quinta-feira, 18 de julho de 2013

OS CUSTOS DA VIAGEM DE CAVACO ÀS SELVAGENS


    FNSTFPS: Nota à Comunicação Social

    OS CUSTOS DA VIAGEM DE CAVACO ÀS SELVAGENS
COLIDEM COM OS SACRIFÍCIOS IMPOSTOS À PROTECÇÃO DA NATUREZA

Os anunciados custos da visita do Presidente da República às ilhas Selvagens colidem declaradamente com os sacrifícios que há largo tempo estão a ser impostos aos serviços de protecção da natureza e do ambiente, nacionais e regionais que levam à existência de uma vigilância, fiscalização e monitorização deficientes.

Os cortes orçamentais impostos pelos sucessivos governos do PS e PSD/CDS, fazem com que oInstituto da Conservação da Natureza e das Florestas e os serviços regionais de protecção da natureza e do ambiente das Regiões Autónomas passem por dificuldades financeiras que limitam a sua capacidade operativa, no cumprimento das suas competências.

Deste modo, as áreas protegidas nacionais, onde se integram os parques, reservas e sítios da Rede Natura 2000, têm falta de pessoal, nomeadamente vigilantes da natureza, os meios financeiros para permitir a acção normal dos mesmos são cada vez menos e faltam meios de transporte adequados para a vigilância e fiscalização.

A título de exemplo, o Parque Natural do Tejo Internacional, com mais de 26 mil hectares de área, conta apenas com dois vigilantes da natureza.

Paradoxalmente, o ICNF está a indicar para a requalificação profissional/despedimentos, vigilantes da natureza, quando o défice de efectivos é gritante.

Cavaco Silva, enquanto presidente da República, tem assumido uma posição solidária com o Governo, no que toca à “necessidade”de adopção de políticas de contenção da despesa pública, como forma de cumprimento dos acordos com a tróika. Contudo, não se coíbe de impor custos à Administração Pública, numa visita desnecessária às ilhas Selvagens, por muito importante que seja
o significado do 50º aniversário da primeira expedição àquele arquipélago.

O Mar, segundo Cavaco Silva, é um desígnio nacional. Mas enquanto primeiro-ministro não se privou de conduzir uma política de destruição da nossa frota de pesca.

O valor correspondente aos custos desta viagem às Selvagens, por certo seriam um contributo importante para minorar os problemas financeiros com que se defrontam as áreas protegidas.

Lisboa, 17 de Julho de 2013

O Gabinete de Informação da FNSTFPS
Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Costa Rica: Guardaparques, una lucha contra los oreros


    Guardianes de Corcovado lidian con la escasez de armas y personal para hacer su trabajo
    Guardaparques, una lucha contra los oreros y el propio sistema
Corcovado. Caía apenas la noche del domingo 19 de mayo cuando el sonido de los miles de insectos que colman el Parque Nacional Corcovado se rompió con el estruendo de 14 detonaciones de dinamita.
En el improvisado campamento levantado en medio de la nada en las entrañas del parque, seis oficiales de la Fuerza Pública y tres guardaparques dejaron lo que hacían para mirar hacia la inmensa oscuridad, en un esfuerzo por ubicar de dónde salían las explosiones.
Unos decían que había que ir a inspeccionar el área; otros se opusieron debido al riesgo que eso significaba. En lo único en que todos estaban de acuerdo era que aquellos estallidos solo podían tratarse de la extracción ilegal de oro.
A la mañana siguiente, hicieron la inspección y notaron los daños. A unos 300 metros del campamento, una ladera yacía en el río. Era material listo para ser lavado como parte de la meticulosa búsqueda del preciado metal.
Aquella noche –relataron algunos– pocos conciliaron el sueño. El ambiente estaba “pesado”.
Todo eso ocurrió en una de las zonas del parque con más actividad de extracción ilegal de oro, donde los funcionarios estatales deben lidiar también con pésimas condiciones para hacer los patrullajes.
El gato y el ratón. Ni la noche del 19 de mayo ni la mañana del 20 hubo contacto entre los cuidadores y los oreros, pero no siempre ha sido así.
Los guardaparques relatan que algunos de ellos, o sus compañeros, han tenido que enfrentarse cuerpo a cuerpo con los oreros por la resistencia al arresto.
Eliécer Villalta, funcionario del Ministerio de Ambiente y Energía (Minae) y uno de los que coordina los operativos contra la orería en la zona, explicó que ya ha habido altercados con armas de fuego.
“A un compañero un orero le llegó por detrás y le apuntó con una pistola en la cabeza, puso el dedo sobre el gatillo, pero el arma no le funcionó. Luego, con otros guardaparques, se pudo detener a esa persona”, contó Villalta.
¿Qué pasó tras la detención? “Llevamos a ese orero a la Fiscalía y la pena que le impusieron fue no acercarse al parque y donar unos árboles (...). A ese mismo que intentó matar a un compañero, tuvimos que recibirle los arbolitos”, dijo.
Para ese momento, no había ocurrido en Limón la muerte del ambientalista Jairo Mora , pero tras una consulta, admiten sentir miedo de que les pase lo mismo.
Recursos. Además de la exposición directa al peligro, la mayoría de guadaparques de Corcovado no están armados, pese a que el perfil del puesto así lo establece.
Desde inicios de este año, las autoridades del Minae se llevaron 23 armas para cambiarlas, unas por están mal inscritas y otras porque estaban en mal estado. Hasta la semana pasada, seguían sin armas.
Andar desarmados hace que la detención de oreros se complique pues los guardaparques dicen que pierden autoridad. Eso ocurrió en abril en el Operativo Oro Verde, donde se detuvo a 16 personas y otras escaparon.
Casos así acaban en los tribunales, pero lo cierto es que en tres años, de 60 denuncias solo una llegó a juicio.
La única mejoría ha sido que, desde junio, el Juzgado de Flagrancia de Corredores comenzó a considerar la orería como un delito y sentenció a dos oreros a tres meses de cárcel, aunque dos quedaron libres por falta de antecedentes.
Esto y la presencia de 250 hombres sacando oro hace pensar a los guardaparques que las detonaciones de dinamita, como la del 19 de mayo, están lejos de desaparecer.
Fonte: La Nación\ Luis Edo. Díaz

