cuestione que el cambio climático es un hecho y que se necesita un plan para revertir la devastación causada. Murdoch es un aliado excepcional porque infecta de información basura los medios que controla por todo el mundo. Y así es como consigue que otros se unan y arrastren a los directores de medios más moderados a hablar de este falso debate en nombre de la "objetividad".

Representantes de distintos gobiernos están ahora mismo reuniéndose con estos científicos para determinar qué significa el informe y qué hay que hacer. Éste podría ser el catalizador de una acción global vital para salvar nuestro planeta, pero si nuestros medios de comunicación siguen a Murdoch, perderemos este momento clave para conseguir la política visionaria que necesitamos para detener la mayor crisis global de nuestro tiempo.

Hagamos que los medios publiquen la verdad, terminemos con el falso debate sobre el clima y comencemos una batalla seria para frenar el cambio climático. Firma la petición ahora para instar a Murdoch a salir de su espiral de mentiras: 

http://www.avaaz.org/es/murdoch_climate_liar_loc/?bzVnecb&v=29611 

Los científicos dicen que si no actuamos ahora, no habrá salida: sencillamente rebasaremos el punto en el que todavía podemos detener el impacto del calentamiento global. Nuestros líderes políticos están empezando a admitir que tienen que actuar. Los grandes contaminadores y los medios de comunicación mafiosos harán todo lo posible para mantener sus ganancias, pero tenemos una oportunidad de oro, y la verdad está de nuestro lado. Si nos unimos, sabemos que podemos hacerlos enmudecer y salvar el futuro de nuestros hijos y nietos. Ganemos esta batalla. 

Con esperanza, 

Alice, Jamie, Iain, Luis, Emma, Bissan, Laura, Ricken, Jooyea y todo el equipo de Avaaz. 

MÁS INFORMACIÓN: 

EL Informe del IPCC ‘acusa’ al hombre del incesante cambio climático (Terra) 
http://noticias.terra.com/internacional/informe-acusa-al-hombre-del-incesante-cambio-climatico,dc62f83da1351410VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html

‘El cambio climático se ha convertido en una cuestión de Derechos Humanos’ (El Mundo)
http://www.elmundo.es/elmundo/2013/09/26/natura/1380194101.html

ExxonMobil sigue financiando a los 'escépticos del clima' (El Mundo)
http://www.elmundo.es/elmundo/2010/07/19/ciencia/1279534088.html

Periodistas de Fox News recibieron orden de ser "escépticos" en cambio climático (El Espectador)
http://www.elespectador.com/noticias/elmundo/articulo-240601-periodistas-de-fox-news-recibieron-orden-de-ser-escepticos-cambio-c

El despliegue de las 5 fases del negacionismo climático antes del informe del IPCC (The Guardian) - en inglés
http://www.theguardian.com/environment/climate-consensus-97-per-cent/2013/sep/16/climate-change-contrarians-5-stages-denial?CMP=twt_gu

¿Están los medios de comunicación fallando a la ciencia? (Union of Concerned Scientists) - en inglés

http://www.ucsusa.org/assets/documents/global_warming/Is-News-Corp-Failing-Science.pdf

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Mar uruguayo fue declarado "Santuario de ballenas y delfines"



La ley 19.128 prohíbe la persecución, caza, pesca o apropiación de cetáceos en una zona de hasta 200 millas marinas
Una ley promulgada el 13 de setiembre por el presidente José Mujica (19.128) declara al mar territorial uruguayo como "Santuario de ballenas y delfines".
El texto, que establece un área de hasta 200 millas marinas, añade en su capítulo 2 que quedan prohibidas actividades de embarcaciones de bandera nacional o extranjera en esa zona, como persecución, caza, pesca, apropiación o sometimiento de cualquier especie de ballenas y delfines.
A excepción de casos de interés científico, que deben ser declarados por las autoridades nacionales, no se permite el transporte y desembarco de ballenas y delfines vivos.
En caso de que las personas no acaten estos aspectos serán sancionadas.
Fonte: Marcelo Segalerba/EL Pais

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Descoberta pirâmide subaquática entre a Terceira e S. Miguel

Está a 40 metros da superfície e tem uma base maior do que um estádio de futebol. Com 60 metros de altura e 8 mil metros quadrados de base entre a ilha Terceira e São Miguel, Diocleciano Silva, velejador português, acredita que este assunto tem muito mais para mostrar.
Detetada pelos seus aparelhos de navegação, o velejador português alega que é uma pirâmide perfeita e impressionante devido às suas formas. Pela precisão das linhas, Silva não acredita que a estrutura tenha origem natural.
A descoberta terá sido feito há cinco meses quando o velejador procurava bancos de pesca.