terça-feira, 16 de julho de 2013

Madeira: Chefe de Estado visita as Ilhas Selvagens


    Cavaco Silva é o terceiro chefe de Estado a visitar as Ilhas Selvagens mas quer ficar para a história como o primeiro a destacar o seu valor económico.

Mais do que reafirmar a soberania portuguesa - tal como tinham feito Mário Soares e Jorge Sampaio - o atual Presidente da República visita esta semana o subarquipélago das Selvagens pela sua importância económica.

São as Selvagens que conferem a Portugal a maior Zona Económica Exclusiva da União Europeia (1,6 milhões de quilómetros quadrados), potenciando além do mais a dimensão de mais 2,15 milhões de quilómetros da plataforma continental, cuja jurisdição Lisboa espera ver reconhecida pelas Nações Unidas entre 2014 e 2015.
Embora no passado Espanha tenha contestado a jurisdição portuguesa sobre este subarquipélago, que engloba para além da Grande e Pequena Selvagem ainda 16 ilhéus e distam efetivamente mais da Madeira do que das Canárias, o objetivo primordial da visita não passa por reafirmar a nossa soberania.

A visita assinala o 50.º aniversário da primeira expedição científica às ilhas, realizada pelo ornitólogo de origem inglesa Paul Alexander Zino, e que conduziu ao estabelecimento nas Selvagens da mais antiga reserva natural do país (1971).
Destacando a importância desta vertente da proteção da natureza associada à investigação científica, a visita presidencial coincide com a presença no local do navio hidrográfico "Gago Coutinho", que está a concluir o levantamento da biodiversidade das Selvagens, iniciado em 2011 no âmbito do programa M@rbis, com o robô submarino ROV. Uma demonstração do seu trabalho será feita durante a estada de Cavaco nas ilhas.

É neste contexto que o Presidente quer chamar a atenção para o facto de como a geoestratégia, a geografia e a investigação podem e devem integrar a chamada "equação da resolução económica da crise", tal como disse ao Expresso um especialista.
Potencial económico

Cavaco quer pois destacar o significado potencial para a economia da investigação científica, realçando a importância da preservação do ambiente, e ligando--a à geografia e à importância da geoestratégia. É, mais uma vez, o apelo do Presidente a que o país olhe para o mar e concentre nele a sua investigação. Já há hoje em Portugal mais de 50 centros de investigação ligados ao mar mas a sua produção é ainda pequena.
Tal como dizia ironicamente um perito, hoje, "a soberania portuguesa está mais ligada ao braço do ROV do que a uma fragata", pois a capacidade científica é fundamental para o aumento da competitividade. "Mostrar que Portugal tem tecnologia capaz de explorar as riquezas da plataforma que Portugal ambiciona é fundamental para a nossa credibilidade", sublinhava.

Cavaco Silva tem frisado insistentemente a importância da economia do mar e algo tem avançado. Diz sobretudo respeito ao desenvolvimento portuário (potenciado pela crise, já que as exportações estão a fazer-se mais por via marítima) e na fileira do pescado e da sua transformação, que já vale 1,2 mil milhões do PIB. A sua exportação alcança quase 900 milhões de euros, quase tanto como as hortícolas, e muito mais do que o vinho.

Fonte: Expresso/Luísa Meireles, com Marta Caires e Carlos Abreu



sexta-feira, 12 de julho de 2013

Comemore o Dia Internacional do Guarda-Parque com a ABG!

   
    O Dia Internacional do Guarda-Parque é celebrado anualmente no dia 31 de julho.
A Associação Brasileira de Guarda-Parques quer conhecer e divulgar o trabalho dos Guarda-Parques de cada canto do Brasil ou mesmo do mundo.
Estamos convidando todos os protetores da natureza para enviar uma foto mostrando seu trabalho.
Para participar, você deve enviar uma foto sua ou da sua equipe em seu local de trabalho, com um cartaz ou papel escrito em português "Dia Internacional do Guarda-Parque" ou em inglês, "World Ranger Day". Pedimos isso para evitar publicar fotos sem o consentimento do autor e dos envolvidos.
Envie a foto até o dia 28/07 para abguardaparques@gmail.com com o Assunto "Dia Internacional do Guarda-Parque" e  uma pequena descrição com nomes dos guardas e localização (Nome da UC/Local de trabalho e Cidade/Estado).
No dia 31, publicaremos todas as fotos enviadas que estão de acordo com as normas acima citadas.
Contamos com a participação de todos!

http://abguardaparques.blogspot.com.br/2013/07/comemore-o-dia-internacional-do-guarda.html

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Sintra: Campo de Trabalhos da ribeira da Samarra


DESCRIÇÃO
O Campo de Trabalhos da ribeira da Samarra (CT) é um programa desenvolvido em parceria entre a Junta de Freguesia de São João das Lampas, o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e os Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento de Sintra. Tem como objectivo estimular a participação dos jovens em programas de voluntariado concebidos para a intervenção directa na preservação de espaços naturais, dos seus habitats e espécies e no património cultural, promovendo o diálogo e a troca de experiências entre os jovens e a comunidade local. O Campo de Trabalhos assenta numa componente formativa através de uma aprendizagem teórico-prática não formal e na realização de trabalhos de campo.
TRABALHOS DE CAMPO
-        os trabalhos de restauro fluvial incluem:
-        controlo de espécies florísticas invasoras;
-        construção de estruturas biofísicas;
-        plantação de espécies vegetais aquáticas;
-        manutenção de sistemas tradicionais de gestão da água;
-        colheita de sementes de espécies autóctones;
-        monitorização de fauna;
-        captura e anilhagem de aves;
ACÇÕES DE FORMAÇÃO
Introdução à anilhagem científica de aves passeriformes (Teórico-práctica). Formador, Dr. Vitor Ferreira Encarnação – Coordenador da Central Nacional de Anilhagem, ICNF.
A comunidade piscícola da ribeira da Samarra (Teórico-práctica). Formadora, Dr.ª Carla Sousa Santos – Investigadora da Unidade de Investigação em Eco-etologia (ISPA).
CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO
-        idade mínima de 18 anos completos e máxima de 30 anos à data da inscrição;
-        participar integralmente nos trabalhos de campo e nas acções de formação identificadas no programa;
-        assegurar as despesas de viagem de ida e volta do Campo de Trabalho;
-        informar a organização do campo caso tenha algum problema de saúde;
-        assegurar todos os materiais e objectos pessoais necessários para a estadia durante o campo;
-        estar disponível para alojamento em modo de acampamento com utilização de casas-de-banho-secas e banhos frios;
CUSTO DE INSCRIÇÃO
Taxa de inscrição de 70 euros/10 dias  (inclui o alojamento, a formação, a alimentação e o seguro de acidentes pessoais dos participantes).
VAGAS
Os CT realizar-se-ão com um máximo de 20 participantes e com o mínimo de 10 inscrições;  as inscrições estão abertas até 05 de Agosto de 2013.
INSCRIÇÃO
A ficha de inscrição em anexo pode ser enviada para a Junta de Freguesia de São João das Lampas, para os contactos indicados.
O pagamento pode ser efectuado através de transferência bancária, com posterior envio de comprovativo de transferência por correio para a morada ou e-mail indicados.
NIB: 0036 0104 9910 0005 2062 0
CONTACTOS
Junta de Freguesia
de São João das Lampas
Av. Central, 16, 2705-737
S. João das Lampas
Tel: (+351) 219 608 860/9
Fax: (+351) 219 612 452

geral@jflampas.pt
http://www.facebook.com/JFLampas

ESCLARECIMENTOS
ICNF – Parque Natural de Sintra-Cascais
Largo Fernando Formigal de Morais, nº 1,
2710-564 SINTRA 
Tel.: (351) 219 247 200
Fax: (351) 219 247 227

pnsc@icnf.pt
http://www.facebook.com/ribeira da
samarra
CANCELAMENTO
Caso não se obtenha o número mínimo de inscrições para a realização do CT, os inscritos serão notificados e reembolsados.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Índios sul-americanos formados como parabiólogos

Está em curso um programa de formação de índios sul-americanos do Gran Chaco como "parabiólogos". O objetivo é dar um modo de subsistência alternativa à safra de cana-de-açúcar aos nativos e torná-los partícipes da conservação da segunda maior área selvagem da América do Sul.
“Estas pessoas fazem parte do ambiente natural; elas pertencem a esta terra. Se elas não forem envolvidas, não vejo como podemos conseguir conservar a biodiversidade desta área a longo prazo”, revela Erika Cuéllar, impulsionadora do projeto, ao diário britânico The Guardian.

O Gran Chaco é uma vastidão de um milhão de quilómetros quadrados de floresta seca e matos baixos que se estende por uma área que abrange parte dos territórios da Argentina, Bolívia, Brasil e Paraguai.

Trata-se de um ecossistema com grandes flutuações de temperatura sazonais e em que a água é escassa, mas que é constituído por 3.400 espécies de plantas, 500 de aves e 150 de mamíferos, de que são exemplo o jaguar, o puma ou papa-formigas gigante.

Este éden está em perigo, ameaçado pela expansão das quintas de criação de gado, plantações de cana-de-açúcar e soja, e pelo tráfico de drogas. Mesmo a área mais bem preservada, dentro das fronteiras bolivianas e abrangida pelo Parque Nacional de Kaa lya del Gran Chaco (Bolívia) está a ser destruída pela instalação de um gasoduto e pelas operações militares de combate ao narcotráfico.
O programa de 400 horas dirigido por Erica Cuéllar forma jovens índios Guarani, Ayoreo e Chiquitano como "parabiólogos" (termo usado pela própria Erika Cuéllar), tornando-os aptos a realizar tarefas que vão desde a elaboração de projetos à recolha de dados e apresentação de resultados.

“[Os indígenas] são as melhores pessoas para nos dizer o que está a acontecer no Chaco”, considera Erika Cuéllar, bióloga de ascendência Guarani que se doutorou em Oxford. “Eu quero dar-lhes a opção de permanecer na área que conhecem”.