Fonte: Alexandre Lopes

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Incêndios: Contra-fogo abre guerra no socorro



As restrições da lei ao uso de contra-fogos no combate a incêndios florestais poderão incendiar as relações no teatro de operações entre bombeiros e Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) da GNR.
Os comandantes operacionais encaram o contra-fogo, ou fogo de supressão, como "arma poderosa" para travar a progressão das chamas. Só que as regras foram alteradas este ano. Para se utilizar esta técnica é necessária autorização superior e exigida presença, sempre que possível, de um técnico da Autoridade Florestal Nacional. Se os bombeiros agirem de imediato, com base no que aprenderam na Escola Nacional de Bombeiros, arriscam-se a responsabilidade criminal. Isto porque, embora estejam em campo para ajudar a combater as chamas, os militares do GIPS da GNR pertencem a uma força policial e têm o dever de fazer cumprir a lei.
"O contra-fogo é uma medida com muitas restrições e nós, enquanto órgão de polícia criminal, temos de as fazer cumprir. Ninguém está acima da lei", alerta o capitão Marco Cruz, da Unidade de Intervenção da GNR. Os bombeiros, por seu lado, falam em "interpretação excessiva da lei. "Se ninguém usa o contra-fogo sem avaliação prévia das condições no terreno, não faz sentido que esta prática não seja reconhecida aos bombeiros", diz ao CM José Campos, coordenador do Conselho Nacional Operacional da Liga de Bombeiros Portugueses.
Para mais, acrescenta, o GIPS foi constituído para ajudar a combater os fogos e não para fiscalizar combatentes: "Devem ser uma mais-valia para o combate e não uns espiões do trabalho dos bombeiros." No meio da polémica, o secretário de Estado da Protecção Civil, José Miguel Medeiros, fala em "tempestade num copo de água. As novas regras servem de "medidas cautelares para os comandantes". "Não podíamos deixar a utilização do contra-fogo ao livre arbítrio de cada um."
Fonte: Francisco Pedro/CM

Incêndios Florestais: Bombeiros 'na mira' da GNR

Dois bombeiros da corporação de Penedono, um de Vila Nova de Paiva, e os comandantes das corporações de Farejinhas e de Moimenta da Beira estão a ser investigados, pela Guarda Nacional Republicana (GNR)/Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), por eventual uso indevido da técnica de contrafogo no combate a incêndios este Verão. A denúncia, conta o Jornal de Notícias, foi feita pelo presidente da Federação Distrital de Bombeiros de Viseu, frisando que estes operacionais “não são criminosos”.
“O SEPNA tem identificado uma série de bombeiros do distrito de Viseu, que estão a ser perseguidos por causa do uso de contrafogo nos incêndios florestais”. A acusação é do presidente da Federação Distrital de Bombeiros de Viseu, Rebelo Marinho, que contesta a investigação, sustentado que “os bombeiros não são criminosos, [pelo que] é uma humilhação estarem sujeitos a interrogatórios e serem confrontados com fotografias tiradas dos incêndios, com o objectivo de serem conduzidos processos nos tribunais”.
Sob investigação, revela o JN, estão dois bombeiros da corporação de Penedono, um de Vila Nova de Paiva, e os comandantes das corporações de Farejinha (Castro Daire) e de Moimenta da Beira.
Contactado pelo JN, o chefe do SEPNA em Viseu, o tenente-coronel José Machado, esclareceu que uma das missões da entidade que dirige “é investigar as causas dos incêndios e procuramos todas, incluindo o uso do contrafogo, que temos de verificar se foi ou não autorizado”.
Saliente-se que, esta técnica, que visa criar uma área queimada para travar o incêndio quando este chega ao local, pode ser aplicada por bombeiros e elementos dos serviços florestais desde que autorizados pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), o que caso não se verifique pode ser punível com um a oito anos de prisão.
Contudo, Rebelo Marinho não acredita que a “ANPC, que nem sempre pode estar no terreno, faça melhor avaliação do uso do contrafogo do que os bombeiros que estão no teatro de operações”, por isso apelou à alteração da lei.
Fonte: Notícias ao minuto