A formação permite-lhes participar nos projetos de conservação levados a cabo na área auferindo um salário mensal de 3.500 bolivianos, ganhando o seu sustento ao mesmo tempo em que participam na conservação da biodiversidade que suporta as suas comunidades, que caçam de forma sustentável.

 “Como um Guaraní indígena, ser um parabiólogo ajudou-me a proteger a minha comunidade”, refere Jorge Segundo, líder da povoação e o "parabiólogo" mais experiente do grupo de 17 técnicos.

O mérito do projeto já foi reconhecido a nível internacional, tendo Erika Cuéllar sido distinguida com o Rolex Award for Enterprise em 2012.

Fonte: Filipa Alves

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Terra tem mais 700 espécies ameaçadas e extintas

   
Terra tem lista com mais 700 espécies ameaçadas e extintas

O número de espécies extintas e ameaçadas de extinção no planeta Terra continua a crescer por causa das actividades humanas, de acordo com a nova versão da Lista Vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN). Mais de 700 espécies de plantas e animais foram adicionadas à lista nas três categorias de ameaça, elevando o total para 20.934.
Entre elas, estão várias espécies de coníferas (árvores com flores em forma de cones ou pinhas, como os pinheiros), que são os maiores e mais antigos seres vivos do planeta. A situação de todo o grupo foi reavaliada, e concluiu-se que 34% das espécies de coníferas estão ameaçadas de extinção.
Uma das que correm mais risco é a araucária, ou pinheiro-do-paraná, classificada desde 2006 como criticamente ameaçada. Espécie típica das regiões mais frias e de maior altitude da Mata Atlântica brasileira, teve a área de ocorrência reduzida drasticamente nas últimas décadas por causa da conversão de matas nativas em áreas de agricultura e silvicultura.
Agora, com o aquecimento global, pode ser que a coisa piore mais ainda para essa árvore, que prefere temperaturas mais amenas. «A modelagem do impacto das mudanças climáticas indica que até o final deste século a espécie poderá estar extinta na natureza», disse o botânico Carlos Joly, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo.
Joly ressalta que as listas de espécies ameaçadas (dentre as quais as da IUCN são referência mundial) são uma ferramenta científica indispensável para a conservação da biodiversidade. «A recém-criada Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), cuja proposta preliminar do plano de acção 2014-2018, foi colocada em consulta pública na semana passada, utilizará revisões como esta da IUCN, no primeiro diagnóstico global previsto para o final de 2018», afirma. A IPBES foi criada em 2010 pela Organização das Nações Unidas (ONU) para fazer pela biodiversidade o que o famoso IPCC faz pelas mudanças climáticas. Joly é um dos directores do Painel Multidisciplinar de Especialistas do órgão.

Dentre as 20.934 espécies consideradas ameaçadas de extinção na nova lista, 4.090 estão na categoria «criticamente em perigo» (137 a mais do que na anterior). Algumas recebem até mesmo uma anotação como «possivelmente extintas», quando já não são vistas na natureza há algum tempo. Como, por exemplo, um camarão de cavernas da Flórida que passou para essa categoria. O grupo dos camarões de água-doce foi avaliado por completo pela primeira vez nesta revisão: 28% estão ameaçados.
 Fonte:DD

terça-feira, 2 de julho de 2013

Costa Rica: Somos guardaparques, somos autoridades policiales


    Protestaron ayer en Casa Presidencial
    Dicen estar desprotegidos ante cazadores y narcos.
    Unos 100 guardaparques marcharon este viernes frente al Ministerio de Ambiente y Energía (Minae) y Casa Presidencial en Zapote, exigiendo al Gobierno de la República que les aumente el número de plazas en los Parques Nacionales y Áreas de Conservación, así como devengar mejores salarios y otra serie de condiciones.
A las manifestaciones se dieron cita funcionarios de parques en zonas como Corcovado, Tortuguero, Osa, Carara, Rincón de la Vieja y hasta Isla del Coco. “Este congreso nacional de conservación por el rescate de los parques nacionales y los guardaparques tiene como fin el apoyo de un proyecto de ley con el que se mejoren las condiciones de trabajo, venimos a pedir más plazas, desde el año de 1998 no se crean, en estos momentos hay unos 300, unos 100 son interinos. El Gobierno gastó plata en la refinería y en 'la trocha'”, pero no dan nada para la protección del ambiente que tanto predican”, indicó Roberto Molina, secretario del Sindicato de Trabajadores del Minae.
Según Molina, necesitan 1.200 guardaparques más y el Gobierno no les dice nada, “venimos a luchar, estas plazas las estamos pidiendo desde hace 4 años. Además de esto, tenemos problemas en infraestructura, falta de equipo para trabajar, no tenemos las armas necesarias para poder combatir y enfrentarnos a los cazadores furtivos y narcotraficantes”.
Paola Alvarado, guardaparques del Parque Nacional Carara, manifestó que en su área de vigilancia, “somos 13 funcionarios, pero solamente dos somos de control y protección, entonces esto hace que no podamos controlar la cacería ilegal, en Carara son más de 5 mil hectáreas y solo hay dos personas, es algo ridículo. Además, el manglar de Aguacalillo está desprotegido, es un zona muy importante en el Pacífico Central para la anidación de la lapa roja, se están robando todos los nidos”.
Proyecto de ley
En cuanto al tema salarial, el sindicalista citó que “estamos luchando para que nos paguen el riesgo policial y disponibilidad, desde el año 1977 somos guardaparques, somos autoridades policiales, y no nos reconocen estos incentivos, actualmente el salario de uno de estos oficiales oscila entre 350 mil a 400 mil, pero tenemos el sacrificio de dejar nuestros hogares por 20 y 30 días”.
 