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

O nosso José Carlos (ICNF) entrevistado pela TVI

José é cego, mas concretizou o sonho de ter um programa de desporto
A história de um homem feliz que ganhou a batalha contra o preconceito
«Não podes fazer informação porque és cego». José Carlos Miranda Costa prova todos os dias que a professora estava errada. Aos 56 anos, para além do trabalho no Instituto de Conservação da Natureza, é «informador desportivo». Tem um programa todas as semanas na Rádio Granada de Vendas Novas e alimenta um site. Uma conversa entre dois pastéis de nata e um café.

«O meu hobby é a informação desportiva. Foi um sonho que eu tive aos 14 anos, quando li numa revista espanhola sobre um brasileiro cego que fazia informação desportiva». José Carlos não vê, mas o rosto ilumina-se quando fala do seu sonho. «Os meus pais achavam que eu era doido. Quando era pequenino, andava com um balde de praia a cantar e a fingir que fazia programas de rádio. O meu pai dizia assim: não me digam que este gajo um dia vai ser locutor de rádio! Quando estou a preparar os meus programas lembro-me sempre do balde de praia. Tinha assim esse desejo dentro de mim».

Mas, não foi fácil alcançá-lo. José Carlos é «cego total. Nunca vi absolutamente nada. A minha mãe teve rubéola quando estava grávida». E, porque cego também é aquele que não quer ver, cresceu com o preconceito dos outros. Nunca se esquece de um episódio. Em 1970, «um dia perguntaram-me o que é que gostava de ser. E eu disse: 'gostava de ser informador desportivo'. A diretora, que estava lá com as visitas, chamou-me de lado, deu-me duas estaladas, e disse-me: 'oh menino, tu não podes fazer informação desportiva porque és cego'». José Carlos ficou «dececionado» na altura. Hoje tem pena que a professora não esteja viva para lhe mostrar o que faz.

«Foi o Fernando Correia que em 1981 me abriu as portas do sonho. Uma brincadeira». Num tempo em que ainda «não havia internets», ele «estava com dificuldade em saber o resultado [de um jogo de hóquei em patins] que interessava ao Sporting e eu estava a ouvir a Rádio Voz das Astúrias». José Carlos ligou para a Rádio Comercial a dar o resultado e mais tarde foi convidado para colaborar com a estação. «Fazia muito a escuta desportiva, recolhia resultados». Esteve lá até 1997. «Quando a Comercial acabou com o desporto fui para a RádImprensa».

E fez até comentários para outras rádios. Barcelos-FC Porto em hóquei em patins. «Comentei o jogo como o estava a ver, à minha maneira. Pelo som, pelo som dos patins, pelo som do stick, pelo barulho do público». No final, valeu-lhe por parte de um colega a confissão: «Cumprimentou-me e disse-me 'tinhas razão'. Para a próxima vez que eu vier à Terra quero ser cego».

Mesmo de férias, o repórter sempre atento. Às 12:45 saca da pasta o transístor para ouvir os destaques da «Bola Branca».

E foi também «uma casualidade» que lhe permitiu ser correspondente do «Mundo Deportivo» de Barcelona. Já lá vão mais de 20 anos. «Gostava sempre muito de ouvir as rádios estrangeiras. Eles estavam com dificuldades em saber os resultados do nosso país. A partir daí ficámos amigos». A esta experiência juntam-se outras, como a colaboração com rádios espanholas que lhe valeram o reconhecimento em 89. Uma placa que guarda com orgulho.