Escrito por César Blanco     
http://www.youtube.com/watch?v=WqjFum_yr0Y

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Demanda por marfim está desestabilizando a África Central

    Demanda por marfim está desestabilizando a África Central
O massacre de elefantes está se tornando mais do que um problema para os ativistas dos direitos dos animais. Ele agora diz respeito a instituições e governos internacionais nos seus mais altos níveis de poder, porque é percebido como uma ameaça à estabilidade política e econômica da África central.
 No mês passado, o assunto chamou a atenção do Banco Africano de Desenvolvimento em Marrakesh, em uma assembleia anual que contou com a presença de ministros das finanças africanos. O presidente do banco, o economista ruandês Donald Kaberuka, apresentou um plano de ação global para resolver o problema em parceria com a ONG WWW (World Wildlife Fund).
"Este não é apenas um problema ambiental", segundo a chamada Declaração de Marrakesh, emitida pelo banco. "A violência e os danos agora ameaçam a paz e o Estado de direito, bem como as receitas que muitos países africanos auferem de turismo e outros usos da vida selvagem; algumas das comunidades mais pobres e vulneráveis sofrem... O tráfico de fauna frustra os esforços dos governos para impedir outros comércios ilícitos, como armas e drogas. Ele alimenta o crime organizado e a corrupção, e compromete a segurança regional".
 Kaberuka pediu aos ministros das finanças presentes na reunião para reforçar os controles de alfândega como um primeiro passo, pois, segundo ele, seriam fundamentais para desmantelar as redes de contrabando.
 O assunto também chegou à ONU. No mês passado, o secretário-geral da ONU apresentou um relatório ao Conselho de Segurança expressando preocupação sobre as ligações entre a caça ilegal e as "redes criminosas ou mesmo terroristas que ameaçam a estabilidade da África central". Entre os países mais vulneráveis foi citado Camarões, que implantou patrulhas do exército em seus parques nacionais do Norte, além de República Central Africana, Chade e Gabão.
 O relatório afirma que "o comércio ilegal de marfim pode ser, hoje, uma importante fonte de financiamento para os grupos armados", citando o exemplo do Exército de Resistência do Senhor (Lord’s Resistance Army). O documento também colocou a preocupação com as armas cada vez mais sofisticadas e poderosas nas mãos dos caçadores ilegais, algumas dos quais podem ser provenientes do colapso político da Líbia.
O plano proposto pelo Banco Africano de Desenvolvimento em Marrakesh recomenda fortalecer e aumentar os recursos das patrulhas especializadas na repressão da caça ilegal, monitorando a aplicação rigorosa das leis e aumentando as penas impostas aos traficantes.
 Essas não são ideias novas. Tanto o diagnóstico e a cura são conhecidos há muitos anos. Um plano de ação para os elefantes africanos foi adotado em 2010, com 600 mil dólares providos por China, França, Alemanha, Holanda e África do Sul. "Agora precisamos de um compromisso no mais alto nível dos governos, que nos capacitaria a enfrentar esta crise", disse Jim Leape, diretor-geral do secretariado internacional da WWF.
 Cerca de 30 mil elefantes foram mortos em 2011, cerca de 8% da população total de elefantes na África, e o número está aumento ano a ano desde 2006. Os níveis atuais são os mais altos desde a moratória de 1989 do comércio de marfim.
 O Gabão sozinho perdeu 60% de sua população de elefantes na última década e já tomou medidas. Em Marrakesh, o presidente do país, Ali Bongo Ondimba, propôs a criação de uma força-tarefa de emergência que poderia intervir assim que qualquer caça ilegal em larga escala fosse detectada em um dos países. Em meados de maio, o Gabão enviou forças à República Centro-Africana para ajudar a defender o parque nacional Dzanga-Sangha, após um ataque contra os elefantes de lá.
 "É importante intervir antes que a situação saia de controle. Caso contrário, sabemos que há um grande risco de entrar numa espiral que acabará por produzir uma nova zona de conflito", disse Lee White, secretário-executivo da Agência Nacional de Parques do Gabão.
 O Gabão também sugeriu uma maior cooperação para treinamento de pessoal entre as várias agências nacionais de proteção animal, e fornecer "eco-guardas" aos países mais fracos.
 O presidente do Gabão pediu a criação de um fundo de apoio para as viúvas e os órfãos desses guardas. "O tráfico tem se tornado cada vez mais violento e os traficantes não hesitam em atirar contra qualquer guarda-parque que cruze o seu caminho”, disse White, que estima o custo total dessas ações em 15 milhões de dólares por ano.
 Ondimba está trabalhando para melhorar a cooperação internacional na luta contra o tráfico de animais selvagens. Ele anunciou o plano de ação em um esforço para estimular o progresso sobre o assunto na próxima assembleia nacional anual da ONU, em setembro. Entretanto, como colocou Leape, do WWF: "O tráfico de marfim é um monstro de duas cabeças. Perseguir os caçadores não será suficiente se, ao mesmo tempo, nós não lidarmos com os países que facilitam este comércio".
 "O tráfico de marfim é um monstro de duas cabeças. Perseguir os caçadores não será suficiente se, ao mesmo tempo, nós não lidarmos com os países que facilitam este comércio".
Fonte: GuardaParques
Foto: Greenwich Photography