O desporto agradece-lhe e ele agradece ao desporto. «Eu tenho uma dívida de gratidão muito grande a pagar com o desporto. Foi há 19 anos, quando sofri um grave acidente [atropelamento]. Partiram-me as duas pernas numa passagem de peões e foi o desporto que me ajudou a dar a volta por cima».

José Carlos deu a volta e é «feliz». Casado com Albertina, é pai da «Ana Paula, que tem 30 anos e que trabalha no melhor bolo de chocolate do mundo, e do Pedro Miguel com 23». Mais uma vez, a «estupidez» ensombrou-lhe a vida: «Quando os meus filhos eram pequenos, eu levava os meus filhos pela mão, e então havia pessoas aqui no bairro que me chamavam criminoso por um cego a levar uma criança pela mão».

Na despedida, deixa-nos uma mensagem em braille como recordação. Ele não precisa. «Sou capaz de fixar o dia que estivemos juntos. Uso a minha memória como arma defensiva».
Fonte: Carmen Fialho/TVI    

terça-feira, 17 de setembro de 2013

VIDEO PNN CHIRIBIQUETE CEREMONIA DE AMPLIACION

  
Compartimos con ustedes el link del video de la Declaratoria de Ampliación del Parque Nacional Natural Serranía de Chiribiquete...
Este es el video que explica el deterioro y las riquezas de la serrania de la macarena...        este fue hecho por los alumnos de catedra para la misma clase...
http://youtu.be/WRW-kweb74E

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Guardaparques recuperan más de mil pies tablares de madera

    Perú: Guardaparq​ues recuperan más de mil pies tablares de madera extraída ilegalment​e del Santuario Nacional Pampa Hermosa
En operativo conjunto, guardaparques y representantes de la Administración Técnica Forestal y Fauna Silvestre ATFFS-Selva Central recuperaron más de mil pies tablares de madera taladas ilegalmente en la zona de amortiguamiento del Santuario Nacional Pampa Hermosa.

El hallazgo se produjo en el sector denominado Cerro Cóndor del anexo de Pichita Caluga, zona colindante al área natural protegida, ubicado en el distrito de San Ramón, provincia de Chanchamayo, departamento de Junín.

Durante la intervención conjunta, en la que participaron seis guardaparques del SERNANP, cinco especialistas del ATFFS-Selva Central y dos autoridades comunales, se encontró los mil pies tablares de madera de especie cedro aserrada en forma longitudinal, así como aproximadamente 1,450 m3 de madera en rollizo, los cuales fueron trasladados al depósito de la Administración Técnica Forestal y Fauna Silvestre sede Chanchamayo.

Los presuntos infractores no fueron hallados en el lugar, por lo que el personal guardaparque continuará con los patrullajes en el Santuario Nacional Pampa Hermosa y otras áreas naturales protegidas cercanas a fin prevenir se realicen estas actividades ilícitas.

Cabe recordar que la tala de árboles al interior de un Área Natural Protegida es una actividad ilegal tipificada como delito grave y los infractores podrían ser reprimidos con penas privativas de libertad.

Asimismo, debe tenerse en cuenta que toda intervención realizada por las autoridades del SERNANP al interior de las ANP se efectúa en el marco de su facultad sancionadora, así como de protección y conservación de los recursos naturales que se encuentran bajo la tutela del Estado.
Fonte: Luis Antonio Tovar Narvaez\SERNANP

Premio para la Conservación “Carlos Ponce del Prado”

Guardaparq​ues reciben reconocimi​ento por aportes al resguardo de la riqueza natural del país con el premio Carlos Ponce del Prado

Por quinto año consecutivo, la fundación Blue Moon, Conservación Internacional y PROFONANPE entregaron los galardones del Premio para la Conservación “Carlos Ponce del Prado”, el cual tiene por objetivo reconocer a las personas que trabajan activamente en el campo de la conservación de la biodiversidad de nuestro país.

Para el presente año se reconoció a tres profesionales que desde sus respectivos campos de acción dedican sus esfuerzos al resguardo del patrimonio natural del país. La ceremonia fue presidida por el ministro del Ambiente, Manuel Pulgar Vidal; el secretario general del Servicio Nacional de Áreas Naturales Protegidas por el Estado-SERNANP, Rodolfo Valcárcel; el representante de la Fundación Blue Moon, Enrique Ortiz; el director científico de Conservación Internacional Colombia, José Vicente y el profesor principal de la Universidad Nacional Agraria La Molina, Jorge Chávez.

Como Guardaparque Destacado fue reconocido Juan Francisco Mamani Huamán, del Parque Nacional Bahuaja Sonene, por sus 36 años de experiencia en tres áreas naturales protegidas. Este galardón le fue entregado por el secretario del SERNANP, Rodolfo Valcárcel, quien destacó este reconocimiento como un estímulo para los 550 guardaparques que trabajan en las 77 áreas naturales protegidas del país, realizando no solo labores de control y vigilancia, sino también contribuyendo al desarrollo de actividades de educación ambiental y de aprovechamiento sostenible de los recursos naturales.

Juan Francisco inició sus labores en la Reserva Nacional Pampa Galeras Bárbara D’Achille en 1975, asignado para proteger a las vicuñas y guanacos cuyas poblaciones eran diezmadas por los cazadores furtivos. En 1980 fue asignado a la Reserva Nacional de Salinas y Aguada Blanca (Arequipa) en la que se desempeñó como jefe del puesto de control de Pampa Cañahua, desde donde identificó las acciones de cazadores furtivos, organizó patrullajes y dirigió operativos en contra de esta ilegal actividad. El 5 de enero de 2011 asume el rol de guardaparque del Parque Nacional Bahuaja Sonene cumpliendo labores de apoyo en patrullaje y educación ambiental en la Amazonía. Además ha incentivado y formado a muchas generaciones de jóvenes guardaparques oficiales y voluntarios, muchos de ellos son especialistas o jefes de áreas naturales protegidas actualmente.

Asimismo, se realizó una mención honrosa por su destacada labor a a los guardaparques Linder Pinedo Ángulo del Parque Nacional Río Abiseo, Napoleón Durand de la Cruz del Refugio de Vida Silvestre Laquipampa, Víctor Raúl Rojas Quispe del Santuario Histórico de Chacamarca y Víctor Quispe Huamaní de la Reserva Nacional de Paracas.

En la categoría Joven Profesional Destacado fue reconocida Leyla Rimarachín, por su investigación de la biodiversidad del Bosque Berlín, lo que permitió que fuera declarada Área de Conservación Privada a perpetuidad.

Finalmente, Constantino Aucca Chutas, presidente de la Asociación Ecosistemas Andinos, fue reconocido como Artífice de la Conservación, por su trabajo en la protección de especies amenazadas en coordinación con comunidades locales, y su apoyo en la creación y gestión de 11 Áreas de Conservación Privada entre Cusco, Huánuco, Amazonas y Cajamarca.

El “Premio para la Conservación Carlos Ponce del Prado” fue creado en honor y en reconocimiento al ilustre conservacionista peruano Ing. Carlos Ponce del Prado, quien dedicó su vida a la conservación de la diversidad biológica del Perú y el mundo. Impulsó la creación e implementación de un Sistema Nacional de Áreas Naturales Protegidas Peruano. Co-fundador de Conservación Internacional, fue consultor permanente de la FAO, UNESCO, el Banco Mundial, WWF, miembro emérito de PRONATURALEZA, Presidente de ACCA y otras organizaciones afines.
Fonte: Luis Antonio Tovar Narvaez/SERNANP

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Preocupante, incêndios em Portugal um drama nacional!