Guarda-parques manifestam-se exigindo condições de trabalho

    Os Guarda-parques realizaram, na tarde de sexta-feira, dia 14 de junho, uma manifestação em frente à Casa civil do RS.
Os trabalhadores, que são vinculados à Secretaria Estadual do Meio Ambiente do Rio Grande do Sul (SEMA–RS), reivindicam melhores condições de trabalho.
Durante a manifestação, o SINDSEPE/RS protocolou, na Casa Civil, um ofício formalizando as reivindicações dos Guarda–parques.  (PORTE DE ARMAS – UNIFORMES E EQUIPAMENTOS – CURSO DE FORMAÇÃO).
Fonte: Últimas Notícias/Marcelo Segalerba

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Linces Ibéricos nascidos em Portugal vão ser libertados em Espanha


    DOIS EXEMPLARES DE LINCE IBÉRICO NASCIDOS EM SILVES EM 2012 SÃO LIBERTADOS DIA 21 DE JUNHO

11 dos linces libertados este ano nasceram no CNRLI, em Portugal

Dois linces-ibéricos nascidos no CNRLI, em Silves, em 2012, serão libertadas no dia 21 de junho em Guarrizas, para dar continuidade ao programa de reintrodução da espécie. Esta libertação, que contará com a assistência de público e com a presença das autoridades de conservação da natureza de Portugal, e das comunidades autónomas de Andaluzia e da Extremadura, é um momento que simboliza o contributo do programa ibérico ex-situ para a conservação da espécie na natureza e, simultaneamente, a cooperação interinstitucional e internacional.

Filhos de Castañuela e Fado e de Fruta e Fresco, Jazz e Joaninha serão libertados na natureza, culminando o processo de soltas em 2013 que se iniciou em 14 de março com a libertação das quatro crias de Fresa e de Eón, duas em Guarrizas (Joio e Janeira) e duas em Guadalmellato (Jeropiga e Joeira). Também Jembe e Jiga, duas das 4 crias de Castañuela e Fado, foram libertadas a 5 de junho em Guadalmellato com Jedi (filho de Flora e Foco). Jam (ninhada da Castañuela e Fado) e Janga (ninhada da Flora e Foco) foram libertados a 18 de junho em Guarrizas.

Assim, 11 dos 19 animais (6 fêmeas e 5 machos) utilizados este ano para reintrodução na natureza nasceram em Portugal em 2012, no CNRLI, onde aprenderam a caçar e a sobreviver na natureza. Os primeiros passos na natureza dos animais libertados estão a ser seguidos via foto-armadilhagem, seguimento por rádio (VHF) e via satélite pela equipa do projeto Iberlince.

O plano de reintrodução em Espanha para 2013 visa a libertação de um total de 19 animais - 2 em Donãna, 10 em Guarrizas, 7 em Guadalmellato – reforçando as populações de lince ibérico aí existentes. Existem ainda vários animais treinados em cativeiro de reserva para a eventualidade de surgir nova oportunidade de solta, dos quais 3 – Jacarandá, Junquinho e Junquilho - nasceram no CNRLI

Em 2013, no CNRLI, nasceram 17 crias, 15 das quais estão também a ser preparadas para adquirirem os comportamentos necessários à sua sobrevivência no meio natural, pelo que no próximo ano já se poderá contar com estes animais para novas ações de reintrodução. As áreas eleitas para estas ações devem reunir condições suficientes para potencialmente albergar uma população de lince viável no futuro. Nesse sentido, vários projetos, em particular o projeto ibérico Iberlince, co-financiado pelo programa europeu LIFE, têm desenvolvido ações de preparação de habitat e coelho-bravo. Finalmente, a futura existência de linces em qualquer área de Portugal ou Espanha dependerá da vontade das pessoas, e por isso conta-se, em particular, com o envolvimento da população local.

Comunicado do CONSELHO DIRETIVO DO ICNF, I.P.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Estratégia para florestas deverá estar concluída em Setembro


    A actualização da Estratégia Nacional para as Florestas deverá ficar concluída até Setembro, de acordo com a sugestão do relatório de Avaliação da ENF, a pensar na entrada em vigor do Programa de Desenvolvimento Rural 2014-2020.
Segundo o documento, as linhas estratégicas da ENF mantêm a sua validade, apesar de necessitarem de alguns ajustes. Entre eles, a melhoria da matriz de responsabilidades com a distinção entre indicadores de realização e de resultado e de reformulação de alguns objectivos. O relatório recomenda ainda a definição de prioridades para as várias acções; estabelecimento de metas de diferentes escalas temporais; estabelecer um modelo de governação com atribuição de responsabilidades para a coordenação global e coordenação, incluindo interministerial. O documento assinala ainda que o próprio processo de monitorização da estratégia carece de definição adequada.
Haverá toda a conveniência em utilizar nos trabalhos de alteração a informação do Inventário Florestal Nacional 6, os resultados da concretização de planos e programas específicos, em particular do Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios e as propostas constantes no trabalho realizado no âmbito na Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas e do Plano Nacional de Combate à Desertificação.

O trabalho de alteração da Estratégia decorrerá em paralelo com outros processos, nomeadamente o IFN6 já referido e a preparação do PDR- FEADER 201 e do QREN-FEDER para o período de programação 2014-2020. Neste último caso, a pertinência e oportunidade para alteração da ENF é evidente, uma vez que se tratam de instrumentos relevantes para a sua concretização.

Fonte: Diana Catarino

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Parques de Antioquia: tanto, con tan poca inversión


    De las 564.000 hectáreas que miden tres parques nacionales naturales que tienen territorio en Antioquia, 180.080 están en el departamento: todo un santuario de especies exóticas de fauna y flora y conservación cultural, pero que funciona con poco dinero y personal y está amenazado por grupos armados ilegales, cultivos ilícitos, tala y minería.

Las Orquídeas, Paramillo y Los Katíos son parte de las 57 áreas protegidas que administra Parques Nacionales Naturales de Colombia, entidad adscrita al Ministerio de Ambiente y Desarrollo Sostenible.

Cada uno de los parques funciona con un promedio de $300 millones que provee el Gobierno Nacional al año, más otro tanto donado por entes internacionales. En ellos trabajan, en promedio, 17 personas, entre funcionarios y contratistas.

Las Orquídeas es el único con toda su extensión en Antioquia: 32.000 hectáreas distribuidas entre Urrao, Frontino y Abriaquí. Su jefe, Héctor Velásquez Lema, afirma que en el departamento se deforestan al año unas 25.000 hectáreas, lo que lo hace uno de los primeros del país en esta materia. "Los bosques que le quedan están en el flanco occidental de la cordillera occidental, donde está el parque Las Orquídeas", añade.

Considera que uno de los principales problemas de los parques es la ocupación humana, pero aclara que no es culpa de la gente sino que se debe al fenómeno agrario colombiano.

Dice que allí no hay cultivos ilícitos, pero sí cacería y algo de minería de oro en modalidad de socavón, de la que los títulos se están liquidando por no cumplir todos los requisitos.

Como en los demás parques nacionales, está prohibida la construcción y se enfatiza en la educación ambiental.

En 1974, cuando fue creado este parque, ya había fincas con pobladores en la zona. Ahora viven unas 900 personas, entre indígenas emberas y campesinos, con las que el parque trabaja en restauración de ecosistemas.

Velásquez quiere tener ecoturismo y que las comunidades sean guías. Además, tiene un proyecto de investigación con plantas vasculares, que son las que transportan savia.

El parque Paramillo, entretanto, lo comparten Córdoba y Antioquia. De sus 460.000 hectáreas, el 30% (138.000) está en Antioquia, en Ituango, Peque, Dabeiba y Tarazá.

Su jefe, Antonio Martínez Negrete, destaca que el área es una de las principales estrellas hídricas del país. Allá nacen ríos como el Sinú, el San Jorge, el Esmeralda y el Ituango.

Cuenta que la biodiversidad es tan grande, que en 2009, durante 15 días, investigadores de varias universidades monitorearon 10 hectáreas e identificaron más de 3.000 especies, entre fauna y flora.

Sin embargo, reconoce que, desde 1948, "el parque ha tenido una historia muy ligada al conflicto armado interno del país. El territorio ha sido objeto de disputa de todos los actores armados. Pasará un largo rato para que abramos las puertas para el disfrute".

En Paramillo viven 15.000 personas: 10.000 campesinos y 5.000 indígenas embera katíos y embera chamí. De acuerdo con Martínez, los bosques nativos de 68.000 hectáreas del parque (60.000 en Córdoba y 8.000 en Antioquia) fueron intervenidos, lo que ha obligado a reforestar.

Los Katíos, por su parte, es el de menor territorio en Antioquia. En Turbo quedan 10.080 de sus 72.000 hectáreas. Las demás, en Riosucio y Unguía, Chocó. Pero no por ello es menos importante.

Su jefe, Santiago Felipe Duarte Gómez, resalta que en 1994, la Unesco declaró el parque como Patrimonio Natural Mundial, debido a su importancia en el intercambio de fauna y flora entre Centro y Suramérica.

No obstante, apunta que desde 2008 también figura en la lista de patrimonios mundiales en peligro. Explica que entre 2005 y 2008 hubo mucha extracción de madera en la zona, "pero ahora tenemos recorridos permanentes de vigilancia" y siembran árboles nativos, por lo que Parques Nacionales tratará de que el Comité de Patrimonio Mundial, de la Unesco, lo excluya de ese listado.

En Los Katíos solo viven unos 300 indígenas wounaan.

En cuanto a orden público, el coronel Rafael Ávila, jefe del Estado Mayor de la Séptima División del Ejército, que tiene jurisdicción en los tres parques, sostiene que hace unos seis años, el frente 34 de las Farc tenía presencia en Las Orquídeas, "pero la IV Brigada lo replegó hacia el río Atrato, Vigía del Fuerte y Murindó".