Este tem sido mais um Verão dramático no respeitante à deflagração de incêndios, com a agravante das 7 mortes de Bombeiros registadas até ao momento.
O país assiste a esta enorme tragédia sem se aperceber das reais consequências destes fogos que consomem milhares de hectares de floresta.
Esta tragédia que destrói uma das mais valiosas riquezas do país tem origem no acumular de sucessivos erros de quem tem responsabilidades políticas e poderes de decisão no campo da gestão e organização das nossas florestas.
O despovoamento que se regista no interior do país é apontado por muitos como a principal causa da deflagração dos incêndios, mas não nos podemos esquecer que até aos anos 90 do século XX nas florestas e matas nacionais se encontravam em permanência a Polícia Florestal e os Guardas Rios, e que as nossas Áreas Protegidas eram vigiadas e fiscalizadas por 188 Vigilantes da Natureza, aos quais se deveriam ter juntado mais umas centenas devido ao aumento de área sob a sua responsabilidade, mas pelo contrário o número de Vigilantes da Natureza veio sempre a diminuir, registando-se neste momento um efectivo constituído por 122 elementos, a Polícia Florestal (Polícia mais antiga do país) foi integrada na GNR, caminhando para a extinção, e os Guarda Rios foram incorporados no Corpo Nacional de Vigilantes da Natureza estando a exercer funções na Agência Portuguesa do Ambiente.
A ausência de reforço do número de Vigilantes da Natureza terá a breve prazo consequências muito graves na protecção do ambiente, sem estes profissionais no terreno, o flagelo dos incêndios por certo irá agravar-se.
A plantação de grandes extensões de monoculturas, nomeadamente de eucalipto veio facilitar a propagação do fogo. O novo regime legal de arborização e rearborização que veio simplificar a plantação de árvores como o eucalipto é sem dúvida uma medida que irá aumentar a área existente de espécies exóticas em detrimento das nossas espécies vegetais o que em nada irá ajudar no combate à propagação de incêndios.
Os incêndios trazem consequências graves para o Ambiente, devido à emissão de CO2 que é libertado para a atmosfera, à perda de biodiversidade e à erosão dos solos.
A destruição da floresta provoca grandes dificuldades de sobrevivência para quem vive nos meios rurais e que tem na floresta a sua principal fonte de subsistência.
Os incêndios provocam a destruição da floresta ficando a paisagem completamente devastada, o que afasta o turismo das zonas afectadas.
Todos estamos cientes de que a grande maioria dos incêndios são provocados intencionalmente, só não sabemos quem é que beneficia com esta situação, muito se ouve falar sobre a deflagração de incêndios após a passagem de avionetas que lançam pequenos artefactos, mas os responsáveis nunca são constituídos arguidos.
É do conhecimento geral que os territórios atingidos pelos incêndios são na maioria dos casos reflorestados com eucaliptos, será coincidência?
Francisco Correia

sábado, 17 de agosto de 2013

Quatro fogos activos, três em Parques Naturais


    Em Portugal continental estão activos quatro incêndios, três em zonas de Parque Natural, nos distritos de Vila Real, Guarda e Santarém, enquanto o incêndio em Picão, no distrito de Viseu está "dominado", informou a Protecção Civil às 17:35.


No Parque Natural da Serra das Estrela, as chamas que lavram em zona  de mato desde as 00:39 em Loriga, no concelho de Seia, estão a ser combatidas  por 39 operacionais com o apoio de 11 viaturas e um helicóptero bombardeiro.
Segundo a página da Protecção Civil na Internet, este incêndio está "a  progredir lentamente em escarpa", lavrando numa zona inacessível a meios  aéreos e terrestres". 
Em Mondim de Basto, no Parque Natural do Alvão, 66 operacionais apoiados  por 17 veículos combatem as chamas que tiveram início às 00:05 de hoje e  segundo a mesma fonte, às 17:35, o incêndio estava activo com três frentes.
Em Vale da Serra, no Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, no  distrito de Santarém, as chamas ardem desde 15:30 numa frente, estando a  ser combatidas por 80 operacionais apoiados por 20 veículos e dois helicóptero,   um de ataque inicial e outro bombardeiro.  
O incêndio que se desenvolve numa frente em Vilas de Pedro, no concelho  de Figueiró dos Vinhos, no distrito de Leiria está a ser combatido por 119  operacionais, apoiados por 31 veículos e dois helicópteros de ataque inicial,  segundo a mesma fonte. 
O incêndio que lavara desde as 13:51 em Picão, no concelho de Castro  D’aire, é dado como "dominado". O combate às chamas envolve 73 operacionais  com o apoio de 16 veículos e e dois helicóptero, um de ataque inicial e  outro bombardeiro.  
Fonte: SIC


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

El cuerpo de bomberos más eficiente de la naturaleza


    El ganado ecológico, el cuerpo de bomberos más eficiente de la naturaleza

   Limpio, desbrozado y en perfecto estado de prevención para afrontar un verano libre de llamas; así mantienen la falda norte de la Sierra de Guadarrama, una de las comunidades de ganadería ecológica más notables de España, cuya existencia en estas laderas constituye una garantía frente a los incendios. El valle que descansa bajo la majestuosa silueta de las cumbres guadarrameñas popularmente conocidas como "La mujer muerta" está bien custodiado por rebaños de vacas "felices y sin estrés" como las Fernando Mantecas, sexta generación de una familia de ganaderos de la cercana localidad segoviana de La Losa. Sus más de trescientas vacas, de la raza autóctona Avileña-Negra Ibérica, nacen, viven junto a sus padres y mueren, en los bosques y pastos mejor conservados del Sistema Central, que por sus valores naturales han recibido la declaración de Lugar de Interés Comunitario (LIC) y Zona de Especial Protección para las Aves (ZEPA) de la Sierra de Guadarrama.

El buen estado de estos montes ha hecho de ellos uno de los privilegiados enclaves por donde todavía hoy campea la más majestuosa de las rapaces de la península ibérica: el águila imperial.

"El buitre negro, el águila calzada, el milano real y la chova piquirroja son otras de las especies más emblemáticas de esta zona de altísimos valores naturales a cuyo mantenimiento han contribuido las comunidades de ganaderos ecológicos", señala Carlos Bravo, un histórico ecologista que durante años ha defendido estos territorios de la especulación inmobiliaria a través de la ONG local Centaurea.

La misma rutina que desde hace siglos

Se trata de un ganado que se alimenta exclusivamente de lo mismo que lo hacían sus antepasados hace varios siglos: del rico pasto de estos valles generosamente regados por las aguas de los arroyos y riachuelos que se forman con las aguas del deshielo de las cumbres glaciares de Guadarrama.

Cuando otros empresarios optaron por las hormonas para el engorde y los abonos de síntesis para hacer crecer el prado de forma artificial, ganaderos como Mantecas decidieron dejar hacer a la sabia naturaleza, y que el pasto natural continuase siendo el único y mejor alimento de sus vacas, y sus vacas el mejor abono para los prados.

Bajo la supervisión del Consejo Agrario Ecológico de Castilla y León, su empresa sacrifica entre dos y tres cabezas de ganado a la semana en su sala de despiece ecológica situada en La Losa.
Allí se envasa por piezas al vacío y se transporta en frío a puntos de venta en toda España, la mayoría de ellos fijos en Madrid, Andalucía y Levante.

Bravo, actual responsable de la Asociación Salvia, que promueve el desarrollo sostenible, es uno de sus consumidores habituales y explica que, frente a la carne del ganado convencional, la de vacas ecológicas "es mucho más tierna, porque proviene de un animal que no ha estado sometido a ningún tipo de estrés".

"Y, por supuesto, mucho más saludable en tanto que no estás ingiriendo ningún tipo de hormona, antibiótico o sustancia que se le haya dado al animal, estás comiéndote una vaca que vivido feliz y en libertad en el campo", subraya Mantecas.

Frente a quienes apuestan por lo fácil, este ganadero defiende "un modelo de producción que respete el medio ambiente, la calidad y la protección del consumidor".

Por eso a Mantecas y a sus vacas "felices" no le asustaron en ningún momento la declaración por parte de las administraciones de figuras de protección como la de parque natural, red natura y, en breve, la de un parque nacional en sus inmediaciones.

Y es que, está convencido de que "no hay nada que pueda generar más parque natural, limpiarlo y mantenerlo mejor que un rebaño de vacas como este".

"Este modelo de ganado siempre va a existir en los espacios naturales protegidos, porque garantiza la fertilidad de sus suelos, y porque si no estuvieran estas vacas se quemarían", concluye.