Explica que en Paramillo están los frentes 5, 18 y 58 de las Farc, pero que por presión del Ejército y autoridades judiciales, tanto los guerrilleros como su capacidad de sembrar coca disminuyeron 50 %. Resalta que alias "Jacobo Arango", jefe del frente 5, murió este año en combates con el Ejército, en límites de Tierralta e Ituango. Reporta que en Los Katíos está el frente 57 de las Farc y que allí hay cultivos de coca, que combaten el Ejército y la Armada.
PARA SABER MÁS
EN ANTIOQUIA HAY 27 ÁREAS PROTEGIDAS
El área de Antioquia es de 6’361.200 hectáreas, de las que 495.352 (el 7,8%) son áreas protegidas. Beatriz Elena López Rojas, secretaria técnica del Sistema de Áreas Protegidas de Antioquia (Sidap), expresa que los parques nacionales son las figuras más blindadas frente a presiones de actividades ilícitas. En el departamento hay 27 áreas protegidas, incluyendo los parques nacionales. Entre ellas, reservas forestales como la del Nare y la del páramo del Sol, parques naturales regionales (entre los que está el cerro El Volador) y 12 distritos de manejo integrado, como el páramo de Belmira, que provee gran parte del agua del Aburrá.
¿QUÉ SIGUE?
AUMENTAR INVERSIÓN EN CONOCIMIENTO
Lida Patricia Giraldo, subdirectora de Ecosistemas de Corantioquia, detalla que en su territorio la corporación cuenta con 3 áreas protegidas nacionales y 8 regionales. Además, tiene 33 áreas priorizadas para la conservación. En 2013, en el cuidado de estas zonas invierte $2.600 millones. El diputado Édinson Muñoz Ciro, del Partido Verde, elogió que el Sistema de Parques Nacionales conserve bajo esta modalidad el 10% del territorio colombiano, pero cuestionó la falta de recursos para trabajar: "El Gobierno Nacional aporta muy poco de lo que se requiere", comenta y agrega que en el sistema hay que aumentar la inversión en conocimiento. Pide que incluyan el páramo del Sol en el parque de Las Orquídeas.
EN DEFINITIVA
Los parques nacionales que tienen territorio en Antioquia albergan gran biodiversidad. Sin embargo, funcionan con pocos recursos económicos y están amenazados por grupos ilegales.

Fonte: JUAN CARLOS VALENCIA GIL

Escasez de guardaparques deja sin protección a trabajadores y voluntarios


    Costa Rica: La escasez de guardaparques en el Sistema Nacional de Áreas de Conservación (Sinac) deja sin protección a voluntarios y trabajadores de ONG ambientales.
     Impunidad y desprotección coartan trabajo de ecologistas
Estos terminan vigilando sectores vulnerables de anidación o de incendios, por ejemplo, sin acompañamiento del Sinac.
Actualmente, el órgano adscrito al Ministerio de Ambiente y Energía (Minae) solo cuenta con unos 300 funcionarios, que tienen a su cargo la protección de unas 4.000 hectáreas, cada uno.
“Usan un arma inadecuada, no les pagan riesgo policial, ni disponibilidad, y venimos pidiendo más plazas desde 1998”, señaló el martes Roberto Molina, secretario general del sindicato del Minae, en un encuentro con el ministro de Ambiente, René Castro.
“Está bien que las organizaciones ambientales hagan convenios, pero la Sala IV, la Contraloría y la Procuraduría han dicho que el poder de imperio y protección es del Minae. Los voluntarios vienen para ayudar, pero no podemos echarlos de primero para que los masacren”, reclamó Molina.
A criterio del sindicalista, son necesarias unas 1.200 plazas para cumplir a cabalidad con la tarea que le corresponde al Sinac.
Rafael Gutiérrez, director ejecutivo del Sistema, confirmó que desde hace 15 años no se incorporan nuevos guardaparques. No obstante, sus pretensiones son más conservadoras.
“La meta sería duplicar el número de funcionarios a unos 600, para que a cada uno le correspondan 2.000 hectáreas, atendiendo denuncias y patrullando”, señaló.
Según Gutiérrez, este año ajustó el presupuesto para el pago de la disponibilidad y para invertir en armamento e infraestructura, pero compartió la preocupación por el recurso humano insuficiente.
Asimismo, reconoció que la falta de personal deja expuestos a los colaboradores de las organizaciones no gubernamentales (ONG).
Por su parte, Ana Lorena Guevara, viceministra de Ambiente, aseguró que es necesario crear una Policía Ambiental. “Estamos enfrentándonos a grupos que ya no solo hacen el ilícito de la tala o caza ilegal, sino que muchas veces están asociados a otros delitos ”.
“Esto requiere un trabajo conjunto. Nosotros (Minae) no podemos seguir trabajando solos, creo que tenemos que seguir trabajando muy de cerca con unidades de inteligencia de Guardacostas y Seguridad Pública. Ya lo venimos haciendo, pero hay que reforzarlo”, sostuvo la funcionaria.
Esta preocupación la compartió el guardaparques y director del Parque Nacional Chirripó, Bernal Valderramos.
“Eso (de las amenazas) es normal en este trabajo, particularmente cuando uno tiene que dar atención a delitos ambientales: de que ‘si te encuentro te voy a matar’. En Tortuguero, hay compañeros que han recibido amenazas fuertes, implicando incluso mover a la gente de ahí”, explicó.
Otros reclamos. Jorge Polimeni, de la Fundación Bandera Ecológica, reclamó el desentendimiento del Ministerio de Seguridad Pública.
“(Cuando los guardaparques tuvieron acceso a armas) la Policía asumió que ya no tenía nada que ver con zonas protegidas. Además, la póliza estatal no cubre a los guardaparques” , explicó Polimeni.
“También me tocó dar cursos en la Fuerza Pública y todo el currículum excluyó la formación en temas ambientales porque decían que eso le correspondía al Minae y viceversa”, añadió.
Al respecto, el viceministro de Seguridad, Celso Gamboa, dijo que se ha reflexionado a lo interno de la Escuela de Policías para incluir en la “malla” curricular la protección de recursos ambientales.
“La próxima semana, tenemos una sesión del Consejo Académico y se impone un tema de estos que costó una vida”, prometió.
Tras la reunión del martes, el ministro de Ambiente se comprometió a estudiar las peticiones de los ecologistas, que incluía la creación de un área silvestre protegida en Moín.Colaboró: Michelle Soto.